Salvador, 9 de setembro de 2026
Editor: Chico Araújo

Polícia interdita galpão que produzia azeite falsificado no Rio

A Polícia Civil do Rio fechou nesta quinta-feira (7) um galpão que produzia azeites falsificados e prendeu em flagrante quatro pessoas por crimes contra a relação de consumo e fraude no comércio. Eles usavam um galpão clandestino em Barra de Guaratiba, na zona oeste do Rio, para fabricar e adulterar o produto, envasando 70% de óleo vegetal nas garrafas com marcas de azeite inexistentes.

No local, foi encontrado maquinário industrial e grande quantidade de garrafas, além de material para envase e rotulagem. Os  policiais encontraram muitos rótulos que foram arrancados de garrafas de lote supostamente impróprio com ordem de recolhimento pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.

Os presos são de Minas Gerais e trabalhavam no galpão quando a polícia chegou ao galpão clandestino. Todos foram autuados por crime contra a economia popular e, em seguida, liberados.

A ação foi da Delegacia Policial de Campo Grande. O delegado titular, Marco Castro, disse que o produto era vendido em grande quantidade em redes de supermercados do Rio. “A pessoa, sem conhecer, levava o azeite falsificado para casa, com preço elevado para o consumidor”. O galpão em Barra de Guaratiba foi lacrado pela polícia.

Fraude

Recentemente, em outubro deste ano, o Ministério da Agricultura e Pecuária emitiu um alerta de risco aos consumidores sobre 12 marcas de azeite desclassificadas por fraude. As marcas são: Grego Santorini, La Ventosa, Alonso, Quintas D’Oliveira, Olivas Del Tango, Vila Real, Quinta de Aveiro, Vincenzo, Don Alejandro, Almazara, Escarpas das Oliveiras e Garcia Torres.

As amostras foram analisadas no Laboratório Federal de Defesa Agropecuária. Os testes físico-químicos desclassificaram os produtos por não atenderem os padrões de identidade e qualidade, sendo considerados impróprios para o consumo.

As análises do laboratório detectaram a presença de óleos vegetais não identificados na composição dos azeites, comprometendo a qualidade e a segurança dos produtos, além de representarem risco à saúde dos consumidores, devido à falta de clareza sobre a procedência desses óleos.

Agência Brasil

Veja também

oftamologista
Autismo: médica lista estratégias que ajudam no atendimento a crianças
Cerca de 40% das crianças com TEA apresentam transtornos de ansiedade Hipersensibilidade sensorial, intolerância...
Ancelotti
Ancelotti anuncia 26 convocados para amistosos da seleção brasileira
Primeira lista pós-Copa do Mundo tem oito jogadores estreantes O técnico Carlo Ancelotti anunciou na...
Foto-Fernando-Vivas-GOVBA_-educacao_professora
PND 2026: cartão que confirma inscrição está disponível na internet
Candidato pode acessar documento na Página do Participante Os candidatos à Prova Nacional Docente (PND)...
Interpol
Crianças desaparecidas no Maranhão podem entrar em alerta da Interpol
Mãe suspeita que filhos podem estar em grupo resgatado na Flórida A mãe das crianças desaparecidas há...

Opinião

WhatsApp Image 2026-08-24 at 12.03
Opinião: Formação profissional em jornalismo: o debate que o futuro exige