Salvador, 28 de outubro de 2026
Editor: Chico Araújo

Sambaiana vai amanhecer o 2 de fevereiro com a tradicional Alvorada de Iemanjá

A banda Sambaiana confirmou mais uma edição da tradicional Alvorada de Iemanjá. O evento começa no dia 1º de fevereiro, a partir das 22 horas, no Colaboraê, no bairro do Rio Vermelho, em Salvador. A apresentação integra a programação dos festejos em homenagem a Iemanjá e propõe uma celebração que atravessa a noite, para saudar o amanhecer com música, fé e cultura. O grupo leva ao palco um repertório marcado pelo samba e pela música baiana, dialogando diretamente com o simbolismo do 2 de fevereiro, data dedicada à Rainha do Mar.

A festa Alvorada de Iemanjá se destaca por oferecer uma estrutura diferenciada para o público, com proposta de vivenciar o nascer do dia em meio aos rituais e à atmosfera cultural do bairro. Além da Sambaiana, as cantoras Aila Menezes e Bia Cunha, e a DJ Libre Ana também farão a a alegria do público presente na festa. O ingresso, que já está à venda em https://www.sympla.com.br/evento/alvorada-de-iemanja-colaborae/3262218 inclui café da manhã, reforçando o conceito de atravessar a madrugada em clima de comunhão.

Além dos sucessos que marcam a trajetória da banda, a Sambaiana aproveitará a ocasião para reforçar sua atual música de trabalho, “Movimento Absurdo”, que vem ganhando grande repercussão popular e já desponta entre as candidatas a música do Carnaval de 2026. Para Ju Moraes, uma das integrantes do Sambaiana, o reencontro com a festa tem um significado especial. “É sempre um prazer imenso cantar na Alvorada de Iemanjá. O dia 2 de Fevereiro tem uma força muito grande para a gente, assim como o Rio Vermelho. Cantar para saudar Iemanjá, ver o dia nascer e sentir essa energia do público é algo que emociona e conecta profundamente com a nossa música”, afirma a cantora.

Celebrada anualmente, a Festa de Iemanjá reúne milhares de pessoas vestidas de branco no Rio Vermelho, em um dos maiores eventos religiosos e culturais do país. A data homenageia a orixá das águas salgadas, protetora dos lares e dos pescadores, e simboliza a preservação das tradições afro-brasileiras, reconhecidas como patrimônios culturais de Salvador.

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