Dia: 28 de março de 2024

  • PF busca suspeito de criar perfil falso de Lewandowski em rede social

    PF busca suspeito de criar perfil falso de Lewandowski em rede social

    A Polícia Federal (PF) cumpre nesta quinta-feira (28) um mandado de busca e apreensão contra um homem suspeito de se passar pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, na rede social Instagram.

    Em nota, a corporação informou que a ação, batizada de Operação Inverídico, acontece em Osasco (SP). “De acordo com as investigações, o suspeito teria criado um perfil em nome do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, na rede social Instagram, sem autorização”.

    “A investigação terá continuidade para esclarecer qual era o objetivo do investigado com a criação de perfil falso, bem como para verificar se outras autoridades públicas foram vítimas desse crime.”

    Agência Brasil

  • Feriadão: Papazoni se apresenta em Porto Seguro neste sábado (30)

    Feriadão: Papazoni se apresenta em Porto Seguro neste sábado (30)

    A banda Papazoni se prepara para um final de semana de muito agito e, em semana de feriadão, a correria já começa agora! Hoje, quarta (27), o grupo se apresenta em Salvador, em um evento fechado para um público seleto. Já no Sábado de Aleluia, dia 30 de março, a banda Papazoni comanda o show na “Santa Festa”, que acontece no complexo Toa Toa, em Porto Seguro. Com uma quebradeira contagiante, Felipe Gama e sua banda vão mostrar ao público um repertório com músicas de destaque no cenário nacional, grandes sucessos de carreira, como “Só as Brabas”, “Sentou e Gostou”, “Você Subia”, e “Eu Tive um Amor”, canção que fez muito sucesso no verão e foi apontada pela crítica como um dos hits da estação.

  • Favela-Bairro, 30 anos: legado do programa desaparece aos poucos

    Favela-Bairro, 30 anos: legado do programa desaparece aos poucos

    Os caminhos que cruzam o Morro do Andaraí, na zona norte do Rio, têm sinais de deterioração e de abandono. Em determinado ponto, o chão está afundando. No anel viário, que percorre as áreas mais altas, quando é dia de chuva e tudo alaga melhor nem tentar passar de carro.

    A comunidade foi a primeira a ter um plano de urbanização em 1994, quando surgiu o programa Favela-Bairro. Trinta anos depois, as melhorias de infraestrutura, habitação e serviços sociais são lembranças distantes de um raro momento de intervenção do Poder Público. Sem manutenção e novos investimentos, os problemas se multiplicam no ritmo de crescimento da população.

    “O plano piloto de 94 foi desenhado para uma comunidade que tinha cerca de 5 mil pessoas. No último levantamento, de 2010, já eram 30 mil. Agora, deve ter muito mais que isso, uns 40 ou 50 mil. Tudo ficou completamente defasado. As vias estão sobrecarregadas, as partes de esgoto e pluvial nunca foram modernizadas. Nada teve manutenção e, com esse crescimento desordenado da comunidade, tudo foi só piorando”, analisa Fernando Pinto, presidente da Associação de Moradores e Amigos do Morro do Andaraí (Amama).

    A cozinheira Maria Elisabete conta que, em meio à situação precária, é o espírito de coletividade que ajuda a comunidade a se manter de pé.

    “O maior problema aqui é a falta de água. É a reclamação que mais ouço. Felizmente, tenho a sorte de morar em um lugar onde quase nunca falta. E as pessoas vão tentando se ajudar. Eu ofereço a minha casa para o pessoal tomar banho e resolver outras coisas. Sem falar nas questões de esgoto. Quando cai qualquer chuvinha, os ralos entopem”, disse Elisabete.

    Ela mora ao lado da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). O edifício, que hoje parece uma fortaleza cravada na parte baixa da favela, já foi um Centro Municipal de Assistência Integrada (Cemasi), com quadra esportiva onde as crianças passavam o dia jogando bola. Desde 2010, esse ambiente foi substituído por viaturas, homens fardados e fuzis. Além de perder um espaço de assistência social e lazer, moradores não tiveram cumprida a tão prometida melhoria na segurança. Há poucos metros dali, os traficantes circulam tranquilamente.

    “O Estado entrou só com armamento e policiamento. Isso não veio agregado de outras ações que seriam muito mais importantes, como educação, saúde, lazer, esporte. Essa é uma reclamação que a gente ouve muito dos moradores”, disse Fernando Pinto.

    Programa Favela-Bairro

    O Favela-Bairro trazia no próprio nome a promessa de transformação do status das favelas em bairros e a integração delas com as regiões vizinhas. No senso comum, favela normalmente foi vista como lugar de desordem, informalidade e ilegalidade.

    “Sempre pareceu que era muito interessante para o Poder Público manter as favelas numa espécie de lugar indeterminado. Entre o legal e o ilegal. Entre o tolerado e o que deve ser expulso. Isso acontecia para que as pessoas ficassem numa situação de vulnerabilidade, que favorecesse práticas clientelistas, vindas de um parlamentar ou de determinado grupo político que adotava certa favela”, analisa Tarcyla Fidalgo, doutora em planejamento urbano e regional e pesquisadora do Observatório das Metrópoles.

    Durante boa parte do século 20, o Poder Público olhava para as favelas como problemas a serem erradicados. A palavra de ordem era a remoção. Um exemplo é o Código de Obra da Cidade do Rio de Janeiro, de 1937, que proíbe a construção de novas moradias, melhorias nas que já existiam e, progressivamente, a eliminação delas.

    Também é conhecido por essa mentalidade o governo de Carlos Lacerda (1960-1965), que adotou política forte de remoção de favelas, principalmente na zona sul. E a ditadura militar, com destaque para o período de maior repressão (1968-1973), quando cerca de 60 favelas e 100 mil habitantes foram removidos, principalmente de áreas mais nobres, de interesse do setor imobiliário.

    A situação começa a mudar com a chegada do período democrático. São marcos desse período o Projeto Mutirão (1981-1989), com a retomada de intervenções urbanísticas em favelas, e o Plano Diretor do Rio de Janeiro de 1992, que previa políticas públicas nas favelas e a inclusão delas nos mapas e cadastros da cidade.

    Em 1993, a gestão municipal de César Maia cria o Grupo Executivo de Assentamentos Populares (Geap), para centralizar a política habitacional. Entre os programas previstos, está o Favela-Bairro. No mesmo ano, surge a Secretaria de Habitação. A ideia começou a sair oficialmente do papel no dia 28 de março de 1994, quando é aberto oficialmente o edital para escolha de arquitetos e projetos, organizado pelo Instituto dos Arquitetos do Brasil do Rio de Janeiro (IAB-RJ).

    “Favela-bairro é o primeiro grande programa de urbanização de favelas que a gente tem aqui no Rio de Janeiro. Tem uma importância fundamental no sentido de marcar a possibilidade de que o Estado reconheça um território e possa agir para melhorá-lo. Ele rompe um pouco com a visão da favela como algo a ser combatido, a ser exterminado, como um lugar que não tem salvação”, diz Tarcyla.

    Inicialmente, 16 favelas foram contempladas na primeira fase do programa. Foram priorizadas as de médio porte, na época, caracterizadas assim por ter entre 500 e 2.500 domicílios. As obras da prefeitura começaram com recursos próprios em 1995. No fim do mesmo ano, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) assina um convênio com a prefeitura. O total combinado de recursos aplicados nas duas fases do programa foi de US$ 600 milhões.

    Calcula-se que, no total, mais de 150 comunidades foram contempladas por algum tipo de obra nas duas fases. O modelo foi vendido pelo mundo para ser adotado em regiões periféricas e inspirou ações semelhantes em países da América do Sul.

    “Os serviços prestados durante esse período, sem nenhum exagero, revolucionaram a vida dentro dessas comunidades. As pessoas passaram a ter um padrão superior. Vários estudos acadêmicos foram encomendados que atestaram isso. Os resultados sociais e econômicos foram enormes”, afirma Sérgio Magalhães, que foi secretário municipal de Habitação do Rio entre 1993 e 2000 e responsável pelo programa durante a maior parte da existência dele.

    “As favelas não tinham recolhimento de lixo, limpeza das águas fluviais, creches, serviços de saúde. Passaram a ter escritórios da prefeitura em todas elas, além de centros esportivos, iluminação pública, uma série de serviços de interesse social que valorizaram a cidadania. Tudo era muito precário antes do programa nas favelas”, complementa Sérgio.

    O programa terminou em 2008 e, apesar do reconhecimento de que trouxe avanços importantes, não está livre de críticas.

    “Os moradores historicamente construíram soluções muito criativas e inventivas para solucionar problemas como falta de água, enchente, pavimentação, drenagem. O programa de urbanização partiu de uma visão técnica construída em gabinete. Uma perspectiva de que a favela precisava se tornar a cidade formal, um bairro igual aos outros. Foram ignoradas soluções desenvolvidas no próprio território, e aplicados modelos que não necessariamente se adequavam àquela realidade”, diz Tarcyla Fidaldo.

    Outras políticas de urbanização

    Em 2007, o governo federal criou o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) para investir na urbanização de favelas. Foram quase R$ 3 bilhões investidos em 30 favelas ou complexos. Críticos do projeto apontam que ele priorizou “obras faraônicas” pouco efetivas, não combatendo os problemas reais de infraestrutura. O teleférico do Complexo do Alemão é citado como exemplo.

    Em 2010, a gestão do prefeito Eduardo Paes criou o Morar Carioca, considerado continuação do Favela-Bairro. A meta era urbanizar todas as favelas até 2020, o que não aconteceu. Por outro lado, conforme pesquisa de Lucas Faulhaber e Lena Azevedo no livro SMH 2016: remoções no Rio de Janeiro Olímpico, pelo menos 60 mil pessoas foram removidas de comunidades. O caso mais famoso é o da Vila Autódromo. Em 2017, o então prefeito Marcelo Crivella chegou a anunciar a volta do programa Favela-Bairro, mas o projeto não foi adiante.

    “Houve um esvaziamento da política habitacional e não houve manutenção das obras que foram feitas nas favelas. As que tinham sido contempladas no programa passaram a perder qualidade de vida. Sem investimentos, os indicadores sociais e de segurança nas comunidades pioraram bastante”, analisa Sérgio Magalhães.

    Eduardo Paes, eleito para novo mandato, decidiu retomar o Morar Carioca em 2022, com plano de investimento de R$ 500 milhões. O atual secretário municipal de Habitação, Patrick Corrêa, disse que o objetivo é que o Rio volte a ser “vanguarda na construção de habitação de interesse social” e prometeu desenvolver programa específico para manutenção das favelas.

    “O Morar Carioca é uma evolução natural do Favela-Bairro frente aos novos desafios urbanos, diante de nova realidade que já são favelas urbanizadas. Aprimoramos o programa, porque o conjunto e o contexto são diferentes para que ele possa responder às necessidades atuais. O combate ao déficit habitacional se dá em duas vertentes no programa: qualitativo – para levar infraestrutura (saneamento, drenagem, pavimentação) ao entorno das casas que já existem – e quantitativo – com a construção de unidades habitacionais”, diz o secretário.

    A promessa é de que o programa também contemple outras áreas de interesse das comunidades.

    “Estamos sempre trabalhando em conjunto com outras secretarias como a RioLuz, Ordem Pública, Infraestrutura, Meio Ambiente, Ação Comunitária e Comlurb, por exemplo. Com a Ação Comunitária, temos o Favela Com Dignidade, que leva diversos serviços públicos para várias comunidades. Como cada uma das comunidades tem sua peculiaridade, se faz necessário esse diálogo constante com outras secretarias, que nos apoiam na implementação do Morar Carioca”, acrescenta Corrêa.

    Participação e integração

    Entre os principais objetivos anunciados pelo Programa Favela-Bairro no edital de 1994, estavam a integração das comunidades com o restante da cidade e participação ativa dos moradores nos planos de urbanização. Algo que, para especialistas e moradores, está longe de ser realidade.

    “A participação tem que ser efetiva e não só um aceite, uma exigência administrativa. Normalmente, técnicos da prefeitura vão até a comunidade, apresentam um monte de plantas e documentações de topografias. Os moradores não têm muita condição de compreender aquilo. E a gente sabe que vai ser aprovado, seja por essa falta de conhecimento técnico, seja porque os moradores precisam muito de intervenções que melhorem as condições do território”, diz Tarcyla Fidalgo.

    “Favela, na cabeça das pessoas, continua sendo favela. Não mudou nada”, afirma Bete. “As autoridades não se importam. Fazem uns serviços pequenos, uma maquiagem e só. Teve uma vez aí que um desses políticos pintou meia dúzia de casas só para dizer que fez algo”, diz a moradora do Morro do Andaraí, Maria Elisabete.

    “A gente sabe que a maior parte da população que mora no ‘asfalto’ tem preconceito com o pessoal da comunidade. Pensam, mesmo que de forma velada, que todo mundo aqui é bandido. Eles não assumem isso publicamente mas, no fundo, pensam isso. Não querem integração, nem que a gente desça o morro. Querem que a gente continue aqui. A não ser quando é para as nossas mães serem domésticas ou os nossos pais serem porteiros. Isso é o que eles querem”, diz Fernando Pinto.

    Agência Brasil

  • Jojo Todynho e Lore Improta pela 1ª vez no Centro de Inovação de Beleza da Avon

    Jojo Todynho e Lore Improta pela 1ª vez no Centro de Inovação de Beleza da Avon

    Na última terça-feira (26), a Avon realizou o “Talk Power” para promover os lançamentos de Avon Power Stay Esmalte em Gel 8 dias e o relançamento de Avon Power Stay Batom Líquido Matte 16h, que passa a contar com mais tecnologia e conforto para os lábios o dia todo. Além da primeira visita aberta ao seu novo Centro de Inovação, o segundo maior laboratório cosmético e de inovação global do Brasil, localizado em Cajamar/São Paulo, desde novembro de 2023.

    Para a manhã de bate-papo, a pioneira em desenvolvimento de tecnológico e inovação trouxe para a conversa Jojo Todynho e Lore Improta, ambas estrelas da campanha Avon Power Stay, para compartilharem com o público os principais desafios da mulher brasileira: do trabalho, à maternidade, aos estudos, e outros desafios que fazem parte do cotidiano da mulher brasileira que passar por diversos “corres” e precisam contar com uma maquiagem que resiste. Ambas revelaram as suas experiências pessoais para destacar a importância do fortalecimento feminino e a garantia de um futuro mais plural e poderoso. Ainda, durante a conversa, as estrelas deram dicas para “O dia passar e o Power Ficar” conectando a mensagem-chave da campanha à vida real de muitas brasileiras.

     

    O “Talk Power” contou com Juliana Barros, diretora de Marketing e Comunicação, e Andrea Echeverri, head de Marketing das categorias de Maquiagens e cabelos da marca. As porta-vozes da Avon Brasil compartilharam toda a tecnologia e inovação nos ingredientes dos produtos desenvolvidos especialmente para se adaptar a rotina da mulher moderna, que procura por qualidade e durabilidade nos cosméticos a um preço acessível; e como o universo da beleza contribui para a autoestima e empoderamento das mulheres, especialmente com uma maquiagem poderosa.

     

    Ao final da experiência, Jojo e Lore visitaram o novo Centro de Inovação, qual o laboratório é composto por 60% de cientistas mulheres, para conferir de perto toda a pesquisa, desenvolvimento, tecnologia e inovação aplicadas nos produtos para uma maquiagem e mulheres cada vez mais poderosas junto com Avon.

     

    Sobre a Avon: Avon, parte do grupo Natura &Co desde 2020, é uma das maiores empresas de venda direta no mundo. Fundada em 1886, trabalha pela elevação da autoestima, democratização da beleza e a promoção do empreendedorismo feminino. Desde 1958 no Brasil, concentra no país sua maior operação, com mais de um milhão de Representantes da Beleza Avon. Avon é mais do que uma empresa de beleza: é um movimento global pela autonomia das mulheres, com um modelo de negócios ancorado na inovação, geração de oportunidades e na ampliação de suas habilidades empreendedoras, com o objetivo de fortalecer as economias e impactar positivamente a sociedade. Seu portfólio diverso inclui produtos inovadores e de alta tecnologia, com marcas reconhecidas mundialmente como as linhas de maquiagem Avon e Color Trend, as linhas de cuidados Renew e Avon Care e os perfumes Far Away e 300km. Além disso, suas revistas também oferecem diversos itens para Moda & Casa. Para obter mais informações sobre a Avon, visite o site: www.avon.com.br.

  • PM e PF desmontam roça de maconha em sítio usado de fachada como criação de caprinos e ovinos

    PM e PF desmontam roça de maconha em sítio usado de fachada como criação de caprinos e ovinos

    As Polícias Federal e Militar erradicaram na manhã desta quarta-feira (27), uma roça de maconha na cidade de Andorinha, região Norte da Bahia. O plantio, que renderia cerca de duas toneladas do entorpecente, estava em um sítio usado de fachada como criação de ovinos e caprinos. Um criminoso foi preso e outro fugiu.

    A droga seria comercializada em toda a Bahia, por uma facção com atuação nas cidades de Juazeiro, Senhor do Bonfim, Andorinha e Campo Formoso.

    Ações de inteligência de combate ao narcotrárico, com utilização de drones, localizaram o plantio ilegal. No sítio, uma casa de grande porte, com câmeras, era usada para dar suporte aos criminosos. Um roteador mandava sinal de internet para os traficantes, quando estavam na mata.

    A plantação contava com sistema de irrigação. No local foi também desmontado um acampamento, onde os policiais militares e federais encontraram fogão, botijão, roupas camufladas, uma grande quantidade de alimentos, remédios, fertilizantes e defensivos agrícolas.

    Combate ao narcotráfico

    O comandante do Policiamento na Região Norte, coronel PM Valter Araújo, ressaltou a integração com a Polícia Federal. “Seguimos unidos na repressão ao tráfico de drogas”, completou o oficial.

    O delegado da PF Amaro Guimarães informou que o homem natural de Pernambuco, encontrado no sítio, será ouvido na Delegacia da Polícia Federal em Juazeiro.

    “Ele será autuado por tráfico de drogas e prestará depoimento. As investigações continuam. Nosso objetivo é identificar e prender os outros integrantes da organização criminosa”, explicou.

    Participaram da operação equipes da Cipe Caatinga, da Polícia Federal, do 6° Batalhão da PM (Senhor do Bonfim) e da 54a CIPM (Campo Formoso).

    Fotos e vídeos: Alberto Maraux
  • André e Mauro animam festas em Salvador nesse final de semana de feriado

    André e Mauro animam festas em Salvador nesse final de semana de feriado

    O final de semana de feriadão será de trabalho para a dupla André e Mauro, que vai comandar apresentações na capital baiana e prometem muita música boa para o público. Durante os shows, os cantores André e Mauro apresentam hits de outros ritmos, trazidos para a sua linguagem e garantem que animação não faltará. Já nesta quinta, dia 28 de março, tem show em um evento privado. No sábado (30), os artistas irão animar a noite no Show Bar, um dos grandes points do bairro do Rio Vermelho. Por lá, a promessa é de uma noite com sofrência, sucessos e um setlist incrível!

     

    Serviço:
    Show com André e Mauro
    Sábado, 30 de março, a partir das 22h30
    Show Bar, Praça Colombo, 80 – Rio Vermelho
    Vendas e informações: (71) 99643-6911

  • Vitória da Conquista lidera o número de casos e mortes por Dengue na Bahia

    Vitória da Conquista lidera o número de casos e mortes por Dengue na Bahia

    Com 12.304 casos prováveis de Dengue e a quinta morte confirmada pela doença pela Câmara Técnica Estadual, Vitória da Conquista enfrenta um cenário desafiador. A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) emitiu recomendações urgentes para que o município intensifique suas ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, bem como amplie o horário de funcionamento dos postos de saúde, inclusive aos finais de semana e feriados, para assegurar a assistência aos pacientes com suspeita de Dengue.
    Além disso, um ofício direcionado à Prefeitura sugere a imediata instalação de unidades de referência para acolhimento, notificação, coleta de amostras e referenciamento para unidade hospitalar, quando necessário. Contudo, as medidas propostas ainda não foram plenamente adotadas pelo município. Vitória da Conquista possui mais que o dobro do número de casos de Salvador (5.092) e quase quatro vezes mais o número de notificações de Feira de Santana (3.270).
    Essa falta de unidades de assistência municipal tem causado superlotação na UPA estadual de Vitória da Conquista. Embora a unidade esteja disponível para atendimento de cidadãos de qualquer origem, os residentes de Vitória da Conquista respondem por mais de 97% dos atendimentos. No local, designado para urgências e emergências, 61% dos atendimentos são casos menos urgentes que deveriam ser gerenciados pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS) municipais.
    O Governo do Estado da Bahia tem investido mais de R$ 19 milhões em esforços para combater a Dengue, incluindo aquisição de veículos de fumacê, distribuição de kits para agentes de endemias, medicamentos e iniciativas de capacitação para profissionais de saúde. Especificamente em Vitória da Conquista, já foram liberados veículos de fumacê entre os meses de agosto a novembro de 2023 e somente em 2024, dez veículos estiveram no município nos meses de fevereiro e março, demonstrando uma dependência excessiva dessa iniciativa, que é vista como último nível de ação, revelando uma gestão reativa em vez de proativa no combate à doença. Além disso, o Estado já abriu 20 leitos de hidratação para acolher pacientes.
    No contexto da atenção primária em Vitória da Conquista, a insuficiência é evidente, com Unidades Básicas de Saúde atuando em horário limitado, uma configuração que não atende à demanda da população. Essa lacuna na assistência primária contribui diretamente para a sobrecarga da UPA estadual, particularmente agravada pela epidemia de Dengue, indicando uma necessidade premente de ações municipais mais eficazes no controle vetorial e na oferta de serviços de saúde.
  • Páscoa consciente: veterinária orienta sobre não dar chocolate para cães e gatos

    Páscoa consciente: veterinária orienta sobre não dar chocolate para cães e gatos

    Com a chegada da Páscoa, o consumo de chocolate aumenta, e, consequentemente, a procura por ovos, barras, bombons e produtos relacionados a essa data. Mas é preciso ser consciente de que essas guloseimas são feitas para o consumo humano e não para os animais.
    Vários itens utilizados na alimentação dos seres humanos podem oferecer risco para a saúde dos animais e não devem fazer parte de suas respectivas dietas. Como exemplo, podemos citar o chocolate, que é produzido a partir do cacau e possui em sua composição carboidratos, sais minerais, vitaminas e compostos orgânicos. Tais substâncias são consideradas estimulantes das funções orgânicas e prejudiciais aos pets, como explica a docente do curso de veterinária da Wyden, Jessica Bandeira.
    “Para cães, o chocolate oferece riscos para a saúde, podendo causar quadros de intoxicação que podem resultar, em casos mais graves, até a morte dos animais. Isso ocorre devido aos elevados níveis de metilxantinas presentes no chocolate, principalmente a teobromina, considerada a mais perigosa para os cães. As metilxantinas são absorvidas no estômago e no intestino do animal e distribuídas por todo o corpo, onde conseguem atravessar as barreiras placentárias e hematoencefálica com facilidade”, afirma.
    A veterinária também ressalta a sensibilidade dos cães quanto às substâncias presentes no chocolate e o quanto pode ser fatal o consumo mesmo em uma quantidade pequena.
    “Os cães são mais sensíveis à intoxicação por metilxantinas por apresentarem uma redução na velocidade de eliminação destas substâncias do organismo em comparação à outras espécies. Em relação a quantidade de chocolate ingerida, 60 g de chocolate ao leite por kg de peso vivo pode ser potencialmente letal”, destaca Bandeira, que também comenta sobre os sintomas, a prevenção e o diagnóstico em casos de intoxicação dos pets.
    Segundo a docente, os principais sinais clínicos em animais intoxicados são: diarreia, vômito, hiperatividade, tremores, apatia, taquicardia, hipertermia, dor abdominal, poliúria, taquipneia, arritmias cardíacas, convulsões e desidratação. O diagnóstico e o tratamento da intoxicação, de acordo com ele, devem ser realizados por um médico veterinário capacitado.
    “A prevenção da intoxicação é de grande importância para evitar este agravo à saúde dos animais e consiste em não oferecer o chocolate para os cães, evitar o acesso dos animais ao alimento e conscientização dos tutores sobre os riscos destas substâncias para o organismo dos animais”, conclui.
  • Salvador 475 anos: Como aterros sobre a Baía de Todos-os-Santos formaram o primeiro bairro comercial planejado do Brasil

    Salvador 475 anos: Como aterros sobre a Baía de Todos-os-Santos formaram o primeiro bairro comercial planejado do Brasil

    Salvador, ainda no processo de formação como primeira capital do Brasil, avançou sobre o mar da Baía de Todos-os-Santos – chamado de Kirimurê pelos índios tupinambás, habitantes da localidade antes da chegada dos portugueses – e ampliou sem precedentes o território natural que até então existia após uma série de aterros ocorridos no que hoje é o bairro do Comércio. Pode até não parecer, mas percorrer essa mesma área no século XVI era inviável a pé.
    Isso porque, no início, praticamente tudo era água. Apenas uma modesta faixa de terra seguia paralelamente à encosta que divide as Cidades Alta e Baixa, denominado de Bairro da Praia. Se o nível superior viria a abrigar o centro administrativo, religioso e habitacional, o inferior seria o local ideal para construção de um porto. As instalações serviriam para que os portugueses mantivessem tanto fluxo de viagens com Lisboa quanto posteriormente para o tráfico de escravizados trazidos da África, além de dar suporte à chegada de mercadorias e manutenção de embarcações.
    “O Bairro da Praia era muito estreito. Mas, desde o início, os comerciantes perceberam que era interessante ocupar esse território ao mar. Portanto, começa ainda no século XVI, nos primeiros 80 anos de ocupação da cidade, a ter pequenos aterros para abrigar trapiches e armazéns com atracadouros, onde os barcos paravam e descarregavam mercadorias”, explica Nivaldo Andrade, doutor em Arquitetura e Urbanismo e curador de uma mostra sobre o assunto na Casa das Histórias de Salvador.
    A primeira ocupação no local corresponde atualmente ao trecho da Conceição da Praia, com a construção da alfândega, armazéns e ferrarias, além de oficinas para a construção de navios, que se constituiria em importante atividade nesta área durante alguns séculos.
    Ali também seriam erguidos em sequência a ermida de Nossa Senhora da Conceição da Praia e dois baluartes para defesa da parte baixa da cidade: um no local onde hoje é o 2º Distrito Naval e outro ao pé da Ladeira da Preguiça, o que demonstrava a preocupação com a segurança mesmo antes da ocupação do território de fato.
    Na tese de mestrado em Ciências Sociais, de 1988, o arquiteto Marcus Paraguassu propõe a existência de oito ciclos de avanços de terra sobre o mar da Baía de Todos-os-Santos a partir de 1550 – ano seguinte à fundação de Salvador pelo governador-geral Tomé de Sousa – até 1920, que provocaram sucessivas transformações urbanas no lugar que se tornaria o principal centro econômico.
    Os primeiros aterros eram privados e visavam a exploração comercial. Contudo, até o século XIX, o porto da cidade não era organizado, mesmo sendo o mais importante do Atlântico Sul no mundo.
    Primeiras soluções de mobilidade
    Com o início da ocupação do Bairro da Praia, um dos problemas era encontrar meios que pudessem viabilizar o deslocamento da população e o vai e vem de mercadorias entre as Cidades Alta e Baixa, que são separadas por uma falha geológica de aproximadamente 60 metros de altura.
    Neste cenário, a solução pensada e executada de forma imediata envolveu a construção de três ladeiras: as da Conceição, Preguiça e Misericórdia. Ao completar um século de sua fundação, em 1649, a primeira capital do Brasil já contava com algumas outras ligações, como a Ladeira do Taboão.
    Além da abertura desses caminhos, novas ideias surgiram para viabilizar o transporte de carregamentos entre o porto (Cidade Baixa) e a sede administrativa (Cidade Alta) com a construção dos primeiros ascensores, conhecidos como guindastes e que eram, na verdade, planos inclinados administrados por religiosos de diversas ordens. Um dos principais equipamentos a entrar em funcionamento foi o Guindaste dos Padres, da Companhia de Jesus, por volta de 1610, que ficava na atual área do Plano Inclinado Gonçalves.
    Outros guindastes viriam a surgir durante o período colonial e império, com os beneditinos, carmelitas e dos terésios. No final do século XVII, estima-se que Salvador tinha pelo menos seis ascensores deste tipo em funcionamento.
    O Comércio ainda seria modelo para outros aterros que viriam a acontecer ainda na Cidade Baixa – a Península de Itapagipe sofreu intervenções similares e até de maiores proporções. A recém-nascida área de negócios, inclusive, chegou a abrigar mais obras em execução do que a Cidade Alta em alguns momentos, sendo ainda local da vanguarda arquitetônica com construções como a sede da Associação Comercial, no início do século XIX, marco da arquitetura neoclássica; ou o Instituto do Cacau, nos anos 1930, um dos mais importantes exemplares da arquitetura moderna na Bahia.
    Território em expansão
    A partir do planejamento de expansão de território, o trecho entre as igrejas de Nossa Senhora da Conceição e a do Pilar começou a ser tomado por edificações destinadas ao armazenamento de mercadorias e ao comércio. A ocupação do então Bairro da Praia ampliou-se consideravelmente, mas apenas de forma linear e paralelo à escarpa sem seguir pelo mar afora.
    Durante os séculos XVI, XVII e XVIII foram realizados inúmeros pequenos aterros, por ordens religiosas e particulares interessados em ganhar área para armazenagem de mercadorias e, principalmente, pelo poder administrativo local. O ritmo mais acelerado dessas intervenções ocorre somente a partir do século XIX e, principalmente, no século XX, quando o bairro comercial assumiu os contornos atuais a partir de uma iniciativa do poder público.
    Diferente do famoso mito grego da Atlântida que foi engolida pelo oceano, o Comércio surgiu sobre o mar da Baía de Todos-os-Santos a partir de diversas intervenções humanas acumuladas durante séculos, em épocas pelas quais as questões ambientais não eram tão levadas tão a sério quanto hoje. Embora Salvador tenha deixado de ser capital do Brasil a partir de 1763 – posto assumido pelo Rio de Janeiro -, a cidade ainda mantinha posição privilegiada no país em relação às atividades de importação e exportação.
    Entre 1810 e 1822, o governador D. Marcos Noronha e Brito, o 8º Conde dos Arcos, considerou indispensável melhorar as condições do porto, cujo terreno àquela altura tinha extensão entre a Alfândega (atual área do Mercado Modelo) até a Associação Comercial. A ideia era construir de forma mais adequada um cais de atracação, com uma ampla rua à sua margem, repleta de edifícios que tivessem grandes gabaritos e que se destacassem pela qualidade de sua construção e arquitetura. Isso serviria de cartão de visita a quem chegasse a Salvador.
    “No final do século XIX, o porto ainda era extremamente fragmentado, formado por uma série de cais particulares e com uma linha de costa extremamente irregular. Pelo menos 14 projetos de ampliação foram elaborados sem que nenhum deles viesse a sair do papel ao longo desse período. Em 1891, contudo, o Governo Federal da República recém-instalada autoriza a construção de docas no porto de Salvador, bem como a construção de um imenso aterro que faria surgir sobre o mar uma área quase três vezes maior que o bairro até então existente”, acrescenta Andrade.
    O feito teria como protagonista o político baiano Joaquim José Seabra. Ele ocupou o Ministério do Interior e da Justiça (1902-1906, na presidência de Rodrigues Alves) e o Ministério da Viação e Obras Públicas (1910-1912, na presidência do Marechal Hermes da Fonseca), além de assumir o Governo do Estado da Bahia em duas gestões (1912-1916 e 1920-1924).
    O grande aterro
    Sob a batuta de Seabra, a partir de 1906, teve início o processo de maior aterro sobre a baía, saindo mais ou menos do limite onde fica hoje a Rua Miguel Calmon até o atual Porto de Salvador, na Avenida da França. A ampliação deu origem ao parque das nações – daí o porquê o nome das novas vias construídas à época terem nomes de países.
    A partir da década de 1920, a região ganhou seu maior aterro, muito superior a todos os anteriores, o que rompeu com a dinâmica próxima do mar e inseriu nova tipologia arquitetônica ao Comércio. O próprio aspecto urbano do bairro é uma prova disso.
    Na área que foi aterrada a partir do governo Seabra dá para notar prédios mais modernos, a exemplo do Instituto do Cacau e do edifício dos Correios. As ruas também são mais largas e retas em comparação às que ficam próximas à encosta que abriga o Elevador Lacerda – estas mais estreitas e tortuosas.
    Em 2009, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) aprovou o tombamento de parte da área do Comércio a fim de possibilitar que sejam preservadas características importantes. O polígono de proteção do conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico vai desde o quebra-mar da Capitania dos Portos até a região do Pilar, passando pelo Mercado Modelo e Cais do Ouro, limitando-se entre a Rua Miguel Calmon, Avenida Jequitaia e a encosta que separa a Cidade Baixa da Cidade Alta.
    O Comércio foi o primeiro bairro de negócios organizado do país e teve protagonismo absoluto neste segmento dentro da própria cidade até a década de 1970, quando a capital baiana passou por um processo de descentralização com a criação do Centro Administrativo da Bahia (CAB) e expansão da região do Iguatemi e Avenida Tancredo Neves.
    Contudo, ainda nos tempos atuais, o local sintetiza bem a essência de Salvador, misturando ares de modernidade com edifícios que se tornaram marcos da arquitetura moderna, mas também resguardando história, patrimônio e fé, com espaços públicos, monumentos, casarões e igrejas centenárias.
    Exposição
    A exposição sobre aterros que culminaram na criação do Comércio pode ser encontrada no primeiro andar da Casa das Histórias de Salvador (CHS). Sob a curadoria do arquiteto e urbanista Nivaldo Andrade, a mostra traz textos e fotografias que retratam os avanços do desenvolvimento da cidade sobre as águas de Kirimurê (grande mar interior), nome original da Baía de Todos-os-Santos dado pelos tupinambás antes da chegada dos portugueses.
    Do acervo, um dos registros que mais chamam atenção é um mapa bastante didático sobre os oito ciclos de aterros feitos no Comércio com base nos estudos feitos por Marcus Paraguassu. O próprio casarão que abriga o espaço cultural, aliás, entra no contexto das transformações urbanas feitas ao longo desse processo.
    “Acho muito importante a CHS ter um espaço para contar a história do bairro no qual ela se encontra, a partir do imóvel que a abriga. Isso traz informações pouco conhecidas – como o fato de que a maior parte do que hoje é o Comércio era mar – para um público amplo”, destaca Nivaldo Andrade.
    “Quando construído entre 1860 e 1870, o edifício da Casa das Histórias ficava situado à margem da baía, ao longo do antigo cais. Hoje, pelos sucessivos trechos aterrados, está mais distante das águas, mas ainda assim guarda a memória da metamorfose urbana e do patrimônio cultural do Comércio”, acrescenta.

    Fotos: Lucas Moura / Secom PMS e Acervo do Arquivo Público Municipal

  • Como evitar tendinite em crianças e adolescentes?

    Como evitar tendinite em crianças e adolescentes?

    A prática intensiva de atividade física, assim como o uso excessivo de dispositivos eletrônicos, como computadores, videogames e celulares por crianças e adolescentes, têm contribuído para o aumento dos casos de tendinite entre os jovens. “Essa condição é uma inflamação que afeta os tendões. Anteriormente associada principalmente a adultos, a tendinite está se tornando cada vez mais comum entre os mais jovens principalmente por conta dos hábitos de vida contemporâneos”, explica o ortopedista pediátrico da Clínica CICV, Walter Guimarães.

    De acordo com o médico, os fatores que colaboram para o surgimento das tendinites incluem: atividades repetitivas e prolongadas sem períodos adequados de descanso, movimentos forçados, contração muscular excessiva e posturas inadequadas. “Os principais sintomas de tendinite são dor e limitação da mobilidade. No começo, as dificuldades de mobilização, de apoio e de fazer força podem ser indicativos para uma inflamação dos tendões. Esses sintomas podem agravar-se com a persistência das atividades que provocam a tendinite, agravando o quadro e tornando fundamental a intervenção precoce para evitar complicações mais sérias”, frisa.

    Como prevenir a tendinite em crianças e adolescentes?

    É fundamental incentivar as crianças e adolescentes a praticarem atividade física regular e moderada para melhorar a postura, especialmente considerando o tempo significativo que passam em frente às telas de computador, tablet ou celular. “Além disso, é importante considerar as condições de uso, como a inclinação do teclado, a adequação da cadeira para proporcionar suporte adequado e a altura do monitor para garantir uma postura correta”, afirma o especialista.

    Ele diz também que manter uma rotina de exercícios físicos não apenas fortalece os músculos e melhora a mobilidade articular, mas também auxilia na prevenção da tendinite. “É essencial que aqueles que se dedicam a atividades físicas intensas estejam atentos à frequência e intensidade de seus treinos, ajustando-os ao longo da semana para evitar lesões e minimizar o desgaste das articulações. Essa prática deve ser sempre realizada sob a orientação de profissionais da área e após a liberação médica, garantindo segurança e eficácia. Vale ressaltar que a avaliação de um especialista é essencial para investigar a causa da tendinite e excluir doenças mais graves que possam levar a sequelas nas articulações e em outras partes do corpo”.