Salvador, 24 de outubro de 2026
Editor: Chico Araújo

Mônica Lima e Souza será nova diretora-geral do Arquivo Nacional

A historiadora Mônica Lima e Souza será a nova diretora-geral do Arquivo Nacional, com posse programada para a primeira semana de fevereiro. Mônica é coordenadora-geral de Articulação de Projetos e Internacionalização da instituição e substituirá a também historiadora Ana Flávia Magalhães Pinto, que pediu exoneração do cargo.

A nova diretora-geral é professora do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro, cursou o mestrado em Estudos da África no El Colégio de México e doutorado em História Social na Universidade Federal Fluminense

De acordo com nota do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), ao qual o Arquivo Nacional é vinculado, a nova diretora “assume com a missão de dar continuidade ao processo de retomada da preservação da memória nacional, da valorização do Arquivo Nacional (AN) e de seus servidores e do fortalecimento da cultura de integridade.”

Na nota, a ministra da Gestão, Esther Dweck, agradece o trabalho da diretora Ana Flávia Magalhães Pinto e assinala que nos últimos dois anos “o Arquivo Nacional retomou projetos importantes, como a Semana Nacional do Arquivo e o Memória do Mundo da Unesco, ampliou parcerias nacionais e internacionais, estabeleceu planejamento estratégico interno e fortalecimento dos arquivos comunitários e implementou iniciativas que ampliaram o alcance de projetos como o Festival Arquivo em Cartaz.”

Em carta aberta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, divulgada também ontem, a Associação Nacional dos Servidores do Arquivo Nacional reivindicou que “a direção-geral seja ocupada por quem, de fato, compreenda o papel do Arquivo Nacional como órgão responsável pela política de gestão de documentos públicos do Executivo federal e que seja capaz de formular e apresentar um projeto político-institucional para sua gestão, comprometido com o processo de recuperação do protagonismo da instituição em sua área de atuação, mas também aberto ao diálogo com os servidores e entidades representativas da área arquivística e engajado no combate à prática de assédio moral.”

O Arquivo Nacional foi criado em 1838, no período regencial antes da declaração de maioridade de Pedro II. Atualmente, a instituição é o órgão central do Sistema de Gestão de Documentos e Arquivos (Siga), da administração pública federal, e tem status de secretaria no MGI. O arquivo tem sede no Rio de Janeiro (Praça da República) e uma unidade em Brasília (Setor de Indústrias Gráficas). As consultas ao acervo físico do Arquivo Nacional podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 19h30 (entrada permitida até às 18h).

Agência Brasil

Veja também

Flávio Bolsonaro
Último dia para qualquer tipo de propaganda eleitoral é neste sábado
Campanha só está permitida até às 22h; confira regras Na reta final do segundo turno das Eleições de...
futebol
Ex-jogadoras da seleção de futebol incentivam alunas em escolas do Rio
Brasil sediará Copa do Mundo feminina em 2027 Na escola municipal Juan Antonio Samaranch, em Santa Teresa,...
Mateus
Bahia conquista prata no judô e bronze no triathlon nos Jogos da Juventude 2026
A delegação baiana conquistou duas medalhas no primeiro bloco dos Jogos da Juventude 2026, disputados...
chuva
Inmet: Domingo de eleição será chuvoso em boa parte do país; confira
Norte e Nordeste têm predomínio de tempo seco e calor O fim de semana de eleições terá predomínio de...

Opinião

ucsal
UCSal: semeando saberes e sonhos ao longo de 65 anos