Deputada diz que Salvador tem ambiente propício a proliferação do aedes aegypt

Postado em 11/12/2015 4:38

 

O controle do mosquito aedes aegypt passa por um processo de educação ambiental e ações mais determinadas do poder municipal. A sugestão é da deputada estadual e engenheira, Maria Del Carmen (PT). Segundo ela, o mosquito causador da dengue, chikungunya e zika vírus, e apontado como responsável por milhares de casos de microcefalia no País, tem ambiente propício para se desenvolver em Salvador, principalmente por questões de topografia da cidade. “O lixo jogado nas encostas, a falta de regularidade de coleta e também a não fiscalização dos terrenos baldios pelo poder municipal acaba facilitando a proliferação dos mosquitos”.

O número de casos de suspeita de zika vírus em Salvador chega a 18.367. A doença, segundo o Ministério da Saúde, tem ligação direta com o crescimento dos casos de microcefalia, principalmente no Nordeste do país. “Outra solução seria o uso dos mosquitos transgênicos, já testados em diversas cidades, como em Jacobina. Estamos diante de uma guerra declarada ao aedes aegypt, mas se no início do século passado a guerra contra a febra amarela, transmitida pelo mesmo inseto, foi vencida, porque não vencer agora também? A prefeitura de Salvador deve intensificar as campanhas e principalmente regularizar a coleta de lixo. Um saco plástico abandonado numa encosta é campo perfeito para o desenvolvimento do mosquito”.

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Mais informações: 71 98856-6680 (zap)

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