Venceu o melhor. A espanha, depois de 16 anos, voltou al,evantar a taça do Mundial, com gol de Fernando Torre, marcado no início da segunda etapa da prorrogação. Neste momento, a Argentina jà estava com um homem a menos. Enze Hernandes havia sido expulso com dois carões amararelos. Sem força e já cansada em campo, a equipe dos Hermanos que esperva o tetracampeonato, teve que se contentar em ver o time europeu brilhar em campo, chegando a oito jogos com apenas um gol sofrido em toda a competição.

Desde o início da partida, a seleção espanhola assumiu o controle das ações e criou as principais oportunidades. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo e finalizou para boa defesa de Emiliano “Dibu” Martínez, após desvio na defesa argentina. Na sequência, o jovem atacante voltou a levar perigo ao invadir a área, mas foi bloqueado antes da conclusão.
A pressão continuou ao longo do primeiro tempo. Aos 17 minutos, Yamal fez boa jogada individual pela direita e cruzou rasteiro, obrigando Dibu a sair do gol para evitar a chegada dos atacantes espanhóis. Já aos 42, Cucurella arriscou de fora da área e a bola passou muito perto da trave argentina.
Na segunda etapa, o panorama permaneceu o mesmo. Aos 19 minutos, Dani Olmo finalizou de fora da área e Dibu Martínez espalmou, quase complicando a própria defesa. Pouco depois, Ferran Torres cabeceou após cruzamento de Yamal, mas novamente parou no goleiro argentino.
A sequência de ataques continuou com finalizações de Cubarsí e Laporte, ambas defendidas por Dibu Martínez, que se tornou o principal destaque da Argentina. Até aquele momento, a Espanha já havia finalizado 11 vezes, enquanto os argentinos ainda não tinham acertado qualquer chute na direção do gol defendido por Unai Simón.
Nos minutos finais do tempo regulamentar, Ferran Torres voltou a exigir boa defesa do goleiro argentino. Já nos acréscimos, a Argentina criou sua primeira oportunidade em uma jogada construída por Paredes, Julián Álvarez e Simeone, mas o cruzamento terminou nas mãos de Unai Simón, que iniciou rapidamente um contra-ataque concluído por Nico Williams, novamente parado por Dibu.
Argentina perde Enzo Fernández
Logo depois da jogada, a situação argentina ficou ainda mais complicada. Enzo Fernández acertou uma entrada de sola em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso, deixando a equipe com um jogador a menos para a prorrogação.
Mesmo com a vantagem numérica, a Espanha ainda teve um gol anulado no primeiro tempo da prorrogação. Após cruzamento de Pedro Porro, Ferran Torres desviou e, na sequência, Merino finalizou para defesa de Dibu. No rebote, Nico Williams marcou, mas o árbitro invalidou o lance ao assinalar falta de Merino sobre Otamendi.
Gol da vitória sai na prorrogação
Depois de insistir durante toda a partida, a Espanha finalmente encontrou o caminho do gol no início do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro cruzou para Nico Williams, que escorou para Ferran Torres vencer, enfim, a resistência de Dibu Martínez e marcar o único gol da decisão.
Os espanhóis ainda chegaram a balançar as redes novamente. Ferran Torres recebeu passe de Lamine Yamal, avançou livre e marcou, mas o lance foi anulado por impedimento.
Argentina pouco ameaçou
Com dificuldades para criar durante toda a partida, a Argentina praticamente não levou perigo ao gol espanhol. Em um dos raros lances ofensivos, Lionel Messi tentou surpreender ao levantar a bola em direção ao gol, mas exagerou na força e mandou por cima da meta. Nos acréscimos da prorrogação, a equipe teve sua melhor oportunidade após cobrança de escanteio de Messi. A bola sobrou para Simeone, que finalizou por cima do travessão, encerrando a última chance argentina na decisão.
Superior do início ao fim, a Espanha confirmou o domínio em campo e conquistou o título com uma atuação consistente, premiada apenas na prorrogação graças ao gol decisivo de Ferran Torres.

