Salvador, 18 de maio de 2026
Editor: Chico Araújo

Casa Nova: homem é preso suspeito de atirar no enteado de 2 anos; polícia disse que ele tinha ciúmes da companheira

Um homem foi preso suspeito de atirar no enteado, uma criança de 2 anos, no bairro de Vila Massu, na cidade de Casa Nova, no nordeste da Bahia. Segundo a Polícia Civil, ele tinha ciúmes da vítima com a companheira dele.

O caso aconteceu na segunda-feira (8). A prisão foi feita por equipes da Delegacia Territorial (DT/Casa Nova), que cumpriram o mandado de prisão preventiva por tentativa de homicídio.

Segundo o delegado de Casa Nova, Arnóbio Dionísio, o suspeito atirou contra um homem, motivado por uma desavença.

“Durante a ação, a criança que passava pelo local, na companhia da mãe, foi atingida por estilhaços. Ciúme da companheira com o alvo do disparo, foi o principal motivo da ação criminosa”, detalhou.

O garoto foi levado para uma unidade saúde da região, onde recebeu atendimentos médicos. Não há informações sobre o estado de saúde dele.

A polícia informou que o suspeito passou por exame de lesão corporal e seguirá preso, à disposição da Justiça. O caso segue em investigação.

G1

Deixe um comentário

Veja também

convocacao_ultima_selecao_2025
Ancelotti confirma Neymar e deixa Luciano Juba de fora da Copa do Mundo
Sem muitas surpresas, o técnico da Seleção Brasileira, o italiano Ancelotti divulgou há pouco, no Museu...
morta
Canabrava: casal é encontrado morto dentro de casa; caso é investigado pela Polícia Civil
Um casal foi encontrado morto dentro da casa onde morava, no bairro de Canabrava, em Salvador, no domingo...
Lula
Terras raras: "Brasil não abre mão de sua soberania", diz Lula
Presidente inaugurou linhas de luz síncrotron do Projeto Sirius O presidente da República Luiz Inácio...
Fiocruz
Justiça Federal manda derrubar perfis com desinformação sobre Fiocruz
Ação indica publicação de fake news como dados oficiais da instituição A Justiça Federal do Rio de Janeiro...

Opinião

WhatsApp Image 2026-04-10 at 12.30
Compra de terras por estrangeiros no Brasil: o problema real pode estar no processo, não na lei