Dia: 11 de março de 2024

  • Casa da Mãe no embalo do taletos das “Jotas” – Ju Santos, Joana Terra e Jann Souza

    Casa da Mãe no embalo do taletos das “Jotas” – Ju Santos, Joana Terra e Jann Souza

    Esta semana, na Casa da Mãe, três talentosas artistas sobem ao palco, para celebrar o poder feminino. Coindidentemente, as três têm nomes começados pela letra “jota” – Ju Santos, Joana Terra e Jann Souza.

    Ju Santos – O show de Ju Santos acontece na quinta-feira, dia 14/03, às 21h. Ela vai fazer uma verdadeira celebração sas figuras icônicas do samba brasileiro, como Alcione e Clara Nunes. Neste encontro ela acompanhada pela musicista Marília Sodré ao violão, e mergulhará fundo no repertório que imortalizou asa duas divas da nossa música, cantando sucessos como “As Forças da Natureza” e “Você Me Vira a Cabeça”. Além de levar o público em uma viagem pelos sucessos que marcaram época, Ju Santos compartilhará histórias que revelam sua jornada de vida e a espiritualidade por trás das músicas. Couvert R$ 20,00

    Joana Terra – a cantora e compositora Joana Terra está de volta a Salvador, e dessa vez muito bem acompanhada, do cantor e compositor pernambucano Almério. Eles fazem show juntos na quinta-feira, dia 15/03, às 21h. Apresentados por Juliano Holanda, produtor musical dos primeiros discos de ambos, em meados de 2017, se encantaram de pronto. De lá pra cá muitas canções foram compostas em parceria. Almério gravou vocais em duas canções do primeiro disco de Joana, “Vermelha”, participou do segundo disco da cantora na faixa “Vai”, gravou a canção “É só música”, parceria dos dois, no disco “Almério e Martins ao vivo”. Joana participou dos shows “Desempena”, na Caixa Cultural, em Salvador e “Chuva de Cajus” de Almério e Renato Braz, no teatro do parque, em Recife. Nesse show, na Casa da Mãe, o público vai ser presenteado com canções dos dois álbuns de Joana, além de algumas surpresas que estão a caminho. Sem contar na participação de Almério, essa voz/presença que dispensa comentários.

    “Muitas das canções que componho imagino como seria a interpretação de Almério. Pra mim, ele é o maior interprete da minha geração. Um ser humano ímpar, de extrema delicadeza. Amigo querido, que deixa tudo mais alegre a sua volta. Ter ele comigo em Salvador, minha cidade, em especial no espaço cultural Casa da Mãe, lugar onde fiz o primeiro show de minha vida, é um afago no coração, estou muito feliz”. Couvert R$ 30,00

    Jann Souza – Sucesso na Nova MPB, cantora, compositora e musicista, Jann Souza (@jann.souza), apresenta seu show na Casa da Mãe no sábado, 16/03, às 20h. Jann e sua banda apresentarão um repertório com canções autorais como “Poder Ancestral”, “Passarinho”, “Tudo Odara” e “Soma”, além de apresentar releituras de canções como “Esquadros” e “Vapor Barato” e a grande novidade, interlúdios com cantigas de candomblé em Yorubá.

    “Que a dona da casa – Iemanjá – me dê licença para poder cantar. É a minha primeira vez nesse espaço que fomenta cultura, democracia e diversidade. É sempre uma felicidade enorme me apresentar, então estamos preparando um show com músicas autorais, releituras da MPB e interlúdios com cantigas de candomblé em Yorubá, afim de celebrar a música que pra mim é ancestral e fazer desse momento uma grande comemoração”, fala Jann Souza. Com relevante produção de vídeos e conteúdos nas redes sociais, a cantora jásoma mais de 100 mil seguidores e ultrapassou a marca de 3 milhões de visualizações em seus projetos digitais: “Cantigas Iorubás” e “Releituras de Verão”. Para conhecer e acompanhar, acesse https://www.instagram.com/jann.souza/. Couvert 25,00

    A abertura da Casa da Mãe, que fica na  Rua Guedes Cabral, 81, no Rio Vermelho, é às 19h30. 

  • “Maldita Seja” faz suas duas últimas apresentações e promete reviravolta em cena

    “Maldita Seja” faz suas duas últimas apresentações e promete reviravolta em cena

    Um final surpreendente marca o espetáculo teatral “Maldita Seja”, que já teve sete bem sucedidas temporadas em palcos de Salvador, e está em cartaz no Teatro Molière (Aliança Francesa), onde faz as duas últimas apresentações nos dias 15 e 16 de março, (sexta e sábado) às 20h. Indicado ao Prêmio Braskem 2023 nas categorias Espetáculo Adulto, Texto (Paulo Henrique Alcântara), Atriz (Viviane Laerte) e vencedor na categoria Revelação (Veridiana Andrade), o espetáculo tem encenação assinada por Hyago Matos, duplamente indicado em 2022 ao Prêmio Braskem de Teatro.

    A história da peça se desenvolve em torno de duas criadas, Cema, a mais velha, e Nevinha, a mais nova. Durante o velório do patrão, figura influente em uma cidade do interior, elas atravessam a madrugada na cozinha do casarão onde moram, revirando o passado da família para quem trabalham. Ao longo dos anos, a devotada Cema fez da cozinha seu porto seguro, mirante de onde muito viu e ouviu. Ela sempre se esmerou em servir, atenta aos chamados dos quartos, aos pedidos na mesa do jantar. Vigilante, está pronta a cuidar, fiel guardiã.

    Enquanto o patrão é velado na sala de visitas, Cema permanece na cozinha, onde desfia seu rosário e conta, por insistência de Nevinha, histórias envolvendo a família do morto, relatos, por vezes, parecidos com as tramas das novelas de rádio que Nevinha tanto aprecia. À medida em que as horas avançam, Nevinha escuta novos segredos, capítulos marcados por discórdias e dolorosas separações. Mas, para surpresa de Cema, o amanhecer vai trazer um acerto de contas com o seu próprio passado, após ser descoberto algo que vai mudar para sempre a vida da criada. O contexto da peça e suas personagens, colocadas em papel de subalternidade, suscitam reflexões de ordem social e permitem, enquanto afloram as suas histórias pessoais, discussões de fundo político, levantando oportunas abordagens sobre desigualdade social, opressão feminina e preconceito.

    A parceria artística entre dramaturgo, diretor e atrizes é antiga. Paulo Henrique Alcântara já dirigiu Vivianne Laert por duas vezes: em Álbum de família, de Nelson Rodrigues, em 2008, e em A lira dos vinte anos, de Paulo César Coutinho, em 2016. Professor da Escola de Teatro da UFBA, Paulo Henrique Alcântara escreveu e dirigiu a peça Sublime é a noite, em 2017, para uma turma de formandos do curso de interpretação teatral, da qual faziam parte Hyago Matos e Veridiana Andrade. Maldita Seja foi escrita especialmente para Hyago Matos, após este ligar para Alcântara pedindo sugestões de textos para encenar.

    A montagem tem cenário criado por Maurício Pedrosa, figurino de Guilherme Hunder, iluminação de Otávio Correia, trilha sonora de Luciano Bahia, maquiagem de Julia Laert e na contrarregragem Bárbara Laís. A produção está a cargo de Clarissa Gonçalves.

    O que já se disse sobre o espetáculo:

    É um texto sobre o amor. É um texto sobre a convivência entre duas mulheres, empregadas numa cozinha, que passam a noite acordadas enquanto o senhor da casa é velado na sala de visitas. Com profundidade de sentimentos vai nos mostrando a cumplicidade entre as duas e o humor pontua a cena de maneira que possamos sentir alívio. Duas atrizes, Vivianne Laert e Veridiana Andrade, num momento de beleza, uma mais experiente e a outra em início de carreira, dão conta das personagens de uma maneira profunda, mostrando-nos retratos da vida. O jovem diretor Hyago Matos deu conta do recado com muita segurança.”

    (Raimundo Matos de Leão- Professor aposentado de História do Teatro da Escola de Teatro da UFBA.)

     “É emocionante ver o teatro cheio ser deslocado para uma cozinha cheia de histórias, de amores e dores, lembranças e cheiros. A interpretação de Vivianne Laert e Veridiana Andrade vai nos conduzindo para esse universo cheio de poesia e concretudes criado no texto de Paulo Henrique Alcântara e na direção cuidadosa de Hyago Matos. Um deleite. Desejo vida longa para esse trabalho que nos lembra que o bom teatro é cheio daquela “boa simplicidade” tão difícil de encontrar e de fazer acontecer.”

    (Wanderley Meira-Ator)

    “O texto Maldita Seja é engenhoso, hábil, maduro. Texto lapidado, burilado. Texto para o público em geral. Mantem o elo com o repertório de Paulo Henrique Alcântara, com sua assinatura muito autoral, ao mesmo tempo que amplia, dilata. É um texto politizado, que fala de diferenças sociais, poder. Apresenta um humor inteligente, inspirado.”

    (Marcos Uzel- Professor, jornalista, escritor de vários livros sobre teatro baiano.)

    Ficha Técnica

    Direção: Hyago Matos

    Elenco: Vivianne Laert e Veridiana Andrade

    Texto: Paulo Henrique Alcântara

    Cenografia: Maurício Pedrosa

    Direção de Produção: Clarissa Gonçalves

    Assistência de Produção: Hyago Matos

    Figurino: Guilherme Hunder

    Costura: Saraí Reis e Luiz Santana

    Iluminação: Otávio José Correia Neto

    Assistência de Iluminação: Fernanda Paquelet

    Trilha sonora: Luciano Salvador Bahia

    Maquiagem: Júlia Laert
    Assessoria de imprensa: Dóris Pinheiro

    Arte Gráfica: Mário Oliveira

    Contrarregra: Bárbara Laís

    Operação de som: Hyago Matos

    Operação de luz: Victor Hugo Sá e Otávio José Correia Neto

    Cenotécnicos: Ademir França, Reinaldo Moreira, Márcio Aurélio Carvalho Serralheria: Leandro de Jesus

    Assistência de cenografia: Éveli Prazzo, Jhéssy Oliveira, Mainah Rego, Amanda Mayer, Hamilton Lima e Hyago Matos

  • Pirajá: homem é morto a tiros dentro de unidade de emergência

    Pirajá: homem é morto a tiros dentro de unidade de emergência

    Um homem foi morto a tiros dentro de uma unidade de emergência localizada na rua Oito de Novembro, no bairro de Pirajá, em Salvador. Segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias, o caso foi registrado na madrugada desta segunda-feira (11), por volta das 1h30. Testemunhas que estavam na UE no momento do crime relataram que diversos tiros foram disparados.

     

    Ainda conforme as informações repassadas, a unidade não conta com policiamento e outros casos de volência já foram registrados no local, incluindo arrastão e violência de pacientes contra profissionais.

    O Bahia Notícias entrou em contato com as polícias Civil e Militar para mais informações e aguarda resposta.

    Bahia Notícias

  • Campeonato Baiano de Águas Abertas: Campeões surpreendem na segunda etapa

    Campeonato Baiano de Águas Abertas: Campeões surpreendem na segunda etapa

    No último domingo (10), a Baía de Todos os Santos testemunhou o talento de 600 nadadores durante a segunda etapa do Campeonato Baiano de Águas Abertas. Com um percurso novo, os atletas nadaram o Desafio dos Fortes.
    Os campeões do dia na prova principal de 4,5 km surpreenderam e se destacaram como líderes da competição. Na categoria masculina, o experiente Jardiel Silva Neto, do Yacht Clube da Bahia, surpreendeu ao alcançar o primeiro lugar, seguido por Kalani Kai Minayoshi, do Costa Verde Tênis Clube, e Felipe Eugenio Esteves, do CEPE – Clube dos Empregados da Petrobrás, numa prova que teve a desclassificação de atletas que estavam liderando até os metros finais, quando não contornaram a boia obrigatória e acabaram sendo desclasificados.
    Já na disputa feminina, quem brilhou foram as favoritas da competição. Lizian Simões Sobral, do Yacht Clube da Bahia, demonstrou sua habilidade ao conquistar o primeiro lugar, seguida por Victoria Beatriz Rosario, do Clube dos Empregados da Petrobrás, e Luisa Joaquim Sugimoto, também do Yacht Clube da Bahia.
    Além das disputas pelo pódio principal, o evento também ofereceu provas rápidas de 900 metros, bem como categorias mirim, petiz e iniciante. Na prova rápida, os três primeiros colocados foram: Gabriel Gramosa, do YCB, Paulo Vitor Passos, da Associação Atlética da Bahia, e Felipe de Jesus, do YCB. No feminino o pódio foi composto por Pamela Barbosa Engel, da Associação Atlética da Bahia, na primeira colocação, Milena Silva e Catarina Ferreira, na segunda e terceira colocações respectivamente, as duas atletas da RHANC Costa Verde.
    Com a segunda etapa concluída com sucesso, os olhares agora se voltam para as próximas etapas do campeonato, todas elas preparatórias para a aguardada Travessia Itaparica-Salvador, marcada para os dias 21 e 22 de dezembro.
    As próximas etapas do campeonato estão agendadas para os dias 13 e 14 de abril, quando os nadadores enfrentarão novos desafios durante a 3ª e 4ª etapa, que coincidirão com a Copa Brasil de Águas Abertas, em Porto Seguro.
  • Comércio, varejo e Páscoa: Aproximação da Páscoa movimenta o varejo

    Comércio, varejo e Páscoa: Aproximação da Páscoa movimenta o varejo

    Páscoa é tempo de renovação e celebração da vida. Apesar da decoração de Páscoa não ser uma tradição no Brasil, como nas festas de final de ano, a comemoração vem ganhando espaço nas casas dos brasileiros e possui muitos símbolos que podem deixar qualquer ambiente mais bonito.

    Devido a isso, o Home Center Ferreira Costa percebeu um aumento de 10% no ano passado referente a procura desses itens. Muitas pessoas perceberam que antecipando as compras desses itens conseguem economizar.

    Além disso, os produtos decorativos para a Páscoa podem servir para decorações de mêsversários, aniversários, festas de formatura, evento em família, comemoração de primeira comunhão, entre outros.

    Pensando em tendências para a data, a Ferreira Costa preparou diversos estilos de decorações para todos os tamanhos de eventos. Sem fugir da simbologia da data, os coelhos e os ovos que representam fertilidade e renascimento, podem estar presentes em todos os cantinhos da decoração, da mesa-posta às portas e móveis da casa.

    Uma ideia que garante mais elegância à decoração é pensar em uma paleta de cores que combine com todo o espaço, sejam elas cores fortes, como o tradicional laranja, ou candy colors, que estão cada vez mais em alta nas festividades e combinam com a delicadeza do período.

    A árvore de Páscoa também é outra tendência do momento. Os pinheirinhos deixaram de ser um item de decoração único e exclusivo do Natal há alguns anos e, cada vez mais, têm ganhado espaço também na Páscoa. Em vez dele passar o ano inteiro guardado, agora é o momento de usar em várias ocasiões e a Páscoa é uma delas. Se o dourado, o vermelho e o verde ganham destaque nas decorações natalinas, na Páscoa, as protagonistas são as cores de tons pastel, como o rosa, o amarelo e o azul, além, é claro, do branco, que é a cor do coelhinho.

    Apostar nessas tonalidades é uma ótima ideia para quem quer aderir à árvore de Páscoa, mas não sabe por onde começar os preparativos para a decoração. No entanto, as opções não param por aí. Outros artigos que têm tudo a ver com essa época do ano são ninhos, ovinhos e flores permanentes, principalmente as hortênsias. Coelhos, cenouras e flores também são um ótimo complemento para quem pretende dar o toque pascal à decoração.

     

    Outra dica é complementar utensílios e objetos que o consumidor já tenha em casa, como toalhas de mesa de renda ou neutras com louças, guardanapos e sousplats com estampas do tema.

    Outra tendência é resgatar a árvore de Natal e trazê-la para a sala, decorando com símbolos da data. Que tal envolver as crianças nessa brincadeira? As guirlandas de Páscoa também são ótimas peças decorativas. Use flores, coelhos de feltro, ovinhos e deixe a imaginação tomar conta da festa!

    Para garantir o sucesso do evento, não esqueça de pensar em todos os detalhes e utensílios necessários para a entrada, prato principal e a sobremesa, que são os ovos de chocolate, grande protagonista da festa! Confira nas redes sociais da Ferreira Costa e no site www.ferreiracosta.com diversas inspirações e receitas para comemorar. Em todas as lojas você encontra diversos produtos e inspirações de mesas postas e decoração para deixar a casa linda para esse reencontro.

    Sobre a Ferreira Costa

    Com 139 anos de história, a Ferreira Costa(@ferreiracosta), maior Home Center do Nordeste, está presente nos estados de Pernambuco, Bahia, Sergipe, Paraíba e Rio Grande do Norte, levando ao consumidor mais de 80 mil itens para casa, construção e decoração. Além de suas oito lojas, a Ferreira Costa também possui o e-commerce www.ferreiracosta.com e o App, com entrega para todo Brasil.

  • SAFITEBA disponibiliza aulas gratuitas para o Concurso de Auditores-Fiscais do Trabalho 2024

    SAFITEBA disponibiliza aulas gratuitas para o Concurso de Auditores-Fiscais do Trabalho 2024

    Para auxiliar os estudos dos mais de 600 mil candidatos de baixa renda que solicitaram isenção de taxa de inscrição no Concurso Nacional Unificado, entidades representativas dos trabalhadores se unem para promover aulas gratuitas e on-line para, por meio do projeto Por Dentro da Auditoria Fiscal do Trabalho – Concurso 2024. As aulas são transmitidas, ao vivo, de terça a sexta-feira, nos canais do YouTube do Sindicato dos Auditores Fiscais do Trabalho do Estado da Bahia (SAFITEBA), do Instituto Trabalho Digno (ITD), da CUT do Rio Grande do Sul (CUT RS) e Diário PcD.

     

    O Projeto Por Dentro da Auditoria Fiscal do Trabalho – Concurso 2024 oferta aulas de todos os pontos da prova específica, que terá 50 questões objetivas e prova discursiva, e aborda cinco eixos especificados no edital do Concurso, com recursos de acessibilidade, inclusive intérpretes de libras. A iniciativa é uma realização do SAFITEBA, da ANAFITRA, do ITD e da CUT RS, com o apoio da ONG Diário PcD de Pernambuco.

     

    “Esperamos colaborar com os candidatos cotistas, de baixa renda e que não têm acesso a cursos preparatórios pagos, contribuindo assim para democratizar o acesso às carreiras típicas de estado, como é o caso da Auditoria Fiscal do Trabalho”, registra o vice-presidente do SAFITEBA, o Auditor Fiscal do Trabalho,AFT Mário Diniz.

     

    Acesse o cronograma completo de aulas: https://safiteba.org.br/materialdeestudo/

     

    SERVIÇOS

    O quê: Aulas gratuitas do projeto Projeto Por Dentro da Auditoria Fiscal do Trabalho – Concurso 2024

    Quando:  de 05/03 a 03/05 (terças às sextas-feiras)

    Onde:

    youtube.com/tvtrabalhodigno

    youtube.com/DiarioPcD

    youtube.com/CUT978

    Quanto: Gratuito

     

  • No Rio, Clube do CCBB debate literatura feminina negra

    No Rio, Clube do CCBB debate literatura feminina negra

    O Clube de Leitura do Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro (CCBB RJ) inicia suas atividades anuais, no próximo dia 13, no Salão de Leitura da Biblioteca, a partir das 17h30, tendo como tema de estreia, em alusão ao mês da mulher, a literatura negra feminina no Brasil.

    “Na verdade, nos reunimos em torno de uma pergunta: Literatura tem gênero e cor?”, disse à Agência Brasil a curadora do clube, Suzana Vargas, poeta, ensaísta, escritora, professora e mestre em teoria literária pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

    As rodas de conversa ficarão gravadas e serão disponibilizadas no canal do Banco do Brasil no YouTube, na semana seguinte ao evento.

    Para o encontro de abertura, foram convidadas duas escritoras negras: Marilene Felinto, autora da obra As Mulheres de Tijucopapo, escrita na década de 1980 e que foi definida como uma bandeira do feminismo, e a escritora contemporânea Eliana Alves Cruz, com o livro O Crime do Cais do Valongo, que aborda a questão da negritude, tendo como pano de fundo a história do Brasil escravocrata.

    O debate conta com participação especial da poeta e filósofa Viviane Mosé. Nele serão levantadas, entre outras questões, se uma mulher pode escrever como homem ou um homem pode escrever como mulher; e quais são as marcas de que uma literatura é feminina ou negra, informou Suzana Vargas.

    Os dois livros que serão discutidos foram escolhidos por votação popular entre os participantes do Clube no X (antigo Twitter), logo depois do carnaval. Foram sugeridos ao público dois livros de cada autora convidada.

    Autoras

    Marilene Felinto é pernambucana, jornalista e escritora, graduada em letras. É também tradutora, romancista e cronista. Seu primeiro livro, As mulheres de Tijucopapo, ganhou o Prêmio da União Brasileira dos Escritores (1981) e o Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro, em 1982.

    “É sempre surpreendente que o romance As Mulheres de Tijucopapo, publicado 42 anos atrás, escrito quando eu tinha 22 anos, desperte a atenção de gerações mais jovens, como acontece hoje”, destacou Marilene. Eliana Alves Cruz é escritora, roteirista, jornalista e apresentadora. Ganhou o Prêmio Jabuti de contos, em 2022.

    A obra As Mulheres de Tijucopapo narra a viagem de retorno da narradora Rísia a Tijucopapo, local fictício de nascimento de sua mãe, evocando a história real do local, em Pernambuco.

    No século 17, a cidade foi palco de uma batalha entre mulheres da região e holandeses interessados em saquear o estado. Nas entrelinhas, As Mulheres de Tijucopapo revelam as contradições inerentes à sociedade e à cultura multirracial brasileira.

    Já O crime do Cais do Valongo é um romance histórico policial que começa em Moçambique e se estende até o Cais do Valongo, que foi porta de entrada de cerca de um milhão de escravizados entre 1811 e 1831 no Rio de Janeiro e reconhecido como patrimônio da humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em 2017.

    Tema contemporâneo

    Na avaliação de Suzana Vargas, a literatura feminina negra é um tema muito contemporâneo, que precisa de reflexão. “Tanto para quem faz literatura, como para quem é leitor. Porque o Brasil está vivendo um momento em que as questões da negritude, as questões da mulher, a diversidade, estão muito presentes hoje na produção literária contemporânea. Assim como a literatura indígena”.

    Por isso, a curadora acredita que o Clube de Leitura vem trazendo um modo de formar e informar os seus leitores sobre as questões principais da literatura produzida no Brasil atual. “Acho que, de fato, é uma discussão urgente e importante nesse dia, com as duas autoras e personagens que a gente vai poder brindar o público, e com a literatura que elas produzem”. Este será o quarto ano do Clube de Leitura do CCBB RJ.

    Calendário

    O Clube de Leitura do CCBB RJ terá dez encontros este ano, cada um com duração de uma hora e meia. Até o próximo mês de julho, já estão definidos os temas e convidados que participarão das atividades. A retirada dos ingressos é feita a partir das 9h do dia do evento na bilheteria física ou no site.

    Em abril, o clube terá como tema caminhos e descaminhos indígenas. Participarão a autora Eliane Potiguara e a jornalista, escritora e documentarista Eliane Brum. O convidado especial será Anapuaka Tupinambá, comunicador e entusiasta da cultura digital indígena. É fundador e presidente-executivo (CEO) da Rádio Yandê, primeira rádio indígena do Brasil.

    Em maio, o clube vai tratar do escritor clássico brasileiro Lima Barreto. Quem falará sobre ele é Lilia Schwarcz, historiadora e antropóloga brasileira, e Beatriz Resende, pesquisadora e professora titular de letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Suzana Vargas será a mediadora.

    Em junho, o tema de debate será a escritora Clarice Lispector e seu livro A Paixão Segundo G.H. O cineasta Luiz Fernando Carvalho, que está lançando um filme sobre essa obra, conversará com o público, além da biógrafa da escritora, Nádia Gotlib, e a roteirista Melina Dalboni. Haverá participação especial da atriz Maria Fernanda Cândido, por vídeo conferência, que fez o papel de Clarice Lispector no filme.

    Para o encontro de julho, o tema escolhido é As 7 Cores da Palavra, Literatura e Diversidade. Já estão confirmadas as presenças de Guilherme Terreri Lima Pereira, mais conhecido pelo nome artístico Rita von Hunty, que é professor, ator, youtber, comediante, palestrante e drag queen brasileiro, e Tom Grito, artista trans que defende a tradição da poesia falada. A programação do segundo semestre ainda está sendo elaborada.

    No ano passado, 1.243 pessoas participaram presencialmente do Clube, que recebeu os escritores Paula Tavares; Milton Hatoum; Gonçalo Tavares; Gregório Duvivier; Cida Pedrosa; Eliakin Rufino; José Eduardo Agualusa; Luiz Fernando Carvalho e Ítalo Moriconi; Conceição Evaristo; Mia Couto; e Antonio Torres.

    Agência Brasil

  • Funcionários da EBC que ergueram Parque do Rodeador são homenageados

    Funcionários da EBC que ergueram Parque do Rodeador são homenageados

    De longe, o Parque de Transmissões do Rodeador contrasta com o cenário rural da região administrativa de Brazlândia (DF). A visibilidade de quatro conjuntos de antenas com mais de 140 metros de altura, incluindo os transmissores em ondas curtas da Rádio Nacional da Amazônia, descortina uma época do avanço da tecnologia das comunicações. De perto, porém, as instalações contam apenas uma parte da história.

    O envolvimento dos funcionários que fizeram e fazem as antenas transmitirem tem altura que não pode ser medida em metros. Nesta segunda (11.3), quando o parque completa 50 anos desde a primeira transmissão, pelo menos 45 pessoas são homenageadas pela Empresa Brasil de Comunicação, em razão dos serviços imensuráveis pela comunicação pública do país.

    O engenheiro eletrônico Higino Germani, de 74 anos, será o representante dos funcionários a descerrar a placa em comemoração ao cinquentenário do lugar, que é marco da história das telecomunicações do país. “Eu fiquei sinceramente emocionado quando me ligaram para avisar da homenagem. Eu não queria acreditar porque imaginei que a data ia passar em branco”. Ele foi o primeiro diretor técnico do lugar e participou ativamente de todos os preparativos para escolher um local adequado para transmitir o Brasil para o mundo.

    “O Brasil tem que ter presença lá fora. E aqui dentro também. A gente não acredita, mas agora com transmissões digitais, a onda curta está renascendo, não só na Europa, mas também em outros países”, afirmou.  Os funcionários recebem homenagem das mãos do presidente da EBC, Jean Lima, e da diretora-geral da empresa, Maíra Bittencourt.

    A maior preocupação

    No caso de Germani, vai ser o reencontro com uma “aventura” da juventude. Aos 24 anos de idade, ele topou viver os seis meses de preparativos para uma obra sem precedentes. No dia 11, quando o presidente Emílio Médici apertou os botões dos transmissores, a sensação foi de alívio. “A grande preocupação era ter alguma falha na energia elétrica, porque não tinha gerador, não tinha nada. E cada transmissor daqueles dá uma “paulada” na rede de 750 kW. Quando a gente ligava ele à noite, em teste ainda, as luzes de Brazlândia ali piscavam”.

    “O Rodeador impacta o cidadão na ponta, no dia a dia das populações, e por isso é peça fundamental no fortalecimento da radiodifusão pública brasileira”, destacou o presidente da EBC, em comunicação da empresa. A ponta citada por Lima é a transmissão que chega a todos os rincões da Amazônia. Lugares em que nem mesmo a internet está inserida, mas que o rádio ainda faz toda a diferença.

    “Onde quer que esteja uma pessoa no território amazônico, na Região Norte ou mesmo na Região Nordeste, por mais que esteja num local de difícil acesso, num local sem emissoras em FM, ainda assim poderá ter acesso ao sinal de uma emissora de rádio”, explicou o professor Octavio Pieranti, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), pesquisador da história do parque.

    Agência Brasil

  • Viola de Doze anima evento no Rio Vermelho neste domingo (17)

    Viola de Doze anima evento no Rio Vermelho neste domingo (17)

    Neste domingo, dia 17 de março, o grupo Viola de Doze promete muito samba para o público soteropolitano. A banda vai se apresentar na festa “Bye Bye Verão Originally”, que acontece no Boteco e Petiscaria Jubiabar, no boêmio bairro do Rio Vermelho, a partir das 17 horas. Na ocasião, o grupo levará o melhor do samba de roda, com um repertório recheado de sucessos de carreira, incluindo a atual música de trabalho “Samba Miudinho” (https://www.youtube.com/watch?v=TkzJxHc0s9w) e hits nacionais. “Vai ter muito samba no pé e um repertório especial para ninguém ficar parado. Vai ser um show com a cara do verão, com o calor da Bahia e para aquecer ainda mais o final dessa estação tão amada”, contam os vocalistas Helon e Menininho. Quem também faz a festa por lá são o DJ Chiquinho e a cantora Mariana Silva.

  • Quais as diferenças entre correr e caminhar e os benefícios para a saúde de cada uma delas

    Quais as diferenças entre correr e caminhar e os benefícios para a saúde de cada uma delas

    Está na dúvida entre escolher a corrida ou a caminhada? Fique sabendo que ambas são atividades físicas acessíveis, que podem ser praticadas por pessoas de todas as idades e níveis de condicionamento físico. E, principalmente, trazem inúmeros benefícios para a saúde. A corrida (ou caminhada) ajuda a fortalecer os músculos, melhorar a saúde cardiovascular e aumentar a resistência física. Além disso, a prática regular pode ajudar a reduzir o risco de doenças crônicas, como o diabetes tipo 2, doenças cardíacas e até mesmo certos tipos de câncer. “Antes de começar um plano de exercícios, é importante consultar um profissional da saúde. Cada pessoa tem suas características, fortalezas e limitações. Depois, buscar um especialista na área de educação física para orientar sobre a escolha certa de exercícios”, explica Ralph Couto, professor de educação física da Rede Alpha Fitness.

    Escolher correr ou caminhar depende de vários fatores individuais, que incluem nível de condicionamento atual e histórico de lesões. Se a pessoa está buscando um exercício de alta intensidade, que queime mais calorias e melhore a forma física, a corrida pode ser a melhor opção. No entanto, se a procura é por uma atividade de menor impacto, mais acessível e que possa ser feita por longos períodos de tempo, a caminhada pode ser a escolha certa. E não é preciso escolher apenas uma atividade. Muitas pessoas combinam a corrida e a caminhada em suas rotinas de exercícios, alternando entre os dois ou até mesmo praticando-as em dias diferentes. Essa abordagem pode ser especialmente benéfica para evitar lesões e manter a motivação.

    A caminhada é uma atividade física acessível a todos, independentemente da idade ou nível de condicionamento físico. Ideal para aqueles que estão dando os primeiros passos em uma rotina de exercícios, ela representa uma oportunidade valiosa para aprimorar a saúde de maneira geral. Com a prática, é possível notar o fortalecimento dos músculos das pernas, a melhoria da saúde cardiovascular e o aumento da resistência física. Ela ainda contribui para a redução do risco de doenças crônicas, como diabetes tipo 2 e doenças cardíacas. “A caminhada é uma atividade de baixo impacto, que preserva as articulações, permitindo sua execução de forma consistente ao longo do tempo. Ou seja, é um exercício que pode ser feito por todos, até mesmo idosos e gestantes”, diz o especialista da Rede Alpha Fitness.

    Por outro lado, a corrida é uma atividade física de alta intensidade, exigindo condicionamento físico mais aprimorado, sendo uma opção eficaz para melhorar a forma física, perder peso e superar limites pessoais. Indicada para aqueles que já mantêm uma rotina regular de exercícios, a corrida proporciona treinamento cardiovascular intenso, fortalece músculos, melhora a saúde cardiovascular, aumenta a resistência e estimula o metabolismo para a queima de gordura. “Além dos benefícios físicos, também destaca-se o impacto positivo na saúde mental, com a redução do estresse, melhoria do humor e aumento do bem-estar. A prática da corrida é apresentada como uma maneira de desafiar limites pessoais, superar obstáculos e promover sensação de realização e autoconfiança”, finaliza Ralph.