Dia: 7 de abril de 2026

  • Momento Meu Gastronomia chega a Salvador com proposta inovadora que une comida, afeto e experiência

    Momento Meu Gastronomia chega a Salvador com proposta inovadora que une comida, afeto e experiência

    Serviço de kits gastronômicos aposta na conexão entre pessoas e no prazer de cozinhar como forma de entretenimento

    Salvador passa a contar com um novo conceito que vai além da gastronomia tradicional. Recém-chegado à capital baiana, o Momento Meu Gastronomia propõe transformar o ato de cozinhar em uma experiência afetiva, divertida e memorável. Criado pelo publicitário Alexandre Gondim e pela empresária Glaucione Carvalho, o negócio nasce com a proposta de resgatar o tempo de qualidade entre pessoas, em um cenário cada vez mais acelerado e conectado às telas.

    Inspirado em um modelo vivenciado por Gondim durante os seis anos em que morou em Londres, o serviço oferece assinaturas de kits gastronômicos entregues em casa, com ingredientes frescos, porções na medida certa e receitas ilustradas com passo a passo simples. “Eu experimentei esse tipo de serviço como consumidor fora do Brasil e percebi o quanto ele vai além da comida. Então pensamos: por que não trazer esse conceito para Salvador?”, explica Alexandre Gondim.

    A ideia é que o cliente não apenas prepare uma refeição, mas vivencie um momento de presença, criatividade e conexão, seja sozinho, em casal ou em família. Com o conceito “Uma delícia de diversão”, o Momento Meu se posiciona no mercado como uma experiência que integra gastronomia, entretenimento e bem-estar. “Não vendemos comida. Proporcionamos experiências. A cozinha se torna um espaço de troca, de conversa e de construção de memórias”, destaca Glaucione Carvalho.

    Em um contexto de rotinas aceleradas e excesso de tempo diante das telas, a proposta surge como um convite à reconexão. “A gente acredita que muitas questões do dia a dia podem ser resolvidas à mesa, com uma boa refeição e tempo de qualidade. Queremos estimular exatamente isso: presença e conexão real entre as pessoas”, reforça Gondim.

    O funcionamento é prático: o assinante escolhe, mensalmente, pratos variados de um cardápio com 14 opções e recebe, semanalmente, um kit para preparo em casa, com receitas acessíveis e adaptáveis à criatividade de cada pessoa. Os ingredientes são selecionados de fornecedores locais, reforçando o compromisso com qualidade e frescor. “As receitas são simples e guiadas, mas também abrem espaço para que cada pessoa coloque seu toque especial. Isso faz parte da experiência”, completa Glaucione.

    Voltado para o público das classes A e B, o serviço atende diferentes perfis, desde solteiros que buscam sair da rotina até casais e famílias interessados em fortalecer conexões à mesa. O Momento Meu Gastronomia inicia suas operações atendendo exclusivamente Salvador, com planos de expansão futura. @momentomeugastronomia | www.momentomeu.com.br

  • Neurocirurgia avança e amplia chances de sobrevivência

    Neurocirurgia avança e amplia chances de sobrevivência

    Tecnologias elevam precisão e reduzem sequelas em tumores e AVC

    O cérebro ainda guarda mistérios, mas já não é mais um território intocável. Em centros de alta complexidade, procedimentos que antes envolviam grandes riscos hoje são realizados com precisão milimétrica, abrindo novas perspectivas para pacientes com tumores cerebrais, aneurismas e acidentes vasculares cerebrais (AVC). O avanço tecnológico tem mudado o desfecho de doenças historicamente associadas à alta mortalidade e incapacidade.

    Nesse cenário, a neurocirurgia vive uma transformação decisiva. “Os avanços na neurocirurgia para tratamento de tumores e sangramentos têm focado no aumento da precisão, na redução da invasividade e na melhor preservação das funções neurológicas, com o uso de tecnologias de imagem de ponta e inteligência artificial”, explica o neurocirurgião do Hospital Mater Dei Salvador, Carlos Bastos.

    Segundo ele, ferramentas como cirurgia robótica, neuronavegação em 3D e mapeamento cerebral intraoperatório têm permitido intervenções mais seguras, inclusive em áreas profundas e delicadas do cérebro. “Hoje conseguimos operar com uma espécie de ‘GPS cirúrgico’, que orienta cada movimento em tempo real. Isso reduz riscos e aumenta as chances de preservar funções essenciais, como fala e mobilidade”, afirma.

    Novas técnicas – Entre as principais inovações, a cirurgia assistida por robótica vem ganhando espaço. Sistemas como NeuroMate e ROSA® permitem intervenções com altíssima precisão, sendo utilizados em biópsias e na remoção de tumores profundos.

    Outro avanço importante é o uso da fluorescência com substâncias como o 5-ALA, que faz células tumorais “brilharem” durante o procedimento. “Isso ajuda a diferenciar o tumor do tecido saudável, permitindo uma retirada mais completa e segura”, explica Bastos.

    Já a chamada cirurgia “acordado” (awake craniotomy) tem sido aplicada em casos específicos, quando o tumor está próximo de áreas responsáveis por funções vitais. Durante o procedimento, o paciente interage com a equipe, ajudando a mapear regiões que não podem ser comprometidas. “É uma técnica que exige preparo, mas reduz significativamente o risco de sequelas”, diz.

    Menos invasiva – A tendência atual é clara: quanto menor a agressão ao cérebro, melhor o resultado. Procedimentos endoscópicos permitem acessar regiões profundas com incisões menores, reduzindo o tempo de internação e acelerando a recuperação. Em paralelo, a radiocirurgia avançada tem sido utilizada para tratar metástases cerebrais com alta precisão, preservando áreas saudáveis.

    No campo da oncologia, terapias inovadoras também começam a mudar o cenário. Estudos internacionais apontam resultados promissores com vírus oncolíticos e terapias celulares como CAR-T, que já demonstraram redução significativa de tumores agressivos, como o glioblastoma. “Essas estratégias, aliadas à cirurgia, ampliam as possibilidades de tratamento e aumentam a sobrevida dos pacientes”, destaca Carlos Bastos.

    Emergências – Nos casos de aneurisma e AVC hemorrágico, o tempo segue sendo decisivo, mas as técnicas também evoluíram. “A clipagem de aneurismas está cada vez mais precisa, e, em casos graves, utilizamos a cirurgia descompressiva para aliviar a pressão intracraniana. São procedimentos que salvam vidas e reduzem sequelas importantes”, explica o médico do Mater Dei Salvador.

    O especialista reforça que o maior desafio ainda está no acesso rápido ao atendimento especializado. “A tecnologia existe, mas o paciente precisa chegar a tempo. Informação e agilidade continuam sendo determinantes”, afirma. No encontro entre tecnologia e medicina, o cérebro deixa de ser apenas um território de risco e passa a ser, cada vez mais, um campo de possibilidades.

  • Avaliação ocular no início da vida é fundamental para prevenir problemas futuros

    Avaliação ocular no início da vida é fundamental para prevenir problemas futuros

    No Dia Mundial da Saúde, especialista explica que teste do olhinho permite rastrear alterações importantes na visão, e orienta pais sobre sinais de alerta

    No Dia Mundial da Saúde, celebrado em 7 de abril, a atenção se volta para práticas essenciais que impactam a qualidade de vida desde os primeiros dias. Entre elas, o cuidado com a saúde ocular infantil ganha destaque, especialmente quando se fala em prevenção e diagnóstico precoce. Um exame simples, rápido e indolor pode ser decisivo para identificar alterações importantes ainda no início da vida: o teste do olhinho.
    De acordo com a Dra. Juliane Coelho Ricciardi, oftalmologista do Instituto de Olhos de Belo Horizonte (IOBH), o exame, também conhecido como Teste do Reflexo Vermelho, é uma triagem fundamental realizada nos primeiros dias após o nascimento e ao longo do acompanhamento pediátrico. “O teste avalia possíveis assimetrias e ajuda a rastrear alterações oculares nas crianças”, explica.
    A especialista destaca que a realização precoce é essencial para descartar condições graves. “Esse exame é fundamental ao nascimento e durante o primeiro ano de vida para identificar alterações como opacidades de córnea, catarata congênita e até tumores oculares”, afirma. Entre as doenças que podem ser detectadas está o retinoblastoma, um tipo raro de câncer que se desenvolve na retina e pode comprometer a visão de forma severa quando não tratado a tempo, além de outras condições que afetam a transparência das estruturas responsáveis pela visão.
    Obrigatório nas maternidades brasileiras, o teste deve ser repetido ao longo da puericultura, fase de acompanhamento regular da saúde e do desenvolvimento infantil pelo pediatra. “Mesmo sendo um exame inicial, ele precisa ser refeito durante o crescimento da criança, pois algumas alterações podem surgir ou se tornar mais evidentes com o tempo”, ressalta a médica.
    Caso seja identificada alguma alteração, o encaminhamento deve ser imediato. “Se houver reflexo ausente ou assimétrico, a criança precisa ser avaliada com urgência por um oftalmopediatra para investigação completa da via óptica”, orienta a Dra. Juliane Coelho Ricciardi. A agilidade nesse processo pode fazer toda a diferença no prognóstico.
    O diagnóstico precoce é um dos principais aliados na prevenção de complicações mais graves. “Doenças como glaucoma congênito e retinoblastoma têm melhores desfechos quando identificadas cedo, podendo inclusive evitar cegueira irreversível com o tratamento adequado”, destaca a especialista.
    Mesmo quando o resultado do teste é considerado normal, o acompanhamento continua sendo indispensável. A recomendação da Sociedade Brasileira de Oftalmopediatria é que a primeira consulta oftalmológica aconteça entre os 6 e 12 meses de vida. Esse cuidado permite avaliar o desenvolvimento visual e identificar possíveis alterações que não aparecem na triagem inicial.
    Além dos exames, os pais também desempenham papel importante na observação de sinais no dia a dia. “Desvio ocular e falta de interesse por rostos ou objetos podem indicar que algo não está certo e devem ser investigados”, alerta a médica.
    Neste Dia Mundial da Saúde, a principal orientação é reforçar a importância da prevenção desde cedo. “Garantir que a criança realize os testes de triagem e passe por avaliação oftalmológica no período indicado é fundamental para preservar a saúde ocular ao longo da vida”, finaliza a Dra. Juliane Coelho Ricciardi.

  • Mega-Sena sorteia nesta terça-feira prêmio acumulado em R$ 15 milhões

    Mega-Sena sorteia nesta terça-feira prêmio acumulado em R$ 15 milhões

    Apostas podem ser feitas até as 20h, horário de Brasília

    As seis dezenas do concurso 2.993 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

    O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 15 milhões.

    O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

    As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília), nas casas lotéricas e pela internet, no portal Loterias Caixa.

    O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

     

    Agência Brasil

  • Massacre de Realengo, 15 anos: os fatores misóginos por trás do crime

    Massacre de Realengo, 15 anos: os fatores misóginos por trás do crime

    Há 15 anos, um jovem entrou com dois revólveres na Escola Municipal Tasso da Silveira, no Rio de Janeiro, atirou e matou 12 alunos de 13 a 15 anos. Feriu mais 10 pessoas e cometeu suicídio depois de ser baleado por policiais.

    Os motivos por trás do Massacre de Realengo, como ficou conhecido o crime ocorrido no bairro da zona norte, sempre estiveram no centro das discussões. O assassino deixou vídeos e uma carta de suicídio alegando, entre outros fatores, que sofreu bullying (violência e intimidação frequentes) durante o período em que estudou na escola.

    Boa parte dos analistas e das autoridades focaram nessa versão, o que motivou a criação do Dia Nacional de Combate ao Bullying em 7 de abril, por meio da Lei 13.277/2016, para conscientização sobre o tema.

    Um grupo de pesquisadoras e ativistas feministas entende que um ponto central do crime foi negligenciado durante todos esses anos: a misoginia, termo usado para categorizar o ódio contra as mulheres e as ideias de superioridade masculina.

    Nesse sentido, um conjunto de elementos permite identificar questões de gênero no crime, a começar pela diferença no número de vítimas: foram 10 meninas e 2 meninos.

    “As explicações que surgiram na mídia à época chegaram a ser ridículas. Morreram mais meninas porque elas correm mais devagar ou porque costumam ser boas alunas e sentar nas primeiras fileiras da sala”, lembra Lola Aronovich, pesquisadora e ativista feminista.

    “As testemunhas relataram que o assassino atirava nas meninas para matar e nos meninos para ferir. Além disso, pelo que ele deixou gravado e escrito, era claramente um incel [celibatário involuntário, que não consegue ter relacionamentos sexuais]. Nos grupos masculinistas que eu acompanhava no Orkut na época, o massacre era comemorado e o assassino visto como um herói. Diziam que lembravam de vê-lo frequentando os fóruns. Tudo aponta para um crime  movido por misoginia”, acrescenta.

    Violência em escolas

    A pesquisadora Cleo Garcia, doutora em educação pela Universidade de Campinas (Unicamp), estuda episódios de violência extrema em escolas no Brasil. Levantamento conduzido por ela identificou 40 ataques entre 2001 e 2024, com aumento expressivo recente: 25 casos ocorreram entre 2022 e 2024. Todos foram cometidos por homens.

    Segundo Garcia, esses crimes frequentemente estão associados a crenças opressoras, como misoginia, racismo e ideologias extremistas. Ela destaca que comunidades online desempenham papel relevante no processo de estimular ataques.

    Esses espaços intensificam ressentimentos, frustrações e raiva. Muitos se consideram vítimas de injustiças sociais e veem a diversidade como uma ameaça.

    “A misoginia é um fenômeno multifatorial. Por um lado, há questões psicológicas de cada um que passam a ser exploradas nessas comunidades. Quem tem baixa tolerância à frustração é mais vulnerável às ideias de ódio. Também é comum entre pessoas que têm dificuldade de assumir responsabilidades. O misógino sempre coloca a culpa nas meninas”, diz Cleo.

    “Por outro lado, devemos destacar a influência sociocultural. Levar em conta a famílias, os locais onde vivem, comunidades que frequentam. Que modelos de masculinidade os meninos estão recebendo na sua formação? Os de que não se pode levar desaforo para casa, que precisam ser agressivos, vencer e destruir o outro”, completa.

    A construção de um modelo de masculinidade violenta, que hierarquiza e inferioriza as mulheres, é parte essencial das dinâmicas de radicalização.

    “Entre esses criminosos, há meninos ou homens muito frustrados sexualmente. Tímidos, que não têm namorada e se sentem muito mal por isso. Entendem que, para ser homem e provar masculinidade, têm que ser ricos, poderosos e ter um monte de mulheres. E caem nessa estupidez da masculinidade tóxica, ao encontrar um lugar de pertencimento em comunidades da internet que levam a extremos”, analisa Lola.

    Desafios e soluções

    Para a educadora Cleo Garcia, o ambiente escolar é fundamental na constituição social e emocional dos jovens. O ideal seria que famílias estivessem integradas com as instituições, em permanente diálogo. E que os estudantes tivessem canais de comunicação, mesmo que de forma anônima, para se sentir seguros, falar sobre angústias e dificuldades comuns.

    Para isso ocorrer, porém, mudanças mais amplas precisam ser construídas por toda a sociedade.

    “Não sei se, no geral, profissionais de escolas estão preparados para trabalhar temas complexos de gênero, emoções e até mesmo convivência. E a culpa não é deles. É preciso mais investimento na área de educação. Não dá para cobrar só da escola. Como lidar com problemas de saúde mental, se há inúmeros problemas estruturais? Escolas sem o básico: quadro, biblioteca, internet”, reflete Cleo.

    “A responsabilidade é de toda a sociedade. Investimentos devem ser feitos em conselhos tutelares, sistemas de saúde mental, assistência social, segurança pública, escola, família, instituições de Estado”, completa.

    A ativista Lola Aronovich concorda que o enfrentamento desse tipo de violência exige diferentes ações, incluindo segurança pública, educação e monitoramento digital.

    “São várias frentes. Uma é a investigação policial. Tenho certeza que as polícias têm investigado e conseguido impedir muitos crimes. Às vezes, a gente fica sabendo de uma busca e apreensão. Isso deve ser intensificado”, diz Lola.

    “Mas a questão da educação é fundamental. Precisa ter diálogo nas escolas, um espaço para que os adolescentes possam conversar sobre o que veem na internet, com a supervisão de um adulto, de preferência, uma psicóloga. E os pais têm que saber o que os filhos fazem na internet. É responsabilidade deles”.

    “Outra coisa é a regulação das plataformas. Não é possível que elas permitam que tudo isso esteja acontecendo sem fazer nada. Elas sabem tudo que a gente faz na internet, logo sabem muito bem o que acontece nas comunidades. Temos pesquisas mostrando que as plataformas lucram com a misoginia e a radicalização dos jovens. Precisamos dar um fim nisso”, complementa.

    Agência Brasil

  • RJ: combate à violência contra mulher terá gesto de socorro com a mão

    RJ: combate à violência contra mulher terá gesto de socorro com a mão

    Lei foi sancionada pelo governador em exercício, Ricardo Couto

    O gesto conhecido como “sinal por ajuda” será incluído como forma adicional de pedido de socorro para mulheres em situação de violência doméstica e familiar. É o que determina a lei aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), sancionada pelo governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, e publicada no Diário Oficial dessa segunda-feira (6).

    O gesto foi criado pela Canadian Women’s Foundation e amplamente difundido pela ONU Mulheres e por entidades de defesa dos direitos femininos em todo o mundo. Ele consiste em levantar a mão com a palma voltada para fora, dobrar o polegar sobre a palma e fechar os demais dedos sobre ele, de modo a “prender” o polegar.

    O novo dispositivo amplia a lei em vigor, que já instituía o Código Sinal Vermelho como forma de pedido de socorro e ajuda às mulheres em situação de violência no estado do Rio. A norma estabelece que a vítima pode dizer “Sinal Vermelho” ou sinalizar o pedido de ajuda exibindo a mão com uma marca em formato de “X”, feita preferencialmente com batom vermelho, caneta ou outro material acessível.

    A medida é válida em farmácias, repartições públicas e instituições privadas, como portarias de condomínios, hotéis, pousadas, bares, restaurantes, lojas comerciais, administração de shopping centers e supermercados, que aderirem ao programa. Ao identificar o pedido de socorro, os atendentes desses estabelecimentos deverão acionar imediatamente a Polícia Militar, por meio do número 190, adotando as medidas necessárias para garantir a segurança da vítima.

    Para o autor da norma, Vinicius Cozzolino, as mudanças ampliam as possibilidades de denúncia e fortalecem a rede de proteção às mulheres.

    “Ao lado do já instituído ‘Sinal Vermelho’, que se mostrou ferramenta eficaz em farmácias e estabelecimentos comerciais, a inclusão do ‘Sinal por Ajuda’ amplia as possibilidades de comunicação silenciosa das vítimas e fortalece a rede de enfrentamento à violência contra a mulher”, afirmou Cozzolino.

     

    Agência Brasil