Dia: 4 de março de 2024

  • Rio de Janeiro: operação busca dois suspeitos de matar advogado; um deles é PM

    Rio de Janeiro: operação busca dois suspeitos de matar advogado; um deles é PM

    Operação deflagrada nesta segunda-feira (4) está em busca de dois suspeitos de envolvimento na morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo, morto a tiros na Avenida Marechal Câmara, no Centro do Rio de Janeiro, no dia 26 de fevereiro – próximo às sedes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), do Ministério Público e da Defensoria Pública

    Um dos procurados é o policial militar Leandro Machado da Silva, que segundo o g1, trabalha para Vinícius Pereira Drumond, filho do falecido contraventor Luizinho Drumond. Ele seria o responsável por alugar um dos dois Gols brancos usados no crime, como apontam investigações da Delegacia de Homicídios da Capital.

     

    Informações apuradas pelo g1, confirmam que um sócio da locadora de veículos disse à polícia que o PM era um cliente antigo e que, no passado, tinha sido apresentado por Vinícius Drumond como um dos seguranças da contravenção.

     

    Policiais encontraram no escritório da locadora anotações de outros aluguéis feitos pelo PM para o patrão. Entre os nomes nos documentos estão “segurança Caxias”, “Vinicius Drumond (João Bosco)”; “Vinícius Zoológico” (em referência ao jogo do bicho), “Rafael (segurança Caxias)(Drumond)” e “Zoológico”.

     

    Outro procurado é Eduardo Sobreira Moraes, que estava no Gol que monitorou e vigiou a vítima no dia do crime. Na manhã do dia 26, Eduardo seguiu Crespo desde o momento em que o advogado saiu de casa, na Lagoa, Zona Sul do Rio, até chegar ao trabalho, no Centro da cidade.

    Eduardo e Leandro já são considerados foragidos. A Justiça expediu mandado de prisão temporária (30 dias) contra a dupla, além de mandados de busca e apreensão em endereços ligados a eles.

     

    No último sábado (2), um dos veículos utilizados no homicídio foi apreendido em Maricá, na Região Metropolitana do Rio. A Polícia Civil ainda busca informações sobre o executor, o mandante e o motivo do assassinato.

    Bahia Notícias

  • 04/03: Dia Mundial da Obesidade. Entenda como a doença afeta a saúde do coração

     

    O dia 4 de março é o Dia Mundial da Obesidade, condição que representa um dos principais fatores de risco para várias doenças não transmissíveis (DNTs), como diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares, hipertensão, diabetes, dislipidemia, doença hepática metabólica, AVC e infarto do miocárdio.

    Atualmente, segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 800 milhões de pessoas em todo o mundo vivem com obesidade.

    Para o cardiologista Cláudio Catharina do Hospital Icaraí, em Niterói, o sobrepeso vai sobrecarregar o aparelho cardiovascular, elevando o trabalho cardíaco e a pressão arterial.

    “Além disso, a obesidade costuma se associar ao diabetes e a problemas nos lipídios, que são danosos às coronárias e aos vasos sanguíneos, assim como à apneia do sono, levando a mais hipertensão e risco de arritmia cardíaca”, alerta o médico.

    Catharina lembra que o controle de peso corporal é essencial para se evitar as doenças do coração, aliado à abolição do sedentarismo, a uma alimentação sem açúcar, condimentados e processados, conhecimento e controle da pressão arterial e do colesterol, além de se ter um bom sono e espiritualidade.

    “É importante sempre procurar regular o peso, independentemente de sintomas. Pessoas acima do peso estão sob maior risco cardiovascular e de desenvolvimento de diabetes”, alerta o cardiologista.

  • Comitiva do governo federal chega hoje ao Acre, atingido por enchentes

    Comitiva do governo federal chega hoje ao Acre, atingido por enchentes

    Uma comitiva do governo federal chega nesta segunda-feira (4) ao Acre, estado que foi fortemente atingido por enchentes. O anúncio foi feito pelo ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, no último sábado (2), por meio de uma postagem na rede social X.

    “Conforme determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na próxima segunda-feira, irei ao Acre, numa força-tarefa para assistência à população atingida pelas enchentes. Além do MIDR [Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional], os Ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima, do Desenvolvimento Social, Família e Combate à Fome, da Saúde, do Desenvolvimento Agrário e da Defesa participam do grupo”, postou o ministro.

    Segundo Waldez Góes, equipes da Defesa Civil atuam no Acre auxiliando prefeituras e o governo do estado a preparar planos de trabalho para a liberação de recursos federais para ações de assistência, restabelecimento e reconstrução.

    Na última quarta-feira (28), o então presidente em exercício, Geraldo Alckmin, conversou por telefone com o governador do Acre, Gladson Cameli, e com o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, para tratar de “assistência emergencial humanitária”, conforme nota divulgada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

    Situação de emergência

    Na última segunda-feira (26), a pasta reconheceu a situação de emergência de 17 dos 22 municípios acrianos.

    Com isso, as prefeituras de Assis Brasil, Brasileia, Capixaba, Cruzeiro Do Sul, Epitaciolândia, Feijó, Jordão, Mâncio Lima, Marechal Thaumaturgo, Plácido De Castro, Porto Acre, Porto Walter, Rio Branco, Santa Rosa do Purus, Sena Madureira, Tarauacá e Xapuri já podem solicitar recursos ao governo federal.

    A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres. Além de socorro e assistência às vítimas, o decreto permite repassar recursos para restabelecer serviços essenciais e reconstruir infraestrutura ou moradias destruídas ou danificadas.

    “Com base nas informações enviadas nos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia metas e valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU [Diário Oficial da União] com o valor a ser liberado”, informou o ministério.

     

    Agência Brasil

  • Você se sente completa?

    Você se sente completa?

    Não importa o quanto você seja independente, bem-sucedida, tenha uma carreira sólida e até mesmo uma legião de fãs. A cantora Miley Cyrus recentemente expôs detalhes do seu relacionamento com o ator Liam Hemsworth, suas fragilidades e a sua volta por cima na música Flowers, com a qual recebeu os dois primeiros Grammys da sua carreira.

    Recentemente, a cantora e compositora Miley Cyrus venceu dois Grammys, Gravação do Ano e Melhor Performance Pop Solo, os primeiros de sua carreira, com a música ‘Flowers’.

    A música voltou à mídia e trouxe de volta o debate sobre amor-próprio, dependência emocional e as armadilhas que um relacionamento em desequilíbrio pode trazer, impedindo o crescimento e a autonomia daquele que se sente dependente de outro para se sentir completo e feliz.

    “Será que a gente precisa de outra pessoa para nos sentirmos completos?”, questiona a psicanalista Maristela Carvalho.

    Seja no âmbito amoroso, entre mãe e filhos ou até mesmo na área profissional, é sempre importante avaliar o quanto dependemos destas relações para seguir em frente, para crescer, tomar decisões ou simplesmente para nos sentirmos completos.

    “Quando colocamos a nossa felicidade e empoderamento na mão de alguém, como se dependêssemos do outro para decolar e obter as coisas, passamos o poder para essa pessoa e, com isso, perdemos força. Aos poucos, aumenta a sensação de que não somos capazes, por conta própria, de conquistar as coisas, de cumprir objetivos ou realizar nossos desejos”, explica Maristela.

     

    Veja quem está do seu lado

    Esta dependência impede que a gente se empodere e decole. Nos paralisa frente aos obstáculos da vida, dificultando as tomadas de decisão e estagnando o nosso crescimento.

    Segundo a psicanalista, quando nos sentimos verdadeiramente empoderados, quando não precisamos de ninguém como muleta, todos que estiverem à nossa volta participarão de nossa vida como parceiros de crescimento, complementando, somando.

    “Por isso, é importante que estejamos cercados de pessoas que nos ajudem a enxergar o nosso potencial e fortalecer a nossa capacidade de crescimento, de acreditar em nós mesmos.”

    Isso vale para qualquer tipo de relação, não apenas em um casal, mas também entre amigos, pais e filhos, quaisquer pessoas que possam estar próximas e que nos ajudem a nos enxergar, a nossa história e nossas dificuldades. Que agreguem e potencializem as nossas qualidades.

    Peça ajuda

    Não é fácil identificar uma dependência, especialmente a emocional. É preciso autoconhecimento, para podermos entender a nossa história e perceber as nossas fragilidades e potencialidades, aponta Maristela.

     

    “Esta percepção será possível revisitando cada trajetória ao longo dos problemas, o que muitas vezes requer apoio de um profissional, com o acompanhamento terapêutico, uma análise”.

    * Maristela Carvalho é formada em pedagogia pela PUC/SP; em psicanálise pelo Centro de Estudo Psicanalítico; e em psicologia pela Université Lumière Lyon II, na França. É membro do Grupo APOIAR e do Centro de Refugiados da USP, nos quais presta serviços de apoio à saúde mental para refugiados e pessoas em situação de vulnerabilidade social, e do Órion Instituto Médico.

  • Travessia Salvador-Mar Grande opera com seis embarcações. Embarque tranquilo

    Com  movimento  moderado de embarque, a Travessia Salvador-Mar Grande está atendendo  desde às 5h,  quando ocorreu a primeira saída no Terminal  de Vera Cruz, O sistema  cumpre nesta segunda-feira (4)  horários  de meia em meia hora.

    A travessia  opera sem restrições e registra fluxo um pouco maior de embarque  no Terminal de  Vera Cruz  por conta do retorno de passageiros que se deslocaram para a Ilha de Itaparica durante o final de semana. Seis embarcações estão em tráfego e outras duas em stand by.

    Em Salvador, as operações tiveram início no horário normal, que é às 6h30 no Terminal Náutico da Bahia. A Baía de Todos-os-Santos tem boas condições de navegação nesta manhã. O percurso da travessia está sendo feito em tempo médio de 40 minutos pelas embarcações do sistema. A última saída de Salvador, hoje, está programada para as 19h30. Em  Mar Grande, o último horário será feito às 18h.

    Horários da travessia

    De Salvador para Mar Grande  – 6h30, 7h, 7h30, 8h, 8h30, 9h, 9h30, 10h, 10h30, 11h, 11h30, 12h, 12h30, 13h, 13h30, 14h, 14h30, 15h, 15h30, 16h, 16h30, 17h, 17h30, 18h, 18h30, 19h e 19h30.,

    Mar Grande para Salvador – 5h, 5h30, 6h, 6h30, 7h, 7h30, 8h, 8h30, 9h, 9h30, 10h, 10h30, 11h, 11h30, 12h, 12h30, 13h, 13h30, 14h, 14h30, 15h, 15h30, 16h, 16h30, 17h, 17h30 e 18h.

    Tarifas – De segunda a sábado, no sentido Mar Grande-Salvador, a passagem na travessia custa   R$7,50. Aos domingos e feriados o valor da passagem é R$ 10. De Salvador para Mar Grande, de segunda a sábado, R$ 9,30 e domingos e feriados, R$ 11,80.

    Travessia Salvador-Morro de São Paulo e escunas de turismo

    Nesta segunda-feira, os catamarãs da linha Salvador-Morro de São Paulo também  operam normalmente. O primeiro  sai do Terminal Náutico às 9h.  Os demais horários do dia  sao: 10h30, 13h e 14h30. Já as saídas do Morro ocorrem às 9h, 11h30, 13h, 14h e 15h.

    O movimento é tranquilo   de procura e venda de passagens, neste momento,  nos guichês das empresas concessionárias no Terminal Náutico.

    A passagem   custa    R$ R$ 151,31, de Salvador para Morro de São Paulo, e R$  138,71, no sentido inverso. O pagamento pode ser feito com cartão de crédito ou débito.

    Passeio de escuna – As escunas de turismo também  operam normalmente e têm  movimento tranquilo de embarque. Começaram  a sair às 8h do Terminal Náutico para  o “Passeio às Ilhas. No roteiro, são feitas   paradas na Ilha dos Frades e em Itaparica, com retorno a Salvador às 17h30. A tarifa do passeio é R$ 100.

  • Alcione virá a Salvador em maio para show inédito na capital

    Em celebração a seu meio século de dedicação e amor à música, a cantora e compositora Alcione virá a Salvador com o show “Alcione: 50 Anos”. A apresentação acontece no dia 12 de maio (domingo), às 19h, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA). Será a primeira do espetáculo na capital — em novembro de 2023, ele esteve em Lauro de Freitas, na região metropolitana. O primeiro lote de ingressos custa R$ 150/R$ 75 (meia) e será vendido na plataforma Sympla e na bilheteria do próprio TCA.

    Em “Alcione: 50 anos”, Marrom conta com as participações especiais da inseparável Banda do Sol e de integrantes da Orquestra Maré do Amanhã para passear por diversos momentos de sua carreira. A performance ganha ainda mais brilho com as presenças de bailarinos clássicos e modernos das companhias Sheila Aquino e Marcelo Chocolate, e Cenarte Dimensões.

    Com diversas apresentações pelo Brasil e em cidades na Europa e na África, o show tem direção musical do maestro Alexandre Menezes e direção geral de Solange Nazareth. Em Salvador, o evento terá apoio do Clube Correio, do Teatro Castro Alves e da Secretaria de Cultura da Bahia (Secult), por meio da Fundação Cultural do Estado (Funceb).

    Trajetória — Para resumir essa trajetória tão longeva e de incrível sucesso, vale reafirmar que os domínios da Marrom extrapolam fronteiras. A intérprete já se apresentou pelos cinco continentes, em mais de 36 países, nos principais festivais e casas de espetáculos internacionais. Portugal, Espanha, Suíça, Alemanha, Israel, Japão, Angola, França, Moçambique, Inglaterra, Itália, Argentina, Chile, Uruguai e até na antiga União Soviética — antes mesmo da Perestroika, a abertura —, nas atuais Lituânia, Estônia, Ucrânia e Rússia.

    Alcione gravou compactos — o primeiro, em 1972 —, LPs, DVDs e 42 álbuns, que lhe concederam 26 Discos de Ouro, sete Discos de Platina — dois de Platina Duplo —, três DVDs de Ouro e um de Platina. Em sua galeria de troféus, com mais de 350 peças, estão prêmios e honrarias que vão desde os títulos de Cidadã Benemérita até as mais altas comendas do país, como a “Ordem do Rio Branco” e a do “Mérito Timbiras” — esta última, concedida pelo Estado do Maranhão — e medalhas relevantes, como a “Tiradentes” e a “Pedro Ernesto”, concedidas pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

    Premiações relacionadas à MPB abarrotam suas estantes, como, por exemplo, os 21 troféus arrebatados nas 29 edições do “Prêmio da Música Brasileira”. Outros títulos edificantes são os de “Madrinha do Corpo de Bombeiros do RJ” e “Melhor Cantora Popular”, concedido pela Academia Brasileira de Letras (ABL).

    Marrom também é detentora de inúmeras premiações internacionais, como o “Grammy Latino” na categoria “Melhor Álbum de Samba”; “O Pensador de Marfim” (concedido pelo Governo de Angola); “Diplome de Médaille d´Or” (da Societé Acadêmique de Arts, Sciences et Lettres de Paris), “Extraordinary Contribuition to Brazilian Culture and Positive Image” (concedida no 9th Annual Brazilian International Press Award, Flórida); “Personalidade Negra das Artes” (Conselho Internacional de Mulheres); e “A Voz da América” (ONU).

    Conectada com a atualidade, como não poderia deixar de ser, a artista possui um total de quase 3 milhões de seguidores em suas redes sociais: 1,9 milhão, no Instagram; 894 mil, no Facebook; e 196,9 mil, no X (antigo Twitter).

    Criada ao som de grandes cantores nacionais e internacionais de sua época, Alcione sempre transitou entre os variados gêneros e estilos musicais: samba, jazz, bolero, reggae e canção romântica são alguns deles. Apesar de ser tratada como sambista, adora gravar e interpretar o que lhe convém e emociona. Imensurável, a galeria de hits tem, entre outros, “Não Deixe o Samba Morrer”, “Sufoco”, “Você Me Vira a Cabeça” e “A Loba”.

    A Cantora Popular, que, durante a pandemia, lançou um álbum de inéditas chamado “Tijolo por Tijolo”, está radiante com tantas homenagens. “São flores em vida. Jamais imaginei receber tamanho carinho, ainda mais, vindo de tantas instituições, pessoas tão diferentes e por todos os cantos do planeta”, disse Marrom.

    SERVIÇO — ALCIONE: 50 ANOS
    Quando: 12 de maio (domingo), às 19h
    Onde: Concha Acústica do TCA (Campo Grande)
    Quanto:
    Primeiro lote: R$ 150/R$ 75 (meia)
    Segundo lote: R$ 180/R$ 90 (meia)
    Terceiro lote: R$ 200/R$ 100 (meia)

  • Fábio Jr. apresenta turnê “Bem Mais que Os Meus 20 e Poucos Anos” no Armazém Convention

    Fábio Jr. apresenta turnê “Bem Mais que Os Meus 20 e Poucos Anos” no Armazém Convention

    O romantismo de Fábio Jr. vai tomar conta do palco do Armazém Convention no mês de março. No dia 23, a partir das 22 horas, o cantor apresenta a turnê “Bem Mais que Os Meus 20 e Poucos Anos”, que marca os 50 anos de carreira e 70 anos de idade do artista.

    A apresentação conta com blocos com diferentes temas, a exemplo do início da trajetória musical do cantor, composto por imagens históricas, mostra de discos premiados e até mesmo cenas de novelas em que atuou. No repertório, os grandes sucessos do artista, nacionalmente conhecidos, como “Senta Aqui”, “Felicidade”, “Caça e Caçador”, “20 e Poucos Anos”, “Pai”, entre outros.

    O evento se junta aos grandes espetáculos sediados no Armazém Convention, que também implementa em 2024 uma nova fase de expansão em eventos corporativos. No primeiro semestre do ano, o espaço ainda receberá nomes como Djavan, Roupa Nova e outros. A agenda completa através do perfil @armazemconvention no Instagram.

    SERVIÇO

    Turnê “Bem Mais Que os Meus 20 e Poucos Anos”, de Fábio Jr.

    Local: Armazém Convention

    Horário: 22h

    Data: 23 de março de 2024

    Vendas: Sympla

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  • Dunlop lança pneu SP926: a escolha certa para caminhões em terrenos mistos

    Dunlop lança pneu SP926: a escolha certa para caminhões em terrenos mistos

    A Dunlop acaba de anunciar a chegada do SP926, um produto desenvolvido para o mercado brasileiro e que será produzido no Brasil, considerando as condições específicas de uso e segmentos do nosso mercado, sendo projetado para superar os desafios mais exigentes de trajetos mistos – desde asfalto até terrenos de terra, lama e pedras. Este lançamento representa um marco para gestores de frotas e profissionais dos setores canavieiro, construção e coleta de lixo, oferecendo uma solução completa em durabilidade, desempenho e economia operacional.

    Através da tecnologia e seus compostos, o novo SP926 redefine os padrões de resistência contra cortes, arrancamentos e picotamentos. O talão possui um reforço de nylon assegurando um excelente índice de recapabilidade, o que resultará na redução dos custos por quilômetro e assim elevará a performance do segmento a novos patamares.

    O design avançado do SP926 vem com sulcos mais largos para uma autolimpeza eficaz e uma aderência inabalável, enquanto sulcos 31% mais profundos em comparação ao modelo anterior redefinem a tração em condições adversas, resultando em um aumento de 43% na performance quilométrica. Adicionalmente, a incorporação de nylon no talão transforma a carcaça em uma fortaleza de durabilidade e confiabilidade, prolongando significativamente a vida útil do pneu em qualquer cenário.

    Outros benefícios do Dunlop SP926:

    • Maior durabilidade e resistência a cortes, arrancamentos e picotamentos;
    • Desenho robusto que evita a retenção de pedras;
    • Composto de alta tecnologia que proporciona mais resistência ao arrancamento e picotamento;
    • Aumento da vida útil do pneu e maior recapabilidade.

    Em testes realizados pela Dunlop Pneus, o SP926 demonstrou melhor custo por quilômetro quando comparado a outros pneus utilizados em frotas, além de ser produzido utilizando a exclusiva tecnologia desenvolvida pela própria Sumitomo: o TAIYO (Sun) System, que possibilita a produção de pneus sem emendas nas partes de borracha.

    O pneu Dunlop SP926 estará inicialmente disponível na medida 295/80R22.5 em todos os distribuidores do país.

    “A Dunlop está extremamente orgulhosa dos resultados excepcionais obtidos nos testes do pneu SP926. Esses resultados reforçam nosso compromisso contínuo em fornecer aos nossos clientes produtos de alta qualidade e tecnologia que ofereçam desempenho excepcional, durabilidade incomparável e segurança, seja qual for o terreno, para todo mercado brasileiro”, afirma diz Rodrigo Alonso, Diretor Nacional de Vendas e Marketing da Dunlop Pneus.

     

    Fevereiro de 2024

    Sobre a Dunlop

    A Dunlop, que é uma marca do grupo Sumitomo Rubber Industries e atualmente está entre os cinco maiores fabricantes de pneus do mundo, de acordo com o ranking “Leading tyre manufacturers” de 2023, tem sede mundial no Japão, onde possui um moderno centro de P&D e três campos de prova. Os pneus Dunlop são produzidos em doze fábricas e estão presentes em mais de 100 países, incluindo Estados Unidos, Japão, Indonésia, Tailândia, China, Turquia e Europa. A fábrica da Dunlop no Brasil, que também produz os pneus Falken e Sumitomo, é a mais moderna unidade fabril de pneus do País, sendo a única a produzir os pneus com a tecnologia TAIYO (Sun) System, Sistema de Fabricação de Pneus Sem Emendas nas partes de borracha, garantindo maior precisão e segurança. Localizada em Fazenda Rio Grande, região metropolitana de Curitiba, recebeu mais de R$ 1,6 bilhão em investimentos desde sua inauguração em outubro de 2013 e suas expansões, anunciando novos investimentos na ordem de R$ 1 bilhão em 2021. A empresa comercializa pneumáticos para veículos de passeio, vans, SUVs e caminhões.

  • Belo Monte é usina que menos emite gases de efeito estufa na Amazônia

    Belo Monte é usina que menos emite gases de efeito estufa na Amazônia

    A hidrelétrica de Belo Monte é a usina que menos emite gás carbônico no bioma Amazônia, além de ser a quinta hidrelétrica mais eficiente do Brasil em termos de taxa de intensidade de gases poluentes. A conclusão é de estudo feito pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ).

    Coordenado pelo professor do Programa de Planejamento Energético da Coppe, Marco Aurélio Santos, o estudo Desenvolvimento de Metodologia para o Cálculo das Emissões de Gases de Efeito Estufa no Reservatório da UHE Belo Monte avalia que nos próximos dez anos, a área alagada do empreendimento deverá apresentar, de forma progressiva, emissões mais reduzidas. Os resultados obtidos mostram que Belo Monte tem um indicador de intensidade de emissões de CO2 muito baixo e níveis similares de emissões em comparação a outras fontes de energias renováveis, como eólica e solar.

    O problema das emissões das hidrelétricas vem sendo estudado pela equipe do professor desde a década de 1990. “Temos feito vários estudos para as empresas do setor e para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) sobre a questão. Porque, até então, havia uma ideia errônea que as hidrelétricas não emitiam nenhum tipo de poluição aérea”. Mas, pela similaridade que acontece nos rios e lagos, os pesquisadores acabaram prospectando nos reservatórios os mesmos processos, ou seja, a decomposição da matéria orgânica em condições subaquáticas por microrganismos que fazem essa busca por alimento, por energia, e acabam eliminando, como um subproduto, os gases causadores do efeito estufa. No caso, ali foram encontrados CO2 (gás carbônico), metano e óxido nitroso.

    Diagnóstico

    Marco Aurélio Santos explicou à Agência Brasil que há um espectro grande de tipologias de projetos no qual já foi determinado um certo padrão de emissões distribuídas no espaço, isto é, no corpo dos reservatórios, e no tempo. “Nós temos um diagnóstico dessas questões, tanto dos locais que podem mais emitir esses gases, bem como quando eles são emitidos mais fortemente e quando circulam em uma situação de mais equilíbrio”. O tema tem sido discutido pelos pesquisadores da Coppe com grupos de vários países, como França, Estados Unidos, Canadá, e em fóruns internacionais.

    Entre 2011 e 2013, a equipe do professor foi contratada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) para estudar oito reservatórios de hidrelétricas no Brasil, pensando que existem diferenças quanto ao bioma e à vegetação nesses reservatórios. “Nós fizemos vários estudos no território brasileiro em reservatórios que já existem e efetuamos a quantificação”. Santos informou que, além dos oito reservatórios, foram analisadas mais três áreas naturais onde seriam construídos reservatórios, para que se pudesse ter a dimensão das emissões naturais e, de certa maneira, descontar isso da emissão antrópica (produzida pelos homens). “A diferença entre a emissão que o reservatório faz atualmente menos a emissão natural do passado dá o que nós chamamos de emissão líquida, ou seja, a emissão realmente atribuível à instalação do reservatório”.

    Trabalho de campo

    Um dos reservatórios das futuras áreas foi o de Belo Monte, sobre o qual já havia esse estudo anterior. Como o governo mudou, o projeto não teve continuidade. Então, o Consórcio Norte Energia, grupo formado por diversas empresas envolvidas na construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, pediu que o professor e sua equipe continuassem aquele trabalho apenas para o reservatório de Belo Monte, agora já com a usina construída, para ter o cálculo das emissões antes e depois.

    O trabalho de campo dos pesquisadores durou três anos e analisou amostras em seis campanhas de medição, em 45 pontos diferentes da Bacia do Xingu e do reservatório, no Pará, onde a usina está instalada. Os cientistas cruzaram os resultados das medições de gases de efeito estufa com o estudo do ciclo do carbono em reservatórios de hidrelétricas e concluíram um importante avanço para o setor elétrico brasileiro, já que, até o presente momento, muito se tem especulado sobre o assunto, sendo as hidrelétricas apontadas constantemente como responsáveis por emitirem grandes quantidades de gases poluentes na atmosfera.

    Concluíram então que Belo Monte é a usina hidrelétrica que menos emite gases de efeito estufa no bioma Amazônia porque esses gases são produzidos no fundo do reservatório e também na coluna d’água e migram, isto é, são transportados para a atmosfera. Os pesquisadores fizeram a determinação desse fluxo na área do reservatório. Só que a área do reservatório de Belo Monte é relativamente pequena, em comparação com outros reservatórios na região.

    Marco Aurélio Santos informou que o reservatório guarda água para gerar energia elétrica. Belo Monte tem uma potência instalada de 11 mil megawatts (MW) ou 11 gigawatts (GW) e precisa ter água para gerar toda essa potência. Mas, por questões ambientais, a usina não pôde ter um reservatório maior para guardar água para o período seco e poder gerar mais energia. Daí, seu reservatório ser menor do que deveria ter sido, conforme previa o projeto original. “Mesmo assim, a quantidade de energia que Belo Monte gera é muito grande”. Santos explicou que pegando-se o coeficiente que divide a quantidade de gases produzidos pela quantidade de energia, o índice de intensidade de emissões resulta em uma quantidade de emissões muito baixa em relação às tecnologias tradicionais, bem como às outras hidrelétricas que estão no bioma Amazônia.

    Inventário

    Na avaliação do professor da Coppe, o Brasil precisava ter um inventário nacional de gases de efeito estufa dos reservatórios hidrelétricos, como os Estados Unidos, através da agência ambiental americana, já estão fazendo. “Isso o governo brasileiro não faz. O que está sendo feito são iniciativas das empresas proprietárias das hidrelétricas. Para nós termos uma verdadeira ideia dessa variação no território brasileiro, deveriam ser feitos mais estudos”. Os Estados Unidos estudaram 108 hidrelétricas. “Hoje, os Estados Unidos têm uma radiografia dessa questão muito mais apurada do que nós. Essa é uma falha do governo do Brasil”, criticou o professor. “Já as empresas estão reagindo, promovendo estudos, para demonstrar que não é bem aquilo que os outros diziam”. Salientou que a equipe está disposta a fazer novas radiografias do setor hidrelétrico, “desde que sejamos convidados pelo governo brasileiro a fazer”.

    Para fazer a análise das usinas que não tiveram um estudo das emissões antes da construção dos reservatórios, são buscados estudos e publicações científicas que tenham sido feitos naquela região sobre emissões nos solos do Cerrado, da Amazônia, por exemplo, sobre a respiração das plantas, do que emitem e absorvem de CO2, se há estudos em áreas naturais aquáticas, como rios e lagos. Aí, é feita uma projeção de como seria a emissão no passado, porque a emissão atual consegue-se medindo reservatórios já construídos. Faz-se então a comparação, que resulta na emissão líquida. As emissões dos oito reservatórios foram calculadas com base nessa metodologia.

    O estudo “Desenvolvimento de Metodologia para o Cálculo das Emissões de Gases de Efeito Estufa no Reservatório da UHE Belo Monte” usou como base o Índice de Intensidade de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), métrica reconhecida internacionalmente e estabelecida pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), organização científica criada pelas Nações Unidas para avaliar os riscos das mudanças climáticas. O Brasil possui 147 hidrelétricas integradas ao Sistema Interligado Nacional (SIN) e operadas em conjunto pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

    De acordo com a Coppe, as hidrelétricas se destacam, entre as diversas fontes de energia disponíveis, como uma opção viável e eficiente para a geração de energia limpa e renovável e desempenham importante papel na complementariedade de fontes de energia e na estabilidade do sistema, pois têm geração firme, em grande escala, e compensam a intermitência de fontes como solar e eólica. Belo Monte é a maior hidrelétrica 100% brasileira e se encontra em operação plena desde novembro de 2019. (Alana Gandra)

    Agência Brasil

  • Manifestações de direita estão cada vez mais polarizadas, diz estudo

    Manifestações de direita estão cada vez mais polarizadas, diz estudo

    Pesquisadores e estudantes da Universidade de São Paulo (USP) investigam há 10 anos a polarização política no Brasil, e os dados coletados indicam que as manifestações da direita nas ruas estão cada vez mais à direita. O movimento mais uma vez foi constatado no último ato em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, investigado por suspeita de articular um golpe de Estado no país.

    Para esse estudo, o Grupo de Políticas Públicas para o Acesso à Informação (GPoPAI) da USP criou o Monitor do Debate Político no Meio Digital, com acadêmicos de várias áreas de conhecimento – de alunos de mestrado da Matemática à História, passando por Letras e Comunicação Social.

    O grupo já aplicou cerca de 50 pesquisas. A última delas foi realizada durante a manifestação do domingo passado (25) na Avenida Paulista, convocada pelo ex-presidente. De acordo com os pesquisadores, o ato teve a maior adesão desde o final de 2015, e indica um aumento no número de pessoas que se declaram com “orgulho de ser de direita” em atos públicos considerados do espectro político de direita, o que estaria relacionado com o fenômeno do bolsonarismo.

    Nove de cada dez pessoas entrevistadas na manifestação do dia 25 se consideram “de direita” e mais de 95% se disse conservador – 78% “muito conservador” e 18% “um pouco conservador.

    “Isso é novo”, aponta o professor Marcio Moretto, um dos coordenadores do GPoPAI, comparando, por exemplo, com a manifestação de 26 março de 2017, em favor da Operação Lava Jato e ocorrida na mesma Avenida Paulista. No levantamento daquele dia, “49% das pessoas se identificaram como ‘de direita’ ou ‘centro direita’.”

    Em 7 de setembro de 2022, uma pesquisa semelhante há havia constatado aumento dos que se consideram de direita para 83%, um avanço de mais de 30 pontos percentuais em relação ao ato pró Lava Jato de 2017. Em 26 de novembro de 2023, outro ato de direita na Paulista teve 92% da amostra declarando ser de direita. No domingo passado o patamar de 92% se manteve mesmo com uma presença de manifestantes bem maior.

    Reacionarismo

    Se a definição no espectro político e ideológico está clara, o professor avalia que a auto identificação como “conservador” não é exata. “Ao pé da letra, o conservador quer retardar mudanças que o progressista quer acelerar”. Na opinião de Moretto, os participantes da manifestação do último domingo “querem uma espécie de revolução para trás. Querem resgatar valores que ficaram no passado. O bolsonarismo não é exatamente conservador, ele é mais reacionário.”

    Além das nuances entre os atos políticos, o coordenador do GPoPAI percebe reiterações simbólicas com outros eventos. Moretto lembra que, como aconteceu em edições passadas da Marcha para Jesus, no último domingo muitos manifestantes (e políticos) empunhavam bandeiras de Israel.

    “Me parece que isso tem a ver com uma compreensão dos evangélicos sobre as terras do lugar onde fica Israel, ser uma Terra Prometida. Para eles, Bolsonaro representa o que chamam de cultura judaico-cristã”, avalia o coordenador. Vinte e nove por cento dos presentes no domingo se identificavam como “evangélicos”, proporção abaixo dos declarados “católicos” (43%).

    Moretto acrescenta que, fora as motivações religiosas, “também tem um esforço do Estado de Israel de fomentar isso, e se aproximar dos evangélicos como uma força de apoio”, lembra, considerando o conflito em Gaza.

    Homem, branco, com mais de 45 anos

    Segundo os dados levantados pelo GPoPAI no último domingo, a maioria dos presentes no ato da paulista eram homens (62%), brancos (65%), na faixa etária a partir dos 45 anos (67%), com curso superior (67%), metade com renda entre 3 e 10 salários mínimos e 66% residente na região metropolitana de São Paulo.

    Marcio Moretto aponta que o perfil das pessoas que se deslocaram para a manifestação não é representativo do eleitorado brasileiro e nem sequer de São Paulo. “O acesso à Avenida Paulista é restrito aqui na cidade de São Paulo, fica numa região central e nobre. A maior parte da população de São Paulo mora nas periferias. Não é a coisa mais simples do mundo chegar na Avenida Paulista, se você mora lá para os lados de São Miguel, um bairro que é próximo da USP leste.”

    Por fim, o coordenador do grupo de pesquisa chama atenção para o fato de que 61% dos respondentes se mostrarem contrários à decretação de estado de sítio em 2022 (15% não souberam responder), 45% disseram ser contra a arbitragem das Forças Armadas (12% não souberam responder) e 39% se oporem ao estabelecimento de uma operação Garantia da Lei e da Ordem, a GLO (12% não souberam responder).

    “Isso indica que as pessoas estavam defendendo o Bolsonaro como talvez uma alternativa ao PT. Eles não estavam ali, necessariamente, embarcando na aventura golpista que foi em 8 de janeiro – embora tivessem indo à Paulista defender seu líder, que está sendo acusado de ter conspirado.”

    A pesquisa do Grupo de Políticas Públicas para o Acesso à Informação entrevistou uma amostra de 575 pessoas, entre as 13h30 e as 17h em toda a extensão da manifestação na Avenida Paulista. A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos, com grau de confiança de 95%.

    O grupo não realizou observação das redes sociais no dia da manifestação. Conforme Marcio Moretto, as redes sociais foram fechando portas e está cada vez mais difícil e conseguir monitorar essas mídias. “Era muito mais fácil conseguir acompanhar o que estava acontecendo no Twitter antes de Elon Musk comprar a rede. Ele mudou um monte de regras de acesso aos dados”, reclama o coordenador ao registrar a necessidade de regulamentação das redes sociais no Brasil para garantir “mais transparência”.

    Golpe de Estado

    O protesto na Avenida Paulista foi convocado por Bolsonaro e aliados em um momento em que o ex-presidente e pessoas próximas são investigados por suspeita de agir para reverter os resultados das eleições de 2022, quando foi derrotado em sua tentativa de reeleição. No trio-elétrico, o ex-presidente, que está inelegível até 2030 por abuso de poder econômico pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), criticou as ações do Supremo Tribunal Federal (STF) e pediu anistia àqueles que foram condenados pelos ataques golpistas contra as sedes dos poderes da República em 8 de janeiro. Ele chamou os condenados de “aliados”.

    Bolsonaro é investigado pela Polícia Federal (PF) e pelo STF sobre o ataque de 8 de janeiro de 2023 à sede dos Três Poderes em Brasília – com tentativa de abolição do estado democrático de direito e de golpe de Estado.

    Em seu discurso, Bolsonaro admitiu a existência de uma minuta de texto que previa decretação de estado de sítio, prisão de parlamentares e ministros do STF. O decreto, de acordo com as investigações, daria sustentação a uma tentativa de golpe de Estado. O ex-presidente criticou as apurações criminais da PF sobre essa minuta.

    Agência Brasil