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  • Comunicação Organizacional é toda e qualquer ação, atividade, estratégia, produto e processo tomados pela empresa ou entidade para reforçar a sua imagem junto a todos os seus públicos de interesse – consumidores, colaboradores, políticos, empresários e acionistas, ou perante à opinião pública.

    A comunicação organizacional é fundamental em qualquer âmbito da empresa, desde o ambiente fabril, até os mais altos níveis hierárquicos corporativos.

    Um bom diálogo garante não só um alinhamento de objetivos, como também estimula o engajamento, interação, pertencimento, desenvolvimento e compromisso do colaborador com o local onde ele trabalha.

    Comunicação Institucional
    A comunicação institucional tem o intuito de melhorar a imagem da empresa perante a sociedade, os consumidores e os investidores. Ela é a responsável, por meio da gestão estratégica das relações públicas, pela construção de uma imagem e identidade corporativa de uma organização.

    Para que isso aconteça, além das relações públicas, são necessárias ações de assessoria de imprensa, marketing social e cultural, entre outros.

    Comunicação Mercadológica
    A comunicação mercadológica tem o objetivo de vender ou melhorar a imagem dos produtos ou serviços da corporação. Marketing e venda são os principais setores responsáveis por esse processo dentro de uma empresa.

    As principais ferramentas de comunicação que esta área se apoia são: publicidade comercial, promoções de venda, merchandising, venda direta, SAC, CRM, entre outros.

    Uma filosofia muito interessante de levantarmos neste ponto, é a do professor Dr. Wilson da Costa Bueno, outra referência da área, que procura conciliar a comunicação institucional e a mercadológica com o intuito de levantar a questão da responsabilidade social das organizações. Segundo Bueno, “A comunicação empresarial precisa conciliar estas duas vertentes de modo a garantir, ao mesmo tempo, o reforço da imagem de uma empresa comprometida com a cidadania e a obtenção de resultados favoráveis”.

    Comunicação Administrativa
    A comunicação administrativa é responsável por transmitir os dados do âmbito administrativo de uma organização para todos os setores nos quais estes dados se mostram pertinentes.

    Segundo Kunsch, a comunicação administrativa é aquela que permite viabilizar todo o sistema organizacional, por meio de uma similaridade de fluxos e redes.

    “Administrar uma organização consiste em planejar, coordenar, dirigir e controlar seus recursos de maneira que se obtenham alta produtividade, baixo custo e maior lucro ou resultados, por meio da aplicação de um conjunto de métodos e técnicas. Isso pressupõe um contínuo processo de comunicação para alcançar tais objetivos. E o que organiza o fluxo de informações, que permitirão à organização sobreviver, progredir e manter-se dentro da concepção de sistema aberto.” (KUNSCH, Planejamento de Relações Públicas na Comunicação Integrada, 2003, p. 152).

    Comunicação Interna
    Segundo Kunsch, a comunicação interna é um setor planejado, com objetivos bem definidos, para viabilizar toda a interação entre a organização e seus colaboradores. Para isto utilizam-se ferramentas da comunicação institucional e até da comunicação mercadológica.

    Wilson Costa Bueno ressalta a importância de não restringir a comunicação interna apenas à chamada comunicação descendente, ou seja, aquela que flui de cima para baixo na hierarquia empresarial. Uma boa comunicação organizacional interna é feita de forma descendente, ascendente e horizontalmente. O próprio conceito básico de comunicação já remete a uma via de mão dupla.

    A comunicação interna atual é a do conhecimento compartilhado e das relações humanas. Ela deve ser vista como uma estratégia fundamental nas organizações.

    Teoria da Comunicação Organizacional Integrada
    Margarida Kunsch é uma das pioneiras em trabalhar com o conceito no Brasil. Quando falamos em comunicação organizacional integrada estamos falando sobre uma filosofia que direciona a convergência de todas as quatro comunicações citadas anteriormente, permitindo uma atuação sinérgica entre elas. Podemos dizer que a teoria da comunicação organizacional integrada é a soma de todas as atividades de comunicação realizadas pelos diversos departamentos da empresa. E apesar de suas diferenças e peculiaridades, elas conseguem atuar de forma harmoniosa e em conjunto para atingir os objetivos da organização.

  • Aula 1: Introdução ao Jornalismo Investigativo:
    Apresentação da disciplina, ementa, objetivos e metodologia.
    O que é jornalismo investigativo: definição, características e distinção de outras formas de jornalismo.
    A importância do jornalismo investigativo para a democracia e a sociedade.
    Discussão sobre o papel do jornalista investigativo como agente de transformação social.
    Aula 2: Histórico do Jornalismo Investigativo:
    Panorama histórico do jornalismo investigativo no Brasil e no mundo.
    Casos emblemáticos que marcaram a história do jornalismo investigativo.
    A evolução das técnicas e ferramentas de investigação ao longo do tempo.
    Análise de reportagens investigativas clássicas e contemporâneas.
    Aula 3: Ética e Legislação no Jornalismo Investigativo:
    O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros e suas implicações no jornalismo investigativo.
    Direitos e deveres do jornalista investigativo.
    Legislação pertinente: direito de acesso à informação, proteção de fontes, direito de imagem, calúnia, difamação e injúria.
    Discussão de casos práticos envolvendo dilemas éticos e legais.
    Bloco 2: Metodologias e Técnicas de Apuração (Aulas 4-9)

    Aula 4: Planejamento da Investigação:
    Identificação de pautas investigativas relevantes.
    Formulação de hipóteses e perguntas de investigação.
    Elaboração do plano de investigação: definição de fontes, cronograma e recursos necessários.
    Estudo de caso: análise do planejamento de uma reportagem investigativa.
    Aula 5: Identificação e Abordagem de Fontes:
    Tipos de fontes: primárias, secundárias, oficiais e não oficiais.
    Técnicas de identificação e localização de fontes.
    Estratégias de abordagem e construção de relacionamento com fontes.
    A importância da proteção das fontes e o sigilo profissional.
    Aula 6: Entrevista Investigativa:
    Preparação para a entrevista: pesquisa prévia, elaboração de roteiro e perguntas estratégicas.
    Técnicas de condução da entrevista: escuta ativa, perguntas abertas e fechadas, follow-up.
    Como lidar com fontes relutantes ou hostis.
    Entrevista simulada em sala de aula.
    Aula 7: Pesquisa e Análise de Documentos:
    Tipos de documentos relevantes para a investigação: registros públicos, documentos judiciais, relatórios, arquivos, etc.
    Técnicas de obtenção, organização e análise de documentos.
    Como identificar inconsistências e informações relevantes em grandes volumes de dados.
    Exercício prático de análise documental.
    Aula 8: Utilização de Dados e Ferramentas Digitais:
    Introdução ao jornalismo de dados e sua aplicação na investigação.
    Ferramentas de busca e análise de dados online.
    Visualização de dados para a produção de reportagens investigativas.
    Verificação de informações e combate à desinformação.
    Aula 9: Técnicas de Vigilância e Monitoramento (com foco ético e legal):
    Introdução a técnicas de observação e monitoramento (online e offline) dentro dos limites éticos e legais.
    Utilização de redes sociais e outras plataformas para identificar informações relevantes.
    Análise de metadados e informações de acesso público.
    Discussão sobre os limites da vigilância no jornalismo investigativo.
    Bloco 3: Produção e Divulgação (Aulas 10-12)

    Aula 10: Estrutura da Reportagem Investigativa:
    Diferentes formatos de reportagens investigativas: texto, vídeo, áudio, multimídia.
    Técnicas de narrativa e storytelling no jornalismo investigativo.
    A importância da clareza, precisão e objetividade na apresentação dos fatos.
    Exemplos de estruturas narrativas eficazes em reportagens investigativas.
    Aula 11: Apuração e Redação da Reportagem Investigativa:
    Organização e checagem das informações apuradas.
    Técnicas de redação para o jornalismo investigativo: linguagem clara, concisa e imparcial.
    Como apresentar evidências de forma eficaz e transparente.
    A importância da revisão e da verificação de fatos antes da publicação.
    Aula 12: Divulgação e Impacto da Reportagem Investigativa:
    Estratégias de divulgação em diferentes plataformas midiáticas.
    O papel das redes sociais na disseminação de reportagens investigativas.
    Mensuração do impacto e da repercussão das investigações.
    O acompanhamento das consequências das reportagens investigativas.
    Bloco 4: Desafios e Tendências (Aulas 13-15)

    Aula 13: Jornalismo Investigativo em Contextos de Crise e Conflito:
    Os desafios específicos da investigação em ambientes de violência, corrupção sistêmica e polarização política.
    A segurança do jornalista investigativo em situações de risco.
    A importância da colaboração e das redes de jornalistas investigativos.
    Estudos de caso de investigações em contextos complexos.
    Aula 14: O Futuro do Jornalismo Investigativo:
    O impacto das novas tecnologias (IA, automação) no jornalismo investigativo.
    Modelos de financiamento para o jornalismo investigativo independente.
    A importância da transparência e da responsabilização no jornalismo investigativo.
    Debate sobre as perspectivas e os desafios futuros da área.
    Aula 15: Jornalismo Investigativo Local e Regional (Bahia e Salvador):
    Análise de casos de jornalismo investigativo relevantes para o contexto local.
    Os desafios e as oportunidades para o jornalismo investigativo na Bahia e em Salvador.
    O papel dos veículos de comunicação locais na fiscalização do poder público e na denúncia de irregularidades.
    Encontro com jornalistas investigativos atuantes na região (se possível).
    Bloco 5: Projeto de Investigação Final (Aulas 16-18)

    Aula 16: Apresentação e Discussão dos Projetos de Investigação (Parte 1):
    Os estudantes apresentarão seus projetos de investigação (em grupos ou individualmente).
    Discussão em sala de aula sobre a relevância, viabilidade e metodologia dos projetos.
    Feedback do professor e dos colegas para o aprimoramento dos projetos.
    Aula 17: Apresentação e Discussão dos Projetos de Investigação (Parte 2):
    Continuação das apresentações e discussões dos projetos.
    Foco na clareza dos objetivos, na adequação das metodologias e na viabilidade da execução.
    Aula 18: Defesa dos Projetos de Investigação e Avaliação Final:
    Os estudantes defenderão seus projetos de investigação, detalhando o planejamento, as fontes, as técnicas de apuração e os possíveis resultados.
    Avaliação final dos projetos e da participação dos estudantes ao longo da disciplina.
    Considerações finais e encerramento da disciplina.

  • Boca do Rio: Confronto Fatal e Justiça com as Próprias Mãos Revelam Crise de Segurança

    O sentimento de insegurança na cidade de Salvador se espalha a partir dos seus bairros. O bairro hoje retratado é o da Boca do Rio, onde seus casos evidenciam cada vez mais uma crise de segurança na capital baiana.

    Um homem morreu após troca de tiros com a Rondesp na região do Bate Facho, na Boca do Rio, em Salvador. Durante uma operação de patrulhamento, policiais militares foram atacados por suspeitos armados que dispararam contra a viatura. Em resposta, os PMs efetuaram disparos, resultando em um confronto no qual um dos suspeitos foi ferido. O suspeito identificado como Luan foi socorrido ao Hospital Roberto Santos, mas não resistiu aos ferimentos. Com ele, foram apreendidos uma pistola com a numeração raspada, munições de calibre 380, dois tabletes e 133 porções de maconha prensada, além de um rádio comunicador.

    Já no dia 04 (quarta-feira) um homem foi detido após ser capturado por moradores que o acusaram de realizar assaltos no bairro da Boca do Rio, em Salvador. O incidente ocorreu pela manhã na área do Alto do São Francisco e foi registrado tanto por moradores quanto por câmeras de vigilância.

    De acordo com informações, o suspeito estaria roubando celulares quando foi perseguido por pessoas indignadas com a situação. Em vídeos, aproximadamente 10 pessoas cercam o homem, agredindo-o com socos, chutes e até mesmo com o uso de um pedaço de ferro. Após um período de agressões, alguns moradores da região tentaram intervir para evitar que a violência continuasse. Esse ato gerou um desentendimento entre os que queriam interromper o espancamento e aqueles que insistiam em continuar a agressão.

    Testemunhas relataram que os assaltos teriam acontecido na Avenida Octávio Mangabeira, na orla da Boca do Rio, especificamente próximo ao ponto de ônibus localizado atrás do Instituto Municipal de Educação Professor José Arapiraca (Imeja). O suspeito foi capturado pelos populares no Alto do São Francisco após uma perseguição.

    Equipes da Polícia Militar (PM-BA) foram acionadas e estiveram no local. O homem foi encaminhado por agentes da 39ª Companhia Independente (CIPM) para atendimento médico e, em seguida, conduzido à Central de Flagrantes para as devidas providências.

    No dia 15 (segunda-feira) Um homem popularmente conhecido como ‘Kannário’ foi morto a tiros a noite, no bairro. O crime ocorreu próximo a uma praça localizada na Rua Cristóvão Ferreira, em uma área chamada de ‘Cajueiro’. A vítima, identificada como Deivide Aragão da Silva, de 26 anos, foi alvejada por vários disparos e morreu no local.

    De acordo com informações fornecidas pela Polícia Civil, Deivide era residente da região. Agentes da 39ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) foram acionados e estiveram presentes no local do crime. Em seguida, o Serviço de Investigação de Local de Crime iniciou as primeiras diligências. Ainda não há informações sobre a autoria, motivação ou circunstâncias exatas do crime, que estão sendo investigadas pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

    Outro tiroteio no bairro, no dia anterior, domingo (14), um homem morreu após confronto com a Polícia Militar. Ele fazia parte de um grupo de sete suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas na área.
    O suspeito, identificado apenas como Gabriel, foi baleado durante a troca de tiros e levado ao Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), onde não resistiu aos ferimentos. As investigações continuam para localizar os demais envolvidos.

    Nas últimas semanas, os moradores do bairro da Boca do Rio enfrentaram tiroteios e confrontos com a polícia que deixaram vítimas, além do linchamento que é uma ação por parte da justiça pelas próprias mãos. Acontecimentos dessa natureza destacam a carência da população com uma segurança pública presente, e a descrença na mesma, a ponto de recorrerem a justiça própria.

  • Gabriel Bortoleto ultrapassa parceiro de equipe em estreia na Fórmula 1

    Gabriel Bortoleto ultrapassa parceiro de equipe em estreia na Fórmula 1

    Depois da estreia complicada de Gabriel Bortoleto na Fórmula 1, o jovem brasileiro superou o companheiro de equipe no GP da China. Com o início difícil, durante a corrida, o piloto perdeu a disputa da zona de pontuação, mas a velocidade apresentada deixou Nico Hülkenberg para trás na 2ª etapa da F1 2025.

     

    Bortoleto conseguiu manter o carro na pista até o fim da corrida, algo que não havia acontecido em sua estreia na Austrália. Na ocasião, Gabriel abandonou a prova nas primeiras voltas por conta de um erro ocasionado pela pista molhada.

     

    O próximo compromisso das equipes será o GP do Japão, entre os dias 4 e 6 de abril. Assim como as outras disputas, essa também terá o começo às 2h da madrugada.

     

    Com 24 corridas planejadas, o GP de São Paulo será em 9 de novembro. O último dia de corridas da temporada está previsto para ocorrer em 7 de dezembro, no GP de Abu Dhabi.

    Bahia Notícias