Chevrolet opala, um clássico da produção nacional

Postado em 08/09/2017 7:56
Chevrolet opala

Nesta semana no Antigos e Mexidos, um clássico nacional, amado pelos proprietários e por muitos que apenas puderam o ver nas ruas: assim é o Opala, esportivo que esteve por 24 anos no mercado e que foi o primeiro modelo produzido no Brasil com o nome da empresa como conhecemos por aqui, a Chevrolet.

Apresentado no Salão do Automóvel de 1968, tinha duas opções de motor: a 2500, de quatro cilindros e a 3800 de seis cilindros, que era presente apenas neste modelo. O interior trazia painel de instrumentos com velocímetro, relógio, medidor do nível de combustível e rádio, além da alavanca de câmbio incorporada ao eixo da direção devido aos bancos inteiriços, que proporcionava que seis passageiros pudessem ocupar o veículo.

Durante sua trajetória no mercado, passou por alguns facelifts e recebeu novos elementos, porém, alguns detalhes foram mantidos em toda sua produção, caso das linhas laterais, que continuaram com seu desenho mesmo, o que também observamos nos muscle carsamericanos.

Sua primeira versão tinha faróis redondos envoltos de uma grade cromada, com as luzes indicadoras de direção abaixo do pára choque. As lanternas traseiras seguiam um desenho semelhante, com a grade cromada que trazia o nome Chevrolet. Nos anos seguintes, as luzes indicadoras de direção foram posicionadas ao lado dos faróis e a grade foi reformulada.

A partir de 1975, as lanternas traseiras ganharam novo desenho e passaram a ser redondas, em dois pares, e o Opala ganhou sua versão Station Wagon, a Caravan. Além disso, novas versões de luxo chegaram, como a Comodoro, que passou a ser a mais completa da linha.

Em 1980, chega a linha Diplomata, com mudanças na dianteira, com faróis retangulares e também na traseira, com lanternas grandes e envolventes, relembrando um pouco da antiga grade. Essa versão já não tinha mais o banco inteiriço na dianteira, o que possibilitou o espaço para a alavanca de câmbio e freio de estacionamento.

Com algumas versões exclusivas para o governo, teve ainda mais uma mudança em 1988, com uma nova mudança nos faróis dianteiros, e manteve-se até o fim de sua produção, em 1992, cedendo espaço para o Ômega, que teve também boa passagem no mercado, mas que não superou o sucesso de seu antecessor.

R7

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