Salvador, 25 de outubro de 2026
Editor: Chico Araújo

Programa de Governo Participativo vira “referência de participação popular”, diz o PT

Presidente do PT diz que posição tenta lançar genérico sem credibilidade Foto: Divulgação

O avanço do Programa de Governo Participativo (PGP), liderado pelo governador Jerônimo Rodrigues, e sua repercussão positiva no interior baiano provocaram preocupação na oposição, que tenta lançar agora uma versão genérica do projeto. Para o presidente estadual do PT, Tássio Brito, a movimentação liderada por ACM Neto, porém, enfrenta resistência até entre aliados, por não carregar a principal essência da proposta petista: ouvir o povo. Ele lembra que Neto tem histórico de decisões centralizadas, descumprimento de acordos políticos e distanciamento das lideranças do interior.

“Enquanto o PGP reúne prefeitos, vereadores, movimentos sociais e milhares de participantes em plenárias regionais, a oposição sofre com a falta de capilaridade no estado”, lembra Tássio. O petista destaca que lideranças municipais apontam que ACM Neto perdeu espaço no interior justamente por manter um modelo político considerado fechado e restrito a grupos de confiança. Para ele , a tentativa de reproduzir o formato de um PGP genérico sem participação popular genuína revela apenas oportunismo eleitoral.

Na avaliação do presidente estadual do PT, o PGP consolidou-se como uma das principais ferramentas de construção democrática da Bahia. Percorrendo os 27 territórios de identidade do estado, o projeto promove plenárias, encontros temáticos e escuta ativa da população para definir prioridades e fortalecer políticas públicas nas áreas de saúde, educação, infraestrutura e desenvolvimento social.

Para Tássio Brito, o diferencial do PGP está justamente na participação popular permanente. Segundo ele, o governo de Jerônimo transformou o diálogo com a sociedade em método de gestão, aproximando o Estado das demandas reais da população. O dirigente destaca que o modelo amplia a eficiência das políticas públicas ao ouvir prefeitos, movimentos sociais, juventude, trabalhadores e lideranças comunitárias em todas as regiões da Bahia.

“O sucesso do programa está na credibilidade construída junto ao povo baiano. O PGP não é ação de marketing, é compromisso com participação popular e construção coletiva”, afirma Tássio. Segundo ele, a iniciativa da oposição é mais uma tentativa de criar fato político sem conteúdo real. “Sem diálogo verdadeiro e sem conexão com o interior, o evento promovido por ACM Neto não convence e reforça a percepção de uma estratégia voltada apenas para propaganda eleitoral”.

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