Dia: 30 de março de 2024

  • Institutos privados prepararam terreno para o golpe de 1964

    Institutos privados prepararam terreno para o golpe de 1964

    Além da força das armas, o golpe de Estado de 1º de abril de 1964 contou com o apoio prévio de uma extensa estrutura político-ideológica que preparou o terreno para a destituição do governo de João Goulart. As duas principais estruturas utilizadas pelos golpistas foram o Instituto Brasileiro de Ação Democrática (Ibad) e o Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (Ipes). Após o golpe, as lideranças desses institutos ocuparam cargos-chave na administração do general Castello Branco.

    Esses institutos chegaram a ser alvos de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Congresso Nacional, em 1963, um ano antes do golpe. A CPI investigou se os institutos usavam mecanismos ilegais de financiamento de campanhas políticas. Ao final, a Comissão culpou o Ibad por corrupção eleitoral e determinou seu fechamento, mas isentou o Ipes.

    A professora de relações internacionais da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Camila Feix Vidal, especialista na relação entre Estados Unidos e América Latina, destacou que os estudos do golpe de 1964 tendem a se concentrar na movimentação militar, ignorando que ela foi preparada bem antes.

    “O golpe é gestado muito antes a partir de vários instrumentos, sendo o principal deles o complexo Ipes/Ibad. Esse complexo trabalhou nos âmbitos da propaganda e da política, fazendo essa relação entre política, Forças Armadas, mídia e iniciativa privada com os empresários. Primeiro, você precisar preparar o terreno, para depois, de fato, iniciar a operação militar.”

    O Ibad surgiu oficialmente em 1959 “com o alegado e ambíguo propósito de defender a democracia”, enfatizou René Dreifuss em seu livro 1964: A Conquista do Estado. Ex-professor de ciência política da Universidade Federal Fluminense (UFF), Dreifuss faleceu em 2003.

    O livro de Dreifuss destaca que o Ibad era formado, principalmente, por empresários nacionais e estrangeiros, com participação especial dos membros da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, de membros da Escola Superior de Guerra (ESG), ligada ao Exército, e com estreita colaboração da Agência de Inteligência dos Estados Unidos, a CIA. O Ibad ganhou notoriedade durante a presidência de Goulart, “especialmente durante a campanha eleitoral de 1962, quando serviu de conduto de fundos maciços para influenciar o processo eleitoral”, escreveu.

    Já o Ipes surgiu oficialmente em novembro de 1961, após a renúncia de Jânio Quadros, fundado por empresários nacionais e dos Estados Unidos. De acordo com Dreifuss, a criação do instituto foi uma “reação empresarial ao que foi percebido como a tendência esquerdista da vida política” no Brasil.

    Oficialmente, o Ipes se apresentava como organização com o objetivo de “promover a educação cultural, moral e cívica dos indivíduos” por meio de “estudos e atividades sociais” com recomendações para “contribuir para o progresso econômico, o bem-estar social e fortificar o regime democrático”.

    Na prática, o Ipes produzia e distribuía, gratuitamente, extenso material de propaganda contrária ao governo Goulart, alertando para o “risco comunista” em meio a atmosfera da Guerra Fria. Entre seus principais líderes, estava o general Golbery do Couto e Silva, uma das principais figuras da ditadura brasileira. Golbery foi o fundador do Serviço Nacional de Informação (SNI), responsável pela inteligência do regime, e chefe da Casa Civil nos governos dos generais Ernesto Geisel (1974-1979) e João Figueiredo (1979-1985).

    Criar consensos

    A professora da UFSC, Camila Vidal, destacou que o papel do complexo Ipes/Ibad era o de criar um consenso na sociedade brasileira para justificar o golpe de Estado e a ditadura de 21 anos que se seguiria.

    “Eles trabalharam nesse clima das ideias, de persuadir a mídia, a população e determinados políticos a defender a ideia de neoliberalismo, do fim de um incipiente Estado de bem-estar social.”

    “No caso do Ipes, teve todo o arranjo midiático de criar o medo da Guerra Fria, da União Soviética e do comunismo, relacionando determinados setores da política, e mesmo da sociedade brasileira, como comunistas e como isso seria perigoso. Isso teve um papel decisivo”, completou.

    De acordo com a professora Camila Vidal, o Ibad teve uma atuação mais política, financiando deputados e governadores para desestabilizar o governo Goulart e a esquerda no geral, incluindo a infiltração nos movimentos populares, sindicais e estudantis. Em outra frente de atuação, o Ipes teve mais uma função de propaganda, articulando ainda todo o bloco contrário ao governo.

    Camila destacou ainda que essas estruturas usavam a fachada de instituto técnico e acadêmico para promover a agenda dos Estados Unidos em meio a Guerra Fria. “São institutos que, ainda que se colocassem como domésticos, como técnicos e tudo mais, na realidade, são braços de uma política externa dos Estados Unidos para a atuação no Brasil”, defendeu, acrescentando que Washington “precisava manter aqui a sua influência e a sua hegemonia”.

    Mídia

    O complexo formado pelo Ipes/Ibad gozava de amplo espaço na imprensa nacional para repercutir as opiniões, estudos e ações lideradas por esses institutos, especialmente o Ipes. Segundo Dreifuss, “o Ipes conseguiu estabelecer um sincronizado assalto à opinião pública, através de seu relacionamento especial com os mais importantes jornais, rádios e televisões nacionais”.

    Jornalistas influentes e diretores ou editores dos mais importantes jornais do país faziam parte do Ipes. Entre os jornais interligados ao instituto estavam: O Estado de S. Paulo, a Folha de S.Paulo, os Diários de Notícias, a TV Record, a TV Paulista, o Jornal do Brasil, o Diário de Pernambuco, o Correio do PovoO Globo, a Rádio Globo e os Diários Associados (poderosa rede de jornais, rádio e televisão de Assis Chateubriand).

    Além da relação com a mídia nacional, o Ipes “publicava e financiava, editava, traduzia e distribuía livros, livretos, revistas e folhetos de produção própria, como também de fontes afins”, escreveu Dreifuss.

    A professora Camila Feix Vidal destacou que as campanhas do Ipes e do Ibad tiveram um sucesso, especialmente nas classes médias, dando sustentação a ditadura.

    “Essa batalha das ideias não acabou com o golpe. Ela se manteve legitimando o papel dos militares, a zona de influência estadunidense e não soviética e toda a caça aos tidos como comunistas subversivos. Isso vem dentro dessa visão de mundo, dessa doutrina de segurança nacional que foi gestada e divulgada pelos Ipes e pelo Ibad.”

    Financiamento

    A bancada financiada e apoiada pelo complexo Ipes/Ibad reunia cerca de 200 parlamentares em dezembro de 1962 (quase metade da Câmara dos Deputados), segundo a pesquisa de Dreifuss, que estima que o dinheiro usado pelo Ipes/Ibad para bancar políticos equivaleu a “uns US$ 12,5 milhões, possivelmente até US$ 20 milhões”. A ação desses deputados “mostrava-se vital no esforço de bloquear as tentativas de João Goulart quanto a implementação de reformas”, acrescentou.

    O livro de Dreifuss detalha como funcionou o financiamento dessa estrutura. O dinheiro era recolhido por meio de intensa campanha de contribuições de empresários do Brasil e do exterior, principalmente dos Estados Unidos, com operações para disfarçar o recebimento desses fundos.

    “Como resultado dessa campanha intensa, o Ipes recebeu o apoio de 500 membros corporativos em meados de 1963 e de um número ainda maior em 1964”, escreveu o cientista político, acrescentando que “em dois anos, já se havia recolhido US$ 4 milhões e, até 1964, essa soma [foi] muitas vezes multiplicada”.

    Foram 297 corporações estadunidenses identificadas como financiadoras do complexo Ipes/Ibad, sendo 101 empresas de outras nacionalidades. O pesquisador citou, entre as companhias, gigantes globais como: Texaco, Shell, Standart Oil of New Jersey, Bayer, General Electric, IBM, Coca-Cola, Cigarros Souza Cruz e General Motors.

    A professora da UFSC, Camila Feix Vidal, destacou que o apoio financeiro foi fundamental para o sucesso da campanha de desestabilização do governo brasileiro. “De nada adianta ter um instituto como o Ipes, ou mesmo o Ibad, atuando se não tem um financiamento tão grande como o que eles tiveram para desenvolver de fato as suas ações”, comentou.

    Controle do Estado

    Com o golpe de 1º de abril de 1964, as principais lideranças do complexo Ipes/Ibad ocuparam cargos chaves na nova administração, como mostra a detalhada pesquisa de René Dreifuss.

    O cientista político identificou os associados e colaboradores do Ipes nos cargos de mando em instituições como: o recém-criado Banco Central do Brasil; os ministérios do Planejamento e da Fazenda; a Casa Civil, ligado ao presidente Castello Branco; além de terem redigido a Reforma Administrativa Federal e coordenado o Escritório de Planejamento Econômico e Social do Estado.

    Outros órgãos importantes que ficaram nas mãos das lideranças do Ipes foram: o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDE, atual BNDES); o Banco do Brasil; o Conselho Nacional de Economia; a Caixa Econômica Federal e diversos outros bancos públicos.

    René Armand Dreifuss, autor de “1964: A Conquista do Estado”. Ex-professor de ciência política da Universidade Federal Fluminense (UFF). Foto: Lucas Pordeus/Agência Brasil
    Ex-professor de ciência política da UFF, René Armand Dreifuss, escreveu 1964: A Conquista do Estado – Reprodução/Lucas Pordeus-Agência Brasil

    Dreifuss destacou que o ministro da Fazenda, Octávio Bulhões, e o do planejamento, Roberto Campos, avô do atual presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, tornaram-se os mais importantes “modeladores da nova economia brasileira”, ambos associados ao Ipes. Para o autor de 1964: A Conquista do Estado, as lideranças do Ipes “moldaram o sistema financeiro e controlaram os ministérios e principais órgãos da administração pública”.

    Dreifuss conclui afirmando que: “os ativistas do Ipes impuseram uma modernização da estrutura socioeconômica e uma reformulação do aparelho do Estado que beneficiou, de maneira ampla, as classes empresariais e os setores médios da sociedade, em detrimento das massas”.

    Agência Brasil

  • Em composição de flores delicadas e na máxima potência do exclusivo óleo de quinoa, o Boticário expande portfólio com Nativa SPA Lilac

    Em composição de flores delicadas e na máxima potência do exclusivo óleo de quinoa, o Boticário expande portfólio com Nativa SPA Lilac

    O Boticário lança a linha Nativa SPA Lilac com ativos que entregam nutrição, hidratação e perfumação exclusiva em sua máxima potência, por meio do óleo de Quinoa – ativo exclusivo e presente em todo o portfólio da marca de cuidados pessoais –, bioretinol e uma fragrância floral composta por um buquê de quatro flores lilases. A novidade traz um total de nove produtos ideais para o dia, que vão desde uma loção renovadora até um balm hidratante para os lábios.

    Com uma combinação elegante, sofisticada e delicada de quatro flores lilases (lavanda, íris, violeta e lilás), Nativa SPA Lilac chega ao portfólio da marca como uma opção aromática que carrega delicadeza e potência para o ritual de cuidado corporal completo. Na vanguarda da inovação, Nativa SPA é a primeira marca¹ do mundo a utilizar o óleo de quinoa² para estimular a produção de colágeno na pele³, promovendo, com aumento da elastina na pele, ação antioxidante e renovação celular em todo o período de uso. Outro destaque é a nutrição corporal disposta pelo uso combinado da linha, que ganha um aliado infalível ao aumentar a elasticidade e firmeza, mantendo a hidratação natural com acréscimo de até 77% para a produção de colágeno na pele*.

    “Para Nativa SPA, seguimos avançando e quebrando barreiras da inovação para trazer para as nossas consumidoras os melhores ativos do mundo da beleza e cuidados pessoais, com um portfólio completo que evidencia a máxima potência da marca”, comenta Bruna Nunes, diretora da categoria Corpo & Banho do Grupo Boticário. A executiva ressalta ainda sobre a certificação da Mintel que reforça a trajetória de sucesso da marca de beleza mais amada do Brasil. “Somos a primeira companhia global a incorporar o óleo de quinoa, um superalimento conhecido por seu alto valor nutritivo, em produtos corporais. Um trabalho iniciado em 2017 e que, desde então, apresenta força e reforça a nossa potência a cada lançamento. E Nativa SPA Lilac chega como representante de uma nova faceta para a marca, trazendo a intensidade por meio da delicadeza, contando com a máxima potência da nutrição, com o trabalho de evidenciar a perfumação das flores”, finaliza Bruna.

    A família conta com nove itens, a começar pela Loção Renovadora – disponível em três diferentes tamanhos –, com 97% de ingredientes naturais, com ativos que hidratam e nutrem a pele enquanto a mantém o viço saudável por meio da renovação celular; o óleo em creme, em textura inovadora, luxuosa e extremamente sensorial de um creme que derrete na pele, transformando-se em um óleo super-hidratante, repõe em até duas vezes a hidratação da pele. Já o Desodorante Colônia Body Splash Corporal em Creme traz a explosão de fragrância do universo floral de jardins lilases em formulação vegana que contém ecoálcool, fonte limpa para o meio ambiente. Em embalagem reciclável e prática, cabe na bolsa, mochila ou nécessaire, sendo ideal para levar em atividades físicas como academia e momentos de lazer.

    Para as mãos e pés, a linha oferece um produto com óleo de quinoa para um cuidado contínuo nutritivamente aprofundado. Enquanto para o banho, o Sabonete em Barra prepara um momento delicado e carinhoso, com explosão floral que traz conforto. A novidade também conta com Gel de Limpeza Facial, que promove limpeza suave, removendo as impurezas do dia a dia e mantendo a pele mais macia e aveludada. Por fim, o Balm Hidratante Labial, para lábios intensamente hidratados por até 48 horas, renovados, macios e com aspecto saudável.

    Como oportunidade de compra, até o dia 14 de abril, as novidades de Nativa SPA Lilac contam com desconto especial de até 20% em todos os pontos de vendas do Boticário. A nova família olfativa de Nativa SPA está disponível nas lojas físicas e no e-commerce da marca, além do aplicativo Boticário, em versões para Android e iOS. Também é possível fazer pedidos via revendedores que podem ser contatados no Encontre Boticário e WhatsApp pelo número 0800 744 0010 – número oficial e seguro – diretamente na plataforma do dispositivo ou link. Basta o cliente contatar a marca por esse número para verificar a disponibilidade na região dele.

    *Estudo in vitro em pele 3D do ingrediente bioéster de quinoa.

    ¹De corpo e banho.

    ²Bioéster 100% puro de quinoa.

    ³De acordo com o serviço GNPD da Mintel.

  • Botafogo fica próximo de anunciar contratação do técnico português Artur Jorge

    Botafogo fica próximo de anunciar contratação do técnico português Artur Jorge

    Segundo informação do portal ge, o Botafogo acertou a contratação do técnico português Artur Jorge, ex-Braga, de Portugal, que será anunciado nos próximos dias. O atual treinador interino do Fogão, Fábio Matias, ainda comanda a equipe até a estreia na Libertadores, na próxima quarta-feira (3), contra o Junior de Barranquilla, no Estádio Nilton Santos.

     

     

    Artur Jorge é esperado no Brasil para oficializar o acordo. As negociações pelo novo treinador foram tocadas diretamente por John Textor, que buscou um perfil de liderança e um treinador de conteúdo ofensivo. O Braga é o atual 4º colocado no Campeonato Português, com 53 pontos, cinco atrás do Porto, em 3º. O time jogou a Liga dos Campeões nesta temporada, mas ficou em terceiro em um grupo com Real Madrid e Napoli e foi para a Liga Europa, onde foi eliminado pelo Qarabag na primeira fase mata-mata.

     

    Artur fez a carreira praticamente inteira no Braga. Começou no time sub-19, em 2019, passou pelo time B, mas saiu em 2013 para treinar a equipe profissional do Tirsense, nas divisões inferiores de Portugal. Retornou ao Braga, para comandar a equipe sub-15, em 2017. De lá, foi subindo degrau por degrau até chegar no time principal em 2022.

    Bahia Notícias

  • Brasil elogia Corte Internacional por exigir medidas de Israel em Gaza

    O Ministério das Relações Exteriores (MRE) do Brasil elogiou, em nota publicada neste sábado (30), a decisão da Corte Internacional de Justiça (CIJ) que determinou que Israel adote medidas adicionais para garantir o fornecimento de serviços básico e assistência humanitária aos palestinos na Faixa de Gaza.

    “O governo brasileiro saúda a adoção, em 28 de março, pela Corte Internacional de Justiça (CIJ), de novas medidas cautelares, no âmbito do processo instaurado pela África do Sul contra Israel, com base na Convenção para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio.”

    A CIJ é o principal órgão jurídico das Nações Unidas (ONU) que julga denúncias de crimes contra Estados. Na última quinta-feira (28), a Corte emitiu decisão, por 14 votos contra dois, exigindo que Israel adote medidas cautelares adicionais para evitar a degradação da vida do povo palestino.

    O Itamaraty recordou que as medidas determinadas pela CIJ têm “caráter vinculante”, o que significa que os países signatários da ONU concordaram em respeitar as decisões do Tribunal.

    Ainda segundo o MRE, “o governo brasileiro espera que [as medidas] possam resultar em urgente alívio humanitário para Gaza e em ambiente de diálogo político que permita um cessar-fogo definitivo, a libertação imediata de todos os reféns e a retomada de negociações para a solução de dois Estados”.

    O governo brasileiro ainda lembrou que a fome instalada em Gaza matou “ao menos 31 pessoas, entre as quais 27 crianças, por malnutrição e desidratação, conforme relatório recente do Escritório das Nações Unidas para Coordenação de Assuntos Humanitários”.

    Medidas Cautelares

    Entre as medidas determinadas pelo Tribunal, está a cooperação plena com a ONU para a prestação desimpedida, e em grande escala, de assistência humanitária e prestação de serviços básicos, aumentando os pontos de passagem terrestre à Gaza, que devem ficar abertos pelo tempo que for necessário.

    O órgão ainda exige que os militares israelenses não cometam atos que violem os direitos dos palestinos e que o governo de Israel apresente ao Tribunal um relatório sobre as medidas que adotou para cumprir a ordem da CIJ. A resposta de Israel deve ser apresentada até o dia 28 de abril.

    De acordo com a decisão, “as catastróficas condições de vida dos palestinos na Faixa de Gaza deterioraram-se ainda mais, em particular devido a prolongada privação generalizada de alimentos e outras necessidades básicas a que os palestinos em Gaza foram submetidos”. Além disso, a Corte afirmou que “os palestinos em Gaza não enfrentam mais apenas o risco de fome, conforme consta do Despacho de 26 de janeiro de 2024, mas a fome está instalada”.

    Entenda

    Em 29 de dezembro de 2023, a África do Sul ingressou com uma ação na CIJ acusando Israel de genocídio. A ação recebeu o apoio de diversos países, incluindo o Brasil. Na última segunda-feira (25), a relatora da ONU para os territórios palestinos ocupados, Francesca Albanese, também denunciou Israel por genocídio em Gaza.

    Grupo de especialistas apoiados pela ONU alertam que metade da população de Gaza, cerca de 1,1 milhão de pessoas, sofrem risco de “fome catastrófica” no enclave palestino. De acordo com a Classificação da Fase de Segurança Alimentar Integrada (IPC), a desnutrição aguda entre crianças de 6 meses a 23 meses de idade aumentou de 16,2% para 29,2% entre janeiro e fevereiro deste ano.

    O governo de Tel Aviv nega as acusações. Diz que a África do Sul e a relatora especial da ONU distorceram a situação no enclave palestino, que o país respeita o direito humanitário internacional e que a guerra seria contra o Hamas, e não contra o povo palestino.

    Dados mais atualizados apontam que 32,5 mil pessoas morreram e outras 75 mil estão feridas após 175 dias de guerra na Faixa de Gaza. Esse número não inclui os 8 mil corpos que as autoridades locais de Gaza estimam estarem sob os escombros de prédios bombardeados por Israel.

    Agência Brasil

  • Mega-Sena pode pagar prêmio de 4 milhões neste sábado

    Mega-Sena pode pagar prêmio de 4 milhões neste sábado

    A Caixa Econômica Federal sorteia neste sábado (16), às 20h, no Espaço da Sorte em São Paulo, os seis números do concurso 2.706 da Mega-Sena. O prêmio está estimado em R$ 4 milhões.

    As apostas devem ser feitas até as 19h nas casas lotéricas credenciadas pelo banco, no site Loterias Caixa ou por meio de aplicativo, versões Android ou IOS.

    O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. .

    As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

    Os sorteios da Mega-Sena são realizados três vezes por semana, às terças, quintas e aos sábados.

    Agência Brasil

  • Hospital Teresa de Lisieux distribuirá ovos de chocolates para pacientes pediátricos neste Domingo de Páscoa

    Hospital Teresa de Lisieux distribuirá ovos de chocolates para pacientes pediátricos neste Domingo de Páscoa

    Buscando proporcionar experiências positivas e acolhedoras durante o período de internação para os pacientes pediátricos, o Hospital Teresa Lisieux (HTL) vai distribuir, neste Domingo de Páscoa, dia 31, ovos de chocolates e guloseimas para as crianças elegíveis, ou seja, aquelas que podem consumir o doce no seu cardápio nutricional. A ação especial de Páscoa é uma iniciativa do corporativo de Hotelaria e Nutrição da Hapvida NotreDame Intermédica, a qual o hospital faz parte, e tem como objetivo levar alegria e descontração aos pacientes que estão internados.

    De acordo com a gerente de nutrição do HTL, Bruna Silveira, todos os participantes vão desfrutar de uma vivência prazerosa sem comprometer a saúde. “Estaremos atentos, sobretudo, com os pacientes que apresentam restrições alimentares, como alergias ou intolerâncias. Esses receberão mimos personalizados à sua necessidade”, afirma a especialista.

  • Projeto oferece qualificação para estudantes de escolas públicas de Candeias

    Projeto oferece qualificação para estudantes de escolas públicas de Candeias

    Com olhar voltado à inserção no mundo do trabalho e desenvolvimento de diferenciais competitivos, a Junior Achievement Bahia oferece a Trilha Empreendedora – Conectando Jovens ao Mundo do Trabalho, para jovens do município de Candeias, Região Metropolitana de Salvador. No primeiro semestre, vai contemplar turmas do ensino fundamental II do Colégio Municipal Professor Dásio José de Souza, em Nova Candeias. Já no segundo semestre, vai atender turmas de ensino médio do Colégio Estadual Cidade de Candeias, no bairro Dom Avelar.

     

    A ação, que acontece em parceria com a Vopak, empresa holandesa de armazenagem de produtos líquidos para as indústrias química e de petróleo, e a Fundação WeConnect, inclui uma série de atividades focada em educação empreendedora, diversidade, inclusão e ferramentas de inovação. Com carga horária de até 30 horas por turma, a experiência de aprendizagem contará com atividades pensadas na conquista de conhecimentos e habilidades cruciais para o ingresso e crescimento no mercado de trabalho.

     

    Dividida em duas etapas, cada uma com três programas, a capacitação visa estimular a conexão com o mercado de trabalho, a partir da formação de competências técnicas e comportamentais. Além de conteúdos que envolvem a elaboração de um bom currículo e preparação para entrevistas de emprego, abordará temas sobre STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), design thinking, Matriz CSD (método utilizado na iniciação de projetos), pitch (apresentação direta e curta), mapa de empatia e protótipos.

     

    Gerente executiva da JA Bahia, Tainã Neves destaca que a iniciativa tem o objetivo de promover o engajamento escolar, combater a questão da evasão escolar, estimular o interesse nas carreiras STEM, além de apoiar os alunos na escolha profissional e da graduação. “Acreditamos que a aprendizagem é transformadora quando é criativa, quando o jovem experimenta, desenvolve e resolve problemas; autônoma, quando o ajuda a assumir a responsabilidade pela sua aprendizagem; e instigante, quando favorece o contato com ideias e conceitos poderosos que embasam sua busca e percepção da vida. Por isso, apostamos na Trilha de Aprendizagem”, afirma.

     

    Fernanda Souto, gerente de RH da Vopak Brasil, afirma que “participar do desenvolvimento de jovens promovendo programas, técnicas e ferramentas que possam dar a oportunidade de fazer a vida deles fluir, se conecta com a missão da Vopak que é ajudar o mundo a seguir em frente.”

     

    Etapas da capacitação

    As turmas de ensino fundamental embarcarão em um percurso transformador dividido em três etapas significativas. Na primeira etapa, os jovens serão introduzidos ao programa “Vamos Falar de Ética”, que visa destacar a importância da ética, cidadania e moral no processo de formação individual e na sociedade, explorando a relevância da ética no mundo do trabalho, evidenciando como suas ações impactam tanto na vida pessoal quanto profissional.

     

    Na segunda etapa, os participantes receberão o programa “Negócios Sustentáveis”, focado em demonstrar a importância da sustentabilidade para a sociedade, sendo apresentados a diversos tipos de negócios sustentáveis, onde poderão compreender sobre seus impactos no mundo e acessando ferramenta para elaborar soluções para problemas relacionados à sustentabilidade em suas comunidades.

     

    Para encerrar, na terceira etapa, os jovens receberão uma preparação abrangente para o mercado de trabalho, aprendendo sobre o funcionamento prático do mercado, conceitos de empregabilidade, como impulsionar suas carreiras, construir currículos, se preparar para entrevistas de emprego e realizar o planejamento e gestão de suas carreiras.

     

    Já para as turmas de Ensino Médio, no primeiro programa, os estudantes vão entender como funciona o mercado na prática, os conceitos de empregabilidade, os meios de planejar, gerenciar e impulsionar a carreira, as técnicas direcionadas a preparação para entrevistas e como montar um currículo do zero.

     

    No segundo, por sua vez, a ênfase será a inclusão. Nele, serão trabalhadas a diversidade nas áreas STEM. Os participantes conhecerão as possibilidades de atuação e ainda terão oportunidades de discutir formas de tornar essas áreas mais inclusivas, especialmente para mulheres, negros e pardos. Por fim, terão o desafio de propor soluções inovadoras para um caso sugerido pela Vopak. Ao longo do caminho, deverão utilizar ferramentas de design thinking, Matriz CSD, pitch, mapa de empatia, entre outras.

     

    Além disso, ao final da trilha, acontecerá um evento de apresentação. O chamado “Demoday” premiará a equipe que construir a melhor solução. A capacitação ainda terá um momento dedicado à conscientização sobre a importância da saúde mental e de diagnóstico dos impactos de todo o processo de qualificação.

     

  • Holanda: polícia prende homem que mantinha reféns em boate

    Holanda: polícia prende homem que mantinha reféns em boate

    A polícia holandesa prendeu um homem que mantinha reféns em uma boate na cidade de Ede, no leste da Holanda, neste sábado (30). A informação foi confirmada pelas autoridades locais no X, antigo Twitter.

    “O último refém acaba de ser libertado. Uma pessoa foi presa, não podemos dar mais informações no momento”.

     

    Anteriormente, três pessoas deixaram o bar. Uma quarta pessoa foi libertada pouco antes de o suspeito ser preso.

    Homem armado faz reféns em boate na Holanda

    Jornalistas presentes no local disseram que um homem saiu da boate com as mãos para cima e foi detido e colocado em uma viatura da polícia, informou a agência de notícias Reuters.

    Mais cedo, o jornal “Telegraaf” informou que o homem mantinha com armas e explosivos mantinha reféns no bar Petticoat. Várias unidades especiais da polícia foram enviadas ao local e pelo menos 150 casas da região foram esvaziadas.

    Não ficou claro qual foi o motivo da ação. A polícia disse que não havia indicação de motivação terrorista.

    G1
  • Conheça algumas plantas que ajudam a afastar o mosquito da dengue

    Conheça algumas plantas que ajudam a afastar o mosquito da dengue

    Diversas espécies de plantas encontradas na natureza têm propriedades repelentes de insetos. Entre as mais conhecidas estão a citronela, a lavanda, o manjericão, a erva-cidreira, a hortelã e o crisântemo. Além de embelezarem os ambientes, algumas dessas plantas são particularmente eficazes na dissuasão de mosquitos, pernilongos, formigas, pulgas, carrapatos e até baratas.

    Na Bahia, é crescente o número de casos e óbitos em decorrência da Dengue – neste primeiro trimestre já são 21. Felizmente, essas plantas podem ajudar na proteção familiar contra o Aedes aegypt, é o que explica o engenheiro agrônomo, professor do Centro Universitário Ages, Carlos Allan Pereira.

    “As plantas repelentes são caracterizadas por sua capacidade de emitir substâncias voláteis, como compostos orgânicos de baixo peso molecular, que conferem sabor e/ou aroma distintivo. Estes compostos, tais como alcaloides, terpenoides e fenóis, têm sido identificados como agentes repelentes de insetos, interferindo em seus processos fisiológicos, sensoriais e comportamentais”, explicou.

    Estudos têm demonstrado que a presença de plantas repelentes nos ambientes pode alterar a dinâmica populacional das pragas, inibindo sua aproximação e reduzindo sua capacidade de causar danos. Além disso, o uso dessas plantas pode contribuir para a redução do uso de pesticidas químicos em ambientes domésticos.

    “É importante ressaltar que a eficácia das plantas repelentes pode variar de acordo com uma série de fatores, incluindo a espécie de planta utilizada, as condições ambientais e a especificidade da praga alvo. Além disso, é importante lembrar que a prevenção é a melhor maneira de combater a Dengue. Isso inclui eliminar água parada onde os mosquitos possam se reproduzir e usar repelentes de insetos aprovados quando necessário. Além disso, é crucial procurar atendimento médico imediatamente caso necessite”, pontuou o professor.

    Como cada planta tem uma necessidade diferente, Carlos Allan preparou algumas dicas de como tê-las em casa:

    Citronela: Essa planta pode ser cultivada tanto em ambientes externos, onde pode alcançar proporções arbustivas, quanto em vasos de tamanho reduzido, adaptando-se facilmente a diferentes espaços. A prática recomendada para o cultivo em casa inclui a colocação estratégica da planta em áreas propensas à presença de insetos, aproveitando assim ao máximo suas propriedades repelentes. Esse aspecto, combinado com sua facilidade de cultivo, faz dela uma escolha popular para aqueles que buscam uma solução natural e de baixa manutenção para o controle de insetos em ambientes domésticos.

     

    Alecrim:  Para o cultivo bem-sucedido do alecrim, é recomendável posicioná-lo em um local com excelente luminosidade. A frequência de rega ideal situa-se entre uma e duas vezes por semana, sendo crucial evitar excessos que possam prejudicar suas raízes. Originário de climas áridos e quentes, o alecrim demonstra notável resistência ao calor do verão. A luz direta do sol é importante. Além de suas propriedades aromáticas distintivas, o alecrim destaca-se como uma planta ornamental de grande beleza. Sua capacidade de adaptação a diferentes estilos de poda possibilita a criação de arranjos estéticos variados, contribuindo para embelezar o ambiente em que é cultivado.

     

    Manjericão: O manjericão é reconhecido por sua fragrância intensa, tornando-o uma valiosa planta repelente de insetos, além de um ingrediente essencial na culinária. Esta erva aromática requer umidade constante para um crescimento saudável, sendo recomendada uma frequência regular de rega. Em climas mais quentes, a rega diária é aconselhável, enquanto em condições mais frias, a rega em dias alternados é suficiente. Além disso, a exposição ao sol durante algumas horas diárias é fundamental para garantir o desenvolvimento vigoroso do manjericão.

     

    Boldo: O boldo é apreciado por sua fragrância sutil, a qual oferece propriedades repelentes contra mosquitos. Para um cultivo vigoroso, é imprescindível proporcionar ao boldo uma exposição solar adequada, garantindo que receba luz e calor diariamente. Além disso, para manter a saúde da planta, é essencial adotar um regime de regas regular, preferencialmente a cada dois ou três dias, sempre que o solo se apresentar seco.

     

    Hortelã: Sua plantação pode ser realizada tanto diretamente no solo quanto em vasos, em abundância. Quanto maior o volume de hortelã cultivada, maior será a exalação de aroma e menor a incidência de insetos! Além de suas conhecidas propriedades repelentes de moscas, mosquitos e formigas, a hortelã oferece diversos benefícios.

     

    Arruda: A arruda é amplamente conhecida como uma das plantas mais famosas por sua capacidade de repelir moscas e outros insetos, sendo uma presença comum nos lares brasileiros. Além de sua beleza e aroma encantadores, a arruda é valorizada por sua habilidade de afastar energias negativas, ao mesmo tempo em que mantém os insetos indesejados à distância. Para garantir seu desenvolvimento saudável, é recomendável uma rega moderada, realizada uma vez a cada três ou quatro dias, sempre que o solo demonstrar sinais de secura.

     

    Sobre a Ages    

    A Ages nasceu há 40 anos, com o objetivo de levar educação de qualidade para o interior do Nordeste e dar oportunidades para pessoas da região. Com suas raízes fincadas em Paripiranga (BA), a instituição também marcou seu lugar nos municípios de Jacobina, Irecê e Senhor do Bonfim. Desde 2019, é integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil: o Ecossistema Ânima. A Instituição também contribui para a democratização do ensino superior ao disponibilizar oferta de cursos digitais.   Atualmente, a Ages conta com mais de 150 cursos de graduação e pós-graduação e em 2023 recebeu do MEC avaliações de excelência: os campi Paripiranga e Jacobina receberam nota 4 (nota vai até 5), cada, no Índice Geral de Cursos (IGC). Entre as instituições privadas de ensino superior da Bahia, o IGC revelou que os campi Paripiranga e Jacobina ocupam, respectivamente, as posições 9 e 14. Este indicador trata-se de um média ponderada baseada nas avaliações dos programas de graduação e pós-graduação. Ainda em 2023, o campus sede da instituição foi recredenciado com a nota máxima (5) do MEC.  

  • O dinheiro pode comprar melhores cuidados de saúde?

    O dinheiro pode comprar melhores cuidados de saúde?

    por Mara Machado*

    Examinar o setor de saúde através de lentes focadas nos custos revela uma tendência perturbadora. O custo per capita dos cuidados médicos, está entre os mais elevados do mundo, cresce em média 3,5% anualmente e é provável que continue a aumentar.

    Historicamente, a maioria das abordagens orientadas para os custos para resolver estas questões tem dependido das intervenções governamentais para regular o mercado dos cuidados de saúde.

    No entanto, o atual clima político põe em dúvida a probabilidade de que uma solução política abrangente seja implementada no Brasil num futuro próximo.

    E se priorizássemos resultados de qualidade?

    O debate sobre os cuidados de saúde centra-se frequentemente em duas questões principais: qualidade e custo. Contudo, devido às características únicas dos cuidados de saúde, esta relação não é tão simples como pode parecer.

    O foco em resultados de qualidade alcança melhorias na saúde e reduz custos, incentivando as opções de tratamento mais eficientes e eficazes. Em vez de procurar maximizar os lucros aumentando o número de serviços prestados aos pacientes, é preciso identificar e prosseguir os planos de tratamento com melhor relação custo-benefício, e com qualidade.

    A gestão da qualidade apoia a eliminação de serviços desnecessários, reduz custos administrativos e aumentam a qualidade do atendimento, o que, por sua vez, reduz custos sem ter um impacto adverso na saúde dos pacientes.

    Melhorar o sistema de saúde brasileiro é uma tarefa desafiadora que requer uma compreensão profunda do quadro de incentivos que perpetua o status quo. Concentrar-se apenas na redução dos custos dos cuidados de saúde, embora pareça ser um objetivo que vale a pena, resolve apenas metade do problema.

    No entanto, dar prioridade a resultados de cuidados de saúde de qualidade aborda os principais problemas do sistema de saúde e obtém custos mais baixos como consequência positiva.

    É urgente uma política nacional que aborde diretamente aspectos da qualidade dos cuidados, combinado com políticas relacionadas, uma vez que afeta os custos dos cuidados. A nossa premissa é que os problemas de qualidade podem não ser o resultado de restrições de financiamento, mas as questões de qualidade contribuem significativamente para o aumento do financiamento.

     

    *Mara Machado é CEO do Instituto Qualisa de Gestão (IQG), que há 30 anos capacita pessoas e contribui com as instituições de saúde para reestruturar o sistema de gestão vigente, impulsionar a estratégia de inovação e formar um quadro de coordenação entre todos os atores decisórios.

    O IQG vem trabalhando com parceiros internos do setor e externos para favorecer a geração de novas frentes para o sistema e colocar os prestadores de serviços em posição mais ativa.

    Atua no desenvolvimento de novas e modernas soluções para atender com agilidade as exigências do mercado atual.