Salvador, 26 de outubro de 2026
Editor: Chico Araújo

Políticas para as mulheres na Bahia são apresentadas como referência para o Brasil

As políticas para as mulheres desenvolvidas no Estado da Bahia, por meio da Secretaria das Mulheres (SPM), estão sendo apresentadas e reconhecidas como referência para o Brasil, durante o II Fórum Nacional de Gestoras de Políticas para as Mulheres, que está sendo realizado, nestas terça e quarta-feira (11 e 12), em Brasília. Promovido pelo Governo Federal, por meio do Ministério das Mulheres, o evento reúne gestoras de políticas públicas para as mulheres dos estados, do Distrito Federal e dos municípios brasileiros.

A secretária das Mulheres do Estado da Bahia, Elisangela Araújo, está em Brasília desde a segunda-feira (10), quando participou de uma agenda preparatória para o Fórum, liderada pela ministra Cida Gonçalves. Ela destacou a importância da atividade e sua repercussão no país inteiro. “Estamos discutindo questões como o orçamento; vislumbrando uma grande ação no Brasil sobre o enfrentando às violências; e abordando a inclusão socioprodutiva e a autonomia das mulheres. Hoje, tivemos a participação das ministras Marina Silva e Sônia Guajajara e debatemos, também, sobre mudanças climáticas e os impactos para as mulheres do campo, das águas, das florestas, indígenas e quilombolas. Além disso, o Fórum mostra toda a força e a capacidade de articulação das mulheres nas políticas que são responsabilidades dos governos federal, estadual e municipais, mas que, também, necessitam do crescente diálogo com a sociedade”, afirmou.

Durante o Fórum, a secretária Elisangela Araújo apresenta a Plataforma Elas à Frente, que é coordenada pela SPM, mas que prevê políticas para as mulheres em todas as secretarias do Governo do Estado. Entre os programas e projetos estratégicos estão o Oxe, me respeite!; a Unidade Móvel; além da Casa da Mulher Brasileira, que são direcionados à prevenção e ao enfretamento das violências de gênero.

Por outro lado, destacam-se ações com foco na autonomia econômica; na inclusão socioprodutiva; no empoderamento; na educação inclusiva e não sexista; na escuta territorial e que visam, ainda, a participação política e de cuidados das mulheres do campo e da cidade; além da certificação e reconhecimento das empresas que promovem a equidade de gênero no ambiente do trabalho, por meio do Selo Lilás.

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