Dia: 29 de maio de 2025

  • Alckmin passa por exames após sentir enjoo e dores abdominais

    Alckmin passa por exames após sentir enjoo e dores abdominais

    O vice-presidente Geraldo Alckmin passou por consulta médica e exames no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, após um quadro de enjoo e de dores abdominais, na manhã desta quinta-feira (29).

    De acordo com a assessoria, Alckmin cancelou a agenda do dia e segue na unidade hospitalar.

    “O vice-presidente realizou exames preliminares que sugerem uma inflamação intestinal, os quais serão complementados à tarde, pela equipe médica que o está assistindo”, diz a nota da assessoria.

    Além de vice-presidente, Alckmin é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

    Agência Brasil

  • Farmácia Popular: cidadão será avisado sobre remédio de uso contínuo

    Farmácia Popular: cidadão será avisado sobre remédio de uso contínuo

    O Ministério da Saúde (MS) informou que a partir desta semana vai enviar mensagens por WhatsApp, caixa postal ou aplicativo Gov.br para pessoas que utilizam os programas do Sistema Único de Saúde (SUS).

    O primeiro envio, segundo a pasta, será para o grupo de pessoas com hipertensão que fizeram apenas três retiradas de medicamentos ao longo dos últimos 12 meses no programa Farmácia Popular.

    “O objetivo da ação é alertar os cidadãos da importância de não interromper tratamentos que incluem medicamentos de uso contínuo”, informou, em nota, o ministério.

    A previsão é que sejam enviadas, inicialmente, cerca de 270 mil mensagens de um total de 3,5 milhão de pessoas na situação descrita pela pasta, como forma de testar a efetividade da ação.

    Segurança e privacidade

    Para ter certeza de que uma mensagem recebida no WhatsApp é proveniente do governo federal, é preciso estar atento ao selo de verificação de cor azul, da Meta, exibido ao lado do nome do perfil.

    “O selo confirma que a conta foi autenticada pela plataforma. Outras fontes de informação incluem a caixa de entrada do aplicativo Gov.br e um banner informativo no site do Ministério da Saúde”, destacou a nota.

    Segundo a pasta, ao ser notificada, a pessoa sempre receberá uma mensagem perguntando se ela deseja ou não continuar recebendo mensagens relacionadas ao Ministério da Saúde.Também fazem parte da programação de disparos do Ministério da Saúde lembretes sobre retirada de medicamentos para diabetes, vacinação e agendamento de consultas médicas com especialistas, informa o comunicado.

    Agência Brasil

  • Câmara sugere medidas “antipáticas” para substituir aumento do IOF

    Câmara sugere medidas “antipáticas” para substituir aumento do IOF

    Após pedir ao governo que reveja o aumento do Imposto de Operações Financeiras (IOF), o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que o parlamento está disposto a aprovar medidas antipáticas de corte de despesas para alcançar a meta de gastos definida pelo arcabouço fiscal.

    “Talvez tenha chegado a hora de enfrentar esse problema, de colocar o dedo na ferida e rever e ajustar aquilo que não está correto. É isso que nós estamos nos dispondo a fazer, sabendo até que, muitas das vezes, são medidas antipáticas que precisarão ser tomadas perante a sociedade”, afirmou Motta após reunião de líderes desta quinta-feira (29).

    O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (PT-RJ), ressaltou que é preciso manter o aumento do IOF neste ano para evitar cortes sociais em saúde, educação e que colocam em risco o funcionamento da máquina pública.

    Já o presidente da Câmara, Hugo Motta, cobra medidas de cortes de gastos consideradas mais estruturantes. 

    “A situação já está se tornando ingovernável. Quem quer que venha  a ser o presidente no próximo mandato com certeza encontrará um país com orçamento cada vez mais engessado, com menos discricionariedade”, completou.

    A fala de Motta ocorre após o Congresso dar um prazo de 10 dias para o governo apresentar uma alternativa ao decreto que elevou alíquotas do IOF que, segundo o Ministério da Fazenda, impactaria apenas as empresas e os contribuintes mais ricos, evitando uma maior limitação do funcionamento da máquina pública.

    Em resposta, o Legislativo ameaçou derrubar o decreto que pretendia arrecadar cerca de R$ 20 bilhões por meio do IOF. Além dessa medida, o governo anunciou um bloqueio de 31,3 bilhões no orçamento deste ano para cumprir a meta fiscal.

    Segundo Motta, há convergência no colégio de líderes para enfrentar pautas que antes eram “praticamente impossíveis de serem faladas”. “Isso demonstra o sentimento que a Câmara tem de poder ajustar realmente as contas públicas”, disse.

    Motta citou, como possíveis medidas estruturantes, a revisão de isenções fiscais e a reforma administrativa, mas evitou entrar em detalhes e disse que a proposta deve vir do Executivo. “Essa solução tem que ser apresentada pelo governo”, disse.

    Governo

    O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, disse que o governo não é contra discutir medidas de corte de gastos mais estruturantes, mas ressaltou que, no curto prazo, para 2025, é preciso manter o decreto do IOF.

    “Nós vamos entrar numa situação de shutdown [colapso da máquina pública]. É uma situação em que o governo praticamente não roda. Eu tenho falado para o pessoal da oposição que defender a derrubada do decreto do IOF é jogar a conta nos mais pobres. Isso porque na hora de cortar, você corta de onde? De despesa discricionária, de programa social, saúde, educação”, disse o parlamentar fluminense.

    Para a liderança governista, o decreto do IOF tem impacto pequeno. “Aqui tem uma resistência muito grande a qualquer coisa que coloque a conta para o andar de cima”, finalizou.

    Entenda

    O arcabouço fiscal aprovado no início do governo, que substituiu o teto de gastos criado pelo governo de Michel Temer, obriga a União a cumprir uma meta fiscal que define os gastos que o Estado pode ter a cada ano. Para cumprir essa meta, o Ministério da Fazenda anunciou um congelamento de R$ 31,3 bilhões para este ano.

    Além desse bloqueio, a Fazenda anunciou , somado a medidas para aumentar a receita via IOF com impacto fiscal positivo de cerca de R$ 20 bilhões neste ano. Após críticas dos bancos e do Congresso Nacional, parte das medidas foi revogada.

    Segundo a Fazenda, mesmo com o aumento das novas alíquotas do IOF anunciadas, elas estão em patamar inferior ao do governo anterior e atingiriam apenas os mais ricos e as empresas, sem afetar as pessoas físicas.

    “Havia muita discrepância entre tratamentos diferentes porque tinha uma brecha. A gente fechou as brechas. Se você considerar as alíquotas praticadas ao longo de quatro anos do governo anterior, elas eram muito mais elevadas. Então, nós entendemos como um movimento correto fazer essa adequação de redução, mas corrigindo as distorções”, justificou Haddad ao anunciar as medidas.

    Agência Brasil

  • Congresso dá 10 dias para governo ter alternativa ao aumento do IOF

    Congresso dá 10 dias para governo ter alternativa ao aumento do IOF

    O Congresso Nacional deu um prazo de 10 dias para o governo federal apresentar alguma alternativa ao decreto que elevou alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) que, segundo o governo, afetaria apenas as empresas e contribuintes mais ricos, e serviria para cumprir a meta fiscal.

    Porém, as lideranças parlamentares alertaram ao governo sobre a possibilidade de derrubar a medida por meio de projetos de decreto legislativo (PDLs). O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que há uma insatisfação geral dos deputados com a proposta anunciada na semana passada.

    “Combinamos que a equipe econômica tem 10 dias para apresentar um plano alternativo ao aumento do IOF. Algo que seja duradouro, consistente e que evite as gambiarras tributárias só para aumentar a arrecadação, prejudicando o país”, disse Motta em uma rede social.

    Na sessão do Senado dessa quarta-feira (28), o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), disse que a decisão de elevar o IOF usurpa as prerrogativas do Legislativo, acrescentando a possibilidade do Congresso sustar o decreto.

    “Esse exemplo do IOF, dado pelo governo federal, seja o último daqueles, daquelas decisões tomadas pelo governo, tentando de certo modo usurpar as atribuições legislativas do Poder Legislativo. E, como presidente do Senado e do Congresso Nacional, eu vou defender todas as atribuições estabelecidas na Constituição”, afirmou no plenário.

    Para o cientista político Leonardo Barreto, Alcolumbre quis dizer que o governo tornou o IOF, de um imposto regulatório, em arrecadatório e, sendo arrecadatório, teria que passar pelo Legislativo. “Mas é uma narrativa política, não algo constitucional ou administrativo, nada disso”, pontuou.

    O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), não quis comentar as falas de Alcolumbre, mas disse que o governo está estudando as propostas alternativas apresentadas tanto pela Federação de Bancos (Febraban), quanto pelos parlamentares.

    Reunião com Haddad

    Após as sessões da Câmara e Senado, Alcolumbre e Motta se reuniram na noite dessa quarta-feira (29) para discutir o assunto com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e com a ministra das Relações Institucionais, GLeisi Hoffmann, acompanhados de lideranças do governo.

    Na saída do encontro, Haddad informou aos jornalistas que explicou aos presidentes os problemas que o Estado brasileiro pode enfrentar caso o ajuste do IOF seja derrubado.

    “Expliquei também as consequências disso, em caso de não aceitação da medida, o que acarretaria em termos de contingenciamento adicional. Nós ficaremos num patamar bastante limitado do ponto de vista do funcionamento da máquina pública do Estado brasileiro”, disse o ministro.

    O ministro lembrou que o governo já teve que contingenciar ou bloquear R$ 31,3 bilhões do Orçamento para alcançar a meta fiscal estipulada pela regra do arcabouço fiscal. Já as receitas de cerca de R$ 20 bilhões com as mudanças no IOF seriam para completar o ajuste orçamentário.

    Fernando Haddad acrescentou que os presidentes da Câmara e do Senado pediram a ele medidas de médio e longo prazo mais estruturantes, “que mexessem com outros aspectos do orçamento, como gasto primário, gasto tributário. Essa agenda interessa ao governo também”.

    Porém, o ministro explicou que, no curto prazo, para 2025, medidas estruturas não dão um resultado fiscal imediato. “Temos certa dificuldade em virtude do fato de que existem normas constitucionais que obrigam a observação de noventena e de anualidade”, completou.

    Entenda

    O arcabouço fiscal aprovado no início do governo, que substituiu o teto de gastos criado pelo governo de Michel Temer, obriga a União a cumprir uma meta fiscal que define os gastos que o Estado pode ter a cada ano. Para cumprir essa meta, o Ministério da Fazenda anunciou um congelamento de R$ 31,3 bilhões para este ano.

    Além desse bloqueio, a Fazenda anunciou, somado a medidas para aumentar a receita via IOF com impacto fiscal positivo de cerca de R$ 20 bilhões neste ano. Após críticas dos bancos e do Congresso Nacional, parte das medidas foi revogada.

    Segundo a Fazenda, mesmo com o aumento das novas alíquotas do IOF anunciadas, elas estão em patamar inferior ao do governo anterior e atingiriam apenas os mais ricos e as empresas, sem afetar as pessoas físicas.

    “Havia muita discrepância entre tratamentos diferentes porque tinha uma brecha. A gente fechou as brechas. Se você considerar as alíquotas praticadas ao longo de quatro anos do governo anterior, elas eram muito mais elevadas. Então, nós entendemos como um movimento correto fazer essa adequação de redução, mas corrigindo as distorções”, justificou Haddad ao anunciar as medidas.

    Agência Brasil

  • Desafio de Canoagem Cachoeira – Salinas acontece neste sábado (31)

    Desafio de Canoagem Cachoeira – Salinas acontece neste sábado (31)

    A terceira edição do Desafio de Canoagem Cachoeira – Salinas será realizada neste sábado (31). A travessia, promovida pelo Yacht Clube da Bahia (YCB), percorre 40km do Rio Paraguaçu, entre a cidade histórica de Cachoeira e Salinas da Margarida, no Recôncavo baiano.

     

    O evento bateu recorde de inscritos: serão mais de 142 atletas, representando todas as regiões do Brasil. Outro destaque é o número de canoas OC6 inscritas — 17 ao todo, o maior já registrado em todas as edições da prova.

     

    A competição reúne diversas categorias em uma prova sem revezamento que desafia a resistência dos participantes. O percurso é conhecido por sua beleza natural e exige preparo técnico para encarar as águas do maior rio da Bahia, que nasce na Chapada Diamantina e deságua na Baía de Todos-os-Santos. As modalidades contempladas incluem OC6, V1R, V2R, V1, V3, V6, Surfski simples e Surfski duplo.

     

    A estrutura do evento foi cuidadosamente planejada, com suporte de profissionais especializados em segurança náutica, logística e atendimento médico. A chegada em Salinas contará com uma recepção estruturada para atletas, familiares, convidados, turistas e moradores locais, tornando a premiação uma grande celebração do esporte.

     

    “O Desafio Cachoeira – Salinas é uma vivência que exige preparo, técnica e espírito de superação. Para o Yacht Clube da Bahia, é uma honra promover esse encontro entre esporte, natureza e cultura baiana. Nossa expectativa é realizar mais uma edição segura, organizada e inspiradora”, comenta Vanessa Castro, diretora de Canoagem do YCB.

     

    As inscrições foram encerradas e a expectativa agora é por uma prova marcada pela superação e espírito esportivo.

  • Fifa endurece punições contra racismo e prevê multas de até R$ 34 milhões

    Fifa endurece punições contra racismo e prevê multas de até R$ 34 milhões

    A Fifa divulgou na manhã desta quinta-feira (28) a nova versão do seu Código Disciplinar, que passa a ter regras mais rígidas no combate ao racismo no futebol. O documento, aprovado durante a reunião do Conselho da entidade neste mês, traz mudanças significativas nas punições e amplia os poderes dos árbitros e participantes em campo.

     

    Pela nova redação do Artigo 15, qualquer atleta, membro da comissão técnica ou participante do evento pode comunicar ao árbitro um ato de racismo. A partir da denúncia, o juiz deve aplicar o protocolo de três etapas, já adotado desde 2023: paralisar o jogo, suspender temporariamente e, em caso de reincidência, encerrar a partida.

     

    Além de interromper as partidas, a Fifa endureceu as penalidades financeiras. Clubes e federações podem ser multados em no mínimo 20 mil francos suíços (cerca de R$ 137 mil). A punição máxima pode chegar a 5 milhões de francos suíços (aproximadamente R$ 34 milhões) — valor que excede o teto estabelecido para outros tipos de sanções, que é de 1 milhão de francos suíços (R$ 6,8 milhões).

     

    O Código também prevê medidas mais severas em casos de reincidência, que podem incluir:

     

    • Elaboração de um plano de prevenção obrigatório,
    • Realização de partidas sem público,
    • Dedução de pontos,
    • Expulsão de competições,
    • Rebaixamento de divisão.

     

    As federações nacionais têm até o dia 31 de dezembro para incorporar as novas regras aos seus próprios regulamentos. Caso isso não aconteça, a Fifa poderá intervir diretamente nessas entidades e até recorrer ao CAS (Corte Arbitral do Esporte) caso entenda que as decisões locais não estejam alinhadas ao combate efetivo contra o racismo.

     

    Durante o Congresso da Fifa, realizado em Assunção, no Paraguai, o presidente da entidade, Gianni Infantino, reforçou que o combate ao racismo é uma das prioridades da federação. Segundo ele, a Fifa tem atuado, inclusive, fora do campo, para garantir que a luta contra a discriminação se torne uma questão de justiça criminal.

     

    “Racismo não é só um problema para atacar no futebol, racismo é simplesmente um crime. E por isso estamos trabalhando com diferentes governos e com a ONU para ter certeza de que a luta contra o racismo esteja inserida na legislação criminal de cada país do mundo”, afirmou Infantino.

    Bahia Notícias

  • Após retorno com duas vitórias, Guilherme Dellatorre projeta confronto direto contra Avaí

    Após retorno com duas vitórias, Guilherme Dellatorre projeta confronto direto contra Avaí

    Após um mês afastado por conta de uma lesão no tornozelo, Guilherme Dellatorre voltou a ser opção no elenco do Coritiba e participou dos dois últimos compromissos da equipe na Série B do Campeonato Brasileiro. O atacante entrou no segundo tempo nas vitórias contra América-MG e Criciúma.

    “Fico muito feliz em retornar, principalmente com duas vitórias. Ficar um mês fora é difícil, mas trabalhei bastante para voltar bem aos gramados e contribuir para os próximos jogos do time”, disse o camisa 49.

    Dellatorre chegou ao clube nesta temporada e teve um início promissor. No Campeonato Paranaense, foi o artilheiro do time com seis gols em nove jogos, se destacando como uma das principais peças do ataque alviverde.

    “Meu começo aqui no Coritiba foi muito positivo. Tive uma ótima sequência no estadual e, agora que estou recuperado, a expectativa é manter o bom desempenho na Série B e ajudar o Coritiba a conquistar seus objetivos na temporada”, falou o jogador, que conquistou o acesso à Série A com o Mirassol no ano passado.

    Com as duas últimas vitórias, o Coritiba subiu para a 3ª posição, dentro da zona de acesso à elite do futebol brasileiro. A próxima partida da equipe paranaense é um confronto direto na briga pelo G-4, contra o Avaí, 5º colocado na tabela. “Sabemos da importância desse jogo. É um confronto direto dentro de casa e temos que aproveitar essa oportunidade para mostrar nossa força. O grupo está confiante, trabalhando bem, e vamos entrar com tudo para buscar mais uma vitória e seguir firme nesse caminho do acesso”, finalizou.

    O jogo acontece neste sábado (31), às 16h, no Couto Pereira.

  • Pai de Neymar revela reais intenções da volta do jogador para o Santos: “Se jogar, amém”

    Pai de Neymar revela reais intenções da volta do jogador para o Santos: “Se jogar, amém”

    Após o amistoso entre Santos e RB Leipzig, o pai de Neymar afirmou, na última quarta-feira (29), que o plano do craque ao voltar para o clube que o formou, era se recuperar fisicamente, e não jogar. A partida terminou com o placar de 3 a 1 para o clube alemão. 

     

    “O projeto do Neymar era ficar cinco meses no Santos. Para quê? Para ele se recuperar. Esse é o projeto. Se o Neymar conseguisse jogar, amém — declarou o pai de Neymar na zona mista do estádio municipal Cícero De Souza Marques, em Bragança Paulista”, completou. 

     

    O camisa 10 voltou ao Alvinegro paulista em 5 de fevereiro, contra o Botafogo-SP, momento em que o time ainda tentava a classificação para o mata-mata do Campeonato Paulista. 

     

    O salário mensal de Neymar gira em torno de R$ 4,1 milhões. Além disso, o Santos direciona à NR Sports 75% dos valores de todos os contratos fechados ou renovados depois da chegada do atleta. Por conta disso, pelo período de cinco meses Neymar deverá receber ao menos R$ 105 milhões.

     

    Em duas entrevistas até então, o jogador foi questionado se iria renovar o contrato com o clube, e colocou a questão em dúvida. O acordo firmado entre o Peixão e Neymar é válido até 30 de junho.

    Bahia Notícias

  • Povoado de Jiquiriçá fortalece autoestima e ancestralidade durante Caravana de Direitos Humanos em Valença

    Povoado de Jiquiriçá fortalece autoestima e ancestralidade durante Caravana de Direitos Humanos em Valença

    Ana Grazielle é uma jovem quilombola de 13 anos. Seu maior sonho era incluir o sobrenome de sua avó materna, que não teve oportunidade de conhecer. O processo de retificação do sobrenome foi iniciado na Caravana de Direitos Humanos de Valença, que chegou em seu segundo dia de ação no distrito de Jiquiriçá, nesta quarta-feira (28). A jovem explicou que, apesar de não ter conhecido a avó, se sente influenciada pelo seu legado de luta e resistência. “Eu sei que ela era uma mulher forte, que criou os filhos com muito amor, apesar de todas as dificuldades. Eu queria herdar uma parte dela”, afirmou.
    Sua mãe, a agricultora Anamara do Amor Divino, relatou a emoção de acompanhar esse momento. “Minha mãe era uma mulher lutadora. Mesmo sem saber ler, ela incentivou os filhos ao estudo e lutava por tudo que queria. Nisso, minha filha se parece muito com ela, na garra e determinação”, declarou. Ela e o marido também utilizaram os serviços da Caravana, com a emissão da nova Carteira de Identidade Nacional. Este também foi um momento especial para outra família. A trabalhadora rural Maria Celidalva de Jesus, 47 anos, e seu filho, Eliel de Jesus, 22, assinaram pela primeira vez o próprio documento. Ao adquirir a nova Carteira de Identidade Nacional com o nome assinado a próprio punho, mãe e filho relataram um fortalecimento da autoestima. “Eu chega tô arrepiada. Eu era analfabeta, mas eu estudei e aprendi, e hoje eu assinei meu nome no meu documento”, declarou Celidalva.
    Sua xará e amiga, Maria Celidalva Sereno, 64 anos, também trabalhadora rural, passou por algumas instituições na Caravana nesta quarta. Após ser acolhida e orientada pela Coordenação de Articulação de Políticas para a Pessoa Idosa, da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (CAPI/SJDH), dona Celidalva foi atendida no posto do INSS, onde reportou cobranças indevidas em sua aposentadoria. Em seguida, tirou uma nova carteira de identidade e, por fim, passou por alguns atendimentos de saúde, com exames de colesterol, pressão arterial e consulta com clínico geral. Para dona Celidalva, a Caravana trouxe uma valorização para a população de Jiquiriçá: “a gente tem dificuldade por causa da distância do centro de Valença e, às vezes, a gente vai e não tem garantia de que vamos conseguir. E hoje, aqui, fizemos tudo, sem nem precisar agendar, foi muito bom”.
    Formação
    A Caravana de Direitos Humanos também levou alguns processos formativos para o território. Os debates versaram sobre temas como diversidade, etarismo, políticas públicas para a juventude, ancestralidade e afirmação da identidade quilombola. Houve ainda uma roda de conversa com estudantes do Colégio Estadual Quilombola Bernardo Bispo dos Santos — anfitrião da Caravana — sobre comunicação e Direitos Humanos. Os participantes fazem parte de um projeto que está buscando criar uma agência de notícias e um podcast para a valorização do território.
    Um total de 552 pessoas acessaram os serviços da Caravana de Direitos Humanos em Valença, resultando em 1.251 atendimentos. Foram 253 emissões de Carteira de Identidade Nacional; 145 emissões de segunda via de certidão de nascimento/casamento; 81 emissões de ID-Jovem; 74 atendimentos no Procon – a maioria com procuras por renegociação de dívidas; 57 consultas no INSS, entre outros. Um destaque dessa edição foram os serviços de saúde, somando um total de 237 atendimentos, sendo 72 doses de vacinas aplicadas, além de consultas e exames. A comunidade de Jiquiriçá fica a 40 minutos do Centro de Valença e reivindica mais equipamentos públicos no território. A Caravana de Direitos Humanos realizou escutas sociais com lideranças quilombolas e rurais do território para mobilizar os órgãos responsáveis e atender as demandas levantadas.
    Caravana
    A Caravana de Direitos Humanos é uma iniciativa da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos da Bahia, em parceria com entes públicos e organizações da sociedade civil, para levar educação em direitos humanos, serviços públicos e cidadania para populações vulnerabilizadas no Estado. Participam desta edição o Ministério Público da Bahia (MP-BA); o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA); o Instituto de Identificação Pedro Mello, da Secretaria de Segurança Pública (SSP); o SineBahia, da Secretaria de Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre); o Cartório de Registro Civil das Pessoas Naturais do município, as Secretarias Municipais de Saúde e de Assistência Social de Valença. A Caravana conta também com o apoio institucional de outras secretarias estaduais: de Educação (SEC); de Relações Institucionais (Serin) e de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais (Sepromi); e gestão operacional da Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM).
    Foto: Janaina Neri
  • Bahia apresenta resultados em Oficina sobre o sistema de informação para Conselho Tutelar em Brasília

    Bahia apresenta resultados em Oficina sobre o sistema de informação para Conselho Tutelar em Brasília

    Os resultados alcançados pela Bahia na utilização do Sistema de Informação para a Infância e Adolescência – Módulo Conselho Tutelar (SIPIA-CT) foram apresentados nesta quinta-feira (29), pela Secretaria de Justiça e Direitos Humanos- SJDH, na capacitação de técnicos, em Brasília-DF. A coordenadora estadual do SIPIA, Liliane Tavares, representou a Bahia na “Oficina de Trabalho dos Coordenadores Técnicos Estaduais, Distrital e Equipes de Apoio do SIPIA-CT”, promovida pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC).
    Até sexta-feira (30), técnicos de todo o país participam da formação que visa trazer informações atualizadas da ferramenta, como também articular com a rede de proteção para promoção de ações de proteção e cuidado do público infantojuvenil. Além da Bahia, outros estados do país também apresentam os resultados das suas ações. A Bahia já qualificou 1.070 profissionais do sistema de garantia de direitos de crianças e adolescentes, desde a sua implantação, alcançando 128 municípios, entre 2024 e 2025.
    “A Bahia vem para mostrar as boas práticas no uso do SIPIA. O sistema é prático, seguro, moderno, e vem permitindo qualificar o trabalho dos conselheiros tutelares. Estamos sensibilizando todos os atores do sistema de garantia de direitos e observamos que os conselheiros tutelares passaram a aderir ao SIPIA e a utilizar a tecnologia com mais frequência. Notamos também um crescimento nas demandas para capacitação. O sistema permite a integração com a rede e apresenta melhorias significativas para a aplicação de medidas e garantia dos direitos de crianças e adolescentes”, explicou Tavares.
    Capacitação
    Iniciada na quarta-feira (28), a capacitação aborda temas como os fluxos de recebimento e encaminhamento de comunicados de violações; estratégias de formação dos conselheiros tutelares; e necessidades locais para o aprimoramento do sistema. Os técnicos têm a oportunidade de tirar dúvidas sobre a utilização da ferramenta e contribuir com sugestões que possam melhorar o funcionamento do sistema nacional.
    SIPIA
    A plataforma do Governo Federal disponibiliza informações relacionadas aos casos de violações de direitos contra crianças e adolescentes, que são registrados e acompanhados pelos técnicos. O sistema permite que os profissionais gerem um banco de dados como também acessem informações que possibilitem o fortalecimento e a criação de políticas públicas para a garantia e defesa dos direitos preconizados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).