Salvador, 18 de maio de 2026
Editor: Chico Araújo

Catamarãs entre Salvador e Morro de São Paulo operam com lotação máxima nesta quinta-feira (2)

A travessia marítima entre Salvador e Morro de São Paulo registra grande movimentação nesta quinta-feira (2), operando normalmente e sem qualquer restrição. Devido à alta procura, todos os catamarãs programados para o dia partem com lotação completa.

As saídas ocorrem a partir do Terminal Náutico da Bahia, em Salvador, nos horários de 9h, 10h30 e 14h30. Já no sentido inverso, partindo de Morro de São Paulo, os embarques estão programados para 11h30, 13h30 e 15h.

O trajeto é feito de forma direta, com duração média de aproximadamente 2 horas e 20 minutos, garantindo rapidez e conforto aos passageiros.

As passagens podem ser adquiridas nos guichês das empresas Biotur e Ilha Bela, localizados no Terminal Náutico da Bahia. Os valores são de R$ 152,51 para o trecho Salvador–Morro de São Paulo e R$ 138,71 no percurso inverso.

A ASTRAMAB (Associação dos Transportadores Marítimos da Bahia) orienta os passageiros a chegarem com antecedência ao terminal, a fim de assegurar um embarque tranquilo e organizado.

Os comentários estão desativados.

Veja também

convocacao_ultima_selecao_2025
Ancelotti confirma Neymar e deixa Luciano Juba de fora da Copa do Mundo
Sem muitas surpresas, o técnico da Seleção Brasileira, o italiano Ancelotti divulgou há pouco, no Museu...
morta
Canabrava: casal é encontrado morto dentro de casa; caso é investigado pela Polícia Civil
Um casal foi encontrado morto dentro da casa onde morava, no bairro de Canabrava, em Salvador, no domingo...
Lula
Terras raras: "Brasil não abre mão de sua soberania", diz Lula
Presidente inaugurou linhas de luz síncrotron do Projeto Sirius O presidente da República Luiz Inácio...
Fiocruz
Justiça Federal manda derrubar perfis com desinformação sobre Fiocruz
Ação indica publicação de fake news como dados oficiais da instituição A Justiça Federal do Rio de Janeiro...

Opinião

WhatsApp Image 2026-04-10 at 12.30
Compra de terras por estrangeiros no Brasil: o problema real pode estar no processo, não na lei