Dia: 4 de março de 2024

  • Indicado pelo Big Fone, Davi enfrenta Alane e Michel no 11º paredão do BBB 24

    Indicado pelo Big Fone, Davi enfrenta Alane e Michel no 11º paredão do BBB 24

    O décimo primeiro paredão do Big Brother Brasil 24 foi formado e o baiano Davi não escapou da berlinda. O motorista por aplicativo enfrenta a aliada Alane e o rival Michel pela permanência no reality show.

    Indicado ao paredão pelo Big Fone após atender a última ligação que colocava alguém direto na reta para a eliminação, o motorista por aplicativo teve o poder de puxar outro participante para o paredão e escolheu Yasmin Brunet.

     

    “Acho ela uma jogadora inútil dentro da casa, não vejo ela se movimentando no jogo.”

     

    Michel foi parar no paredão por indicação do líder Lucas Henrique, o Buda. “Temos que ter muito cuidado com a pedra que a gente atira porque, na volta do mundo, ela encontra com a gente”, disse o capoeirista ao indicar o professor.

     

    Já Alane foi a mais votada pelos colegas de confinamento recebendo seis votos.

     

    Indicada por Davi, Brunet conseguiu se salvar na prova Bate e Volta que consistia em uma disputa de sorte. 
    O paredão não foi cancelado após a expulsão de Wanessa Camargo por agressão. A artista deixou o jogo no sábado (2), acusada de agredir Davi na madrugada durante a festa.

    Bahia Notícias

  • CBPM representa a Bahia em convenção mundial de mineração, no Canadá

    CBPM representa a Bahia em convenção mundial de mineração, no Canadá

    A Companhia Baiana de Pesquisa e Mineração (CBPM) participa, mais uma vez, da Prospectors and Developers Association of Canada (PDAC), que acontece de domingo a quarta-feira (3 a 6/03), em Toronto. A maior convenção internacional de mineração está na 92ª edição e deve reunir cerca de 30 mil participantes de 130 países, interessados em negócios associados à mineração. Compondo a delegação brasileira, o presidente da Companhia, Henrique Carballal, foi acompanhado pelo chefe de gabinete, Carlos Borel, e pelo chefe de projetos da Gerência de Empreendimentos Minerais e Meio Ambiente (Gemam), Williame Cocentino.
    O objetivo é estabelecer contato com órgãos governamentais de outros países, possibilitando futuras parcerias e atraindo investidores que possam contribuir ainda mais para o desenvolvimento do estado, aproveitando esse momento de transição energética. Para isso, os representantes da Bahia apresentam a diversidade e o potencial minerário ao trade internacional durante esses quatro dias de evento.
    Na segunda-feira (4), durante o Brasilian Mining Day, dia de seminário dedicado ao Brasil, os integrantes da delegação brasileira ministram palestras, abordando diferentes temas relacionados ao setor, como perspectivas, tendências e desenvolvimento de novas pesquisas. Carballal falará sobre projetos minerais avançados no país. “O Brasilian Mining Day é a oportunidade de falar sobre nossas riquezas minerais e ofertar para investidores do mundo inteiro condições de se instalar na Bahia, atraindo investimentos reais que vão impactar diretamente no desenvolvimento social do estado”.
    Também fazem parte da missão no Canadá representantes do Ministério de Minas e Energia, da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa Mineral e Mineração (ABPM), do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), da Agência Nacional de Mineração (ANM), do Serviço Geológico do Brasil (SGB) e da Agência para o Desenvolvimento e Inovação do Setor Mineral Brasileiro (Adimb), responsável pela organização da delegação brasileira.
    Turismo
    Patrocinadora platina do PDAC, a Companhia Baiana de Pesquisa e Mineração promove uma presença destacada da Bahia. Além de apresentar a diversidade minerária, também distribui kits apresentando as principais atrações turísticas da Bahia, através de parceria com a Secretaria de Turismo (Setur-BA), com o objetivo de atrair potenciais visitantes.
  • Botafogo bate Flu e fica na esperança de se classificar à semi no RJ

    Botafogo bate Flu e fica na esperança de se classificar à semi no RJ

    No último clássico da Taça Guanabara de 2024, deu Botafogo contra o Fluminense. O Glorioso derrotou o rival por 4 a 2 no Maracanã, neste domingo (3). O duelo – que foi transmitido pela Rádio Nacional – teve gols de Marlon Freitas (2), Raí e Emerson Urso para o Alvinegro, com Lelê e John Kennedy marcando para o Tricolor.

    O jogo começou agitado, com gol de Marlon Freitas para o Botafogo logo aos dois minutos. Ele dominou com classe dentro da área e chutou de perna esquerda para vencer o goleiro Felipe Alves.

    Aos 13, o Alvinegro ampliou. Raí aproveitou o corte mal feito por Antônio Carlos e bateu de esquerda, de fora da área.

    O Flu descontou ainda no primeiro tempo. Lelê foi lançado, Lucas Halter e Gatito Fernandez não se decidiram sobre quem faria o corte e o atacante tricolor se aproveitou da incerteza adversária e tocou para as redes.

    No segundo tempo, as emoções ficaram todas para o fim. Aos 36, a arbitragem marcou pênalti em empurrão de Damián Suarez sobre John Kennedy na área. O próprio atacante cobrou – de cavadinha – e marcou, igualando o placar.

    No entanto, seis minutos depois, André derrubou Kauê na área e foi expulso. Outra penalidade máxima, que Marlon Freitas converteu para recolocar o Glorioso na frente.

    Depois de breve confusão nos acréscimos, na última jogada da partida, Hugo levantou na área e Emerson Urso apareceu para completar de cabeça e fechar a vitória do Botafogo.

    O Alvinegro terminou a partida com 20 pontos, em quarto lugar, à frente do Vasco. O Fluminense, com 21 pontos, já está garantido nas semifinais, mas pode terminar entre a segunda e quarta posições, a depender dos resultados de Vasco e Nova Iguaçu.

    Bahia e Vitória

    No Campeonato Baiano, o domingo reservou a última rodada da primeira fase. Bahia e Vitória obtiveram o mesmo resultado: 2 a 0. O Tricolor bateu o Jacuipense com gols de Rafael Ratão e Biel. Já o Leão, fora de casa, derrotou o Itabuna graças aos gols de PK e Alerrandro. O resultado rebaixou o Itabuna à segunda divisão estadual.

    Finalizada a primeira fase, Bahia e Vitória somaram os mesmos 19 pontos, mas o Tricolor ficou com a primeira posição pela vantagem no saldo de gols (15 a 9). O Leão passou de fase no estadual pela primeira vez desde 2018 e agora tem pela frente o Barcelona de Ilhéus. Já o Bahia encara o Jequié na semifinal.

    Agência Brasil

  • Com fluxo diário de 150 mil veículos, Ponte Rio-Niterói faz 50 anos

    Quatrocentas mil pessoas em 150 mil veículos. Esse é o fluxo diário que atravessa os 13 quilômetros da Ponte-Rio Niterói, que completa 50 anos de inauguração nesta segunda-feira (4). Já considerada a maior ponte do Hemisfério Sul e da América Latina, ela é um trecho da BR-101 e uma ligação viária vital para o estado do Rio de Janeiro, encurtando o caminho que antes exigia contornar a Baía de Guanabara ou usar balsas.

    O conceito de uma ponte suspensa entre os dois municípios data de 1875, mas somente em 1963 foi criado um grupo de trabalho para estudar um projeto para a sua construção. Em 23 de agosto de 1968, o general Arthur Costa e Silva, então presidente da ditadura militar, assinou decreto autorizando o projeto de sua construção. Apesar de sucessivas tentativas de mudança, até hoje é o ditador que dá o nome oficial da Ponte Rio-Niterói, a Ponte Presidente Costa e Silva.

    Marco da engenharia nacional, a ponte tem o maior vão em viga reta contínua do mundo, o Vão Central, com 300 metros de comprimento e 72 metros de altura. Outro número que impressiona é o total de 1.152 vigas ao longo de sua estrutura.

    O presidente do Clube de Engenharia, Marcio Girão, lembra que, antes de sua construção, para fazer a travessia entre Rio de Janeiro e Niterói, levava-se mais de duas horas de espera, e o transporte de veículos era feito em balsas. Ele destaca que a maior parte da ponte foi desenvolvida com engenharia nacional.

    “Na época, a Noronha Engenharia, sediada no Rio, é que preparou o projeto. Depois, várias empresas nacionais, em consórcio, construíram a ponte. Somente o vão central, que tinha a estrutura metálica, teve o projeto contratado a uma empresa norte-americana. A gente não tinha muita experiência nessa área. Mas todo o resto da ponte, em concreto armado, foi todo feito pela engenharia brasileira.”

    A firma Howard, Needles, Tammen and Bergendorf, dos Estados Unidos, projetou o trecho dos vãos principais em estrutura de aço, incluindo as fundações e os pilares. Os engenheiros responsáveis pelo projeto da ponte de concreto foram Antônio Alves de Noronha Filho e Benjamin Ernani Diaz, enquanto o engenheiro responsável pela ponte de aço foi o americano James Graham.

    Para Márcio Girão, a Ponte Rio-Niterói é uma realização importante da engenharia brasileira, que já foi uma das mais capazes do mundo. O presidente do Clube de Engenharia lamentou que a engenharia nacional tenha caído muito de 1980 para cá. “Houve uma destruição da engenharia nacional, principalmente a engenharia consultiva, ou de projetos, por falta de políticas públicas. A engenharia brasileira precisa ser realavancada. A engenharia precisa voltar”, defende.

    Trabalhadores mortos

    A grandiosidade celebrada pela engenharia também envolveu desfechos trágicos para muitos trabalhadores responsáveis por ela. O professor aposentado do Programa de Engenharia de Transportes do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ), Ronaldo Balassiano, tem memórias da fase final da construção.

    Ainda jovem, Ronaldo Balassiano era calouro na universidade e tinha um professor que dava consultoria para a gigantesca obra.

    “Ele contava para nós as coisas absurdas que aconteciam durante a construção. Era uma obra grande, pioneira para nós, aqui no Brasil, em que muita gente morreu. Alguns trabalhadores morreram, inclusive concretados dentro desses pilares. É um fato sabido. Este foi um ponto negativo da construção”, avalia Balassiano.

    O presidente do Clube de Engenharia, Marcio Girão, também aponta o lado trágico da construção que teve oficialmente 33 mortes registradas. Mas as estimativas da época, não oficiais, alcançavam 400 óbitos, incluindo operários e engenheiros, conta ele. “A gente sabe que o registro oficial sempre está aquém do real.”

    AI-5

    Para a professora do Departamento de História da Universidade Federal Fluminense (UFF) Samantha Viz Quadrat, um ponto importante na construção da ponte é que ela começa com o Ato Institucional Número Cinco (AI-5) e termina com o início da transição no Brasil, em 1974. “Ela é construída ao longo do período com maior índice de violência da ditadura brasileira. A maior concentração de mortos e desaparecidos foi no decorrer de toda a construção da ponte”, aponta.

    Nesse período de maior violência, a historiadora conta que uma das formas de a ditadura angariar aprovação popular foi por meio da construção de grandes obras, como a Ponte Rio-Niterói, a Usina Hidrelétrica de Itaipu e a Rodovia Transamazônica, que já eram uma pauta brasileira discutida desde o século 19.

    “Elas são também obras de propaganda, dentro do contexto de um país que vai para a frente. O próprio Médici [ex-presidente da ditadura militar, de 1969 a 1974] fala que é a ponte do futuro, que o Brasil já está dando certo. A ponte entra dentro desse contexto.”

    O AI-5 foi elaborado em 13 de dezembro de 1968, pelo então ministro da Justiça, Luís Antônio da Gama e Silva, e entrou em vigor durante o governo do presidente Costa e Silva, em resposta a fatos anteriores, como uma passeata de mais de 100 mil pessoas no Rio de Janeiro em protesto contra o assassinato do estudante Edson Luís de Lima Souto por um integrante da Polícia Militar. Esse foi o quinto de 17 grandes decretos emitidos pela ditadura militar nos anos que se seguiram ao golpe de Estado de 1964, e é considerado uma vitória dos militares mais radicais, que exigiam do governo poderes para eliminar opositores por meio de medidas como prisões, punição de dissidentes, suspensão de direitos políticos e cassação de mandatos.

    Samantha lembra que esse foi um período de grande repressão, de censura prévia aos órgãos de comunicação e perseguição aos movimentos operários e de trabalhadores.

    “A obra é construída dentro desse quadro de violência, em que não se tinha como fazer denúncias sobre questões trabalhistas. As populações diretamente atingidas pela ponte não têm a quem recorrer É uma obra que, de fato, vem de cima para baixo”, diz a professora.

    Mudança de nome

    Se a história vinculada ao período autoritário não pode ser mudada, o nome Presidente Costa e Silva foi alvo de diferentes iniciativas nos últimos anos. Em 2012, atendendo a pedido de movimentos de direitos humanos, o deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ) apresentou projeto propondo a mudança do nome da ponte para o do sociólogo Herbert de Souza, o Betinho.

    Em entrevista à Agência Brasil, Chico Alencar disse que a mudança do nome para o do sociólogo se justificava por “ser uma pessoa cuja vida foi dedicada a construir pontes entre os que têm fome e os saciados, entre os sensíveis e os insensíveis, entre os que têm consciência dos sentimentos do mundo e os que não têm, para dar uma dimensão nova à política, com esse respaldo social”.

    Apesar disso, o parlamentar admite que há muitos obstáculos. O projeto já tem um parecer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ). “Mas eu sei que, para passar, se já era difícil na época, ainda é mais difícil agora, que a Câmara mudou, e o Congresso ficou mais conservador ainda.”

    Outra tentativa de mudança foi por via judicial, mas, em janeiro de 2015, a Justiça Federal no Rio de Janeiro negou pedido formulado pelo Ministério Público Federal (MPF). Segundo a decisão, a medida deveria ser decidida pela sociedade, de forma coletiva, por meio de seus representantes no Legislativo.

    Em maio de 2021, foi protocolado na Câmara Federal projeto de lei do deputado federal Chico D’Angelo (PDT-RJ), pedindo que a ponte passasse a se chamar Ponte Ator Paulo Gustavo, para homenagear o ator que nasceu em Niterói e morreu de covid-19 naquele mês, em um hospital do Rio.

    A historiadora Samantha Viz Quadrat considera lamentável que ainda haja homenagens públicas, em espaços públicos, a ditadores. “A ditadura não merece homenagem de nenhum tipo em local público, seja universidade, escola, rua, ainda mais uma construção como a da Ponte Rio-Niterói, que é uma obra representativa do que a ditadura foi em termos de violência, de repressão, de perseguição aos trabalhadores, de más condições de trabalho, de censura.”

    Melhorias

    Com o objetivo de proporcionar maior segurança ao usuário, muitas melhorias foram efetuadas ao longo destes 50 anos. No ano 2000, por exemplo, o asfalto no vão central foi substituído por um piso de concreto de elevada resistência, enquanto a superestrutura metálica foi reforçada internamente.

    Em 2004, o Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe/UFRJ) desenvolveu para a rodovia os atenuadores dinâmicos sincronizados (ADS). Esse é um conjunto de massa e mola de 32 peças e pesos de grandes proporções que funciona como um amortecedor para a estrutura do vão central. Em eventos com fortes ventos, a ponte teve uma redução de 90% de sua oscilação.

    No ano de 2009, depois de efetuados estudos de segurança viária, a ponte ganhou um reordenamento de faixas, que aumentaram de três para quatro, o que contribuiu para ampliar sua capacidade operacional. Em 2016, já sob administração da Ecoponte, a praça de pedágio foi aumentada, a via ganhou iluminação de LED e lamelas antiofuscantes, sistema que utiliza defensas metálicas para eliminar o ofuscamento durante a noite causado pela iluminação dos faróis.

    No dia 1º de junho de 1995, foi feita a primeira concorrência para concessão da administração da Ponte Rio-Niterói à iniciativa privada, vencida pelo consórcio Ponte S/A, empresa do Grupo CCR. Essa foi a primeira grande estrutura rodoviária concedida para o setor privado no país. Desde 2015, porém, a ponte está concedida à Ecoponte.

    Movimento pendular

    Além de fazer parte da história do Brasil e ser um marco de sua engenharia, a Ponte Rio-Niterói também é parte da rotina de milhares de moradores da região metropolitana do Rio de Janeiro. A fotógrafa Iane Filgueiras, de 34 anos, construiu sua carreira profissional indo e voltando na ponte diariamente, desde que era estagiária, em 2009. Moradora de São Gonçalo, cidade da região metropolitana, ela trabalha na zona norte do Rio.

    “Minha relação com a ponte é de amor e ódio como todo mundo que atravessa a ponte diariamente. Acho uma construção incrível com uma extensão inacreditável sobre a baía. Vi muitas vezes o sol nascer e se pôr. Também já peguei muito temporal em que a ponte balança. Mas é uma dificuldade ter trânsito todo dia, com 40 minutos para atravessar a ponte”, conta Iane.

    A circulação intensa é fiscalizada diariamente pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), que usa sistemas de videomonitoramento, recursos tecnológicos como drones e câmeras de alta resolução para o acompanhamento de todo o trecho sob sua competência.

    “Fisicamente há uma delegacia e uma unidade operacional ao longo de toda a ponte, são atendidos cidadãos durante todo o dia, veículos são fiscalizados, há o combate ao crime, com um trabalho incessante de inteligência é possível hoje ter diversas tentativas criminosas frustradas sem grande impacto na fluidez do trânsito e risco à sociedade que trafega pela via”, destaca nota da PRF.

    As ocorrências que envolvem a ponte são as mais variadas que se pode imaginar. Uma das mais inusitadas ocorreu em 14 de novembro de 2022, quando o navio graneleiro São Luiz, ancorado desde 2016 na Baía de Guanabara, colidiu com a estrutura, levando ao fechamento da via nos dois sentidos até que sua integridade fosse avaliada. O congestionamento provocado pelo acidente superou 19 quilômetros na primeira hora do fechamento. A via sentido Niterói foi liberada três horas depois, mas a movimentação no sentido Rio de Janeiro ficou restrita a duas pistas até o dia seguinte, para reparos no guarda-corpo.

    Agência Brasil

  • Fibromialgia: tratamento possibilita mais qualidade de vida aos pacientes

    Fibromialgia: tratamento possibilita mais qualidade de vida aos pacientes

    A fibromialgia é uma condição clínica caracterizada por dor uma musculoesquelética generalizada. É um problema mais comum do que se imagina, atingindo mais de 5% da população e presente em 10 a 15% dos pacientes que frequentam o consultório de reumatologia, segundo dados da Sociedade Brasileira de Reumatologia. Além disso, de cada 10 pacientes com a síndrome, sete a nove são mulheres, principalmente na idade entre 20 e 55 anos. Por isso, a campanha Fevereiro Roxo busca conscientizar a população sobre o problema e alertar para as possibilidades de tratamento.

    Nestor Barreto, reumatologista do Hospital Mater Dei Salvador, explica que o sintoma clássico da doença é a dor generalizada, que pode acometer membros superiores, inferiores e as colunas cervical, torácica e lombar. “No entanto, também é muito comum a presença de outros sintomas, como a fadiga intensa, distúrbios do sono, transtornos cognitivos (alteração da memória ou atenção), além de distúrbios psiquiátricos, como a ansiedade, depressão, transtorno do pânico e outros”, enumera o especialista.

     

    O diagnóstico da doença é feito através de exames clínico e físico, com auxílio de eventuais exames complementares para identificar fatores associados. Para o diagnóstico, é necessário que o paciente tenha experimentado um quadro de dor crônica por um período mínimo de 3 meses, sem outra causa mais provável. Além disso, a presença dos sintomas associados também ajuda na caracterização da fibromialgia. Apesar de as pesquisas sobre a fibromialgia terem avançado muito nos últimos anos, ainda não se sabe a causa exata desta condição

     

    Abordagem multiprofissional

     

    O problema exige uma abordagem em múltiplas áreas. De acordo com o reumatologista Nestor Barreto, a especialidade trata a síndrome através de quatro pilares: educação do paciente, exercício físico, controle do peso e terapia medicamentosa, que podem ser usados de modo combinado.

    “A fibromialgia é uma condição que necessita de uma abordagem multiprofissional para um manejo mais otimizado. Aqui na Rede Mater Dei, por exemplo, realizamos o controle através de profissionais de várias áreas, o que permite ao paciente centralizar o seu cuidado em um único lugar, maximizando bastante o seu resultado terapêutico”, afirma o reumatologista. Por ser mais frequente em pacientes com doenças autoimunes, como artrite reumatoide e espondiloartrites, o controle dessas condições, muitas vezes por meio de medicações imunobiológicas, também é essencial para evitar crises de dor típicas da fibromialgia.

     

    Em Salvador, o centro de infusão do Hospital Mater Dei tem uma infraestrutura de ponta, com acessibilidade e uma equipe multiprofissional de médicos e enfermeiros que auxiliam no tratamento com imunobiológicos. “Por ser uma condição crônica, o tratamento correto e multidisciplinar da fibromialgia permite uma melhor qualidade de vida, tornando a dor mais controlável e com menos interferências nas atividades diárias”, finaliza o especialista.

    Sobre a Rede Mater Dei de Saúde

    Somos uma rede de saúde completa, com 44 anos de vida, cuidando da saúde de nossa população, tendo o paciente no centro de tudo e ancorada em três princípios: inteligência, humanização e tecnologia; suportada pela solidez das governanças clínica e corporativa. Nossos serviços médico-hospitalares estão disponíveis para toda a família, em todas as fases da vida, com qualidade assistencial e profissionais altamente capacitados e especializados. Estamos em expansão, levando para mais pessoas o Jeito Mater Dei de Cuidar e de Acolher. Nossa premissa é valorizar a vida dos nossos pacientes em cada atendimento, disponibilizando o melhor que a medicina pode oferecer.

    Unidades:

    Minas Gerais: Hospital Mater Dei Santo Agostinho, Hospital Mater Dei Contorno, Hospital Mater Dei Betim-Contagem, Hospital Mater Dei Santa Genoveva, CDI Imagem e Hospital Mater Dei Santa Clara

    Bahia: Hospital Mater Dei Salvador e Hospital Mater Dei Emec

    Goiás: Hospital Mater Dei Premium

    Pará: Hospital Mater Dei Porto Dias

  • Prefeitura inaugura campo com grama sintética no Rio Sena e chega a 36 entregues desde 2021

    Prefeitura inaugura campo com grama sintética no Rio Sena e chega a 36 entregues desde 2021

    Dando continuidade às ações de fortalecimento do esporte na capital baiana, a Prefeitura de Salvador entregou neste domingo (3) mais um campo com grama sintética na região do Subúrbio Ferroviário. O Campo do Carlitão, localizado na Rua Pedro Ortiga, no Rio Sena, foi inaugurado com a presença do prefeito Bruno Reis. Este foi o 36º equipamento do tipo entregue desde 2021 pela atual gestão.
    Em seu discurso no evento, Bruno Reis destacou o investimento que o município tem feito para qualificar espaços esportivos da cidade, tratados como instrumentos de promoção do lazer e da cidadania. “Quando chegamos à Prefeitura, o que as lideranças comunitárias nos pediam era que a gente passasse uma máquina para nivelar o campo de areia, porque o piso estava irregular”, lembra.
    “De lá para cá, a Prefeitura ganhou força e foi, graças a Deus, transformando o padrão da cidade. Fomos abrindo campos de grama sintética, colocando alambrado, construindo vestiários, arquibancada e instalando iluminação em LED”, completou Bruno Reis.
    Para a reforma do Campo do Carlitão, foram investidos pouco mais de R$784 mil. O espaço ganhou a reforma dos alambrados, troca das traves, colocação da rede de cobertura, arquibancada, pintura, além da infraestrutura necessária para colocação da grama sintética.
    Bruno Reis afirmou que a expectativa é que até o fim de 2024 a cidade tenha 100 campos com gramado sintético. “À medida que vamos realizando nossos sonhos, vamos sonhando novos. Hoje, as comunidades querem jogar bola em campos com grama sintética. Aqui no Subúrbio, já entregamos vários campos, e agora chegou a vez do Carlitão. Este campo representa a realidade da cidade no presente. E, sem sombra de dúvidas, nesta região está o retrato das transformações que a nossa cidade vem vivendo”, reforçou.
    Moradora do Rio Sena, Andreia Goes, de 42 anos, parabenizou a Prefeitura pela iniciativa e afirmou que a comunidade já está usufruindo do espaço. “Ficou muito bonito, e é gratificante ver que agora as crianças têm onde brincar. Ficou um local organizado, limpo e sem risco de se machucar. Este campo virou um espaço de lazer para toda a comunidade que antes tinha que conviver com o lixão que aqui ficava. O que era um espaço desprezado e que ninguém tinha um olhar para transformar agora nos deixa mais valorizados”, contou.
    Apenas neste ano, a Prefeitura já entregou para os soteropolitanos outros espaços similares ao inaugurado hoje, como o Campo dos Unidos, situado na Rua Voluntários da Pátria, no Lobato, e o complexo esportivo e de lazer Raimundo Varela, na Fazenda Grande IV. Os espaços são de responsabilidade da Secretaria de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre).
    O titular da Sempre, Junior Magalhães, falou sobre o protagonismo que os espaços esportivos desempenham no dia a dia das comunidades. “Este campo com grama sintética, e toda a requalificação do entorno mostra que a gestão municipal não tem medido esforços para levar equipamentos esportivos e de lazer, com total qualidade, para os quatro cantos da cidade. Toda essa iniciativa deve-se também ao entendimento de que estes locais desempenham um importante papel, integrando e fortalecendo os vínculos comunitários, tão necessários para o estabelecimento do convívio social e bem-estar das comunidades onde estão instalados”, afirmou.
    Fotos: Valter Pontes / Secom PMS
  • Prefeitura entrega 22 módulos para lava-jatos no Curralinho nesta segunda-feira (4)

    Prefeitura entrega 22 módulos para lava-jatos no Curralinho nesta segunda-feira (4)

    A Prefeitura de Salvador realiza nesta segunda-feira (4), às 9h, a entrega dos novos boxes para lava-jato na Estrada do Curralinho, obras que fazem parte do projeto de requalificação urbanística daquela região. O prefeito Bruno Reis estará presente ao evento, assim como outras autoridades do município.
    São, ao todo, 22 módulos para lava-jatos com quase 50 metros quadrados de área cada um, contando com piso intertravado, cobertura em lona, revestimento cerâmico, instalações elétrica e hidráulica, banheiros e outras facilidades.