Dia: 16 de março de 2024

  • Anderson Torres diz que nunca tratou de golpe de Estado

    Anderson Torres diz que nunca tratou de golpe de Estado

    O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Anderson Torres, em depoimento prestado em 22 de fevereiro à Polícia Federal (PF), em Brasília, afirmou que em nenhuma oportunidade no Palácio da Alvorada, após o segundo turno das eleições presidenciais de 2022, tratou de golpe de Estado, nem mesmo da abolição do Estado Democrático de Direito, Garantia da Lei e da Ordem, Estado de Sítio, Estado de Defesa, intervenção militar ou algo do gênero.

    Na oitiva, Anderson Torres declarou nunca ter questionado a lisura do sistema eleitoral brasileiro e que não ratificou as palavras do ex-presidente da República Jair Bolsonaro de que haveria fraude nas urnas eletrônicas.

    Os trechos da fala do ex-ministro são respostas a questionamentos feitos pelos agentes da PF sobre a reunião ministerial de 5 de julho de 2022, liderada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, com o primeiro escalão do governo federal. Entre os participantes, estiveram ministros de Estado, secretários executivos e assessores da Presidência da República. O vídeo da reunião faz parte das investigações federais sobre a tentativa de golpe de Estado, em 8 de janeiro do ano passado.

    No depoimento, tornado público nesta sexta-feira (15) pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, Torres confirmou ter participado da reunião após ser convocado pela Presidência da República, mas sem apontar o responsável por organizar o encontro. Ele também disse não saber o motivo de o pré-candidato à Vice-presidência Walter Braga Netto e do deputado federal Filipe Barros terem participado do encontro, visto que não integravam o governo.

    Minuta do golpe

    Sobre a minuta de decreto do Estado de Defesa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), apreendida na sua residência, em 10 de janeiro de 2023, ele disse que não a escreveu, e que não tinha conhecimento do teor do documento apresentado em reunião no Palácio da Alvorada, em 7 de dezembro de 2022, pelo assessor Filipe Martins.

    O ex-ministro da Justiça afirmou no depoimento à Polícia Federal que desconhece qualquer plano relacionado ao monitoramento e eventual prisão do ministro do STF Alexandre de Moraes, em sua residência, no mês de dezembro de 2022.

    Fraude

    No depoimento, tornado público nesta sexta-feira (15), Anderson Torres negou ter propagado informações de vulnerabilidades e fraudes nas eleições de 2022 e que não recebeu qualquer relatório a respeito da existência de qualquer fraude eleitoral. Ele declarou ainda que não viu parcialidade do Poder Judiciário no processo eleitoral de 2022.

    O ex-ministro nega que tenha solicitado a ministros que difundissem informações a respeito de fraude no sistema eletrônico de votação.

    Sobre as possíveis consequências da não reeleição de Bolsonaro, em que ele disse “senhores, todos vão se foder! Eu quero deixar bem claro isso. Porque se … eu não tô dizendo que … eu quero que cada um pense no que pode fazer previamente porque todos vão se foder”, o ex-ministro reiterou que as palavras dele tratavam, na realidade, de um chamamento para que todos os ministros atuassem dentro de suas pastas para que pudessem contribuir com o processo eleitoral e que desejava apenas a vitória. E que a expressão “se foder” significava a perda de todos os avanços que cada um dos ministros tinha obtido ao longo dos 4 anos de trabalho.

    Quanto à declaração que teria prometido atuar de uma forma mais incisiva, o ex-ministro disse que se referia à diretriz de combate aos crimes eleitorais, com emprego de equipes completas em campo, para atuar de maneira proativa, especialmente por parte da Polícia Federal.

    PCC

    Em relação a declaração durante a reunião ministerial sobre a suposta relação do Partido dos Trabalhadores com o Primeiro Comando da Capital (PCC), Anderson Torres disse que se referia apenas a duas reportagens divulgadas quatro dias antes da reunião sobre citações do empresário e publicitário brasileiro Marcos Valério Fernandes de Souza, conhecido pelo envolvimento no esquema do mensalão. Ele, no entanto, disse não saber o andamento da apuração na Polícia Federal das referidas reportagens.

    Agência Brasil

  • Pesquisa mostra relação de assassinatos com desaparecimentos no RJ

    O telefone da central do Disque-Denúncia RJ toca e, do outro lado da linha, uma pessoa quer denunciar anonimamente a existência de um cemitério clandestino. O comunicante afirma que, na parte alta de uma mata, ao final de uma trilha de dez minutos, existe um local onde corpos são enterrados e carbonizados.

    “Mas é visível corpos em estado de decomposição e arcadas dentárias pelo chão”, registra o atendente do Disque Denúncia. “Depois de uma represa existe outro cemitério clandestino”.

    A denúncia aponta para uma situação que não é incomum na Baixada Fluminense. Homicídios na região, muitas vezes, são escamoteados por meio da destruição ou ocultação dos cadáveres.

    Os especialistas em segurança pública chamam esse tipo de ocorrência de desaparecimento forçado, ou seja, a pessoa não desapareceu de forma voluntária (por exemplo, saiu de casa sem o conhecimento dos parentes).

    As vítimas do desaparecimento forçado são, em geral, sequestradas, torturadas e mortas. Seus corpos então são destruídos ou escondidos: lançados em corpos hídricos, despejados em áreas isoladas ou enterrados em local desconhecido.

    O problema é que o desaparecimento forçado não é um crime tipificado, logo não há estatísticas relativas a essa ocorrência no país. Recentemente, pesquisadores da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) concluíram uma pesquisa que tenta lançar uma luz sobre esse fenômeno.

    “Todos os desaparecimentos forçados acabam sendo registrados apenas como desaparecidos. Não há dados objetivos e específicos sobre pessoas que morreram porque foram assassinados em ambientes de violência e os corpos foram desaparecidos”, afirma José Cláudio Souza Alves, um dos coordenadores da pesquisa.

    O estudo analisou denúncias feitas ao Disque-Denúncia, reuniu informações publicadas em redes sociais e comparou dados de homicídios e desaparecimentos divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), entre 2016 e 2020, na Baixada Fluminense.

    Uma vez que o ISP não distingue os desaparecimentos forçados dos demais, os pesquisadores compararam os dados de desaparecimentos totais com os assassinatos. A análise constatou que pode haver uma relação direta entre os dois indicadores.

    Os locais com maiores taxas de homicídios são também aqueles onde existem os maiores índices de desaparecimentos. O município de Queimados, por exemplo, lidera os rankings de taxas de homicídios (com mais de 300 por 100 mil habitantes) e de desaparecimentos (com mais de 230 por 100 mil habitantes) acumuladas nos cinco anos da pesquisa.

    Nova Iguaçu, município vizinho, lidera as listas de números absolutos de assassinatos (2.077) e de desaparecimentos (1.858).

    Há ainda a comparação dos altos números de desaparecimento com a atuação de facções criminosas. Nos dois municípios destacados pelos altos índice e número absoluto, Queimados e Nova Iguaçu, foi detectada uma atuação mais violenta das milícias que atuam e disputam território nessas áreas.

    Outra análise feita pelos pesquisadores foi a comparação dos desaparecimentos com a letalidade policial. Japeri, que aparece em segundo lugar no ranking da taxa de desaparecidos, por exemplo, também se destaca no ranking da taxa de mortes por intervenção da polícia (com mais de 117 por 100 mil habitantes acumulados nos cinco anos).

    “Naquelas áreas, grupos armados estatais e não estatais estão gerando confrontos permanentes. E, nesses confrontos, vão ocorrer os desaparecimentos forçados e são eles que estão impulsionando o número de desaparecidos [totais]”, explica Alves.

    Segundo ele, parte dos desaparecimentos forçados está incluída, de forma oculta, nos registros de desaparecimentos. Mas há casos em que a família e os amigos da vítima nem sequer registram essas ocorrências na delegacia, por medo de represália dos criminosos.

    “A pessoa que vai denunciar isso corre um risco, porque a estrutura desses grupos estatais e não estatais, principalmente as milícias, têm vínculo direto com a estrutura policial. Tem um bairro [em Nova Iguaçu] que é o km 32. Ali tem um conjunto de rios que são utilizados historicamente para desaparecer corpos, em um volume muito grande. Lá as pessoas estão sofrendo com isso e simplesmente não comentam com ninguém”.

    Disque-denúncia

    Os pesquisadores também analisaram dados da central do Disque-Denúncia, que recebe denúncias anônimas sobre atividades criminosas. Foram analisadas 14 mil ligações feitas à central, das quais foram selecionadas aquelas em que havia relatos de encontros de cadáver, tentativas de destruir o corpo de vítimas ou locais de cemitérios clandestinos.

    Nesses casos, de desaparecimento forçado, pode ser que a vítima não seja registrada como vítima de homicídio seja porque o corpo não foi encontrado, seja porque o motivo da morte não foi esclarecido.

    Nos casos em que a vítima não é identificada entre os cadáveres descobertos pela polícia ou naqueles casos em que nunca se encontra o corpo, o caso é registrado apenas como desaparecimento, sem informar se foi um desaparecimento forçado ou voluntário.

    De acordo com o levantamento, o Disque-Denúncia recebeu informações sobre 351 casos de desaparecimentos forçados de 2016 a 2020, ou seja, uma taxa de 9,25 por 100 mil habitantes nesses cinco anos. O índice é 51% maior do que o registrado no município do Rio de Janeiro no mesmo período (6,12 por 100 mil).

    Alves explica que os grupos criminosos, em especial os analisados na área do estudo, recorrem aos desaparecimentos de corpos para ocultar seus crimes e dificultar futuras investigações.

    “A lógica é que, se não tem corpo, não tem crime. E mesmo que se encontre o corpo, exige muito esforço você pegar um corpo que você nem sabe quem é, conseguir identificar quem é [aquela vítima] e, então, atribuir a autoria desse crime”.

    De acordo com o pesquisador, como os desaparecimentos forçados não são tipificados no Brasil, eles se diluem entre o total de desaparecimentos e têm potencial para reduzir artificialmente as estatísticas de assassinatos. Isso prejudicaria o planejamento de ações de segurança pública. “Se você não tem informações sobre o tipo de crime, você não é capaz de lutar por políticas públicas de proteção para os moradores da periferia”.

    Por isso, Alves explica, é importante que haja uma legislação para se tipificar o crime de desaparecimento forçado. O Brasil é signatário da Convenção Internacional para a Proteção de Todas as Pessoas contra o Desaparecimento Forçado e há iniciativas na direção da tipificação tramitando no Congresso Nacional. “A gente luta pela tipificação, para que isso vire um índice e a gente possa minimamente mensurá-lo”.

    Por meio de nota, a Polícia Civil do Rio de Janeiro informou desconhecer a metodologia da pesquisa, mas destacou que possui uma unidade especializada na investigação de desaparecimentos, a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), e um canal de cadastro com imagens e informações de pessoas que desapareceram, o Portal de Desaparecidos.

    Além disso, a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) tem um setor específico para investigar esse tipo de ocorrência. Segundo a Polícia Civil, no entanto, em sua maioria os casos de desaparecimento não estão atrelados a questões criminosas, mas a fatores como a saúde mental das vítimas e questões familiares.

    “Grande parte das ocorrências confeccionadas nessas unidades, são de menores de idade, usuários de drogas, conflitos familiares, falta de aceitação da sexualidade, entre outros. Na Baixada Fluminense, por exemplo, foram registrados 1.513 desaparecimentos em 2023, e 1.385 foram encontrados, ou seja, 92% do total, o que demonstra o comprometimento e a eficiência das investigações realizadas na região”, diz a nota.

    Já o Instituto de Segurança Pública (ISP) não respondeu à Agência Brasil.

    Agência Brasil

  • Infarto mata oito vezes mais mulheres do que câncer de mama

    Infarto mata oito vezes mais mulheres do que câncer de mama

    As enfermidades cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil, totalizando mais de 1.100 mortes diárias, o equivalente a 46 por hora. Engana-se quem pensa que a doença é “coisa de homem”, já que 30% das brasileiras morrem por cardiopatias e este percentual tem aumentado nas últimas décadas. No contexto específico das mulheres, os infartos superam em oito vezes as fatalidades decorrentes do câncer de mama, revelando um cenário preocupante. Dados do Ministério da Saúde indicam que uma em cada cinco mulheres enfrenta risco de sofrer um infarto. Apesar da mortalidade feminina após um infarto agudo do miocárdio ser maior em comparação aos homens e delas apresentarem mais fatores de risco associados, um estudo conduzido pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz revelou que o infarto em mulheres é subdiagnosticado no país.

    Este subdiagnóstico acontece porque, quando uma mulher chega a uma unidade de saúde com sintomas de infarto, o socorro costuma ser mais lento e o protocolo usado para identificar o infarto nos homens nem sempre é aplicado nelas. Além disso, as mulheres têm menos acesso ao cateterismo em comparação aos homens. Enquanto ambos os sexos podem experimentar dor no peito, as mulheres também podem apresentar sintomas menos típicos, como desconforto nas costas, mandíbula, pescoço e ombros, além de náusea, falta de ar, fadiga e sudorese. Essa variedade nos sintomas femininos pode tornar o diagnóstico mais desafiador.

    Segundo o cardiologista intervencionista Sérgio Câmara, aproveitar o mês da mulher para trazer este alerta é importante porque, mesmo que as mulheres tenham menos infartos, seus quadros tendem a ser mais graves, requerendo atenção prioritária. “A atenção médica rápida diante de qualquer sinal de desconforto cardíaco é fundamental. Além disso, o exame de cateterismo cardíaco é essencial para o diagnóstico devido à sua capacidade de fornecer informações detalhadas sobre as artérias coronárias e o fluxo sanguíneo para o músculo cardíaco”, completou.

    Ainda segundo o especialista em Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista, o climatério torna as mulheres mais suscetíveis ao infarto. “Com a chegada da menopausa, observa-se uma queda na produção de estrogênio, hormônio essencial na dilatação das artérias. A diminuição desse hormônio aumenta os riscos de entupimento, podendo desencadear um ataque cardíaco”, explicou. Além disso, o acúmulo de responsabilidades relacionadas à vida profissional, cuidados com a casa e filhos intensifica os níveis de estresse feminino, um fator de risco adicional para o infarto, já que o estresse eleva a pressão arterial e a frequência cardíaca.

    Segundo os dados do trabalho desenvolvido no Hospital Alemão Oswaldo Cruz, a mortalidade feminina após um infarto agudo do miocárdio é maior em comparação aos homens. A pesquisa, premiada no Congresso da Sociedade Latino-Americana de Cardiologia Intervencionista, destacou que, após um ano do evento, 11,1% das mulheres não sobrevivem, enquanto nos homens esse índice é de 8,93%. O estudo ainda mostrou que, ao chegarem ao pronto atendimento com sintomas de infarto, as mulheres são subestimadas e têm menos acesso ao cateterismo em comparação aos homens.

    Ainda segundo Sérgio Câmara, as mulheres enfrentam mais fatores de risco associados, como hipertensão, diabetes, sobrepeso e dislipidemia. Isso, combinado com a subestimação de seus sintomas, aumenta a probabilidade de não sobreviverem a episódios cardiovasculares. Por isso, “é importante que as equipes de saúde priorizem uma abordagem mais intensiva e humanizada no atendimento, que valorize as queixas das mulheres”, completou.

    A boa notícia é que, apesar dos desafios, 85% dos riscos de doenças cardiovasculares podem ser evitados com hábitos saudáveis. Além de acompanhamento médico regular, as mulheres devem controlar a pressão arterial e o diabetes, adotar uma dieta balanceada, praticar atividades físicas, parar de fumar e reduzir o consumo de álcool, minimizando assim os riscos de infarto e outras complicações cardiovasculares.

    O infarto, ou ataque cardíaco, ocorre quando o fluxo sanguíneo para uma parte do músculo cardíaco é bloqueado, frequentemente devido à formação de um coágulo. Esta obstrução resulta em danos ao tecido cardíaco devido à falta de oxigênio. O cateterismo cardíaco desempenha um papel fundamental no diagnóstico, pois permite que médicos visualizem as artérias coronárias, identifiquem bloqueios e avaliem a extensão dos danos. Durante o procedimento, um cateter é inserido nas artérias coronárias, permitindo a injeção de contraste para uma visualização direta, facilitando diagnósticos precisos e a determinação de estratégias de intervenção.

  • Terapeuta Tacianne Couto explica como tratamento com ozônio pode aliviar dores

    Terapeuta Tacianne Couto explica como tratamento com ozônio pode aliviar dores

    Quem sofre diariamente com dores sabe exatamente que a rotina torna-se ainda mais complicada e cansativa, pois além de precisar lidar com as dores que podem ser bastante intensas em alguns momentos, ainda é preciso conciliar todo esse incômodo com as demandas da rotina.
    Já existem no mundo alternativas para o tratamento e para o alívio das dores para que o paciente possa ao menos conseguir levar uma rotina mais tranquila. E entre esses tratamentos que contribuem com a diminuição das dores, está a aplicação da ozonioterapia, uma alternativa que atua de forma eficaz no combate das dores crônicas.
    “A ozonioterapia é uma técnica não invasiva que consiste na aplicação de uma mistura de ozônio e oxigênio em diferentes regiões do corpo. A ozonioterapia é capaz de reduzir a inflamação e a dor em diversas condições, como artrite, artrose, hérnia de disco, fibromialgia, entre outras. Além disso, ela também auxilia na melhora da circulação sanguínea e na oxigenação dos tecidos”, afirma a ozonioterapeuta Tacianne Couto
    O tratamento é feito por meio de aplicação local do ozônio em pontos específicos do corpo, com o objetivo de estimular o sistema imunológico e acelerar a regeneração celular.
     “Os benefícios do tratamento com ozonioterapia incluem alívio da dor e da inflamação, melhora na circulação sanguínea, aumento da oxigenação dos tecidos, regeneração celular e até mesmo melhora do sono”, complementa a especialista.
    Como a administração da ozonioterapia pode acontecer de diversas maneiras, cada paciente necessita de uma avaliação prévia para que o seu caso possa ser estudado individualmente, as expectativas com os resultados alinhadas com o paciente e então, recomendado o método que apresente os melhores resultados.
    “Remédios anti-inflamatórios tradicionais costumam apenas aliviar um pouco a dor e ainda podem causar outros desconfortos, como azia e constipação. A orientação é marcar uma consulta com um especialista e tirar todas as suas dúvidas”, acrescenta a ozonioterapeuta Tacianne Couto.
  • Arquivo Histórico de Camaçari é alvo de vandalismo

    Arquivo Histórico de Camaçari é alvo de vandalismo

    O Arquivo Histórico de Camaçari foi alvo de vandalismo. A porta frontal do prédio, localizado na Avenida Eixo Urbano Central, foi danificada após ser atingida por uma pedra. A imagem do suspeito da autoria da ação foi captada por meio das câmeras de videomonitoramento instaladas no local.

    A Prefeitura de Camaçari, por meio da Secretaria da Cultura (Secult), pasta que gere o espaço, já solicitou o reparo da porta danificada, e irá formalizar o crime através de registro de boletim de ocorrência, sendo anexadas as imagens das câmeras para identificação do envolvido.

    A Secult repudia veementemente atos de vandalismo, e destaca que situações como essa acarretam em prejuízo ao erário público, e que é importante que todos tenham consciência de que é preciso zelar pelos equipamentos, cujo propósito é o benefício de toda a população.

    Vale lembrar que, de acordo com o Artigo 163, do Código Penal brasileiro, vandalismo é crime e o autor do delito fica sujeito a prisão e multa, por danos ao patrimônio público. A pena varia de um a seis meses de detenção ou multa.

    O inciso III, do referido artigo, qualifica como crime: destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia, contra o patrimônio da União, de Estado, do Distrito Federal, de Município ou de autarquia, fundação pública, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviços públicos.

    Importante equipamento cultural, o Arquivo Histórico de Camaçari, inaugurado em outubro de 2023, faz parte do Centro Antigo do município e é o órgão de custódia dos documentos da Administração Pública Municipal.

    O equipamento, que é administrado através da Coordenação de Patrimônio da Secult e integra o subprograma Camaçari Nos Trilhos da Memória, desempenha um papel fundamental na organização e preservação dos registros, relacionados à história e à memória, e promove o acesso e o uso da informação à população através da pesquisa.

  • Confira a lista de convocação da Espanha para duelo contra o Brasil; jogador de 17 anos foi chamado

    Confira a lista de convocação da Espanha para duelo contra o Brasil; jogador de 17 anos foi chamado

    A Seleção Espanhola anunciou, na tarde desta sexta-feira (15), a lista de convocação para os amistosos agendados para os dias 22 e 26 de março, contra Brasil e Colômbia. Vinte e seis atletas somam entre os convocados pelo técnico Luís de la Fuentes para participar do plantel.

    A convocação em destaque é a última antes da Eurocopa 2024, que acontecerá a partir do dia 14 de junho e será sediada na Alemanha. A Espanha enfrenta Croácia, Albânia e Itália na fase de grupos.

     

    O destaque da lista é o jogador do Barcelona, Pau Cubarsí, destaque na classificação da equipe para as quartas de final da Champions League. O atleta é um dos mais novos do grupo, com  17 anos. Lamine Yamal, também do Barça, é um dos novos atletas oriundos dessa nova safra.

     

    Confira a lista de convocados:

    Goleiros: Unai Simón (Athletic Bilbao); David Raya (Arsenal); Álex Remiro (Real Sociedad)

     

    Defensores: Pau Cubarsí (Barcelona); Pedro Porro (Tottenham); Laporte (Al-Nassr); Le Normand (Real Sociedad); Pau Torres (Aston Villa); Gayá (Valencia); Grimaldo (Bayer Leverkusen); Vivian (Athletic Bilbao); Carvajal (Real Madrid); Jesús Navas (Sevilla)

     

    Meio-campo: Rodri (Manchester City); Zubimendi (Real Sociedad); Fabián Ruiz (PSG); Sancet (Athletic Bilbao); Alex Baena (Villarreal)

     

    Atacantes: Morata (Atlético de Madri); Joselu (Real Madrid); Nico Williams (Athletic Bilbao); Dani Olmo (RB Leipzig); Pablo Sarabia (Wolverhampton); Lamine Yamal (Barcelona); Gerard Moreno (Villarreal); Oyarzabal (Real Sociedad).

    Bahia Notícias

  • Shopping Barra: Páscoa terá teatro infantil, Paradas Encantadas, diversão e variedade de chocolates

    Shopping Barra: Páscoa terá teatro infantil, Paradas Encantadas, diversão e variedade de chocolates

    A diversão da criançada vai ficar ainda melhor com a programação preparada especialmente pelo Shopping Barra para o período da Páscoa, que inclui Paradas Encantadas com diversos personagens temáticos, brincadeira de caça aos ovos, distribuição de orelhinhas e chocolates para celebrar a data mais doce do ano. As paradas estão programadas para este sábado, 16, e domingo, 17, além dos dias 23, 24 e 30 de março, entre 15h e 19h.

    A grande novidade deste ano é a apresentação do espetáculo infantil “Festa do Coelhinho Bunny”, que será encenada na entrada principal do shopping (embarque e desembarque do Barra Gourmet), às 18h. Logo depois, os personagens vão continuar no local até às 19h com atividades divertidas, trilha sonora especial, caça aos ovos, distribuição de orelhinhas e chocolates. Enquanto os adultos se dedicam às compras e buscam os presentes para toda a família, o universo infantil se transforma em um espetáculo de encanto e alegria, em que ovos, coelhos e sorrisos se misturam em uma atmosfera lúdica e divertida.

    “A Páscoa é uma data que desperta a imaginação e a fantasia das crianças, e é nosso propósito transformar esse período em algo verdadeiramente mágico para elas. Oferecemos um ambiente seguro, divertido e com todo o conforto, onde cada criança possa se sentir parte de um conto de fadas, repleto de coelhos, ovos coloridos e muita diversão. Acreditamos que essas experiências fortalecem os laços familiares e contribuem para o desenvolvimento das crianças”, afirma a gerente de Marketing do Shopping Barra, Karina Brito.

    Confira a lista das lojas do Barra com novidades incríveis e com a oferta de Ovos de Páscoa: Havanna, Lindt, Cacau Show,Priscila Diniz, Kopenhagen, Viva Gula, Deli&Cia, Tortarelli, Mundo Verde, Chocolates Brasil Cacau, Americanas e Le Biscuit.

    Sobre a Enashopp

    O Shopping Barra é administrado pela Enashopp, empresa com expertise nacional e internacional voltada para o desenvolvimento, implantação, comercialização e administração de shopping centers e empreendimentos empresariais e multifuncionais. Com mais de 30 anos no mercado, a Enashopp conta com um time de profissionais com amplo conhecimento na indústria de shopping centers, atuando em empreendimentos de variados perfis e portes, levando em conta as especificidades de cada região. São mais de 1500 profissionais administrando mais de 1 milhão de m² de área construída, com uma média de 30 milhões de pessoas/ano trafegando nos empreendimentos, 5 mil unidades gerenciadas e mais de 300 mil m² de área bruta locável (ABL). A Enashopp inovou no mercado imobiliário implantando uma plataforma digital de venda e locação de unidades exclusivamente comerciais e empresariais, para oferecer, de forma ágil e prática, oportunidades de negócios apresentando os melhores pontos, como lojas, quiosques, escritórios, salas, áreas de eventos e merchandising. Saiba mais sobre o Achei meu Ponto! através do site acheimeuponto.com.br.

    Serviço:

    O Quê? Parada Encantada de Páscoa

    Quando? 16, 17, 23, 24 e 30 de março

    Onde? Shopping Barra, a partir de 15h, Barra Gourmet L1

    Quanto? Gratuito

  • Bahia x Jequié

    Após uma sequência de três partidas fora, o Bahia volta para casa em um jogo decisivo. A partir das 16h, o Esquadrão de Aço encara o Jequié, pela segunda partida da semifinal. Com vantagem, a equipe pode até empatar, que mesmo assim volta para a grande final do estadual.

     

    Na primeira partida, as duas equipes fizeram um jogo duro, com oportunidades para os dois lados. No final, o Tricolor levou a melhor com um gol de cabeça marcado por David Duarte.

    Ciente da importância de vencer para ter a vantagem de decidir a final como mandante, o técnico Rogério Ceni pregou respeito ao adversário.

     

    “O respeito tem que existir com todos. O jogo foi disputado, o gol sai só na reta final. Eles marcaram muito bem, o que dificulta nosso jogo. Na volta também precisamos vencer. É importante para tentar manter a vantagem e fazer uma possível final em casa”, destacou.

     

    O técnico Rogério Ceni não vai poder contar com o lateral-direito Cicinho, que segue em recuperação de uma lesão muscular na coxa direita.

    JEQUIÉ

     

    Derrotado no primeiro jogo, o Jequié não pensa em jogar a toalha depois de ter remado em toda a competição. O Jipão sonha com a vaga da final e ainda pensa em estar na Copa do Brasil do ano que vem. A equipe não vai contar nessa partida com o zagueiro Sérgio Baiano, que fraturou a coluna no primeiro confronto.

     

    FICHA TÉCNICA
    Bahia x Jequié
    Campeonato Baiano – Semifinal – 2º jogo
    Local: Arena Fonte Nova, em Salvador

    Data: 16/03/2024 (sábado)
    Horário: 16h
    Transmissão: TVE Bahia (TV aberta e Youtube)
    Árbitro: Eziquiel Sousa Costa
    Assistentes: Álvaro Rocha de Matos e José Carlos Oliveira dos Santos

    VAR: Daniel Nobre Bins (RS)

     

    Bahia: Adriel; Arias, Gabriel Xavier, David Duarte e Luciano Juba; Sidney, Yago Felipe e Biel; Ademir, Rafael Ratão e Estupiñan. Técnico: Rogério Ceni.

     

    Jequié: Marcos; Elivelton, Jean, Gabriel Neto e Espeto Júnior; Guga, Azevedo, Kaynan, João Grilo e Capa; Alex Gonçalves. Técnico: Gabardo Júnior.

    Bahia Notícias

  • SEC disponibiliza mais de 148 mil tablets para estudantes do Ensino Médio

    SEC disponibiliza mais de 148 mil tablets para estudantes do Ensino Médio

    Buscando avançar ainda mais no processo de modernização da sua rede escolar, a Secretaria da Educação do Estado (SEC) fará, nesta segunda-feira (18), a entrega de 148.804 tablets para estudantes do 2º ano do Ensino Médio de toda Bahia, cujo investimento foi de R$ 159.815.496. Em Ilhéus, um ato, às 9h, no Colégio Estadual de Tempo Integral Professor Carlos Roberto Árleo Barbosa, com a presença da titular da SEC, Adélia Pinheiro, vai marcar o início da entrega dos equipamentos, que já virão com chip ativado e aplicativos para estudo instalados.

    Ciente das transformações e dos desafios que surgem com as novas tecnologias, a SEC reconhece a importância de incorporar dispositivos digitais nas salas de aula. O objetivo é proporcionar o desenvolvimento de práticas pedagógicas alinhadas com o atual contexto tecnológico e comprometidas com a promoção da inclusão digital.

    Os aplicativos pedagógicos instalados nos tablets atendem os diferentes eixos do conhecimento: Matemática (Calculadora Gráfica, Geometria e Geogebra); Português e Libras (Dicio, FioLibras, Hand Talk, Jamboard e Google tradutor); Empreendedorismo (Canva, Escola Virtual Gov, Notas de Keep, Planilhas, Adobe Scan, Agenda, Documentos, Drive e Meet); Estratégias de Comunicação (Cap Cut, Câmera, Youtube e VLC); Outras Palavras (Duolingo e Google Tradutor); Conhecendo a Bahia (Maps e Google Earth); e Jogos Pedagógicos (Scratch e Kahoolt!).

    Esta é a segunda etapa de entrega de tablets destinados às escolas da rede. Em 2023, os primeiros 5 mil equipamentos chegaram às unidades escolares baianas e foram utilizados com foco no Programa da Gestão da Aprendizagem. Outros equipamentos serão disponibilizados, ao longo deste ano, para atender novas demandas da rede estadual, como a implantação do Diário de Classe Digital, que permitirá melhor acompanhamento da vida escolar dos alunos e adoção de estratégias para melhorar seu desempenho.

    Ilhéus – Na cidade do Sul do Estado, a entrega dos tablets contará, ainda, com a participação de professores, estudantes e gestores das seguintes unidades: Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, Colégio Estadual Professor Fabio Araripe Goulart, Colégio Estadual Moyses Bohana, Colégio da Polícia Militar (CPM Rômulo Galvão), Centro Estadual de Educação Profissional em Gestão e Tecnologia da Informação Álvaro Melo Vieira, Centro Estadual de Educação Profissional do Chocolate Nelson Schaun e Colégio Estadual do Iguape

  • Envolvido no latrocínio do policial militar em Feira de Santana tem mandado cumprido em Salvador

    Envolvido no latrocínio do policial militar em Feira de Santana tem mandado cumprido em Salvador

    O homem foi preso após diligências junto ao Poder Judiciário, realizadas em conjunto pela 1ª Coorpin, DRFR de Feira e o DHPP
    O segundo suspeito de envolvimento no latrocínio do policial militar Marcos Alan Magalhães Vicente, ocorrido na última terça-feira, no Conjunto Feira X, teve o mandado de prisão cumprido na sexta-feira (15), no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
    A ordem judicial foi cumprida após diligências junto ao Poder Judiciário, realizadas em conjunto pela 1ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Feira de Santana e o DHPP.
    As investigações apontaram que o PM foi baleado por dois homens, após uma tentativa de roubo no bairro Muchila, no momento em que chegava em casa com a sua filha. Ele foi abordado pelos criminosos que tentaram levar a sua motocicleta. A dupla já tinha passagens por roubo e tentativa de latrocínio.
    Um dos envolvidos foi localizado em Santo Estevão, no dia seguinte ao crime, durante ação conjunta das polícias Civil e Militar. Houve confronto e o homem foi atingido, sendo socorrido para uma unidade hospitalar, mas não resistiu.