Salvador, 20 de setembro de 2026
Editor: Chico Araújo

Everaldo perde pênalti no final e Bahia encerra sequência invicta de 11 jogos

Fotos: Rafael Rodrigues/EC Bahia

Um pênalti nos minutos finais. O Bahia teve a chance de ouro de empatar a partida diante do Athletico Paranaense. Juba é ocobrador oficial, mas foi Everaldo quem foi para a bola. O goleiro pegou. O jogo estava 2×1 e o resultado encerra uma sequência de 11 jogos de invencibilidade do tricolor. O resultado manteve o Bahia na quinta colocação, atrás de Flamengo, Palmeiras, Athletico e Fluminense.
O tricolor caiu na Arena da Baixada. O Furacão saiu na frente, com Lucas Esquivel. O Bahia que vinha recuado e sem inspiração, acordou e foi para cima do Athletico. Não demorou a empatar com Pulga.
O Segundo tempo foi de chances das duas equipes, mas numa jogada de colombianos, Jorge Rivaldo, desempatou para o Furacão.
O goleiro Micael do Athletico se destacou com boas defesas e a última delas garantiu o resultado, pegando a penalidade cobrada por Everaldo.
As equipes agora terão um período de descanso com a data Fifa. O Bahia só volta a jogar no dia 08 de outubro, fora de casa, contra o Palmeiras.

Veja também

Entrega campo de Periperi e visita Novo Horizonte - Fotos - Igor Santos - Secom PMS (3)
Prefeito entrega campo na Praia de Periperi e visita Camelódromo de Novo Horizonte
O prefeito de Salvador, Bruno Reis, entregou na manhã deste domingo (20) o campo da Praia de Periperi...
Vorcaro
Mulher de Moraes nega vínculo pessoal com Vorcaro em viagem de jatinho
De acordo com escritório, vôos foram contratados pela empresa O escritório de advocacia Barci de Moraes...
whatsapp_image_2026-09-20_at_14.29
Brasil fecha Copa do Mundo de ginástica com mais cinco pódios
Domingo na Hungria tem 2 ouros brasileiros com Flávia e Nory Neste domingo (20), último dia de disputas...
acidente
Vítimas de acidente entre jet ski e lancha na Baía de Aratu são identificadas
As duas pessoas que morreram após a colisão entre um jet ski e uma lancha, na noite de sábado (19), na...

Opinião

jolivaldo
Do Supremo do Império ao STF: crise de confiança atravessa os séculos