Salvador, 9 de setembro de 2026
Editor: Chico Araújo

Operação Gatonet alcança a marca de 1 milhão de quilos de cabos removidos na Bahia, maior volume da história

Realizada pela Neoenergia Coelba, iniciativa tem como objetivo remover os cabos de telefonia e internet instalados irregularmente nos postes

Ação contA Operação Gatonet chegou à marca de 1 milhão de quilos de cabos de telefonia e internet removidos na Bahia, um recorde histórico. O volume foi alcançado entre os meses de janeiro a novembro de 2025 e representa um aumento de 160% quando comparado ao mesmo período do ano passado. Realizada pela Neoenergia Coelba, a ação tem como objetivo diminuir a poluição visual nas cidades, aumentar a segurança da população e evitar interrupções provocadas pelos provedores irregulares.

Os municípios com o maior número de cabos irregulares removidos foram: Vitória da Conquista (85 toneladas), Feira de Santana (72t), Salvador (69t), Brumado (47t) e Lauro de Freitas (38t).

Além das fiações irregulares, a distribuidora também removeu mais de 41 mil caixas instaladas à revelia nos postes da empresa. Esses equipamentos são os principais responsáveis pelos incêndios registrados em fiações, pois não são fabricados para estarem em ambientes externos.

O volume recorde foi alcançado devido à intensificação das ações realizadas pela Neoenergia Coelba. Em 2025, a distribuidora duplicou a quantidade de equipes em campo voltadas exclusivamente para a remoção da fiação irregular. A empresa também facilitou a regularização das empresas ao disponibilizar um contato exclusivo para que os provedores tirem dúvidas.

Ainda este ano, a Neoenergia Coelba lançou um portal que permite que aos consultarem se a sua operadora de telefonia e internet é regular ou não. Por meio site www.neoenergia.com/bahia/provedores, os baianos podem conferir as empresas regulares na sua cidade e contratar apenas esses provedores, ajudando a combater o gatonet.

Responsabilidade

O compartilhamento dos postes entre a distribuidora e as operadoras de telefonia e internet é determinado pelas Resoluções Conjuntas da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e Agência Nacional do Petróleo (ANP). De acordo com as resoluções, as empresas que utilizam os postes precisam estar regularizadas, realizar as manutenções devidas em seus equipamentos e atender às normas técnicas e comerciais específicas.

A Neoenergia Coelba ressalta que o objetivo da distribuidora não é prejudicar a população ou as empresas que prestam serviços de telefonia e internet, mas garantir a segurança dos ilheenses e diminuir o emaranhado de fios.

Sobre a Neoenergia Coelba – A Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia, empresa da Neoenergia, é a terceira maior distribuidora de energia elétrica do país em número de clientes e a sexta em volume de energia fornecida, sendo a maior do Norte-Nordeste. Presente em 415 dos 417 municípios baianos, a Neoenergia Coelba tem uma área de concessão de 563 mil quilômetros quadrados, com mais de 6 milhões de clientes (mais de 15 milhões de habitantes).ribui para a redução da poluição visual e para a segurança da população e do fornecimento de energia

Veja também

ferry
Ferry boat
A Internacional Travessias Salvador (ITS), administradora do Ferry-Boat, informa que o serviço funciona...
ISSM_programação_2-Festival-da-Melhor-Idade
2º Festival da Melhor Idade oferece serviços de saúde, apresentações culturais e feira da economia solidária
Nos dias 11 e 12 de setembro, a Cidade do Saber será palco do 2º Festival da Melhor Idade, iniciativa...
morta
São Franciso do Conde: suspeito de matar mulher com mais de 40 facadas após discussão por ciúmes é preso
Um homem de 36 anos foi preso na segunda-feira (7), suspeito de matar uma mulher com mais de 40 golpes...
crime
Homem que confessou ter feito disparo que matou filha de PMs no Imbuí já tinha sido preso em 2024 com moto roubada
O homem que foi preso após confessar ser o responsável pelo disparo que matou a filha de dois policiais,...

Opinião

WhatsApp Image 2026-08-24 at 12.03
Opinião: Formação profissional em jornalismo: o debate que o futuro exige