Salvador, 9 de setembro de 2026
Editor: Chico Araújo

Programa de Governo Participativo vira “referência de participação popular”, diz o PT

Presidente do PT diz que posição tenta lançar genérico sem credibilidade Foto: Divulgação

O avanço do Programa de Governo Participativo (PGP), liderado pelo governador Jerônimo Rodrigues, e sua repercussão positiva no interior baiano provocaram preocupação na oposição, que tenta lançar agora uma versão genérica do projeto. Para o presidente estadual do PT, Tássio Brito, a movimentação liderada por ACM Neto, porém, enfrenta resistência até entre aliados, por não carregar a principal essência da proposta petista: ouvir o povo. Ele lembra que Neto tem histórico de decisões centralizadas, descumprimento de acordos políticos e distanciamento das lideranças do interior.

“Enquanto o PGP reúne prefeitos, vereadores, movimentos sociais e milhares de participantes em plenárias regionais, a oposição sofre com a falta de capilaridade no estado”, lembra Tássio. O petista destaca que lideranças municipais apontam que ACM Neto perdeu espaço no interior justamente por manter um modelo político considerado fechado e restrito a grupos de confiança. Para ele , a tentativa de reproduzir o formato de um PGP genérico sem participação popular genuína revela apenas oportunismo eleitoral.

Na avaliação do presidente estadual do PT, o PGP consolidou-se como uma das principais ferramentas de construção democrática da Bahia. Percorrendo os 27 territórios de identidade do estado, o projeto promove plenárias, encontros temáticos e escuta ativa da população para definir prioridades e fortalecer políticas públicas nas áreas de saúde, educação, infraestrutura e desenvolvimento social.

Para Tássio Brito, o diferencial do PGP está justamente na participação popular permanente. Segundo ele, o governo de Jerônimo transformou o diálogo com a sociedade em método de gestão, aproximando o Estado das demandas reais da população. O dirigente destaca que o modelo amplia a eficiência das políticas públicas ao ouvir prefeitos, movimentos sociais, juventude, trabalhadores e lideranças comunitárias em todas as regiões da Bahia.

“O sucesso do programa está na credibilidade construída junto ao povo baiano. O PGP não é ação de marketing, é compromisso com participação popular e construção coletiva”, afirma Tássio. Segundo ele, a iniciativa da oposição é mais uma tentativa de criar fato político sem conteúdo real. “Sem diálogo verdadeiro e sem conexão com o interior, o evento promovido por ACM Neto não convence e reforça a percepção de uma estratégia voltada apenas para propaganda eleitoral”.

Veja também

morta
São Franciso do Conde: suspeito de matar mulher com mais de 40 facadas após discussão por ciúmes é preso
Um homem de 36 anos foi preso na segunda-feira (7), suspeito de matar uma mulher com mais de 40 golpes...
crime
Homem que confessou ter feito disparo que matou filha de PMs no Imbuí já tinha sido preso em 2024 com moto roubada
O homem que foi preso após confessar ser o responsável pelo disparo que matou a filha de dois policiais,...
Edifício sede do Banco do Brasil, em Brasília
Bancários da Bahia anunciam greve em instituições públicas a partir da próxima quinta-feira
O Sindicato dos Bancários da Bahia anunciou a paralisação das atividades por tempo indeterminado no estado,...
flamengo
Flamengo é indicado ao prêmio de melhor clube masculino da Bola de Ouro 2026
O Flamengo está entre os cinco indicados ao prêmio de melhor clube masculino de 2026 da Bola de Ouro....

Opinião

WhatsApp Image 2026-08-24 at 12.03
Opinião: Formação profissional em jornalismo: o debate que o futuro exige