Dia: 17 de janeiro de 2024

  • Prefeitura de Lauro de Freitas apresenta investimentos durante lançamento do IPTU 2024

    Prefeitura de Lauro de Freitas apresenta investimentos durante lançamento do IPTU 2024

    Na tarde desta terça-feira (16), a Prefeitura de Lauro de Freitas, realizou uma coletiva de imprensa no, Centro Administrativo de Lauro de Freitas (CALF), para lançar e divulgar informações sobre os investimentos realizados no município por meio da arrecadação do Imposto Predial e Territorial Urbano IPTU 2024. A campanha que este ano tem como tema: “invista em Lauro de Freitas”.

    Reforma das unidades de Saúde do município, energia solar e ar-condicionado nas escolas, macrodrenagem da Mário Epinghaus e recapeamento asfáltico, estão entre os diversos investimentos realizados no município, como ressaltou a prefeita Moema Gramacho. “Nós reformamos todos os postos de saúde, ampliamos a oferta de vacinas, criamos o hospital-escola. Além da saúde, nós temos feito requalificação de vias com recapeamento de mais de 100 ruas e obras de tapa-buraco”.  A gestora ainda anunciou a realização de novos investimentos para a cidade como: a nova orla de Ipitanga e nova sede da câmara municipal.O pagamento da cota única do IPTU, pode ser realizada até o dia 31 de janeiro, e garante um desconto aos contribuintes de 10%. Como lembrou o secretário da SEFAZ, Luiz Cláudio Guimarães: “os cidadãos que optarem pelo pagamento em cota única terão 10% de desconto. Ainda há redução na alíquota através do IPTU verde para os cidadãos que optarem pela implantação da energia solar e captação de água da chuva em sua residência”. O secretário também falou sobre a importância da arrecadação do imposto para o município “hoje o IPTU é nossa segunda maior arrecadação própria”, destacou. Durante a coletiva o titular da SEFAZ também trouxe alguns dados referentes ao ano de 2023, onde o município arrecadou através do imposto, 70 milhões de reais. Para 2024 a expectativa é de um crescimento de 15%, nesta arrecadação. Os cidadãos que não receberem os carnês do IPTU em seus domicílios, tem a opção de obter a segunda via de forma on-line, no site da prefeitura http://sefaz.laurodefreitas.ba.gov.br/ ou através do WhatsApp com a assistente virtual “Laurinha” (71) 98728-9126. Há ainda a possibilidade da emissão de forma presencial no Banco de serviços.

    Foto –  Danilo Magalhães 

  • Polícia investiga morte de galerista americano no Rio

    Polícia investiga morte de galerista americano no Rio

    A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) está investigando a morte do americano Brent Sikkema, de 75 anos, proprietário de uma galeria de arte contemporânea em Nova Iorque, a Sikkema Jenkins & Co.

    Segundo a Polícia Civil do estado, foi feita perícia no imóvel onde o corpo da vítima foi encontrado, na noite de segunda-feira (15). “Os agentes vão ouvir testemunhas, estão em busca de mais informações e realizam demais diligências para esclarecer o caso”, diz nota divulgada pela polícia.

    Também em nota, o Consulado dos Estados Unidos no Rio de Janeiro lamentou a morte de Sikkema. “Oferecemos nossas mais sinceras condolências à família, a quem estamos prestando toda a assistência necessária.”.

    Encontrado por pessoa amiga em um apartamento situado no bairro do Jardim Botânico, zona sul da cidade, o corpo de Sikkema apresentava perfurações por arma branca e foi levado pelos bombeiros para o Instituto Médico-Legal (IML), na região central do Rio. Investiga-se se houve latrocínio, que é roubo seguido de morte.

    O artista visual brasileiro Vik Muniz manifestou nas redes sociais tristeza pela perda do amigo: “Brent foi meu galerista durante três décadas e um amigo por mais tempo que isso. Eu devo uma lealdade incrível ao profissional que ele foi por ser [proprietário de] uma das primeiras galerias a ter um contingente de artistas que era metade branco, metade negro, metade mulher, metade homem”, disse Muniz.

    Agência Brasil

  • Funai vai retomar regularização da TI Tekoha Guasu Guavira, no Paraná

    Funai vai retomar regularização da TI Tekoha Guasu Guavira, no Paraná

    O Ministério dos Povos Indígenas informou nesta quarta-feira (16) que a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) vai dar prosseguimento à regularização da Terra Indígena Tekoha Guasu Guavira, no Paraná.

    Mais cedo, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin suspendeu as decisões judiciais que impediam a retomada do processo de demarcação do território.

    De acordo com a pasta, o relatório que identificou e delimitou a terra indígena foi publicado pela Funai em 2018, mas foi anulado pelo próprio órgão em 2020, no governo anterior.

    “Em 2023, a Funai reviu a decisão e retomou o processo de demarcação da TI. No entanto, o procedimento é objeto de duas ações judiciais que tramitam na Justiça Federal, no Tribunal Regional da Quarta Região (TRF-4). Com a decisão do ministro Fachin, a Funai poderá dar prosseguimento à regularização fundiária da TI”, informou a pasta.

    A decisão de Fachin foi tomada em meio ao aumento dos conflitos violentos na região. De acordo com o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), na quarta-feira (10), indígenas da etnia Avá-Guarani foram alvo de tiros enquanto rezavam. O ataque deixou quatro feridos, que foram levados para um hospital de Toledo, no Paraná.

    O território está localizado nos municípios paranaenses de Guaíra, Altônia e Terra Roxa, próximos à fronteira do Brasil com o Paraguai.

    Agência Brasil

  • Entenda a relação de racismo ambiental e enchentes no Rio de Janeiro

    Entenda a relação de racismo ambiental e enchentes no Rio de Janeiro

    Os temporais no Rio de Janeiro causaram 12 mortes e deixaram mais de 9 mil desalojados, 300 pessoas desabrigadas, ruas alagadas e casas destruídas. A tragédia trouxe ao centro do debate o conceito de racismo ambiental após as manifestações de ministros do governo diante da crise vivida pela população no estado.

    “Quando dizem que favelas e periferias são quinze vezes mais atingidas que outros bairros, não é natural que em alguns municípios, bairros, periferias e favelas sofram com consequências mais graves da chuva do que outros”, afirmou a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, em declaração publicada em seu perfil em uma rede social.

    “Isso acontece porque uma parte da cidade, do estado, não tem a mesma condição de moradia, de saneamento, de estrutura urbana do que a outra. Também não é natural que esses lugares tenham ali a maioria da sua população negra. Isso faz parte do que a gente chama e define de racismo ambiental e os seus efeitos nas grandes cidades”, completou a ministra.

    O que é racismo ambiental

    O termo, existente desde a década de 1980, é usado para se ilustrar como a degradação e catástrofes ambientais – enchentes, secas, contaminação – impactam de forma mais severa as populações das periferias.

    Com o desastre na capital fluminense e região metropolitana, especialistas e autoridades têm utilizado essa expressão para explicar o impacto desigual das fortes chuvas sobre a população.

    “O conceito de racismo ambiental há décadas é objeto de estudos científicos. Ele visa a explicar a forma com que as catástrofes ambientais e a mudança climática afetam de forma mais severa grupos sociais política e economicamente discriminados que, por esse motivo, são forçados a viver em condições de risco” disse o ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, também em postagem nas redes sociais.

    “Não significa dizer que apenas pessoas destes grupos são afetadas pelos eventos climáticos, mas que as pessoas a que a estes grupos pertencem são mais afetadas, por razões sociais, pelos eventos ambientais”, acrescentou.

    Como o racismo ambiental se manifesta

    Estudiosos e ativistas apontam que o racismo ambiental está cada vez mais presente no cotidiano das pessoas, mesmo que elas não percebam.

    A falta de saneamento básico, coleta de lixo, rede de esgoto, acesso à água potável e instalação de aterros sanitários em comunidades de baixa renda, locais habitados em grande parte por negros e pardos, são algumas das manifestações de racismo ambiental.

    Co-diretor-executivo do Observatório da Branquitude, o sociólogo e antropólogo Thales Vieira explica que outra evidência do racismo ambiental é a exclusão da parcela pobre das políticas públicas.

    “Por isso que a gente fala que o racismo ambiental é produto de uma intenção efetiva de não produção de políticas para essas populações, de não participação dessas populações nas decisões que são tratadas de políticas que efetivamente são feitas ou não são feitas. Essa também é uma forma de fazer política, a omissão é uma forma também de fazer política.”, disse Vieira. Para ele, deixar de produzir políticas públicas em benefício de parte da população é, na prática, “deixá-la para morrer”.

    A ministra do Meio Ambiente e Mudança Climática, Marina Silva, cobrou uma modernização na forma de entender e atender a população mais carente de atenção dos gestores. “A política pública precisa integrar novas linguagens, que sejam capazes de objetivamente dar nome às demandas, e o racismo ambiental é uma das realidades que precisam ser enfrentadas. Eventos climáticos extremos atingem toda a população, mas é um fato que pessoas pretas, mulheres, crianças, jovens e idosos são duramente mais afetados”.

    Agência Brasil

  • Haddad estima em R$ 32 bilhões impacto com desonerações

    Haddad estima em R$ 32 bilhões impacto com desonerações

    A renúncia fiscal com a derrubada do veto à desoneração da folha de pagamento e com o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse) está estimada em R$ 32 bilhões para este ano, disse nesta terça-feira (16) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele deu os números após o governo refazer os cálculos do impacto das medidas.

    Desse total, R$ 12 bilhões correspondem à prorrogação da desoneração da folha de pagamento, estendida para 2027. Já R$ 4 bilhões dizem respeito à redução da alíquota de contribuição para a Previdência Social por pequenos municípios e R$ 16 bilhões vêm do Perse. No fim do ano passado, o governo editou uma medida provisória (MP) que extinguirá progressivamente os benefícios.

    Haddad informou que se reunirá nesta quarta-feira (17) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para discutir os resultados das primeiras negociações em torno do tema com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. O ministro também disse que conversará pessoalmente com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, nesta quinta (18) ou sexta-feira (19). Haddad afirmou ter conversado por telefone com Lira.

    Na tarde desta terça, Haddad se reuniu com o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, com o líder do Governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), e com o líder do Governo no Senado, Jacques Wagner (PT-BA), para discutirem a agenda legislativa da área econômica para 2023. Além da busca por um acordo sobre a MP que reonerará a folha de pagamentos, o encontro discutiu a regulamentação da reforma tributária e medidas do Plano de Transformação Ecológica, como o mercado de carbono.

    Gradualidade

    Reafirmando o compromisso com o equilíbrio fiscal neste ano, Haddad defendeu uma redução gradual da desoneração da folha de pagamento. Segundo ele, o procedimento segue o modelo da reforma tributária, que estabelece a redução escalonada dos benefícios fiscais.

    “Nós fizemos a proposta de fazer com o benefício fiscal o mesmo que foi feito na reforma tributária. Se pegar a reforma tributária, todos os benefícios foram extintos e diluídos no tempo, justamente para que os setores não fossem afetados no curto prazo”, explicou o ministro.

    Em relação à reunião da segunda-feira com Pacheco, Haddad afirmou que o presidente do Senado fez uma “proposta de encaminhamento” da medida provisória. O ministro não deu detalhes, afirmando que a solução ainda precisa ser informada ao presidente Lula e a Arthur Lira. Apenas disse que as “conversas finais” ocorrerão até o fim desta semana.

    Apesar da reação negativa de frentes parlamentares à edição da medida provisória que prevê a reoneração progressiva da folha de pagamento a 17 setores da economia e revoga a redução da contribuição para a Previdência Social aos municípios, Haddad negou mal-estar com o Poder Legislativo. “As pessoas tentam criar uma animosidade que não existe entre os Poderes”, declarou.

    Na entrevista, o ministro disse que o objetivo da MP é permitir o crescimento do país com taxas de juros sustentáveis, argumentando que não pode prejudicar toda a sociedade com o custo da desoneração para dar vantagem a um setor específico.

    Negociações

    O ministro das Relações Institucionais disse que as negociações estão apenas começando, mas não deu prazo para que uma solução seja alcançada. Como a MP só entrará de fato em vigor em abril, contribuições só podem ser aumentadas 90 dias após a publicação da MP ou sanção de projeto de lei, as conversas poderão se estender por meses.

    “A MP foi apenas o primeiro passo para iniciar o diálogo”, disse o ministro. Ele admitiu que as discussões são complexas, mas disse estar otimista dada a aprovação de diversas medidas difíceis no ano passado.

    “Ninguém acreditava na aprovação do projeto do Carf [Conselho Administrativo de Recursos Fiscais], da taxação das offshores e da MP 1.185 [que limitou ajudas financeiras a estados], mas conseguimos a aprovação com muita conversa”, declarou Padilha, que reafirmou o compromisso da equipe econômica com o equilíbrio fiscal.

    Em relação aos pequenos municípios, o deputado José Guimarães disse que o governo estuda uma ajuda financeira para as prefeituras com dificuldade de caixa para contribuírem para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). “Sabemos das dificuldades dos pequenos municípios, mas podemos conceder uma ajuda, como fizemos com os estados no ano passado”, complicou.

    Agência Brasil

  • Danniel Vieira lança nova música de trabalho “Me Chama de Amor”, feat com Xanddy Harmonia

    Danniel Vieira lança nova música de trabalho “Me Chama de Amor”, feat com Xanddy Harmonia

    O sertanejo Danniel Vieira acaba de lançar sua nova música de trabalho nas plataformas digitais e promete causar burburinho na estação mais esperada do ano. A canção, intitulada “Me Chama de Amor”, é uma composição de Thiago GG, Kaio Oliveira e Lucas baiano. A nova música conta com um feat com o cantor baiano Xanddy Harmonia e traz uma balada regada a muita sanfona e à batida do pagode. O single conta a história de um homem apaixonado, que promete fazer tudo pela mulher amada. O refrão é fácil e ainda faz homenagem à família de Danniel. “Me chama de amor, fazendo coraçãozinho, vem neném meu xuxuzinho. Vou te pegar no colo e te dar muito carinho, vem neném meu xuxuzinho”. “Essa música tem a minha cara! Fala de amor, de carinho, tem a sanfona, mas tem também a batida gostosa do pagodão do meu amigo Xanddy Harmonia. Espero que ela conquiste o público”, diz Danniel. Para conhecer o novo trabalho de Danniel Vieira, basta escolher a plataforma de streaming de áudio predileta (https://orcd.co/mechamadeamor).

  • Brasileiro foi ferido durante atentado em Israel, confirma Itamaraty

    Brasileiro foi ferido durante atentado em Israel, confirma Itamaraty

    O Ministério das Relações Exteriores (MRE) confirmou nesta terça-feira (16) que um brasileiro está entre os feridos no atentado terrorista ocorrido ontem (15) em Ra’anana, em Israel.

    De acordo com o Itamaraty, o cidadão brasileiro está em condição de saúde estável e recebe assistência da Embaixada do Brasil em Tel Aviv. A identidade do brasileiro não foi divulgada.

    De acordo com agências internacionais, na segunda-feira (15), um homem esfaqueou populares que caminhavam pelas ruas de Ra’anana. Pedestres também foram atropelados por um carro roubado pelo terrorista. Uma pessoa morreu e cerca de 20 ficaram feridas.

    Em comunicado divulgado na noite de ontem, o Ministério das Relações Exteriores repudiou a violência e prestou solidariedade ao povo e ao governo de Israel.

    “Ao manifestar seu repúdio ao recurso à violência, sobretudo contra civis, o governo brasileiro apela a palestinos e israelenses que se abstenham da prática de atos que ampliem as tensões e tragam o risco de escalada ainda maior no conflito ora em curso na região”, declarou a pasta.

    A diplomacia brasileira também reiterou a defesa da busca pela paz na região. “O Brasil reitera a defesa da solução de dois Estados, com um Estado Palestino economicamente viável convivendo lado a lado com Israel, em paz e segurança, dentro de fronteiras mutuamente acordadas e internacionalmente reconhecidas”, concluiu.

    Agência Brasil

  • Carnaval de 2024 terá 132 blocos afros nos circuitos de Salvador e interior; maior Ouro Negro da história tem investimento de R$ 15 milhões do Estado 

    Carnaval de 2024 terá 132 blocos afros nos circuitos de Salvador e interior; maior Ouro Negro da história tem investimento de R$ 15 milhões do Estado 

    Ao som de Malê Debalê, Grupo Quixabeira e Comemanche do Pelô, o governador Jerônimo Rodrigues, acompanhado do vice-governador e coordenador do Carnaval da Bahia, Geraldo Júnior, e de secretários de estado, lançou oficialmente na noite desta terça-feira (16), o Carnaval Ouro Negro 2024, no Largo Quincas Berro D’Água, no Pelourinho, em Salvador. Os secretários da cultura Bruno Monteiro, e da promoção da igualdade racial Ângela Guimarães, responsáveis pelo programa de incentivo, apresentaram as novidades para este ano, que terá o maior investimento da história do Ouro Negro no estado, com cerca de R$ 15 milhões destinados às manifestações culturais da diáspora na Bahia – o dobro do aportado em 2023. Na ocasião, o governador e o vice-governador entregaram oficialmente o Selo do Carnaval Ouro Negro 2024.“É preciso destacar que esses blocos têm um papel muito importante. Primeiro de manter a cultura. Depois o fortalecimento da ancestralidade e da força do povo negro. Comprendendo isso, esse ano duplicamos o valor destinado ao Ouro Negro. Se não fossem as festas dos blocos afros, com certeza, o Carnaval de Salvador não seria o mesmo”, afirmou o governador Jerônimo Rodrigues. Bruno Monteiro, secretário da Cultura pontuou que o Estado acredita na cultura popular, identitária, por isso esse empenho. “Tivemos um aumento de 127% no número de entidades beneficiadas, e o investimentono Ouro Negro não se limita ao Carnaval. Mas, inclui também outras festas populares, como lavagens, carnavais do interior, a micareta de feira de Santana. Abraçando todo esse conjunto de manifestações culturais que têm a cara e o jeito da Bahia”.Esse ano, 132 propostas serão contempladas; 70 a mais relação a 2023. Serão 103 grupos só no Carnaval de Salvador. Entre estes, Ilê Aiyê, Filhos de Gandhy, Olodum, Malê Debalê, Cortejo Afro, Bloco Alvorada, Bankoma e Banda Didá. O tema da festa popular é uma homenagem aos 50 anos da presença dos blocos afros nos circuitos: “Nossa energia é ancestral”. Para a festa, além dos tradicionais circuitos Dodô, Osmar e Batatatinha, as agremiações também participam dos circuitos Orlando Tapajós, Sérgio Bezerra, Riachão, Mestre Bimba e Mãe Hilda Jitolú. O programa também amplia a participação dos grupos para os carnavais do interior, Micareta de Feira de Santana, Lavagem de Itapuã e de Santo Amaro, outra novidade do Ouro Negro.O coordenador do carnaval Geraldo Júnior lembrou que o Ouro Negro é a valorização dos artistas da Bahia e da cultura afro brasileira. “Nós tivemos mais de 130 propostas aprovadas, e isso me traz uma felicidade muito grande como coordenador-geral do Carnaval. São quase 15 milhões de investimentos no axé, no afro, no reggae, no samba, no samba de roda, ou seja, é a valorização dessas pessoas, músicos, artistas, do nosso povo, que faz a nossa história”, frisou.A ampliação do Programa Ouro Negro, que apoia blocos de matriz africana, dos segmentos afro, afoxé, samba, reggae e indígena da capital e do interior, também conta com uma política de inclusão para  inserção de entidades que tiverem no seu quadro diretivo pessoas LGBTQIAPN+, além de jovens negros e/ou mulheres negras. Mais faixas também foram incluídas para que mais grupos participassem e ampliar o número de beneficiados.A titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais, Ângela Guimarães, explicou que um dos objetivos é também estimular o equilíbrio na presença de mulheres e pessoas LGBT na direção dos blocos. “Colocamos como sugestão para ampliar a pontuação, porque são princípios democráticos de justiça social, de integração da diversidade, que consideramos fundamentais no conjunto das políticas públicas. Então, a nossa forma é estimular, pontuando mais aqueles que atendam a esses pressupostos. É desse jeito que a gente vai reequilibrando a presença de mulheres e LGBT nos espaços de direção”, reforçou a secretária.Um dos afoxés contemplados foi o Filhas de Gandhy, que dá destaque especial às mulheres negras. Nesse carnaval, o grupo completa 45 anos. Para a diretora do Filhas de Gandhy, Cherry Almeida, é um reconhecimento da resistência e da história das mulheres negras no carnaval. “É uma honra para nós. E ter um governo que reconhece, fortalece e empodera esse olhar das mulheres no carnaval é extremamente importante. Só um governo democrático consegue entender a importância de fortalecer as mulheres, em especial os blocos de mulheres. Nosso tema esse ano, inclusive, será o empoderamento das mulheres de axé”, afirmou.História do Ouro NegroO programa começou como edital em 2008. Em 2014, com a publicação da Lei nº 13.182, que instituiu o Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa do Estado da Bahia, o Programa Ouro Negro foi reconhecido como política pública.Além de participarem dos desfiles, as entidades desenvolvem projetos que estimulam a cultura cidadã nas suas comunidades.Fotos: Fernando Vivas/GOVBA

  • Jacuipense x Vitória

    Jacuipense x Vitória

    Após fechar o ano passado com o maior título da sua história, o Vitória entra em campo pela primeira vez em 2024 contra o Jacuipense, nesta quarta-feira (17), às 19h15, no estádio Eliel Martins, o Valfredão, pela 1ª rodada do Campeonato Baiano. O duelo será transmitido ao vivo pela TVE.

    Entre chegadas e saídas, o elenco rubro-negro apresentou na véspera da sua primeira partida da temporada um total de 10 reforços, todos já regularizados e aptos para compor o elenco do técnico Léo Condé.

    A lista dos apresentados desta última terça-feira na Toca do Leão é formada pelos goleiros Muriel e Alexandre Fintelman, o zagueiro Cristián Zapata, os laterais-esquerdos Patric Calmon e Lucas Esteves, o lateral-direito Raul Cáceres, os volantes Caio Vinícius e Willian Oliveira e os atacantes Caio Dantas e Eryck Castillo.

    Destes 10, oito foram relacionados para o duelo contra o Leão do Sisal e apenas Fintelman e Zapatá ficaram de fora. Patric Calmon, Willian Oliveira e Caio Dantas devem estar no 11 inicial do Leão nesta quarta-feira (17). 

    Outras quatro contratações do Vitória, o meia Luan, os atacantes Everaldo e Alerrandro, e o goleiro Maycon Cleiton ainda não foram apresentados. Os três primeiros fizeram um treinamento à parte com o preparador assistente Vinícius Coelho. Já Maycon Cleiton participou junto com os outros goleiros do treinamento orientado pelos preparadores Itamar Ferreira e Paulo Musse.

    Sobre os reforços e a preparação do Vitória para a estreia, Léo Condé disse que chegaram atletas importantes e ressaltou que o principal reforço foi manter a base do time campeão da Série B.

    “A gente teve a chegada de atletas importantes. O clube se movimentou bastante dentro das suas condições. Acredito que conseguimos trazer, sim, boas pessoas para o início de temporada. Mas acho que o principal reforço foi manter a base do ano passado. A direção se esforçou e conseguiu manter a base da equipe titular. A gente fica feliz com a chegada de novos jogadores, mas o que deixa mais esperança de uma boa temporada é a manutenção da base vencedora”, disse o treinador rubro-negro.

    JACUIPENSE

    Vice-campeão estadual em 2022 e 2023, o Jacuipense chega para o confronto diante do Vitória após eliminação na pré-Copa do Nordeste, contra o Botafogo da Paraíba, nos pênaltis, no último domingo (7). Pro duelo entre leões, o técnico do Leão do Sisal, Jonilson Veloso, declarou que espera uma “estreia difícil”, mas lembrou da força do clube dentro dos seus domínios, o estádio Eliel Martins, o Valfredão.

    “Sabemos que será uma estreia muito difícil diante de uma equipe como o Vitória. Apesar de estarmos jogando em casa, sabemos da dificuldade que vai ser, do investimento que o Vitória vem fazendo, com o momento que vem vivendo como campeão da Série B do Brasileiro. Mas o Jacuipense mostrou e mostra sempre que é muito forte dentro do seu domínio e o que nós esperamos é estrear com o pé direito, fazendo um grande jogo diante do Vitória”, disse o treinador da Jacupa.

     

    A partida marcará o reencontro do zagueiro Kanu com o Vitória. O experiente defensor de 37 anos atuou pelo Rubro-Negro baiano entre 2015 e 2018, com 121 partidas realizadas. Além de Kanu, o Leão do Sisal contará em seu elenco com outro jogador conhecido da dupla BaVi: Adriano Michael Jackson, que vestirá pela terceira vez as cores do Leão do Sisal. Atualmente com 36 anos, o atacante acumula passagens pelo futebol chinês e coreano, Bahia, em 2010 e 2012, Palmeiras, Santa Cruz, Juazeirense, entre outras equipes.

    FICHA TÉCNICA

    Jacuipense x Vitória
    Campeonato Baiano – 1ª rodada
    Local: Estádio Eliel Martins (Valfredão), em Riachão do Jacuípe
    Data: 17/01/2024 (quarta-feira)
    Horário: 19h15

    Árbitro: Emerson Ricardo de Almeida
    Assistentes: Jucimar dos Santos Dias e Antonielson Jesus da Silva 
    Quarto árbitro:  Ivo de Almeida Barbosa

    Jacuipense: Marcelo; Van, Vitor Salvador, Kanu, Vicente; Fábio Bahia, Lídio, Jerry, Pablo; Flavinho e Jeam. Técnico: Jonilson Veloso.

    Vitória: Lucas Arcanjo, Zeca, Camutanga, Wagner Leonardo, Patric Calmon, Dudu, Willian Oliveira, Matheuzinho, Osvaldo, Iury Castilho e Caio Dantas. Técnico: Léo Condé. 

    Bahia Notícias

  • Sete municípios estão em situação de emergência no Rio de Janeiro

    Sete municípios estão em situação de emergência no Rio de Janeiro

    Sete municípios estão em situação de emergência no estado do Rio de Janeiro por conta das fortes chuvas que atingiram regiões do estado neste final de semana, deixaram 12 mortos e cerca de 600 pessoas desabrigada ou desalojadas. Outros cinco municípios deverão ter o pedido reconhecido. Segundo o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional MIDR, Waldez Góes, outros municípios ainda deverão entrar na lista. Ao todo, 37 cidades sofreram impactos. 

    Na segunda-feira (15), o MIDR já havia reconhecido a situação de emergência no Rio de Janeiro, Belford Roxo, Nova Iguaçu e São João do Meriti. Nesta terça-feira (16), por meio da Defesa Civil Nacional, a pasta reconheceu a situação de emergência nas cidades de Duque de Caxias, Nilópolis e Mesquita.   

    Segundo o MIDR, outras cinco cidades fluminenses – São Gonçalo, Magé, Japeri, Paracambi e Queimados – devem ter os pedidos reconhecidos assim que enviarem os decretos municipais de reconhecimento de situação de emergência.

    Aos municípios em estado de emergência o governo federal oferece ajuda humanitária, além de ajuda na limpeza, restabelecimento e reconstrução do que foi destruído. De acordo com o ministro, a recomendação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é “apoio integral”, ressalta. “Então é o que for necessário para ajudar humanitariamente as pessoas, para ajudar no restabelecimento das cidades e para ajudar na reconstrução daquilo que foi destruído,” afirma.

    Góes faz parte da comitiva do governo federal que visitou, nesta terça-feira (16), áreas atingidas pelas fortes chuvas do fim de semana em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.  A equipe era composta pelos ministros da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, da Igualdade Racial, Anielle Franco, do Meio Ambiente e Mudança do Clima substituto, João Paulo Capobianco, e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome substituto, Osmar Almeida Júnior.

    Eles reforçaram o apoio às prefeituras. Góes explicou que após o decreto de emergência é necessário que as prefeituras elaborem planos para especificar o que necessitam. Segundo ele, não precisa ser um único plano, à medida que as necessidades forem se apresentando, outros planos podem ser elaborados. Equipes técnicas do governo federal estão disponíveis para assessorar as prefeituras. “A partir de hoje, se precisar, quantos dias for necessário, eles ficarem aqui, eles vão ficando. Ajuda que o plano, quando entrar no sistema, já entra redondo, não precisa de diligência, a gente já aprova sumariamente, já disponibilizamos recursos para o município,” diz.

    Além do apoio emergencial, os ministros ressaltaram que há ações sendo pensada a longo prazo para resolver uma questão que se repete ano após ano.

    Estragos causados pelas chuvas na Baixada Fluminense

    “Os municípios precisam se planejar frente à intensificação das mudanças climáticas, inclusive nos [diversos] cenários [possíveis]. Porque hoje a situação é uma. É necessário aplicar as projeções de variação da temperatura e do aumento dos eventos climáticos extremos para verificar onde o problema estará amanhã. Hoje é aqui. Com o avanço dessas mudanças, outras áreas passarão a ser afetadas. Então, essa é uma frente que o governo federal está apoiando através dos planos setoriais de adaptação,” disse Capobianco.

    Segundo ele, o governo federal vai apoiar os municípios a elaborar os seus planos de adaptação, que deverão prever as ações a serem implementadas no médio e longo prazo para que os municípios possam tirar áreas da zona de risco, como estão hoje. 

    Nas coletivas de imprensa realizadas nesta terça, os governantes também ressaltaram as ajudas que estão sendo oferecidas pelo governo estadual, com recursos pelo Cartão Recomeçar, e pelas prefeituras, com assistência social e entrega de itens básicos. 

    Agência Brasil