Dia: 28 de março de 2024

  • Moraes dá prazo de 5 dias para PGR opinar sobre Bolsonaro em embaixada

    Moraes dá prazo de 5 dias para PGR opinar sobre Bolsonaro em embaixada

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de cinco dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR), se manifestar sobre os esclarecimentos prestados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro no caso da Embaixada da Hungria. Após receber o parecer da procuradoria, o ministro vai analisar o caso. 

    Mais cedo, a defesa de Bolsonaro afirmou que seria “ilógico” sugerir que o ex-presidente pediria asilo político durante o período em que ficou hospedado na embaixada da Hungria, em Brasília, no mês passado.

    A explicação foi enviada ao Supremo após Moraes dar prazo de 48 horas para Bolsonaro explicar a estadia.

    Na segunda-feira (25), o jornal The New York Times publicou que o ex-presidente permaneceu entre os dias 12 e 14 de fevereiro deste ano hospedado na embaixada.

    Dias antes, em 8 de fevereiro, Bolsonaro teve o passaporte apreendido por determinação de Moraes após sofrer uma busca e apreensão durante a Operação Tempus Veritatis, que investiga a tentativa de golpe de Estado no país após o resultado das eleições de 2022.

    Pelas regras internacionais, a área da embaixada é inviolável pelas autoridades brasileiras. Dessa forma, Bolsonaro estaria imune ao eventual cumprimento de um mandado de prisão.

    Bolsonaro é aliado do primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, que esteve na posse do ex-presidente em 2018. Em 2022, Bolsonaro visitou Budapeste, capital húngara, e foi recebido por Orbán. Além disso, ambos trocam constantes elogios públicos.

    Agência Brasil

  • Jair Renan vira réu por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica

    Jair Renan vira réu por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica

    A Justiça do Distrito Federal aceitou denúncia e tornou réu Jair Renan Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, pelos crimes de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e uso de documento falso. 

    A decisão foi proferida na segunda-feira (25) pela 5ª Vara Criminal de Brasília, após denúncia apresentada pelo Ministério Público contra Jair Renan e outros acusados.

    De acordo com as investigações, Jair Renan teria forjado resultados financeiros de sua empresa Bolsonaro Jr. Eventos e Mídia para obter empréstimo no banco Santander, que não foi pago. A denúncia criminal no caso está sob sigilo. A instituição financeira também moveu um processo para a cobrança da dívida e obteve uma decisão favorável para o pagamento de R$ 360 mil.

    Em fevereiro, a Polícia Civil do DF apresentou o relatório final da investigação, na qual indiciou Jair Renan e seu instrutor de tiro, Maciel Alves,  também denunciado. O indiciamento foi pelos mesmos crimes. Em agosto do ano passado, a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão contra os dois.

    A defesa do filho de Bolsonaro disse que não vai se manifestar sobre a decisão.

    Agência Brasil

  • Cemitérios de São Paulo cobram taxas para exumar e reenterrar corpos

    Cemitérios de São Paulo cobram taxas para exumar e reenterrar corpos

    O Ministério Público de São Paulo está investigando denúncias de cobrança de taxas por cemitérios concedidos à iniciativa privada para exumar e enterrar novamente corpos. Os valores cobrados das famílias podem chegar a R$ 800. 

    A exumação de corpos é feita em cemitérios públicos e particulares três anos após o falecimento, para desocupar o espaço para novos sepultamentos. Mas, de acordo com o Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo, quase todos os corpos de vítimas da Covid-19 têm aparecido preservados na exumação, por terem sido enterrados em sacos plásticos. Nesses casos, as famílias precisam enterrá-los novamente e ainda pagar o aluguel do terreno por mais três anos.

    “Daqui a três anos é o mesmo procedimento, vai fazer a exumação. Se o corpo não se desintegrou, novamente, vai ter que pagar essa taxa. É uma bola de neve, as pessoas estão pagando valores que não deveriam pagar”, diz o secretário do Sindicato, João Batista Gomes.

    A jornalista Ludmila Alves Silva conta que pagou R$ 523 para reenterrar o corpo da mãe, que morreu de Covid-19 em 2020. O serviço só é gratuito para pessoas de baixa renda cadastradas no Cadastro Único do governo federal e doadores de órgãos. “Nem sempre é possível você ter esse valor disponível, de surpresa. Então, tem a questão financeira, mas tem também um grande trauma”, diz.

    Em nota, as empresas responsáveis pelos cemitérios informaram que os valores dos serviços foram tabelados pela Prefeitura e que cumprem o decreto estadual.

    “Se a gente recebe a reclamação, tentamos verificar com o concessionário e a partir daí analisamos se ele tem que ser penalizado e que tipo de penalidade”, explica o gerente de Serviços Funerários da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Município de São Paulo (SP Regula), José Luis Garcia.

    Agência Brasil

  • Crimes contra a vida caem 21% no primeiro bimestre no estado do Rio

    Crimes contra a vida caem 21% no primeiro bimestre no estado do Rio

    Os crimes contra a vida, ou letalidade violenta, no estado do Rio de Janeiro tiveram o menor número de mortes desde o início da série histórica do Instituto de Segurança Pública (ISP), em 1991. O indicador, que engloba homicídio doloso, lesão corporal seguida de morte, roubo seguido de morte e morte por intervenção por agente do Estado, caiu 21% no primeiro bimestre, em comparação com o mesmo período de 2023.

    O levantamento destaca a queda significativa das mortes por intervenção de agente do Estado, 45% a menos em relação ao ano passado, tanto no acumulado até fevereiro quanto no mês, representando os índices mais baixos desde 2016. A tendência também foi observada nos casos de homicídios dolosos, que diminuíram 13% em comparação com o primeiro bimestre de 2023. Em fevereiro, a queda foi de 23%. Esses são os menores valores já registrados, para o mês e para o acumulado, dos últimos 34 anos.

    Os roubos de carga caíram 41% nos dois primeiros meses de 2024. Foram 365 casos, 253 roubos a menos do que no mesmo período do ano anterior. Na análise mensal, a queda foi ainda mais expressiva, chegando a 48%. Segundo o ISP, com esse resultado, o estado do Rio teve o menor percentual de delitos desse tipo desde 1999.

    A diretora-presidente do ISP, Marcela Ortiz, atribui os bons índices à cultura de uso dos dados e ao trabalho integrado das forças de segurança. “O apoio do governo do Rio à cultura de uso de dados representa um divisor de águas para a segurança pública fluminense. A partir das evidências, é possível elaborar estratégias de policiamento direcionadas, levando em consideração as especificidades locais do Rio de Janeiro”, afirma Marcela.

    Agência Brasil

  • Celulares e tablets nas escolas: sim ou não?

    A ‘inquebrantável’ relação entre os alunos e seus celulares, ou tablets, vem promovendo discussões no ambiente educacional em relação a como integrar essas tecnologias de forma positiva à dinâmica do aprendizado, sem incentivar a dispersão.

     

    Se por um lado há quem argumente que os celulares são uma fonte de distração para os estudantes, que podem prejudicar o próprio desempenho acadêmico e a concentração em sala de aula, por outro é inegável que também podem ser aliados no processo educacional.

    “Entendo que, se houver intencionalidade pedagógica, os dispositivos eletrônicos como celulares e tablets são ferramentas importantes para auxiliar o aprendizado. O desafio da utilização dessas ferramentas está, justamente, em aliar o uso pedagógico no dia a dia do aluno e, ao mesmo tempo, evitar a perda do foco e distração”, avalia a presidente-executiva do Instituto Palavra Aberta, Patrícia Blanco.

    “Muitas escolas e redes de ensino têm proibido o celular em sala de aula, mas nós alertamos que precisamos pensar em como a educação pode contribuir para o uso qualificado desse dispositivo”, continua. Patrícia será uma das palestrantes do painel “Conectividade na educação: celular na sala de aula – Sim ou Não?”, no dia 26/04, às 15h30, durante a Bett Brasil, o maior evento de Inovação e Tecnologia para Educação na América Latina, que será realizado de 23 a 26 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).

     

    Prós e contras

    Com acesso à internet e a uma infinidade de aplicativos educacionais, os alunos têm a oportunidade de ampliar seus conhecimentos, pesquisar informações, colaborar em projetos e desenvolver habilidades digitais essenciais para o século XXI.

     

    Além disso, os celulares e os tablets podem ser utilizados como ferramentas de aprendizagem interativa, estimulando a criatividade, a autonomia e a colaboração entre os estudantes.

     

    “A nossa principal política pública no Rio de Janeiro são os Ginásios Educacionais Tecnológicos, os GETs, um novo modelo de escola criado, com a tecnologia como o seu principal ativo, mas utilizada com intencionalidade pedagógica para ajudar a Educação. Por exemplo, quando um professor quer fazer uma pesquisa, autoriza o aluno a usar um material digitalizado, mas está sendo direcionado”, comenta o secretário de Educação da prefeitura do Rio de Janeiro, Renan Ferreirinha.

     

    Os dispositivos podem, também, facilitar a comunicação entre alunos, professores e famílias, promovendo uma maior integração e envolvimento na comunidade escolar, dizem os especialistas. Por meio de mensagens, grupos de estudo e plataformas de ensino online, é possível estabelecer uma rede de apoio e troca de informações que contribui para a construção de um ambiente educacional mais dinâmico e participativo.

     

    Vale a ressalva que o acesso constante às redes sociais, jogos e mensagens pode desviar a atenção dos alunos das atividades propostas pelos professores, comprometendo o aprendizado e o desenvolvimento das habilidades cognitivas. Além disso, a utilização excessiva de celulares pode gerar problemas de saúde, como dores musculares, lesões oculares e distúrbios do sono, devido à postura inadequada e ao tempo prolongado em frente às telas. Essas questões levantam preocupações sobre o impacto negativo que o uso indiscriminado de celulares pode ter na saúde e no bem-estar dos estudantes, ressaltando a importância de estabelecer limites e orientações claras sobre o uso desses dispositivos.

     

    “Sobre como integrar de forma positiva, acredito que a primeira questão é que os professores precisam estar inseridos na cultura digital. É muito importante que eles utilizem as ferramentas e que percebam o quanto podem potencializar o ensino. Então, quanto mais professores com formação digital tivermos, melhor para o todo ambiente, pois assim criamos uma rede de pessoas preparadas para usar tecnologia”, explica o diretor de tecnologia educacional do Colégio Bandeirantes, Emerson Bento Pereira. Assim como Patrícia Blanco e Renan Ferreirinha, Pereira participará do painel “Conectividade na educação: celular na sala de aula – Sim ou Não?” na Bett Brasil em abril.

     

    Bons motivos

    Patrícia vai além, e acrescenta alguns motivos para o uso intencional e mediado de celulares e redes sociais nas escolas:

     

    – Aprender a fazer pesquisas qualificadas: “é preciso conhecer as possibilidades e limitações das novas ferramentas para poder fazer uso adequado delas. O ChatGPT, por exemplo, gera textos coerentes e convincentes, mas que podem ser imprecisos”.

     

    – Aprender a avaliar a informação: “ao navegar pelas redes, os adolescentes devem entender, por exemplo, que a popularidade de influenciadores não necessariamente lhes confere a autoridade de especialistas; e reconhecer a necessidade de verificar a informação antes de compartilhá-la”.

     

    – Conhecer o funcionamento dos ambientes algorítmicos: “é preciso entender por que vemos o que vemos na internet. Isso significa problematizar o funcionamento das decisões algorítmicas que regem nosso acesso à informação e nossas interações”.

     

    – Observar as relações de poder por trás da tecnologia: “os sistemas tecnológicos tendem a reproduzir assimetrias de poder. É o caso, por exemplo, de IA’s treinadas com dados pouco representativos da diversidade presente na sociedade. Os jovens devem aprender a questionar seu funcionamento e identificar a que interesses servem essas tecnologias, que podem ampliar desigualdades ou mesmo silenciar determinadas visões de mundo”.

     

    – Praticar o uso positivo: “além de condenar o bullying e as agressões, podemos ajudar os jovens a identificar os aspectos positivos da internet, e direcionar seu uso para isso”.

     

    O papel da escola: conscientização dos alunos e criação de regras e diretrizes

     

    Diante desse cenário é fundamental encontrar um equilíbrio entre o uso consciente e responsável dos celulares, garantindo que esses dispositivos sejam utilizados de forma produtiva e benéfica para o processo de ensino/aprendizagem.

     

    “Temos que contar com novas regras para a realidade que vivemos. Hoje, há um uso excessivo das redes sociais, por isso, é necessário educar e apoiar as crianças para esse novo tempo e, nesse sentido, regras são fundamentais. Ficar demais no celular é comprovadamente prejudicial e é preciso educar os hábitos, com um uso mais consciente e responsável da tecnologia. Toda criança e adolescente deve ter determinações dentro de casa e, na escola, não pode ser diferente. Essa é a única forma de educarmos corretamente as nossas crianças. E é importante ressaltar que não somos contra o uso da tecnologia na Educação, desde que utilizada de forma consciente e responsável”, evidencia Renan.

     

    Para isso, avalia Blanco, é essencial promover a conscientização dos alunos sobre os impactos do uso excessivo de celulares, incentivando a reflexão sobre seus hábitos e comportamentos online.

    “Com o uso mediado por educadores e com intencionalidade pedagógica é diferente. Nesse sentido, a própria escola pode contribuir para que os jovens percebam que há momentos de desplugar, entendam de que forma as redes sociais mostram apenas o lado bom da vida dos outros, criando a sensação de que somos inferiores, etc. A construção dessa consciência sobre o uso mais seguro e responsável também passa pela escola”, reforça Blanco.

     

    Uso consciente e sem excessos

    Este é o caso do Bandeirantes, colégio paulistano que desde 2013 utiliza dispositivos em sala de aula com os alunos, porém, com normas para o uso consciente e sem excessos.

     

    “Desde 2013, passamos a entender que era importante fazermos o que hoje chamamos de transformação digital. Muitos dos acessos que os alunos têm a conteúdos e materiais digitais também precisam acontecer dentro da escola. Em um primeiro momento, tínhamos os alunos do fundamental usando o tablet e alunos do ensino médio usando tablet ou celular. Depois da pandemia, quando o uso de tecnologia ficou muito mais intenso, passamos a adotar o tablet, também, para o ensino médio. Hoje, orientamos que os alunos tragam um tablet para fazer o acompanhamento do dia a dia da escola. Atualmente, chegamos a ter 3.600 máquinas conectadas simultaneamente em nossa rede, mas não incentivamos o uso de celular. Inclusive, pedimos para que os alunos deixem o celular na mochila, de preferência desligado”, mostra Emerson.

     

    Ele aponta que é importante que as escolas desenvolvam políticas e diretrizes claras sobre o uso de celulares em sala de aula, estabelecendo regras e limites que respeitem tanto a necessidade de acesso à tecnologia quanto o ambiente de aprendizagem.

    “Acredito que a escola precisa definir e comunicar com clareza os momentos e motivos de uso do celular. Deixar claro em quais momentos o uso será permitido e quando será proibido. Esses acordos valem tanto para alunos, como para educadores e familiares. Temos visto boas iniciativas de criação de códigos de conduta por parte de escolas e redes de ensino que vem contribuindo para pacificar este tema. O que é importante reforçar é que não podemos demonizar o uso e, sim, apoiar o aluno para que ele desenvolva a capacidade crítica e possa ter uma experiência fortalecedora do uso da tecnologia, tanto dentro da escola como fora dela”, afirma Patrícia.

    O papel do professor

    Os professores desempenham um papel fundamental nesse processo, utilizando os celulares como recursos pedagógicos e integrando-os de forma criativa e significativa nas atividades escolares.

     

    “Há mais de dez anos, o Bandeirantes oferece o tablet para todos os professores e, com isso, eles se apropriaram dessa tecnologia. E quando isso acontece fica muito mais tranquilo e fácil para a escola. Procuramos incentivar a busca por novas ferramentas, o que faz com eles aprendam muito e, quando percebemos, já existem várias ações acontecendo na escola usando a tecnologia. Além disso, a forma mais positiva é que os adultos também usem a tecnologia e, assim, possam servir de exemplo para os alunos que, apesar de serem nativos digitais, precisam de orientação sobre como usar aplicativos, como Word e Excel. Por isso, precisamos que os professores ensinem esse tipo de utilização”, completa Emerson.

     

     

    Serviço:

    Bett Brasil – 29ª edição

    Data: de 23 a 26 de abril de 2024.

    Local: Expo Center Norte.

    Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo/SP.

  • Pessoa com transtorno do espectro autista já pode solicitar a Ciptea

    Pessoa com transtorno do espectro autista já pode solicitar a Ciptea

    A Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea) já pode ser solicitada. O link que permite acesso à plataforma digital, com o formulário de requerimento, foi disponibilizado na tarde desta quarta-feira (27/3).  A iniciativa é da Prefeitura de Camaçari, por meio da Secretaria do Desenvolvimento Social e Cidadania (Sedes).

    Regulamentada através do Decreto n.º 8.021/2024, a Ciptea é destinada a conferir identificação à pessoa diagnosticada com transtorno do espectro autista (TEA). O formulário de requerimento, para emissão do documento

    A Ciptea, devidamente numerada, será expedida de forma gratuita. A carteira terá validade de cinco anos e deverá ser revalidada com a mesma numeração.  A carteira visa garantir atenção integral, pronto atendimento e prioridade no atendimento e no acesso aos serviços públicos e privados, em especial nas áreas de saúde, educação e assistência social.

    O formulário deverá estar devidamente preenchido e assinado pelo interessado, pais e/ou representante legal, acompanhado de relatório médico confirmando o diagnóstico, munido dos documentos pessoais, bem como dos pais e/ou representante legal, a exemplo de certidão de nascimento ou casamento, RG, CPF e comprovante de endereço.

    Conforme a Sedes, o relatório médico apresentado deverá ser firmado por profissional com especialidades definidas e conter a Classificação Internacional de Doenças (CID) específica. Além de constar dados, como nome completo, números do CPF, RG e do Cartão SUS, e endereço da pessoa com TEA; nome e telefone do cuidador ou responsável legal; bem como grau de intensidade do transtorno.

    A regulamentação, em âmbito municipal, da Lei Federal n.º 13.977/2020 – denominada “Lei Romeo Mion” –, que instituiu a Ciptea, foi publicada dia 21 de março, no Diário Oficial do Município (DOM), edição n.° 2.349/2024.

  • Oito pessoas são denunciadas por morte de lutador de MMA no Rio

    Oito pessoas são denunciadas por morte de lutador de MMA no Rio

    O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou oito pessoas pelo assassinato do lutador de MMA (mixed martial arts, ou artes marciais misturadas, em português), arte marcial também conhecida como vale-tudo, Diego Braga Alves, em janeiro deste ano. Diego foi morto quando tentava reaver sua moto roubada, no Morro do Banco, na zona oeste do Rio.

    Os acusados seriam integrantes da facção criminosa que controla a venda de drogas na favela, localizada no Itanhangá, no bairro da Barra da Tijuca. Na denúncia, o MPRJ requer a prisão preventiva dos oito.

    De acordo com o Ministério Público, os assassinos pensaram que Diego era integrante de um grupo criminoso rival e o mataram a tiros, depois de ser submetido a um “tribunal” formado por integrantes da facção criminosa do Morro do Banco.

    A denúncia coloca como qualificadores do crime, ou seja, circunstâncias que podem aumentar a pena, o motivo torpe, o meio cruel, a dificuldade de defesa da vítima e o uso de armas de fogo de uso restrito.

    Agência Brasil

  • Salvador Contra a Dengue: ação chaveiro permite inspeção de imóveis fechados para combate ao Aedes

    Salvador Contra a Dengue: ação chaveiro permite inspeção de imóveis fechados para combate ao Aedes

    Fortalecendo as ações da mobilização Salvador Contra a Dengue, a Prefeitura, através da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e seu Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), já realizaram a abertura de 12 imóveis fechados da capital baiana, localizadas na Praia do Flamengo, Caminho das Árvores, Canela e Vitória. A atividade acontece após os agentes de endemias realizarem três tentativas de localização do proprietário do imóvel para abertura voluntária e posterior inspeção do local para eliminar possíveis focos e criadouros do mosquito Aedes aegypti, causador da Dengue, Zika e Chikungunya.
    Desses imóveis, seis necessitaram da ação do chaveiro para a realização dos trabalhados de inspeção salvaguardados pela lei federal 3.169/2023; enquanto outros seis (6) foram abertos voluntariamente pelos proprietários.
    Na manhã desta quarta-feira (27/3), por exemplo, as atividades ocorreram no Corredor da Vitória e no Canela, sendo acompanhadas de perto pela vice-prefeita e titular da SMS, Ana Paula Matos, que explicou como acontece a ação na prática.
    “É uma operação de abertura forçada do imóvel, quando não são atendidas as três tentativas de contato com os proprietários. São imóveis que representem riscos de foco de dengue e consequentemente risco à população. Neste do Corredor da Vitória, por exemplo, por ser um imóvel fechado desde 2015, acionamos a Defesa Civil e Sedur para uma primeira avaliação de segurança, permitindo a entrada dos agentes de campo. Após a abertura, normalmente, a Guarda Civil entra primeiro para vistoria da área e posterior o trabalho de combate às arboviroses com remoção mecânica de possíveis focos, aplicação de larvicida e inseticida. Finalizada toda a atividade, o imóvel é devidamente lacrado novamente”, detalhou.
    A gestora reiterou ainda que o melhor caminho é sempre o da prevenção, com mobilização e sensibilização voluntária de cada cidadão. “Durante a ação de hoje fomos avisados por uma moradora da região sobre um outro imóvel fechado nas imediações. Vamos avaliar a situação e planejar ações. Mas, é preciso também que cada cidadão se conscientize sobre a importância de cuidar do seu imóvel, do seu quintal. Nós só fazemos esta operação quando não conseguimos sensibilizar os proprietários; então, nossa ideia é que as pessoas que estejam nos lendo, assistindo e escutando possam pedir e contem com nosso apoio, mas, de fato, coloquem também em prática ações simples que evitar água parada”, destacou Ana Paula Matos.
  • Caixa termina de pagar parcela de março do novo Bolsa Família

    Caixa termina de pagar parcela de março do novo Bolsa Família

    A Caixa Econômica Federal conclui o pagamento da parcela de março do novo Bolsa Família. Recebem nesta quinta-feira (28) os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 0.

    O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 679,23. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do governo federal alcança 20,89 milhões de famílias, com gasto de R$ 14,15 bilhões.

    Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até 6 meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.

    No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

    A partir deste ano, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

    Cadastro

    Desde julho do ano passado, passou a valer a integração dos dados do Bolsa Família com o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). Com base no cruzamento de informações, cerca de 270 mil famílias foram canceladas do programa neste mês por terem renda acima das regras estabelecidas pelo Bolsa Família. O CNIS conta com mais de 80 bilhões de registros administrativos referentes a renda, vínculos de emprego formal e benefícios previdenciários e assistenciais pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    Em compensação, 100 mil de famílias foram incluídas no programa neste mês. A inclusão foi possível por causa da política de busca ativa, baseada na reestruturação do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e que se concentra nas pessoas mais vulneráveis que têm direito ao complemento de renda, mas não recebem o benefício.

    Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, 3,21 milhões de famílias foram incluídas no programa desde março do ano passado. Segundo a pasta, isso se deve à estratégia de busca ativa.

    Regra de proteção

    Cerca de 602 mil famílias estão na regra de proteção em março. Em vigor desde junho do ano passado, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Para essas famílias, o benefício médio ficou em R$ 370,49.

    Brasília (DF) 19/11/2024 - Arte calendário Bolsa Família Março 2024
Arte Agência Brasil

     

    Auxílio Gás

    Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias cadastradas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, o pagamento voltará em abril.

    Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como aquelas vítimas de violência doméstica.

    Agência Brasil

  • É O Tchan embarca no On Board Festival no Navio Costa Favolosa e na nave louca do BBB 24, na Semana Santa.

    É O Tchan embarca no On Board Festival no Navio Costa Favolosa e na nave louca do BBB 24, na Semana Santa.

    O grupo É O Tchan, que completou 30 anos de formação e está em sua melhor fase, vai dominar terra e mar, em ritmo de carnaval,  neste feriado da Semana Santa para duas viagens fantásticas. A primeira acontece no Navio Costa Favolosa, onde será uma das atrações do maior festival de música em alto mar da atualidade, na sexta-feira (29). Já a segunda viagem tem destino  para a casa mais vigiada do Brasil, no sábado (30).

    A dupla de cantores formada por Compadre Washington e Beto Jamaica promete sacudir a embarcação e estremecer as estruturas do reality show Big Brother Brasil 24. A expectativa é grande, pois são dois shows diferenciados com um repertório organizado para todos cantarem e se encantarem, pois para muitos será uma viagem aos anos 90 e 2000.

    É O Tchan vai fazer um show baseado na celebração dos 30 anos do grupo, que saiu em turnê por vários estados brasileiros, com a presença dos ex-bailarinos Jacaré, Scheila Carvalho e Sheila Mello à frente das coreografias que animaram três gerações, para os Brothers meterem dança.

    A banda, que está com a agenda sempre cheia, lançou no início do mês o hit “Só joga quem pode” nas principais plataformas digitais e está na ponta da língua da galera. A música, composta por Beto Jamaica, Nêgo John e Nando Fraga, retrata o perfil de uma mulher solteira independente e dona de si. A canção, popularmente intitulada “Empoderada”, é a mais nova aposta.”