Salvador, 22 de janeiro de 2026
Editor: Chico Araújo

Brasileira bate recorde das Américas de halterofilismo paralímpico

A brasileira Lara Lima estabeleceu o novo recorde das Américas da categoria até 41 quilos de halterofilismo paralímpico ao levantar 107 quilos, nesta quinta-feira (20), na Copa do Mundo da modalidade, que é disputada em Tbilisi (Geórgia).

Com este levantamento a mineira conquistou a medalha de bronze da competição, ficando atrás da chinesa Zhe Cui, ouro com 116 quilos, e da nigeriana Esther Nworgu, prata com 112 quilos.

Segundo o Comitê Paralímpico Internacional (IPC, do inglês), o recorde das Américas da categoria anterior, de 103 quilos, pertencia à própria Lara e foi alcançado durante a disputa da última edição dos Jogos Parapan-Americanos, que foram disputados no ano de 2023 em Santiago (Chile).

A Copa do Mundo é o último torneio internacional dos halterofilistas brasileiros antes da próxima edição dos Jogos Paralímpicos, que serão disputados em Paris (França) a partir do dia 28 de agosto. Esta também é a última oportunidade para que os atletas assegurem sua participação no megaevento por meio do ranking específico para a competição na capital francesa.

Agência Brasil

Veja também

sao_paulo_curso_de_ingles_2
Piso do magistério tem reajuste de 5,4% e vai a R$ 5,1 mil em 2026
MP assinada por Lula atualiza valor, que cresce acima da inflação O presidente Luiz Inácio Lula da Silva...
conselho_federal_de_medicina_cfm
CFM estuda usar Enamed para conceder registro profissional
Para faculdades, discurso dos médicos é corporativista Agência Brasil O Conselho Federal de Medicina...
6971708dd2b92_WhatsApp Image 2026-01-21 at 20.53
Vitória desencanta e goleia a Juazeirense no Barradão
Depois de três empates nas primeiras rodadas do Baianão, o Vitória levou a campo o time principal e desencantou....
Boulos
Fim da escala 6x1 deve aumentar produtividade, diz Boulos
Em entrevista ao Bom dia, Ministro, ele defendeu a redução da jornada O ministro da Secretaria-Geral...

Opinião

clube-da-esquina
Os sonhos não envelhecem: uma análise de “Clube da Esquina” e a resistência contra a Ditadura Militar