Em 14 de abril, é comemorado o Dia Mundial do Café, uma das bebidas mais consumidas pelos jovens. As pessoas na faixa etária entre 16 e 25 anos são as que mais se interessam em consumir o líquido, mostra uma pesquisa realizada pela Euromonitor International.
Latte, mocha, cappuccino. Existem vários tipos de café, e expresso é o favorito da cantora Sabrina Carpenter, de 26 anos, muito popular entre o público jovem. “Diz que não consegue dormir. Querido, eu sei. Essa sou eu, expresso”, ela canta numa de suas músicas de maior sucesso, que possui quase 3 bilhões de reproduções nas plataformas digitais, um marco na cultura pop recente. Obrigada, café!
Mais que uma bebida, o café é percebido por diversos jovens como a única forma de começar o dia. Gabriela Pointis, 21, é adepta deste pensamento: “Se eu não tomar café de manhã, meu dia não começa direito. É algo que me acalma”, revela a estudante.
Gabriela também contou que a bebida a acalma e não gera ansiedade, mas esse não é o caso da jornalista Cida Gomes, 22.
Cida relata que bebe café desde os dois anos de idade, um hábito que herdou do pai. Mais recentemente, ela começou a enfrentar crises de ansiedade e, no ano passado, percebeu que os episódios eram causados pela bebida. Foi iniciado, então, o processo de desmame, que veio com um custo: enxaquecas decorrentes de abstinência da cafeína.
@drjoaogallinaroParar o café pode melhorar o sono… mas e quando vem a dor de cabeça? 🤯☕♬ som original – Dr. João Gallinaro|Médico Sono
Segundo o neurologista Paulo Faro, do hospital INC, localizado em Curitiba, realmente espera-se que uma pessoa que consome em média duas xícaras diárias de 150ml de café tenha “cefaleia, irritação, palpitação e até insônia” caso interrompa o consumo por apenas um dia.
A quantidade diária recomendada por Paulo, em entrevista à Gazeta do Povo, é de 300mg, o que equivale aproximadamente a 150ml ou uma xícara.