Dia: 17 de abril de 2026

  • Café: do prazer ao vício

    A bebida servida quente, de cheiro característico e inebriante, está presente em todas as mesas do mundo. No café da manhã, em encontros informais entre amigos e nos formais. O café se transformou numa válvula de escape, mesmo sendo um estimulante natural. Mas afinal, quem inventou isso de torrar um grão e beber o seu líquido escaldante?

    Café | Foto e Texto: Julia Caldas.

    Há registros de que a história do café começa por volta de 575 d.C., onde hoje é a Etiópia. A lenda conta que cabras foram as primeiras consumidoras do fruto e que, após a sua digestão, os pastores percebiam agitação no rebanho. Confusos com o que estava acontecendo, um pastor levou o fruto até um monge, e aqui temos uma bifurcação nessa história: na primeira versão, o monge considerou ser algo ruim e decidiu queimá-lo, percebendo assim o seu cheiro e gerando curiosidade. Na outra versão, o monge ficou intrigado e resolveu fazer uma infusão da fruta, criando o hábito de tomá-la em dias de culto. No fim, o consumo foi feito e a tal infusão estimulante virou um sucesso pelo mundo.

    Devido a esse sucesso, o café viajou muito antes de chegar às mesas brasileiras. O primeiro registro do café em solo brasileiro é de cerca de 1727, com Francisco de Melo Palheta. A planta foi contrabandeada pelo bandeirante enquanto voltava de uma expedição na Guiana Francesa, e ele começou a cultivar a sua muda em solo paraense. Com a horta prosperando, passou a comercializar o produto pela região. Com a popularidade crescendo na Europa, o café no Brasil também ganhava o seu espaço, tendo a sua produção expandida pelo resto do país.

    Café no dia a dia

    A consolidação, popularidade e viés econômico fizeram com que a paixão pela semente torrada se perpetuasse por gerações, e esse foi o caso de Luiz Guilherme Guerreiro. O engenheiro conta como começou a sua relação com a bebida: “A primeira memória que tenho com café é na casa da minha avó. Ela sempre me dava café com leite e bolo, e assim eu fui crescendo e gostando de café”. Mesmo o hábito não sendo recomendado pelos profissionais da área da saúde, é a realidade de muitas famílias. “Não é recomendado dar café tão cedo às crianças, principalmente por distúrbios no sono e cognitivos, dificuldade de compreensão e ansiedade”, alerta a biomédica Esther Caldas. Sobre o consumo entre adultos, além da agitação e ansiedade que a bebida estimulante causa, é comum que, quando retirado abruptamente, gere os sintomas de uma abstinência.

    Café como um hobby

    Com o consumo ilimitado de informação por meio das redes, Luiz Guilherme Guerreiro confessa que, com o passar dos anos e o amadurecimento do paladar, passou a consumir conteúdo de baristas como um hobby: “Gosto de assistir [sobre café] nas minhas horas vagas. Ver os toques, métodos de café, ir em uma cafeteria cara à troa de nada… gosto bastante”.

    Hoje em dia, na rede social TikTok, é comum encontrar conteúdos educacionais e de entretenimento em vídeos curtos de até 1 minuto e 30 segundos. É o caso da @amandabarista, conhecida como a “Moça do Café”. A influenciadora Amanda Albuquerque já soma mais de 4 milhões de seguidores em suas redes sociais com o seu conteúdo voltado ao café.

    @amandabaristaavamo fazer café comigo?♬ som original – Amanda Albuquerque -Moça do ☕️

    A influenciadora posta seus vídeos como entretenimento, mas com grande carga de conhecimento. O leque de influenciadora que usam o café como uma persona nos seus conteúdos é extenso. Mas quem de fato é popular, o café ou o influenciador?

  • Café: Um Importante Produto Nacional

    Dia Mundial do Café: Uma celebração do Produto Nacional
    O Café brasileiro carrega um rico histórico, dicas de culinária, um grande fator econômico para o Brasil

    Redação por Pedro Henrique Bispo

     

    Foto: Pedro Henrique Bispo

    Celebrado em 14 de abril, o Dia Mundial do Café vai além de uma simples homenagem à bebida: a data, oficializada em 2015 pela Organização Internacional do Café (OIC), reconhece a importância histórica, cultural e econômica de um dos produtos mais consumidos do planeta. Com origem africano, mais especificamente a Etiópia, o produto encontra-se presente cotidiano de milhões de brasileiros, o café atravessa séculos de história, movimenta bilhões na economia.

     

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    Da Etiópia ao Brasil: o percurso histórico do café
    O produto é algo que não falta na mesa de milhões de brasileiros.

    O professor Alfons Heinrich Altmicks expressa “O café é um amigo inseparável. Sem ele, as coisas não acontecem, o cérebro não funciona. Como trabalho muito, preciso sempre de uma garrafa de café por perto. Toda vez que o cansaço chega, uma xícara de café resolve.”

    A recepcionista do TCA Silvia Oliveira diz “a importância do café é agregar as pessoas”. Algo que serve como um bate papo entre as pessoas.

     

    Ao longo do século XIX, o chamado “ciclo do café” impulsionou o desenvolvimento urbano, especialmente no Sudeste, consolidando o país como maior produtor mundial — posição mantida até hoje.
    Mais do que uma commodity, o café passou a representar identidade cultural. A tradicional “hora do cafezinho” tornou-se símbolo de hospitalidade e convivência no país.

    Café e saúde: benefícios e cuidados Além de população, ter altas demandas no mercado e ser consumido por várias pessoas

    Na cozinha: versatilidade gastronômica

    Muito além do tradicional café preto, a bebida ganhou espaço na gastronomia contemporânea. Hoje, chefs e baristas exploram diferentes formas de preparo e harmonização.
    Entre as principais tendências estão:
    Garimpo de Batista
    Latitude 13
    Da Talli
    cafélier
    DCAE Cafeteria
    Moma Cookie lab

     

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    Essa diversidade acompanha a evolução do consumo: o brasileiro tem buscado cada vez mais qualidade e experiência, valorizando a origem e o processo do grão.
    Motor da economia brasileira Com crescimento da produção, diversificação regional, investimento em qualidade e estratégias para ampliar mercados, o Brasil reforça sua posição como potência global do café. Ao mesmo tempo, transita em um ciclo de expansão que deve sustentar a competitividade brasileira nos próximos anos com diversificação de produtos de origem e destinos.
    Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam que a safra 2025/26, já colhida, alcançou 66,2 milhões de sacas de café (entre arábica e conilon), alta de 17,1% na comparação com o ciclo anterior. A área em produção também avançou, estimada em 1,93 milhão de hectares, crescimento de 4,1%. No cenário internacional, a consultoria StoneX projeta uma produção global de 182,5 milhões de sacas na safra 2026/27. Desse total, o Brasil deve responder por 75,3 milhões de sacas — o equivalente a cerca de 41,3% da oferta mundial — impulsionado por uma safra considerada cheia, ou “super safra”. Além de maior produtor, o país mantém a liderança nas exportações. Segundo o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o Brasil embarca, em média, cerca de 40 milhões de sacas por ano, consolidando sua posição como principal fornecedor global.

    Pesquisas recentes mostram mudanças no comportamento do consumidor. Apesar de uma redução no volume consumido, impulsionada pelo aumento de preços, cresce a busca por cafés de maior qualidade e origem controlada.

    O psiquiatra Eidi Kobayashi Alerta que no ponto emocional, pode trazer sérios problemas para uma pessoa que tem ansiedade ou que tome altas doses. 3 xícaras de café podem trazer prejuízos a saúde estimulando esse tipo de sentimento, maus estresses ou perdas de sono. A cafeína no café traz uma hiperestimulação no sistema nervoso, ajudando a desencadear a ansiedade ou até prejuízos para o sono da pesssoa.

    De acordo com o Terapeuta, é recomendável que se uma pessoa tome altas dozes evite beber esse tipo de bebida ou tome algo que seja descafeínado como chá quente e qualquer outro tipo de líquido que não traga esse tipo de estimulação ao sistema nervoso: Um quadro que deixe a pessoa mais ansiosa.

    Uma bebida que atravessa gerações
    Do campo à xícara, o café permanece como um dos símbolos mais fortes da cultura brasileira. No Dia Mundial do Café, a celebração vai além do sabor: é um reconhecimento de sua história, de seu impacto econômico e de sua relevância social.
    Entre tradição e inovação, o café segue se reinventando — e reafirmando seu lugar como uma das bebidas mais importantes do mundo.

  • Entre hábito e saúde: os benefícios do café para o organismo

    Entre hábito e saúde: os benefícios do café para o organismo

    Por: Guilherme Rios e Júlia Lisboa

    Foto: Guilherme Rios

    O café é uma das bebidas mais consumidas do mundo e tem presença marcante na rotina dos brasileiros. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), o Brasil está entre os maiores consumidores da bebida no planeta, com milhões de xícaras consumidas diariamente, seja no café da manhã, no trabalho ou em momentos de pausa ao longo do dia.

    Além de ser um hábito cultural, a bebida também pode trazer benefícios à saúde quando ingerida de forma moderada.

    De acordo com o nutricionista Rodrigo Neves, a cafeína é uma substância amplamente estudada pela ciência e possui efeitos positivos para o organismo. Segundo ele, “a cafeína é uma das moléculas mais estudadas pela nutrição e tem um efeito comprovado de redução da fadiga, aumento da concentração e aumento da atividade cerebral.”

    O especialista também destaca que o café possui compostos importantes para a saúde. “O café também possui compostos polifenólicos que vão atuar como moléculas antioxidantes em nosso organismo, ou seja, ajudam a diminuir o envelhecimento precoce, aumentar a longevidade e reduzir os radicais livres no corpo.”

    Ainda segundo o nutricionista, pesquisas indicam que o consumo moderado da bebida pode trazer impactos positivos na qualidade de vida. “Estudos comprovam que tomar café moderadamente, diariamente, aumenta a longevidade e melhora a qualidade de vida.”

    Apesar dos benefícios, o especialista alerta que o consumo deve ser equilibrado, já que o excesso pode trazer efeitos indesejados.

    Além das vantagens para a saúde, o café também tem forte presença no cotidiano das pessoas. Para a aposentada Berenice Carneiro, a bebida faz parte da rotina diária. “Para mim é hábito mesmo, é necessidade. Se eu não tomar, eu fico com dor de cabeça.”

    Já o jornalista Ítalo Araújo conta que o café é essencial para começar o dia. “O momento do dia que eu mais tomo café é pela manhã, para me preparar para o longo dia.”

    Entre tradição, hábito e benefícios à saúde, o café continua sendo uma das bebidas mais queridas pelos brasileiros, especialmente quando consumido com equilíbrio.

  • Café nosso de cada dia: prazer, dependência e suas consequências

    Café nosso de cada dia: prazer, dependência e suas consequências

    Presente nas manhãs apressadas, nas pausas do trabalho e até nos encontros entre amigos, o café ocupa um lugar quase indispensável na rotina de muitos brasileiros. Mais do que uma bebida, ele se tornou um ritual diário, associado à disposição, ao conforto e até à socialização.

    Para a advogada familiarista Liane Costa Reis, o café faz parte do dia, mas sem exageros. “Eu gosto de tomar pela manhã e às vezes à tarde, mas não sinto falta se não tiver. É mais um hábito mesmo, algo que acompanha a rotina”, conta. Já o policial militar Alesandro Borges, destaca como a bebida se torna quase um suporte na rotina intensa de trabalho. “Nos meus serviços da madrugada, o café acaba sendo essencial pra manter a atenção. Passo muitas horas acordado, então ele ajuda a dar energia, mas eu sei que às vezes acabo exagerando na dose”, relata.

    A seguir, um vídeo explicando como funciona a dependência da cafeína e seus efeitos no organismo :

    Foto:Masud Allahverdizade
    Via Pexels

    Apesar desse consumo aparentemente comum, especialistas alertam para os limites. A nutricionista Elizabeth Cardim destaca que o excesso pode trazer prejuízos. “A cafeína, quando consumida em grande quantidade, pode gerar dependência, além de sintomas como ansiedade, insônia e irritabilidade. O problema não é o café em si, mas o desequilíbrio no consumo”, afirma.

    Post de especialista explicando os efeitos da cafeína no corpo e os sinais de consumo excessivo:

     

    Entre o prazer e o possível vício, o café revela um equilíbrio delicado. Quando consumido com moderação, pode ser um aliado do dia a dia. Mas, quando ultrapassa esse limite, passa a exigir atenção, mostrando que até os hábitos mais comuns podem ter consequências.

  • Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial faleceu nesta sexta-feira (17), em São Paulo

    Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial faleceu nesta sexta-feira (17), em São Paulo

    O atleta enfrentou um tumor cerebral por cerca de 15 anos.

    “Reconhecido por sua trajetória brilhante dentro das quadras e por sua personalidade marcante fora delas, Oscar deixa um legado que transcende o esporte e inspira gerações de atletas e admiradores no Brasil e no mundo”, disse a assessoria do jogador, em nota.

    Segundo a assessoria, a despedida se dará de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento.

    De acordo com a prefeitura de Santana de Parnaíba (SP), onde o ex-jogador morreu, Oscar passou mal em sua residência e foi encaminhado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA) pelo Serviço de Resgate, “já em parada cardiorrespiratória (PCR), chegando à unidade sem vida”.

    Trajetória
    Brasília (DF), 17/04/2026 – Na foto Oscar Schmidt e outra lenda do basquete, Michael Jordan (d) Jogador de basquete Oscar Schmidt morre aos 68 anos em São Paulo.
    Foto: Oscar Schmidt/Instagram
    Na foto Oscar Schmidt e outra lenda do basquete, Michael Jordan (d). Foto: Oscar Schmidt/Instagram
    Oscar Daniel Bezerra Schmidt nasceu no dia 16 de fevereiro de 1958, na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte.

    Começou a se interessar por basquete aos 13 anos, após se mudar para Brasília, por influência de seu técnico Zezão, que o incentivou a procurar o Clube Vizinhança, que era treinado pelo técnico Laurindo Miura.

    Em 1974, aos 16 anos, Oscar mudou-se para São Paulo, para iniciar a carreira no infanto-juvenil do Palmeiras. Foi convocado para a seleção juvenil de basquete em 1977 e eleito melhor pivô do sul-americano juvenil.

    Na seleção principal de basquete do Brasil, foi campeão sul-americano e ganhou medalha de bronze.

    Em 1979, ganhou um dos títulos mais importantes de sua carreira: a Copa William Jones, o mundial interclubes de basquete. No ano seguinte, disputou sua primeira Olimpíada, em Moscou.

    Disputou outras quatro olimpíadas: Los Angeles (1984), Seul (1988), Barcelona (1992) e Atlanta (1996), sempre se destacando como cestinha da competição.

    Oscar jogou 11 temporadas na Itália, 8 pelo Juvecaserta e 3 pelo Pavia

    Em 1995, Oscar decidiu retornar para o Brasil, passando a jogar no Corinthians, onde ganhou, em 1996, o oitavo título brasileiro de sua carreira.

    ​​No Brasil, Oscar ainda jogou pelo Banco Bandeirantes, entre 1997 e 1998, Mackenzie, entre 1998 e 1999 e Flamengo, entre 1999 e 2003.

    No rubro-negro, alcançou uma das marcas mais expressivas de sua carreira: maior cestinha da história do basquete, com 49,737 pontos. Até então, esse posto pertencia a Kareem Abdul-Jabbar, com 46.725 pontos.

    Em 1991, Oscar foi nomeado um dos 50 Maiores Jogadores de Basquete pela Fédération Internationale de Basketball (Fiba). Também integrou o Hall da Fama da NBA,

    Em 2003, Oscar se aposentou das quadras.

    Vivendo intensamente
    Em 2022, à época com 64 anos, Oscar recebeu a equipe do Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, em sua casa em São Paulo. Em meio a uma sala lotada de medalhas e troféus, ele relembrou a carreira e falou sobre a atuação como palestrante, atividade que assumiu após se aposentar das quadras.

    “Eu não acho que eu tenho 64 anos. Eu vivo minha vida intensamente, mas por outro lado, calmamente”, declarou.

    “Eu adoro fazer palestra que eu vejo os olhos das pessoas olhando assim para mim, batendo palma. E eu estou contando a minha história para eles. Isso repõe, em parte, tudo aquilo que eu perdi parando de jogar”.

  • Marcas levam ativações, ações sociais e conteúdo para a Bienal Bahia e são destaque no evento

    Marcas levam ativações, ações sociais e conteúdo para a Bienal Bahia e são destaque no evento


    Empresas privadas e órgãos públicos oferecem diversas experiências ligadas ao universo dos livros

    A Bienal do Livro Bahia 2026, que vai até o dia 21 de abril, no Centro de Convenções Salvador, reúne um conjunto de marcas e instituições que enxergam no propósito e na grandiosidade do evento caminhos para se conectar com o público. Os patrocinadores da Bienal – reconhecida como o principal evento de literatura, cultura e entretenimento do Nordeste – apostam em espaços temáticos, ativações, produção de conteúdo e outras ações de impacto social voltadas para a concepção de novos leitores.

    O Governo do Estado da Bahia, que apresenta a Bienal juntamente com o Ministério da Cultura, e faz do evento o grande ponto de encontro de todo projeto Bahia Literária – que promoveu encontros e feiras por todo estado da Bahia –, conta com um estande próprio de 100 metros quadrados e com o Auditório Vozes da Bahia, espaço que abriga uma programação exclusiva ao longo do evento. Além disso, o Governo da Bahia também leva algumas sessões especiais para o Café Literário e o Espaço Infantil, duas das áreas onde acontecem a programação oficial da Bienal.
    Já a Prefeitura Municipal de Salvador, patrocinadora master da edição 2026, também possui um estande próprio e uma programação dedicada tanto ao público infantil quanto ao público adulto, demonstrando, na prática, que investe esforços na leitura como política pública. A Prefeitura ainda realiza iniciativas de acesso à leitura concebidas para estudantes e professores das redes públicas de ensino e ações culturais pensadas para aproximar crianças e jovens do universo literário.

    Entre os parceiros privados, a Colgate torna mais visível a sua presença na Bienal. A empresa – que já participou de edições anteriores da Bienal Bahia, apoiando iniciativas voltadas ao público jovem, como a Arena Jovem – amplia sua parceria com o evento. Em 2026, além da chancela de patrocínio social, por meio da qual investirá no Projeto Visitação Escolar, a marca dá nome ao espaço da Bienal reservado para as crianças. O “Espaço Infantil Colgate – Portais da Palavra” é um dos sucessos do evento e conta com uma programação lúdica voltada à primeira infância. A marca também investiu em dinâmicas com educadores ensinando às crianças sobre escovação dos dentes e distribuindo inclusive kits para higiene bucal.
    Para Adriana Anido, vice-presidente de marketing da Colgate Brasil, eventos literários como a Bienal do Livro Bahia fortalecem o compromisso da empresa com o estímulo à leitura e ao desenvolvimento mais saudável das novas gerações. “Acreditamos no poder da educação e da cultura para transformar realidades. Apoiar a Bienal do Livro Bahia e iniciativas que aproximam crianças e jovens do universo dos livros é uma forma de contribuir para ampliar o acesso à leitura e estimular o aprendizado desde cedo”, afirma ela.


    O TikTok, plataforma que tem tido papel relevante como influenciadora do fenômeno da literatura entre os jovens e converteu livros e autores em assuntos virais, também está presente na Bienal, tanto com um espaço de ativação quanto com uma sessão exclusiva na Arena Farol. A participação da empresa conecta o evento às formas mais modernas de consumo cultural, em um momento em que comunidades de leitores se unem por meio das redes sociais e incentivam diretamente o mercado editorial.
    Na sessão exclusiva, o TikTok aproveitará para apresentar ao público, com exclusividade, as vencedoras do concurso “Livros do Futuro”, criado pela plataforma para descobrir e impulsionar novos autores da literatura brasileira. Em parceria com três editoras, a convocatória selecionou três obras inéditas de romance young adult, suspense e fantasia. As autoras Daniela Vinci, Elisa Barbosa e Giulia Cavalcanti farão, na Bienal, a primeira sessão de lançamento de seus livros, em um encontro mediado pela apresentadora da TV Globo Ana Clara, que faz parte da comunidade #BookTok. Leitora assumida, Ana Clara se aproximou ainda mais do público ligado aos livros após participar do programa Big Brother Brasil 18, quando chamou a atenção por levar oito obras para o confinamento.
    Um dado relevante fornecido pela marca é que a comunidade BookTok é uma das que mais geram engajamento na plataforma. Só neste ano foram mais de 3 bilhões de visualizações em vídeos relacionados ao BookTok no Brasil. O primeiro semestre de 2026 também registrou um aumento de 23% em publicações no país relacionadas ao tema, em comparação ao trimestre anterior.
    A Acelen, por sua vez, projeta a Bienal como mais uma oportunidade de inclusão e formação. A empresa brasileira de energia, que administra a Refinaria de Mataripe, na Bahia, segunda maior refinaria de petróleo do Brasil, levará ao evento estudantes do Colégio Evolua, de Lauro de Freitas, além de distribuir convites para a comunidade quilombola de Monte Recôncavo, situada em São Francisco do Conde, e para professores ligados à Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab).
    A PetroRecôncavo, maior operadora independente de exploração e produção de petróleo e gás (setor E&P) onshore do Brasil, também concentrou seus esforços em ações educacionais. A companhia conduziu 150 alunos da Escola V.E., de Ipojuca, à Bienal, no dia 16, e dará continuidade a essa iniciativa após o evento, com uma edição do projeto Bienal nas Escolas. A ação incluirá doação de livros, ambientação de uma biblioteca e a presença de um autor em uma escola ainda a ser definida.
    “A Bienal do Livro Bahia celebra o que o Nordeste sempre soube valorizar: o poder transformador da educação e da nossa cultura. A PetroReconcavo já impacta mais de 11 mil crianças e adolescentes por meio de iniciativas educacionais nas comunidades onde atua, e apoiar a Bienal é uma extensão natural desse compromisso, porque acreditamos que educação transforma realidades e amplia horizontes”, reitera Marilia Nogueira, diretora de ESG, Comunicação e RI da PetroRecôncavo.
    A Bahiagás, concessionária à frente da distribuição de gás natural canalizado no estado da Bahia, também integra o seleto grupo de patrocinadores da edição 2026 da Bienal do Livro Bahia, somando sua marca a um dos principais encontros culturais do estado, que mobiliza leitores de todas as idades, escolas, autores e famílias em torno dos livros.
    Entre os apoiadores, a BIC conta com um espaço dedicado à interação com o público, realçando o seu vínculo histórico com o exercício da criatividade e da educação. O estande da emblemática marca, que revolucionou a prática da escrita e do desenho, leva ativações envolvendo os produtos de seu portfólio, especialmente as linhas de canetas e BIC Kids, em sintonia com o espírito da Bienal. Há também a distribuição de brindes exclusivos e uma loja oficial para a compra de produtos BIC. A edição 2026 da Bienal Bahia conta ainda com o apoio do Salvador Shopping, Sesi, e o apoio institucional do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel).
    Esses investimentos realizados por patrocinadores e apoiadores acabam se tornando evidências concretas do sucesso da Bienal do Livro Bahia, uma vez que ratificam o crescimento e a solidez do evento, que cada vez mais se apresenta como um encontro de entretenimento de massa e de experiências múltiplas, o qual vai além da literatura e da cultura.
    A GL events Exhibitions, realizadora do evento, é uma divisão da multinacional francesa GL events e é responsável por organizar alguns dos principais eventos do país, como a Bienal do Livro Rio no mercado editorial; Brasil Brau, no universo cervejeiro; Congresso e Feira Estetika, o evento mais importante de estética, saúde, beleza e bem-estar da América Latina; ExpoPostos & Conveniência, maior evento do setor de combustíveis e conveniência da América Latina; e Hyvolution, maior evento do mercado de hidrogênio.

  • Café além da xícara: hábito, cultura e saúde no Brasil.

    Café além da xícara: hábito, cultura e saúde no Brasil.

    Por Arthur Malaquias

    Mais do que uma bebida, o café é um ritual presente no cotidiano de milhões de brasileiros. Celebrado oficialmente no dia 14 de abril, o Dia Mundial do Café serve como ponto de partida para discutir um dos produtos mais emblemáticos do país desde o cultivo até o consumo, passando por seus impactos na saúde e na gastronomia.

    O Brasil é o maior produtor mundial de café, e regiões como a Chapada Diamantina, na Bahia, vêm ganhando destaque pela qualidade dos grãos especiais. Segundo o agrônomo Carlos Menezes, especialista em cafeicultura, “o diferencial da Chapada está na altitude e no clima, que favorecem cafés mais aromáticos e complexos”. Mas o café não é só produção, é hábito. Para a estudante Mariana Lopes, 21 anos, “o dia só começa depois do café. É quase automático”. Já a enfermeira Michele Malaquias, 46, relata que consome até cinco xícaras por dia: “se eu não tomar ao menos pela manhã, sinto dor de cabeça o resto do dia”.

    Essa dependência, inclusive, levanta questões sobre o consumo excessivo. A nutricionista Dra. Renata Alves explica que “em doses moderadas, o café pode trazer benefícios, como melhora da concentração e ação antioxidante. Porém, em excesso, pode causar ansiedade, insônia e aumento da frequência cardíaca”.

    Na gastronomia, o café também se reinventa. De sobremesas a pratos salgados, chefs têm explorado o ingrediente de formas criativas. O chef Lucas Andrade destaca: “o café vai muito além da bebida, ele pode ser usado em molhos, carnes e até massas”.

    Entre tradição, ciência e inovação, o café segue sendo parte essencial da identidade brasileira, uma cultura que ultrapassa gerações e se renova a cada xícara.

    Café da Chapada Diamantina

    Produzido em altitudes elevadas, o café da Chapada Diamantina (BA) é conhecido por sua acidez equilibrada, notas frutadas e aroma intenso. Pequenos produtores têm investido em técnicas sustentáveis e colheita seletiva, elevando a qualidade do produto no mercado nacional e internacional.

    Café faz bem?

    Café na cozinha Receitas populares com café:

    imagem por arthur correia
    Imagem por: Arthur Malaquais
  • cada vez mais pobre: a justiça fisca

    cada vez mais pobre: a justiça fisca

    Premiados

    Texto – Jornais e Revistas
    1º lugar – “O rico cada vez mais rico, o pobre cada vez mais pobre: a justiça fiscal que ainda não chegou às mulheres negras”
    Andressa Franco dos Santos Lima – Revista Afirmativa
    2º lugar – “Reforma tributária pode encarecer aluguéis e impactar setor imobiliário”
    Joana Lopes Oliveira – A TARDE

    Texto – Sites e Blogs
    1º lugar – “Impostos: entenda por que e para que eles existem”
    Alberto de Souza Oliveira – Leia Mais Bahia
    2º lugar – “A gente paga IPTU para quê?”
    Mariana de Carvalho Pereira Lacerda – Conquista Repórter
    3º lugar – “Tributação ‘verde’ pode transformar preservação do litoral baiano em justiça fiscal”
    João Luiz Santos de Souza – Portal g1 Bahia

    Áudio – Rádio e Podcast
    1º lugar – “Tributação: o peso dos impostos na vida dos brasileiros”
    Autor: Aline Costa – Agência Radioweb
    2º lugar – “Tributação mais justiça social: a matemática desigual dos impostos”
    Autor: Ana Paula Lima – Rádio BandNews FM Salvador
    3º lugar – “O boleto da democracia: o que significa financiar o Estado como cidadão”
    Autor: Verena Mendonça Veloso Nascimento – Rádio BandNews FM

    Vídeo – TV e Plataformas Digitais
    1º lugar – “Bahia bate recorde de microempreendedores individuais”
    Autor: Daniel Aloisio dos Santos Silva – TV Bahia
    Coautores: Giulia Marquezini, Robson Caxias, Mustafá Tambuc, Eduardo Oliveira, Alexandre Falcão e Leticia Alvarez
    2º lugar – “Isenção no Imposto de Renda movimenta um bilhão de reais na Bahia”
    Autor: Giulia Marquezini – TV Bahia
    Coautores: Daniel Aloísio, Jefté Rodrigues, Thiago Ferreira, Eduardo Oliveira, Rodolfo Lisboa e Rodrigo Santana
    3º lugar – “Efeitos da Reforma Tributária demorarão um pouco mais para serem sentidos na Bahia”
    Autor: Hely Almeida Beltrão – Conectado News
    Coautor: Luiz Antonio dos Santos Souza

    Categoria Estudante
    “Do CPF na nota ao dinheiro de volta: como a reforma tributária pode aliviar o orçamento de famílias de baixa renda”
    Autor: Vitória Sacramento Vieira – UniFTC
    “Crise imobiliária: Porto Seguro quer regular aluguéis por temporada”
    Autor: Rodolpho Julio Marci Bohrer – Universidade Federal do Sul da Bahia

    Especial Nacional
    1º lugar – “Quem paga a conta do Brasil e quem se beneficia dela”
    Autor: Luciana Pombo – Campo Magro/PR
    2º lugar – “Quem paga mais imposto na Bahia: um raio-X da desigualdade tributária entre ricos e pobres no estado”
    Autor: Brian Sthefano Ferreira Gomes Costa – Fortaleza/CE
    3º lugar – “Pagam até 48% lá fora: brasileiros migram para países com Imposto de Renda maior”
    Autor: Abinoan Santiago – Florianópolis/SC

  • Jornalismo a serviço da justiça social

    Ao conduzir a abertura da premiação, a presidenta do Sinjorba, Fernanda Gama, destacou o papel do jornalismo na compreensão das questões tributárias. “O prêmio nasce com um propósito essencial: informar para transformar. Em um cenário em que a tributação ainda é um tema distante para grande parte da população, o jornalismo cumpre o papel de traduzir, explicar e aproximar esse debate da realidade das pessoas”, afirmou.

    Com o tema “O Jornalismo a Serviço da Justiça Tributária”, a premiação reconheceu reportagens que contribuem para ampliar o entendimento da sociedade sobre quem paga impostos, como os recursos são distribuídos e os impactos das políticas fiscais no cotidiano da população. Ao todo, 16 trabalhos foram premiados, distribuídos entre as categorias Texto – Jornais e Revistas, Texto – Sites e Blogs, Áudio – Rádio e Podcast, Vídeo – TV e Plataformas Digitais, Estudante e Especial Nacional.

    Premiados

    Texto – Jornais e Revistas
    1º lugar – “O rico cada vez mais rico, o pobre cada vez mais pobre: a justiça fiscal que ainda não chegou às mulheres negras”
    Andressa Franco dos Santos Lima – Revista Afirmativa
    2º lugar – “Reforma tributária pode encarecer aluguéis e impactar setor imobiliário”
    Joana Lopes Oliveira – A TARDE

    Texto – Sites e Blogs
    1º lugar – “Impostos: entenda por que e para que eles existem”
    Alberto de Souza Oliveira – Leia Mais Bahia
    2º lugar – “A gente paga IPTU para quê?”
    Mariana de Carvalho Pereira Lacerda – Conquista Repórter
    3º lugar – “Tributação ‘verde’ pode transformar preservação do litoral baiano em justiça fiscal”
    João Luiz Santos de Souza – Portal g1 Bahia

    Áudio – Rádio e Podcast
    1º lugar – “Tributação: o peso dos impostos na vida dos brasileiros”
    Autor: Aline Costa – Agência Radioweb
    2º lugar – “Tributação mais justiça social: a matemática desigual dos impostos”
    Autor: Ana Paula Lima – Rádio BandNews FM Salvador
    3º lugar – “O boleto da democracia: o que significa financiar o Estado como cidadão”
    Autor: Verena Mendonça Veloso Nascimento – Rádio BandNews FM

    Vídeo – TV e Plataformas Digitais
    1º lugar – “Bahia bate recorde de microempreendedores individuais”
    Autor: Daniel Aloisio dos Santos Silva – TV Bahia
    Coautores: Giulia Marquezini, Robson Caxias, Mustafá Tambuc, Eduardo Oliveira, Alexandre Falcão e Leticia Alvarez
    2º lugar – “Isenção no Imposto de Renda movimenta um bilhão de reais na Bahia”
    Autor: Giulia Marquezini – TV Bahia
    Coautores: Daniel Aloísio, Jefté Rodrigues, Thiago Ferreira, Eduardo Oliveira, Rodolfo Lisboa e Rodrigo Santana
    3º lugar – “Efeitos da Reforma Tributária demorarão um pouco mais para serem sentidos na Bahia”
    Autor: Hely Almeida Beltrão – Conectado News
    Coautor: Luiz Antonio dos Santos Souza

    Categoria Estudante
    “Do CPF na nota ao dinheiro de volta: como a reforma tributária pode aliviar o orçamento de famílias de baixa renda”
    Autor: Vitória Sacramento Vieira – UniFTC
    “Crise imobiliária: Porto Seguro quer regular aluguéis por temporada”
    Autor: Rodolpho Julio Marci Bohrer – Universidade Federal do Sul da Bahia

    Especial Nacional
    1º lugar – “Quem paga a conta do Brasil e quem se beneficia dela”
    Autor: Luciana Pombo – Campo Magro/PR
    2º lugar – “Quem paga mais imposto na Bahia: um raio-X da desigualdade tributária entre ricos e pobres no estado”
    Autor: Brian Sthefano Ferreira Gomes Costa – Fortaleza/CE
    3º lugar – “Pagam até 48% lá fora: brasileiros migram para países com Imposto de Renda maior”
    Autor: Abinoan Santiago – Florianópolis/SC

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  • Café faz bem ou mal?

    O café pode trazer benefícios quando consumido com moderação. Entre os principais pontos positivos estão o aumento da concentração, melhora no desempenho físico e maior disposição ao longo do dia.

    Por outro lado, o consumo em excesso pode causar efeitos negativos, como ansiedade, irritabilidade e dificuldades para dormir. Especialistas recomendam evitar exageros, principalmente no período da noite.