Salvador, 23 de outubro de 2026
Editor: Chico Araújo

Julho Turquesa: H.Olhos alerta para o agravamento dos casos de Olho Seco no inverno

Julho Turquesa é o mês de conscientização do Olho Seco, doença ocular que tem os casos agravados no período do inverno em razão do clima mais frio, da baixa umidade do ar e do aumento da poluição. A Síndrome do Olho Seco é caracterizada pela lubrificação inadequada da superfície dos olhos, que ficam desprotegidos contra agentes externos como a poeira. Ocorre uma disfunção do filme lacrimal, líquido produzido pelas glândulas lacrimais, e a quantidade insuficiente de lágrima causa o ressecamento da superfície do olho.

 

Alguns dos sintomas são ardência, lacrimejamento, vermelhidão, secura, sensação de areia nos olhos, sensibilidade à luz e embaçamento visual. A síndrome do olho seco não tem cura e para prevenir ou amenizar o incômodo é importante ingerir bastante água, evitar ar-condicionado, utilizar umidificador quando o clima estiver seco, reduzir o tempo de telas e lembrar de colocar óculos de proteção em ambientes externos para proteger os olhos do sol, do vento e das impurezas do ar.

 

“Ao apresentar sinais de olho seco é fundamental consultar um especialista para que investigue a causa do problema e avalie a necessidade de receitar um lubrificante ocular, que pode ser um colírio, gel ou pomada”, recomenda a Dra. Myrna Serapião dos Santos, oftalmologista, especialista em doenças da superfície ocular e córnea e diretora técnica do H.Olhos Paulista, hospital de olhos da rede Vision One em São Paulo. A médica alerta para o risco de complicações ao tratar a condição por contra própria.
A Síndrome do Olho Seco pode ter relação com alterações hormonais, com o uso de alguns medicamentos, entre eles antiinflamatórios, antialérgicos e antidepressivos; com lesões oculares como conjuntivite e blefarite (inflamação da pálpebra); ou com doenças autoimunes. O tratamento é indicado após a identificação da causa do distúrbio, sendo que o paciente deverá manter o acompanhamento oftalmológico, pois a doença é considerada crônica e existe o risco de ocorrerem lesões na córnea.

 

“Nos casos mais graves, colírios anti-inflamatórios e imunomoduladores podem ser usados para diminuir a inflamação e estimular a produção de lágrima”, esclarece a Dra. Myrna Serapião dos Santos. De acordo com a oftalmologista, mais de 20 milhões de pessoas têm o diagnóstico de Síndrome do Olho Seco no Brasil, sendo essa uma das doenças oculares mais comuns. Tratar corretamente previne o sério comprometimento da visão e melhora a qualidade de vida do paciente”.

Veja também

unnamed (1)
Já com mais de 40 jogos no ano, Igor Fernandes valoriza ‘empenho coletivo’ do Náutico e projeta confronto com o Juventude
Jogando fora de casa pela Série B do Brasileirão, o Náutico somou um ponto importante diante do Goiás....
AME Pirajá
Multicentro AME Pirajá realiza Dia D do Outubro Rosa com oferta de mamografias
O Multicentro AME Pirajá, da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Salvador, realiza, neste sábado (24),...
Prefeito Bruno Reis na Câmara de Salvador-Foto-Betto Jr
Bruno Reis repudia violência sexual contra agente de endemias em Salvador: “Episódio revoltante, covarde e inaceitável”
O prefeito de Salvador, Bruno Reis, repudiou, nesta quinta-feira (22), o caso de uma agente de combate...
Blue Run Salvador - edição 2025 - Crédito - Fotoshow 2
Meia Maratona Blue Run Salvador Mater Dei terá mais de R$ 33 mil em premiações
Com percursos de 5, 10 e 21 km, prova acontece em 1º de novembro e recebe inscrições até 30 de outubro...

Opinião

ucsal
UCSal: semeando saberes e sonhos ao longo de 65 anos