A Central de Outdoor Seccional Bahia reforça seu compromisso com iniciativas de impacto social ao apoiar duas importantes ações voltadas aos soteropolitanos. A entidade contribui com a divulgação do Mutirão de Exame de Creatinina, promovido pelo Instituto de Nefrologia Alayde Costa (INAC), e também com a campanha de Páscoa da Obras Sociais Irmã Dulce (OSID).
No caso do Mutirão de Exame de Creatinina, o projeto tem como objetivo ampliar o acesso da população a exames preventivos voltados à saúde renal. A ação busca conscientizar sobre a importância do diagnóstico precoce de doenças nos rins, além de incentivar o acompanhamento médico regular.
Já no apoio para a OSID, a Central colabora com a divulgação da campanha das colombas pascais solidárias, produzidas pela marca Dulce Natura. A iniciativa reforça o espírito de solidariedade durante a Páscoa, destinando recursos para a manutenção das atividades assistenciais da instituição fundada por Santa Dulce dos Pobres.
Segundo Vinicius Linhares, presidente da Central de Outdoor Seccional Bahia, apoiar ações sociais e de saúde pública faz parte da missão da entidade. “A mídia OOH tem um papel importante na mobilização da sociedade. Quando colocamos essa força a serviço de causas que promovem saúde e solidariedade, ajudamos a ampliar o alcance dessas iniciativas e a gerar um impacto positivo real na vida das pessoas”.
A Travessia Marítima Salvador–Morro de São Paulo apresenta movimento moderado de embarque na manhã deste domingo (29), no Terminal Náutico da Bahia, em Salvador.
O primeiro catamarã do dia partiu às 9h, com nova saída programada para as 10h30. O último horário saindo da capital baiana ocorre às 14h30.
No sentido inverso, a expectativa é de fluxo elevado no Terminal de Morro de São Paulo, localizado na Ilha de Tinharé, devido ao retorno de turistas que passaram o final de semana no destino. As partidas estão programadas para as 11h30, 14h30 e 15h.
A viagem direta entre Salvador e Morro de São Paulo tem duração média de 2 horas e 20 minutos. As tarifas são de R$ 152,51 no trecho Salvador–Morro de São Paulo e R$ 138,71 no percurso inverso. O pagamento pode ser realizado com cartão de crédito ou débito.
As passagens também podem ser adquiridas online por meio dos sites das concessionárias que operam a travessia:
Biotur – www.biotur.com.br
Ilha Bela – www.iabelatm.com.br
Aviso importante
A Associação dos Transportadores Marítimos da Bahia (ASTRAMAB) informa que, em caso de instabilidade nas condições climáticas, a travessia poderá ser realizada com conexão semi-terrestre via Itaparica. A medida é adotada conforme avaliação dos comandantes, visando garantir a continuidade e a segurança do serviço.
No domingo (29), data em que Salvador completa 477 anos, o Governo do Estado marca as celebrações com a entrega da nova contenção de encostas na Rua Almeida Sande, nos Barris. A intervenção fortalece as ações de prevenção a desastres naturais e amplia a segurança de moradores em área de risco. Executada pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), a obra contou com investimento de cerca de R$2,4 milhões.
“Celebramos o aniversário de 477 anos de Salvador com a entrega de obras importantes durante toda a semana, incluindo escolas e equipamentos de saúde. Hoje, dia 29, uma obra de contenção de encostas nos Barris, em parceria com o presidente Lula. Depoimentos de moradores confirmaram que a entrega dessa encosta trouxe mais segurança e melhoria ao bairro”, afirmou o governador Jerônimo Rodrigues.
Além de reduzir riscos, a intervenção contribui para a requalificação do espaço urbano, já que o espaço também será utilizado como painel artístico. A entrega eleva para 135 o número de encostas concluídas na capital desde 2014, consolidando uma política contínua de proteção em áreas vulneráveis.
A moradora Iselina Maria Vidal, vive na região há 40 anos, “melhorou muito, eu precisava pedir lona para não descer mais terra. Agora, está bem melhor”, falou a idosa.
Atualmente, na capital baiana, mais de 400 mil pessoas estão fora de áreas de risco e outras 73 intervenções seguem em andamento. Ao longo dos últimos anos, essas iniciativas já beneficiaram milhares de famílias, promovendo mais segurança e melhores condições de vida em diferentes regiões da cidade.
Espaço coletivo doa para moradores e ajuda a amenizar o calor
Faz um ano que a rotina de Vera Lúcia Silva de Souza, de 74 anos, começa cedo. Ela molha as plantas de casa e encara a pé a descida íngreme desde o alto do Morro do Salgueiro, na zona norte do Rio de Janeiro. Na parte baixa da comunidade, fica a horta comunitária onde trabalha para complementar a renda.
Vera é integrante do Coletivo de Erveiras e Erveiros do Salgueiro. Desde 2019, o grupo se reúne para catalogar espécies e saberes e manter vivas plantas que são conhecidas dos moradores, mas não de todo mundo no asfalto.
A área de plantio é uma das 84 hortas mantidas pelas comunidades com o apoio da Prefeitura do Rio, por meio do programa Hortas Cariocas, criado há cerca de 20 anos. Em 2025, de acordo com a Secretaria de Ambiente Clima, a produção dessas hortas foi de 74 toneladas. No Salgueiro, a colheita foi de 700 kg.
Horta comunitária do programa Hortas Cariocas, no Salgueiro. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Memória
Vera Lúcia explica que acorda cedo porque é melhor mexer na terra pela manhã, quando a temperatura está mais amena e a água não queima as plantas.
“Molhamos primeiro e limpamos para replantar. Por causa do verão, muita coisa fracassou. Aqui pega muito Sol”, conta.
Faz um tempo que Vera decidiu buscar nas memórias de infância incentivo para colocar as mãos na terra outra vez. As lembranças são da época em que os remédios eram feitos em casa, pela mãe e pela avó, com quem ela conheceu ervas e aprendeu receitas passadas de geração em geração.
“Eu nasci lá no alto do morro”, conta Vera, apontando em direção a uma área que fica ainda mais alto do que sua casa, mas onde não existem mais moradias. “Eu vim para cá [onde mora] com 14 anos. Aqui, minha mãe e minha avó me ensinaram a plantar, a fazer um chá, um xarope, um tempero. Eu me lembro bem”, afirma.
Vera Lúcia Silva de Souza, conhecida como tia Vera, em sua casa no alto do Morro do Salgueiro. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Com um quintal fresco, não é só na horta comunitária que ela cultiva memórias. “Está sentindo esse cheiro? São as minhas plantas. Tem saião, alfavaca, assa-peixe, ora-pro-nóbis, do grande, que dá uma flor rosa, bem bonita”, apresenta a erveira.
Os canteiros transformaram a casa de Vera em uma referência no morro. “Tem muita muda aqui. Umas, a gente planta no mato, outras, quando me pedem, eu doo um mucadinho [pouquinho]”, revela. “Meu boldo, por exemplo, já está quase acabando. As casas aqui são apertadinhas, nem todo mundo em espaço”.
Diversidade de opções
Em um vídeo sobre a horta comunitária, Marcelo Rocha, que é integrante do mesmo coletivo, compara a pequena quantidade de opções nas prateleiras com a diversidade que as populações consumiam quando cultivavam em seus quintais:
“É comum ir ao supermercado e encontrar apenas alface, cheiro verde e rúcula. Mas temos uma infinidade de plantas comestíveis conhecidas da minha avó, da minha bisavó, como ora-pro-nóbis, caruru, alemirão, taioba serralha”, citou.
Sem placa ou aviso na entrada, a horta do Salgueiro só é conhecida pelos moradores. Ali, as ervas são cultivadas, assim como outros alimentos, que depois também são doados para a Escola Municipal Bombeiro Geraldo Dias.
Membro do coletivo, Walace Gonçalves de Oliveira, de 66 anos, conhecido por Tio Dadá, acrescenta que até mesmo profissionais de saúde indicam as ervas e alimentos da horta comunitária a seus pacientes.
“Tem gente que precisa especificamente de uma verdura ou legume. Aí, o pessoal do postinho manda vir buscar aqui conosco”.
Tio Dadá e Tia Vera, cuidadores da horta comunitária do programa Hortas Cariocas, no Salgueiro. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Da remoção ao plantio
O espaço usado pelo coletivo para a horta surgiu após uma desapropriação. Estabelecida em encostas íngremes, uma vila inteira de casas foi removida por causa do risco de deslizamento.
De chapéu e enxada em punho, Tio Dadá lembra que a comunidade transformou a área, cheia de lixo, em uma horta produtiva:
“A gente tem aqui berinjela, alface, chicória, cenoura. Temos bastante coisa. Tem também limão e tem uma laranja que quase ninguém conhece, vermelha por dentro, a laranja sanguínea, muito boa”, conta ele, que tem suas preferências: “Ora-pro-nóbis é muito bom no franguinho, na carne assada. Eu não uso no chá, não gosto”, destaca.
Pé de limão no Morro do Salgueiro, na zona norte do Rio de Janeiro Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Alimento e cidadania
Segundo a prefeitura, as hortas urbanas têm reduzido índices de ocupação irregular de terrenos ociosos e elevado os níveis de inclusão social, além de propiciar aos moradores da comunidade alimentação livre de transgênicos e agrotóxicos.
A secretária da pasta de Ambiente e Clima da cidade do Rio de Janeiro, Tainá de Paula, afirma que o suporte técnico da secretaria é contínuo. “Temos uma entrega ininterrupta de sementes, que ficam sempre disponíveis para retirada”.
Borboleta e insetos em árvore da horta comunitária do programa Hortas Cariocas, no Salgueiro. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
De projetos pioneiros no Caminho das Árvores à verticalização de novos eixos e à incorporação de soluções sustentáveis, atuação da empresa acompanha e influencia o desenvolvimento da capital baiana
Salvador completa, no domingo (29), 477 anos de história. Ao longo das últimas décadas, a capital baiana passou por uma transformação significativa em sua paisagem urbana. A OR, incorporadora e construtora do Grupo Novonor, teve papel relevante nesse processo.
Completando 19 anos em 2026, a empresa foi responsável por alguns dos empreendimentos mais emblemáticos da cidade, que não apenas transformaram bairros com novos padrões de moradia, trabalho e lazer, como também influenciaram dinâmicas urbanas relacionadas à mobilidade, ocupação do solo e sustentabilidade.
Do fortalecimento do Horto Florestal como eixo residencial de alto padrão à consolidação da Avenida Tancredo Neves como centro financeiro, a trajetória da OR acompanha e impulsiona o desenvolvimento sustentável e a modernização da cidade, com a implantação de empreendimentos e melhorias em seu entorno.
“A cidade viveu, nas últimas duas décadas, um ciclo importante de qualificação urbana, com a criação de novos eixos de desenvolvimento e a valorização de regiões estratégicas”, avalia o diretor superintendente da OR na Bahia, Daniel Sampaio. “Participamos desse movimento com projetos pensados para dialogar com a cidade e contribuir para seu crescimento sustentável”, destaca o gestor.
Transformação do modelo urbano
Parte desse desenvolvimento está diretamente associada à parceria de longa data com o arquiteto Antônio Caramelo, responsável por projetos que ajudaram a definir a paisagem urbanística de Salvador ao longo das últimas cinco décadas.
A relação profissional teve início ainda na formação de Caramelo, na década de 1970, quando, por indicação do professor Diógenes Rebouças – uma das principais referências da arquitetura baiana – passou a atuar no planejamento e execução do bairro Caminho das Árvores, ao lado do então colega João Carlos Fernandes Campos. À época, diante de questões de saúde, Rebouças confiou a Caramelo a continuidade do projeto, desenvolvido sob sua supervisão e posteriormente apresentado à Odebrecht, hoje Grupo Novonor, estabelecendo uma parceria que atravessa cinco décadas.
O projeto do bairro Caminho das Árvores representou um marco no modelo urbanístico da cidade, ao incorporar não apenas a infraestrutura básica, como o planejamento de espaços públicos e áreas verdes que permanecem como características do bairro até hoje.
“Até então, de um modo geral, as empresas abriam os lotes e a Prefeitura assumia a infraestrutura. Naquele momento, a empresa fez diferente, passando a implantar também ruas, passeios, energia, drenagem e esgotamento sanitário, além de prever a criação de praças e arborização. Isso acabou influenciando a criação de uma norma que passou a exigir essa responsabilidade de quem loteava”, relembra Caramelo.
A partir dessa experiência, consolidou-se uma colaboração contínua com a OR, reunindo projetos de forte impacto urbano e decisões orientadas pelo desenvolvimento da cidade. Para a empresa, o arquiteto assinou alguns estudos urbanísticos e empreendimentos como o Vale do Loire, Hangar Business Park, D’Azur e Legacy.
“Tenho muito orgulho dessa parceria e da contribuição para a história de Salvador. Em cada projeto, a OR busca não apenas construir, mas agregar soluções e benefícios reais para a cidade”, afirma o arquiteto.
Soluções de mobilidade e preservação ambiental
Esse princípio se reflete nas soluções de mobilidade incorporadas aos projetos. No Hangar Business Park, por exemplo, foi implantado um acesso subterrâneo sob a Avenida Paralela para viabilizar o fluxo de pessoas para as torres sem sobrecarregar a rotatória local. Já no Legacy, o projeto prevê acessos independentes por duas ruas e organização viária pensada para reduzir impactos no trânsito da região do Caminho das Árvores, especialmente nos horários de maior movimento.
No Horto Florestal, esse olhar se traduz em empreendimentos que combinam a preservação ambiental e respeito à vocação e história do bairro. Em uma área marcada por atributos naturais raros, a atuação da OR ajudou a consolidar um novo padrão de ocupação, com integração à paisagem e valorização do entorno. Entre os destaques estão o Reserva Albalonga, Chácara Suíça, Bosque Itália e o Vale do Loire, marcos da expansão residencial de alto padrão na região.
No caso do Vale do Loire, o projeto foi concebido com foco na preservação ambiental, como conta Caramelo. “No Horto Florestal, havia um desafio importante: preservar 320 árvores e, ao mesmo tempo, implantar o empreendimento. Tivemos um cuidado muito grande, com apenas duas torres em uma área de 25 mil metros quadrados, mantendo essa exuberância natural, que hoje se configura como um importante pulmão verde para a cidade”, destaca.
Melhor residencial sustentável
Outro exemplo é o Monvert, também no Horto Florestal, referência em sustentabilidade e inovação. O empreendimento foi o primeiro do Brasil a conquistar a certificação EDGE Advanced, com eficiência hídrica e energética superior a 40%. O projeto incorpora soluções como uso de energia solar, captação de água da chuva e gestão de resíduos sólidos.
Reconhecido pelo International Property Awards como o Melhor Empreendimento Residencial Sustentável nas Américas, o Monvert também gerou impactos urbanos no entorno, com a requalificação da Praça Estácio Gonzaga, que recebeu melhorias de drenagem, piso intertravado, paisagismo, mobiliário urbano e o plantio de mais de 1.600 mudas nativas.
Na orla, o D’Azur contribuiu para elevar o padrão urbanístico de Jaguaribe. A Mansão Morada dos Cardeais, no Corredor da Vitória, se destaca pelo impacto arquitetônico e pela inserção qualificada na paisagem urbana.
Caminho das Árvores – Acervo OR
Centro financeiro de Salvador
No segmento corporativo, empreendimentos como Salvador Trade Center, Boulevard Side e Mundo Plaza foram decisivos para a verticalização e consolidação do Caminho das Árvores como principal centro financeiro da cidade.
“Empreendimentos concebidos a partir de uma leitura do entorno e seus atributos, têm a capacidade de induzir desenvolvimento, atrair investimentos e redefinir a dinâmica urbana de uma região, como ocorreu no Horto Florestal e no Caminho das Árvores”, acrescenta Daniel Sampaio.
Melhor arranha-céu das Américas
Entre os projetos mais recentes, o Legacy se destaca como o mais ambicioso da incorporadora na capital baiana e marca um novo momento de desenvolvimento do Caminho das Árvores, bairro que volta a ser impulsionado por iniciativas da OR. Com 54 pavimentos e mais de 180 metros de altura, será a torre residencial mais alta do estado.
Em fase avançada de construção, o empreendimento foi premiado como melhor arranha-céu das Américas pelo International Property Awards e reúne soluções tecnológicas e sustentáveis, como droneport, carregadores para veículos elétricos e uso de energia solar.
“O Legacy representa uma nova geração de empreendimentos, que combinam inovação, eficiência e integração urbana, apontando para o futuro da construção civil em Salvador”, conclui Daniel Sampaio.
Neste sábado (28), é realizado em toda a Bahia o Dia D de Vacinação contra a Influenza, mobilização que marca o início do Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde. A iniciativa, que continua até o dia 30 de maio, integra a estratégia nacional para combater a gripe e visa diminuir complicações, internações e óbitos durante o período de maior circulação do vírus.
A campanha anual de vacinação contra a Influenza é direcionada a crianças entre 6 meses até 5 anos, 11 meses e 29 dias. Além disso, também fazem parte do público prioritário gestantes, idosos a partir de 60 anos, indígenas, quilombolas e pessoas em situação de rua, assim como aqueles que possuem comorbidades ou deficiência permanente.
Caminhoneiros, motoristas e cobradores de transporte coletivo, trabalhadores portuários e dos correios, agentes das forças de segurança e armadas, funcionários do sistema prisional, indivíduos privados de liberdade e jovens em medidas socioeducativas também estão incluídos no público-alvo.
Em Feira de Santana, onde a secretária da Saúde do Estado, Roberta Santana, participou da abertura do Dia D ao lado do secretário adjunto de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde, Ilano Barreto, uma das estratégias utilizadas foi o Vacimóvel, um veículo preparado para realizar a imunização em qualquer localidade.
Roberta Santana, destacou a importância da vacinação como estratégia de proteção coletiva e de redução da pressão sobre os serviços de saúde. “É uma campanha de mobilização nacional. O Ministério da Saúde garantiu para todos os estados a vacina e a Bahia já recebeu mais de 1,3 milhão de doses para que a gente fortaleça a vacinação. O Vacimóvel é una estratégia importante para levar a vacina em locais de grande circulação e na segunda-feira entregaremos 11 novos vacimóveis para reforçar esta estratégia”, afirmou.
O aposentado Roque Alves foi um dos que aproveitou o Dia D para se vacinar. “Todo ano me vacino. É muito importante esta proteção e o Vacimóvel aqui no centro de Feira de Santana facilitou”, disse. Da mesma forma que ele, Francini Silva viu no Vacimóvel uma facilidade para vacinar sua filha Maitê, de apenas 8 meses. “Cuido da saúde dela. Caderneta de vacinação toda em dia”, contou ela.
“Neste período de sazonalidade é importante que toda população do público-alvo se vacine. Essa é uma mobilização que envolve Governo Federal, Estados e municípios para proteger a população”, afirmou Ilano Barbosa.
A vacinação é realizada em unidades básicas de saúde e pontos estratégicos, com horários que variam entre 8h e 16h, conforme a localidade. Para receber o imunizante, é necessário apresentar documento de identificação, cartão do SUS e caderneta de vacinação.
Nesta segunda-feira, às 10h30, em Salvador (BA), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha e o ministro da Casa Civil, Rui Costa, entregam novas ambulâncias do SAMU 192, Unidades Odontológicas Móveis (UOM), além de combos de equipamentos para as UBS, que reforçarão a atenção primária e as iniciativas de saúde bucal locais.
Viabilizadas com recursos do Novo PAC Saúde, as medidas integram o programa Agora Tem Especialistas, que está aumentando a capacidade do SUS para reduzir o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias.
Na ocasião, os ministros também assinam ordem de serviço para início das obras de novas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). A cerimônia acontecerá no Parque de Exposições Agropecuárias de Salvador (BA).
Também na capital baiana, às 7h30, os ministros inauguram a primeira etapa do ambulatório do Hospital da Mulher Maria Luzia Costa dos Santos, que vai ampliar a oferta de especialidades como ginecologia, cirurgia oncológica e mastologia, áreas prioritárias do Agora Tem Especialistas.
O credenciamento de imprensa poderá ser feito diretamente com a assessoria de comunicação do Governo do Estado da Bahia.
SERVIÇO
Inauguração 1ª Etapa do Ambulatório do Hospital da Mulher
Com o ministro da Casa Civil, Rui Costa e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha
🗓️ Data: 30 de março (segunda-feira)
⏰ Horário: 7h30
📍 Local: Hospital da Mulher – Térreo – Rua Barão de Cotegipe, 1153 – Largo de Roma, Salvador (BA)
O aniversário de Salvador começou em clima de celebração, música, poesia e arte circense, neste domingo (29), ao som da orquestra do Neojiba (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia), na Nova Rodoviária da Bahia, em Águas Claras, terminal que simboliza a modernização da cidade e a ampliação da mobilidade urbana. A apresentação contou com a presença do governador Jerônimo Rodrigues, que acompanhou a performance.
Durante a atividade, realizada em um dos principais pontos de circulação de pessoas da cidade, o repertório da orquestra surpreendeu passageiros e trabalhadores, ao som de clássicos da Bahia, como Chame Gente, Prefixo de Verão e Selva Branca. Quem passou pelo local ficou encantado com a iniciativa, como Alessandra Macário, coordenadora pedagógica, que estava chegando de Bom Jesus da Lapa, “fomos recepcionadas com essa delícia que agracia os nossos ouvidos. Eu estou aqui encantada também com a Nova Rodoviária. Salvador merece, por tudo que é”, afirmou a passageira.
O Neojiba foi criado em 2007, com a missão de promover o desenvolvimento social de crianças e adolescentes por meio da música e já beneficiou mais de 42 mil jovens em toda a Bahia, com núcleos espalhados pela capital e pelo interior. O secretário da Cultura, Bruno Monteiro, explicou sobre a comemoração, “a capital da Bahia conecta o passado, o futuro e o presente por meio da cultura. E nós decidimos celebrar nesse lindo equipamento, a Nova Rodoviária, recepcionando bem cedinho as pessoas que chegam da Bahia toda e de outros estados com esse encantamento que faz também as pessoas serem bem recebidas e acolhidas”, afirmou o gestor da pasta.
Para o artista Jackson Costa, levar a poesia para espaços públicos amplia o acesso à cultura e fortalece a relação da população com a arte. “O governo vem priorizando o desenvolvimento do povo, através da cultura, da arte, do livro e da música. A gente sabe que um povo só cresce através da educação e da cultura”, destacou o poeta.
A iniciativa reforça Salvador como um dos principais polos culturais do país e evidencia como a música segue sendo um dos grandes atrativos da capital baiana, contribuindo para a valorização da cidade e para a experiência de turistas e moradores em uma data simbólica.
Pesquisa Infojobs 2026 revela lacunas em equidade salarial, apoio à dupla jornada e oportunidades igualitárias, sinalizando uma barreira social
A maioria das mulheres ainda percebe lacunas nas ações de equidade de gênero dentro das empresas. Segundo a Pesquisa Panorama da Mulher no Mercado de Trabalho 2026, do Infojobs, 78% das mulheres afirmam que temas como igualdade salarial, apoio à dupla jornada e oportunidades iguais não recebem atenção suficiente no ambiente corporativo. Apenas 22% acreditam que suas organizações lidam com essas questões de forma adequada.
Para Ana Paula Prado, CEO da Redarbor Brasil, detentora do Infojobs, o dado não é apenas um alerta social, mas também estratégico: “Empresas que não monitoram e atuam de forma efetiva sobre equidade e inclusão correm o risco de perder talentos e reduzir engajamento. Não se trata apenas de cumprir metas de diversidade, é gestão de capital humano com visão de negócios.”
O levantamento evidencia que, mesmo em setores com políticas formais de diversidade, há uma diferença entre intenção e prática.“É comum que políticas estejam no papel, mas a execução ainda falha na prática. Mulheres relatam que oportunidades de crescimento são condicionadas a expectativas diferenciadas e que projetos estratégicos são acompanhados de cobrança maior, um fenômeno que mina confiança e motivação. Em muitos casos, as empresas acabam apenas reproduzindo dinâmicas que já existem na sociedade, em vez de assumirem um papel ativo como promotoras de mudança. Historicamente, essas cobranças adicionais sempre foram mais direcionadas às mulheres, o que evidencia como certos padrões ainda permanecem presentes na cultura organizacional e precisam ser revistos de forma consciente.”
Segundo o estudo, essas lacunas são ainda mais críticas para mulheres de grupos minorizados. Entre pretas, LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência, a percepção de falta de oportunidades de crescimento é mais latente, o que demonstra que programas universais de diversidade não eliminam barreiras estruturais.
“Se a inclusão não for estruturada o efeito sobre o negócio é limitado e perde-se potencial de inovação e performance”, comenta Prado. A pesquisa também mostra que o teto de crescimento e a autocensura estão diretamente ligados à percepção de baixa atenção corporativa a essas questões.
Mulheres ajustam seu comportamento para evitar riscos reputacionais e erros, impactando decisões estratégicas e resultados organizacionais. “O custo da não-equidade não é só social, é econômico. Empresas perdem competitividade quando talentos não podem se desenvolver plenamente”, alerta Prado.
Quanto à gestão, os dados indicam que é preciso monitorar indicadores de diversidade com rigor, criar canais de mentoria e feedback que funcionem na prática, e implementar políticas que considerem a realidade diária do trabalho feminino desde apoio à maternidade e flexibilidade até critérios claros de promoção e distribuição de projetos estratégicos.
“As empresas precisam traduzir equidade em ações concretas. Quando as mulheres percebem que seus direitos e oportunidades são tratados de forma superficial, o resultado aparece em diferentes dimensões da organização, como menor retenção, queda de engajamento e enfraquecimento da confiança institucional. Promover equidade é uma resposta a uma demanda social histórica por ambientes de trabalho mais justos e representativos. E, no contexto corporativo, ignorar essa agenda também significa abrir mão de diversidade de perspectivas, de inovação e de decisões mais qualificadas, fatores cada vez mais centrais para a sustentabilidade das organizações”, conclui Ana Paula Prado.
O Sindicato dos Servidores da Fazenda do Estado da Bahia (Sindsefaz) realiza, neste sábado (28), a grande festa em comemoração aos seus 30 anos de história, reunindo fazendários, familiares, convidados e lideranças na Chácara Baluarte, no Santo Antônio Além do Carmo, em Salvador.
O evento, que começou 16h, marca o ponto alto da programação comemorativa preparada pela entidade ao longo dos meses de março e abril. A estrutura foi montada para oferecer conforto, acolhimento e uma experiência especial aos participantes, em um ambiente pensado para valorizar a convivência, a memória e a celebração das três décadas de lutas e conquistas do Sindicato.
A tarde/noite conta com shows de Xande de Pilares, um dos maiores nomes do samba brasileiro, e de Luiz Caldas, o “rei” do axé music, em uma combinação que traduz a diversidade cultural e a energia festiva escolhidas para marcar a data.
A festa reúne diferentes gerações de fazendários, ativos, aposentados e pensionistas, reafirmando a unidade que marcou a construção do Sindsefaz desde sua fundação, em 1996. Para a entidade, a celebração é também um momento de reencontro, integração e reconhecimento da trajetória coletiva construída por servidores que ajudaram a fortalecer o Fisco baiano.
Fotos: Ayrton Venâncio
Ao longo de março, a programação dos 30 anos já promoveu atividades como a peça “Eu de Você”, com Denise Fraga, sessões de cinema e o seminário “Reinventando o Futuro”, que reuniu especialistas para debater temas como inteligência artificial, reforma administrativa, economia da Bahia e Lei Orgânica da Administração Tributária.
As comemorações seguem em abril, com a exibição do documentário “30 anos de Sindsefaz” (06 de abril) e a entrega do Prêmio de Jornalismo Tributação e Justiça Social (14 de abril), reforçando a proposta de celebrar a história da entidade com cultura, reflexão e integração.
Fundado em 1996, o Sindsefaz consolidou-se como uma das principais entidades sindicais do Fisco estadual no país, com atuação destacada na defesa da valorização dos servidores, do fortalecimento da administração tributária e da justiça fiscal.
A festa desta noite simboliza o espírito que move a entidade há três décadas: união, diálogo, luta e celebração coletiva.